A Ascensão de Atlântida

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A Ascensão de Atlântida

Mensagem por Tony.Wiz em Seg Set 25, 2017 9:15 pm

A Ascensão de Atlântida

Em todo o mundo, cientistas emitiram alertas... O nível das águas dos oceanos estavam aumentando rapidamente nas ultimas 24hrs... Algo alarmante para ocorrer em todo o globo e de uma forma tão rápida... Mas então as ondas começaram a vir cada vez mais fortes e com elas os monstros... As principais cidades costeiras se viram cercadas por monstros marinhos saídos de lendas e pesadelos... E logo ficou claro... A explosão no céu, a torre da liga da justiça havia levado um herói pouco reconhecido pelos seus feitos, mas que mantinha todo um mundo submerso sob controle.... Mas agora Atlântida tinha um novo Rei e ele a faria dominar todos aqueles que a subestimaram e a ridicularizaram. A invasão Atlante finalmente toma forma e os exércitos se veem incapazes de lutar contra aquele que se prova como o maio exercito. As autoridades não tem mais a quem recorrer no céu, e só resta rezar para que seres com poderes, tenham motivações boas o suficiente para deter o avanço de Atlântida antes que todo o globo seja submerso.

River:


Antes:


River patrulhava seu setor, nada mais do que espancar alguns aliens maltrapilhos em um bar local, para pegar alguns informações sobre a movimentação das tropas vermelhas, mas a sua diversão é interrompida quando uma voz soa no seu anel.

Lanterna River Lynch, nº 753027, reporte-se imediatamente aos Guardiões em Oa.

Aquela msg era inesperada para River, ele tinha um setor distante de Oa, onde residem os Guardiões, de tantos lanternas mais próximos para convocar diretamente a Oa, pq ele ? Ao ouvir as palavras do Anel, alguns dos aliens surrados riem diante da msg, acreditando que o Lanterna estava em apuros... Mas River terminar de soca-los, e então parte de imediato para Oa.

Viajando a máxima velocidade River logo chega a Oa, ao se reportar ao comandante da tropa, é conduzido pelo lanterna Kilowag até o conselho dos Guardiões. Normalmente o Lanterna iria conversar mais durante o trajeto, mas parecia que um pesar lhe assombrava, e logo ele o deixa a sós com o conselhos. Era estranho estar sob os olhos dos Guardiões do Universo, eram seres que abdicaram de qualquer emoção em razão da ciência e da manutenção da ordem do universo. River se sente examinado minuciosamente, então um dos guardiões quebra o silencio.

Lanterna 752730, você provem na especie humana, apesar que seu tempo na terra tenha sido inferior ao seu tempo entre as estrelas. Uma grande mal se abateu no seu planeta de origem, e isso culminou no desaparecimento do Lanterna Verde do setor. E como único humano na tropa sem uma missão designada, nós ordenamos que vá ao local investigar, alem disso, uma grande poder antigo está sendo manipulado na terra nesse momento, isso pode quebrar a balança do universo.

Após isso, River é dispensado para seguir a terra.


Agora:

River viaja pelas estrelas até o setor espacial da terra... Mesmo sem viver na terra ou frequenta-la... Olhar do alto o globo azul, fazia algo no peito de River bater mais forte... Ele era uma humano que havia perdido qualquer conexão com seu planeta... E era uma Lanterna que havia perdido tb a conexão com sua parceira... E pior, sua amada... Mas o anel verde brilha na mão de River, alimentado pela sua vontade de superar tudo isso e de resgatar a usa amada das garra do espectro vermelho. Duas missões foram dadas a River, ele deveria investigar o ocorrido com o Lanterna Verde do setor Hal Jordan e o estranho poder que estava sendo manipulado na terra nesse momento.

Ao acionar o anel, o mesmo indica uma cidade americana, e River avança para lá, mas algo não parecia certo... O lanterna verde sabia que a maior parte do planeta era composta de água, porém era como se a mesma agora decidisse tomar conta das porções de terra, e ao se aproximar mais da cidade, River pode ver que verdadeiros exércitos saiam da água e avançavam pela terra... River passa pela placa que informa o nome da cidade, Baia da Anistia, e seu anel lhe indica um farol ao longe, mas ele parecia o local mais fortificado da invasão. Soldados e criaturas avançavam pela cidade, levando o caos, policiais da cidade e até membros do exercito tentavam fazer frente ao exercito mais não eram capazes... River vê uma mulher ruiva vestindo trajes verdes parecidos com o dos soldados, mas essa mulher lutava contra as criaturas... Ela parecia abatida demais, seu corpo demonstrava sinais de graves ferimentos... Ao seu lado uma mulher de cabelos brancos lutava contra as criaturas... Elas conseguem conter o avanço das criaturas naquele ponto, mas quando o brilho do lanterna alcança a vista delas, a mulher ruiva clama na direção de River.

Lanterna Verde, não me conhece, mas eu era amiga do Lanterna Verde Hal Jordan, a Terra precisa de sua ajuda, eu preciso da sua ajuda.

Caberia agora River, descer para falar com aquela que fala com intimidade sobre o antigo Lanterna Verde da Terra, ou seguir a sua própria vontade e ir ao distante farol sozinho.



Delirium:


Antes:


A turnê havia sido cancelada... Seu primo estava distante, isso a deixava irritada, como ele fora capaz de ir embora assim? Tantos fãs tristes com o cancelamento dos shows... Mas foi quando ela contemplava as estrelas e viu no céu uma explosão... Seus olhos se maravilhavam com as cores e riscos que isso fazia, era de uma beleza tão peculiar... Mas então ela sentiu a dor das pessoas, era como se todo o mundo fizesse silêncio em pesar... E só então Delirium percebeu que aquilo que assistiu, fora um funeral... Sendo filha dos eternos, ela não compreendia por que o mundo ficava com pesar pela morte de outras pessoas, Delirium sabia que sua tinha não tomava as vidas por prazer, mas por que era necessário...

Mas ela estava nesse mundo a pouco tempo, e entender as emoções mortais era um dos motivos pelos quais eles vieram a esse mundo... E foi nesses momentos de observações que Delirium viu o mar se abrir... Era belo como toda aquela água abrigava tanta vida... Viu homens trajando armaduras douradas e criaturas com escamas saírem das águas e caminharem sobre a terra... Delirium só se deu conta do que ocorria quando os gritos chegaram a si... Por alguns segundos, ficou sem saber se devia intervir ou não, mas era incapaz de ver as pessoas chorando e então buscou ajudar o máximo de pessoas...

Enquanto ajudava as pessoas a irem para locais seguros usando a sua voz, Delirium ouviu os sussurros de sua prima... Destino lhe sussurrava pelos ventos, que algo no destino da terra estava sendo alterado, e estava ocorrendo contra a vontade do universo... Eles não podiam permitir isso... Destino pede para Delirium ir a uma cidade americana, ela havia tido vislumbres do local e deveria ser onde toda essa mudança estava para acontecer, e a própria Destino iria encontrar com os eternos para debater as suas ações...



Agora:

Com a ajuda de seus primos, Delirium chega à cidade, Baia da Anistia, o barulho tomava conta do local... Por alguns instantes a eterna fica perdida no meio do local, sem saber o que fazer, nunca havia ficado assim, nem mesmo nos grandes shows... Mas ao longe a imagem de um farol traz a mente de Delirium a msg de sua prima...

A luz sobre o mar, a direção indicara... A coroa de sal se partirá, e no fundo do oceano o mal emergirá... E quando a musica tocar, todo o mar ira queimar...

Diante do caos que estava a cidade, Delirium avança buscando ajudar os necessitados, sem seus primos para lhe fazerem companhia era complicado, seus cabelos mudam de excitação para medo conforme avança, até um ponto onde vê uma mulher com cabelos ruivos e vestes verdes lindas... Ela controlava a água a sua volta como se dançasse... O brilho das gotículas de água faziam tudo aquilo parecer musica... Mas então Delirium percebe que a mulher lutava por sua vida, quando enfim poem fim a uma criatura com dentes enormes e um guerreiro portando um tridente... Ao lado dela, uma outra mulher de cabelos brancos a ajudava a se manter de pé.... Logo um brilho verde cruza o ceu se aproximando do local... Delirium já ouvira falar deles... Policias estelares... Seres que controlavam aquilo que ela nunca conseguiu controlar em seu peito... Emoções... E segundo seus tios haviam lhe mostrado... Aquela era a cor que representava a Vontade... O Farol se encontrava distante ainda do ponto que Delirium estava, mas o Lanterna Verde conversava com a mulher... Caberia agora a Delirium decidir se buscaria seguir ao local que sua prima indicou, ou ver o que dois estranhos mortais conversavam em meio ao caos que acontecia...



Aria:


Antes:


A Thanagariana voava sobre a floresta lutando contra um grupo de mutantes que haviam invadido o local e queriam toma-lo para si como base... Quando viu o céu se romper em chamas... No inicio pensou se tratar de mais um ataque a terra... Mas sabia que quando isso ocorria, os Grandes Protetores da terra a socorriam... Mas assistindo o colapso daquela estrutura, e não vendo sinais dos Hérois... O coração de guerreira de Aria, compreende que não foi uma simples estrutura que caíra diante de uma força maior... E logo depois, se deixou consumir pelo calor de seu coração em luto...

Diante dos corpos dos mutantes mortos... Aria busca sentir em seu coração a presença daquela que lhe guiava, mas não sentia mais Shayera presente nesse mundo... Era definitivo... A Thanagariana perecera diante de um mal mais forte, e agora caberia a Aria seguir os passos daquela que um dia ela admirou e proteger esse mundo em seu nome...

Dias se passam, onde Aria segue voando com Nazara pelos céus, sendo a justiça voraz contra aqueles que buscam fazer o mal... Enquanto sobrevoava uma região da costa americana, Aria novamente sente a pontada em sua mente... Aria se vê submersa na água... Cristais surgem a sua frente, formando um circulo, seu brilho faz a Thanagariana cobrir os olhos, mas o brilho não incomodava mais do que a vibração que produzia na água... Fazendo a guerreira, mesmo sob sua grande resistência se curvar tampando os ouvidos e vendo ser inútil sua tentativa... Então a vibração cessa, dando lugar a apenas uma canção... E ao centro do circulo, um Cetro surge da água... E a medida que sob, Aria vê uma figura humanoide emergindo e apontando o cetro em uma direção... Quando Aria olha na direção da mesma, vê a luz de um farol... E então tudo se torna escuro...

Aria abre os olhos, e vê que o chão estava mais próximo do que lembrava... E seu corpo estava firmemente preso nas garras de Nazara... Era evidente que diante da sua visão, Aria despencara do céu, sendo resgatada a tempo pela sua fiel companheira... Mas Aria sabia o que aquelas visões significavam.....



Agora:

Após sua visão Aria seguia pelos céus, em busca de mais pistas, quando viu o momento em que criaturas saíram das águas e iniciaram um ataque as cidades... Exércitos emergiam das águas e lutavam sem ter resistência alguma... Aria lutou contra varias das criaturas... Seguindo por toda a costa, até que durante um confronto contra uma serpente marinha, vê ao longe um Farol... E isso chama a sua atenção o suficiente para que a mesma se precipite voando diretamente até o local, sendo parada apenas por Nazara em voo... Que pede que a mesma olhe para o céu novamente... Um raio verde cruza o céu da cidade e para em ponto distante... A thanagariana conhecia aquele brilho verde... Já vira sua amiga cruzar os céus na companhia do Lanterna Verde da terra... Mas eles não havia perecido junto a torre ? Teria a tropa dos lanternas verdes enviado alguém para guarnecer seu setor ? A guerreira sabia o que o brilho da luz verde representava no universo... Ao olhar agora o farol com calma, percebe que todo um exercito fora disposta a volta... Mesmo pelo céu, seria complicado de se chegar, pois grandes serpentes estavam a sua volta, atacando helicópteros que se aproximavam...

Criaturas ainda atacavam a cidade, destruindo prédios... Aria teria que definir agora se rumaria na direção do Farol, acompanhada apenas da sua companheira, ou buscaria o portador da luz verde...



Scylla:


Antes

Scylla se livrava pouco a pouco de todo o amargor que carregaram durante seu tempo de exílio... Na companhia de Mera e do Rei de Atlântida, a atlante tentava se provar digna de confiança... A Bruxa do Mar estava fora d'água, em suas raras ocasiões onde decidia caminhar sob o mundo da superfície para entender sob seu olhos as desavenças entre aqueles por que alguns atlantes tinha ódio da superfície e outros tinha admiração ou respeito... Já era noite quando Scylla ouve uma explosão, temendo ter sido descoberta e estar em apuros olha a volta e salta a água, mas tudo o que vê é o brilho alaranjado do céu em chamas refletido na água... Durante um tempo, a atlante não entendo o que ocorrera... Mas então, percebe que aquilo que caia dos céus era a esperança do seu povo... As noticias logo correm vorazes... E Scylla tem a certeza, o seu rei foi um dos mortos... O trono de Atlântida estava agora vago...

Mas Scylla não tem tempo para o luto... Se Arthur curry havia morrido, então a vida dela e de Mera corria perigo... Era o temor e lealdade ao Aquaman que mantiveram os outros atlantes sem as atacar... Scylla mergulha nas aguas e chega ao reino de Atlantida... Ela sentia o perigo a cada passo, mas enquanto não houve um Rei no Trono, nenhum atlante faria nada... A Bruxa do mar segue até a sala do Trono, e seu coração bate aliviado quando vê Mera ajoelhada diante do conselho de Atlantida... A coroa de Atlantida repousa ao lado... Envolta a uma bolha...

Mera de Xebel... O conselho de Atlantida se reune hoje para decretar que o Rei Aquaman caiu... Mas ele viverá para sempre nesses oceanos, e a sua vontade deverá ser preservada... Eles nos guiava a uma nova era... E nós acreditamos que vc será a melhor Rainha que Atlantida necessita nessa hora...

Um dos conselheiros pega a coroa e ao erguer acima da cabeça de Mera, uma explosão ocorre a porta... E o temor de Scylla se faz real... Mestre do Oceano surge a porta empunhando seu tridente prateado... Com um unico movimento ele o lança contra o conselheiro o matando... Mera se ergue para confronta-lo... Scylla clama pelo seu tridente, mas os generais de Orm, tomam o local, mantendo todos presos e Mera acorrentada e desacordada... Orm pega no chão a coroa de Atlantida e fala...

Enfim é chegado o momento de Atlantidas ascender com seu verdadeiro Rei... Aqueles que se opoem, que falem agora e morreram...

Scylla ve um dos conselheiros a olhar profundamente e após olhar para Mera... Ela sabia o que precisava ser feito... Vulko se lança a frente... Enquanto Scylla usando do poder do seu tridente invoca o furacão para poder alcançar a Rainha de Atlantida... A Bruxa do mar não tem muito o que fazer se não escapar pelos abismos de Atlantida... Quando em uma caverna Mera recobra a consciencia, pede que a leve ao Farol de Arthur...

Agora:

Após o incidente em Atlantida, Scylla acompanha de Mera, seguiram pelos mares, evitando os confrontos com os exercitos atlantes que se movimentavam... Mera havia dito que se alcançassem o Farol, poderiam conseguir algo para derrotar Orm... Mas ao chegarem a cidade... As duas percebem que Orm não era tolo de deixar o unico local em terra que Aquaman tinha ligação... Alem dos ataques ao globo, Orm enviara uma grande tropa e tomara o Farol... Após algumas lutas contra o exercito atlante, e as criaturas marinhas controladas por Orm. As duas atlantes se vem cercadas na cidade... Sem conseguir avançar diante da leva de criaturas que surgiam... Quando Mera olha para o ceu e sorri... Scylla não entende, mas quando o brilho se aproxima, ela vê um homem, envolto em uma luz verde... De alguma forma, a visão daquela luz lhe conforta... Mera se dirige ao homem...

Lanterna Verde, não me conhece, mas eu era amiga do Lanterna Verde Hal Jordan, a Terra precisa de sua ajuda, eu preciso da sua ajuda.

As palavras de Mera trazem sentido a Scylla, ela havia ouvido falar do Lanterna Verde da terra, mas não sabia que existiam outros assim... Talvez esse fosse um aliado para retomar o trono de Atlantida.... Scylla agora se via diante do Lanterna Verde e Mera... Seria o Lanterna Verde um aliado como Mera supunha devido ao anterior ? Ou apenas mais um que nutriria odio dos atlantes ?
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Re: A Ascensão de Atlântida

Mensagem por art020 em Sex Out 20, 2017 7:01 pm

O tempo não apagaria o que vi, as batalhas que travei até aqui movida pela raiva não tirariam o que sentia, o som da explosão que irrompeu em meus ouvidos com a força de mil relâmpagos quando o que restou da torre cruzava a atmosfera em chamas não seria esquecido ou apagado pelos gritos de dor, pelo som de ossos quebrando e pedidos de misericórdia de condenados negados com um simples não, como um cometa que trazia terror aos antigos povos desse lugar, esse não foi diferente e trouxe muito mais, não apenas horror a aqueles que os viam como esperança, um simbolo da justiça, algo que acreditavam, aquilo queimou na atmosfera, seus deuses, seus heróis, suas esperanças, tirou a luz de um futuro para abrir um largo caminho para os injustos, enegreceu o dia para que as bestas cacem impiedosamente não por fome, mas pelo simples prazer do horror no olhar das vitimais, para que os que fogem da luz não tenham que temer o julgamento de seus atos, mesmo os que se escondiam nas sombras de suas almas, agora ganhariam um motivo a mais para cruzar seus limites, não haveria quem os punisse se saíssem de suas tocas, o som de sua carne sendo esmagada na fúria da justiça implacável e de seus últimos suspiro não trara essa luz de volta, não tão rápido como ela desapareceu, não tiraria essa lembrança terrível de minha mente, mas limparia a escoria desse lugar, farta do sangue dos impios minha massa estava e cheia da carne dos condenados Nazara também estava,  ainda tínhamos muito o que fazer, muito mais do que esmagar esses  que ousaram nos desafiar, sei que não é o legado que eles queriam, mas por hora é o nosso melhor, esses que acreditaram que ninguém viria, iriam pensar duas vezes ao olhar os céus.



Estava em uma luta contra uma serpente marinha, a primeira de muitas se eu tivesse que derrubar uma a uma, mas havia diversas outras criaturas e só nós duas não damos conta, a cidade próxima está tomada, e o caos se espalhava ao longo da costa, os exércitos terrenos não conseguiam fazer muito, e nós tentávamos fazer o melhor, mas para cada criatura derrubada, outras surgiam, os números  cedo ou tarde nos superariam, quando entre as ondas em fúria e a hecatombe que se estendia, vejo algo, o farol de minhas visões, aquilo não podia se coincidência, tinha que ser ele, decido rumar até ele mas Nazara me impede, ela sabia que eu queria ir lá, mas então ela chama atenção para algo mais, uma luz  que cruza os céus, pelo tom verde, só poderia ser de um lanterna, segue voando passando pela cidade, e parando em um ponto distante, sabia olho ele, olho o caos ao redor, o farol atrás do olhar de Nazara.



-Temos algumas coisas a resolver, não podemos ir naquele lugar agora, não podemos salvar todas essas pessoas, nem derrubar todas essas criaturas, só uma arma de destruição em massa para dar conta dessas coisas, vamos lá ver o que ele quer. 

Digo para ela.



Não era o que eu queria fazer agora, mas o que devia, se esse farol apareceu nas minhas visões, nada de bom acontecerá la, seja com nós ou quem entrar no caminho.



Off: pegamos altura e voamos até o lugar onde o lanterna está, chegando no lugar peço para Nazara ficar de olho enquanto eu me aproximo dele (e do grupo) por cima pelo lado do sol, de maneira devagar como se estivesse pousando, mas ao invés de pousar fico pairando com um olhar serio.
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Re: A Ascensão de Atlântida

Mensagem por Delirium em Sab Out 21, 2017 7:12 pm

Eu estava triste, Éden saiu sem se despedir, tudo bem que ele foi sequestrado por uns aliens estranhos, mas custava dizer se demorava? Stella tentava me animar enquanto Morpheus cuidava dos assuntos da banda, turnê teve que ser adiada por tempo indefinido, logo agora que estavamos decolando. É bom que ele tenha uma boa explicação.

Observando as estrelas a procura dele vejo um show de fogos muito interessante, mas precedeu o inicio de uma tragédia, Stella entrou em transe como se visse algo futuro eu apenas estava entediada.

Em pouco tempo Morpheus volta falando que teve um pesadelo então monstros começam a destruir a cidade vindos do mar, como esperados estávamos ajudando as pessoas contra as criaturas, eu estava assustada com aquilo, onde estava Mortuus quando precisava dele...

Após conter uma onda de ataques, Stella me informa que devo ir até um farol, me passa uma previsão do futuro, tenho certeza que para ela era clara a visão, mas eu não estava entendendo bem. Porém iria, não tinha muito o que fazer.

Chegando até a praia vejo o farol que tinha que ir, bom acho que era lá mesmo, contudo uma batalha chama minha atenção, duas moças lutando contra monstros, penso em ajudar, mas elas acabam com eles.

Um ponto verde me chama atenção nos céus, segundo meus conhecimentos um Lanterna, isso estava ficando interessante. Aproximo-me das mulheres e do lanterna enquanto catava conchas na praia.

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Re: A Ascensão de Atlântida

Mensagem por Meiriel em Dom Out 22, 2017 9:59 am

Seguidas tragédias aconteciam em Atlântida. Primeiro a morte do rei e agora a ditadura imposta pelo canalha do Orm. É lógico que ele tentaria tomar a superfície, esse é seu sonho desde sempre. Foi estúpido da nossa parte não prever esse ataque. 

"Mas dessa vez eu não vou ficar quieta com suas artimanhas Orm. Eu vou atravessar vc com meu tridente"

Msm não achando nada prudente eu levo a rainha a superfície. Estariamos mais seguras nos abismos marinhos onde os atlantes não ousavam ir, e isso virou verdade quando chegamos a cidade humana e vemos que o exército e os monstros de Orm tomaram td. 

- Minha rainha eu a protegerei com a minha vida. 

Uma luz verde brilha no céu deixando Mera feliz. Eu já tinha ouvido falar do lanterna verde o protetor da galáxia, mas não sei se ele pensa no fundo do mar como seu protetorado. Só me resta continuar protegendo a rainha. 

Off: lançar um furacão no inimigo mais próximo.
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Re: A Ascensão de Atlântida

Mensagem por River Lynch em Qui Nov 02, 2017 11:01 am

Meu setor não estava exatamente em ordem, e eu dividia meu dever como Lanterna Verde nas buscas por Úrsula. Havia muito trabalho a ser feito. Lanternas Amarelos e Vermelhos as vezes apareciam para promover o caos. Piratas ainda vagavam livres por ai. E as vezes alguma escória de Apokolips precisava ser lembrada de que nem todos na galáxia se curvam a Darkseid. Uma galáxia inteira, e somente eu para manter a ordem...


Mesmo assim os guardiões de OA me convocam, e sou obrigado a abandonar meu setor para atendê-los. Problemas na corporação, como sempre... Parece que o grande Hal Jordan desapareceu após uma explosão em seu setor. É uma merda ouvir isso, o cara era gente boa, e um dos poucos humanos da tropa. Com isso, uma brecha foi deixada, e o setor em que a Terra estava localizada ficou desprotegido. Agora era a minha missão cobrir Hal Jordan, era a primeira vez que eu retornaria a Terra depois de meu rapto. Será que eu seria capaz de reconhecer e ainda amar o planeta em que nasci?


- Seja lá o que tenha acontecido a Hal Jordan e o que esteja ameaçando aquele mundo. Tudo será resolvido. - Garanto aos anciões, mostrando a luz do meu anel. 


Antes de partir, recarrego minhas energias e as do anel, jogando conversa fora com Kilawag. Todos estão abatidos com a provável morte de Hal Jordan. Ele põe sua mão enorme em meu ombro e me aconselha a ter cuidado com aquele.setor. De fato, nenhum outro atraía tantas ameaças cósmicas como aquele em que a Terra se encontrava. 


Como era de se esperar, contemplar aquela grande esfera azul depois de tanto tempo desperta sentimentos em mim. Paro por um templo, flutuando pelo espaço e me lembrando de quando fui abdzido e fiquei olhando o planeta pela nave que levava a mim e meus pais como escravos. Balanço a cabeça, desfazendo essas lembranças, então mergulho na órbita da Terra. 


O mundo não mudou nada, percebo enquanto voo pelos céus, exceto que agora ele está sendo atacado por um exército de enormes criaturas marinhas. Seriam eles os responsáveis pela queda de Hal Jordan? Eu precisava descobrir... Lá embaixo, duas mulheres oferecem resistência a estes seres, lutando bravamente. Uma delas parece conhecer os Lanternas. 


- Não se preocupe, senhora. Eu estou aqui justamente para isso. - Digo a ela. 


Logo vejo uma Thanagariana se aproximar e me surpreendo. Me pergunto o que ela fazia neste planeta, mas em geral eles não eram problema. 


- Tem razão. Precisamos nos reunir e pensar em uma ofensiva adequada. - Digo a ela. 


Voando, olho o cenário de cima. Iria tentar identificar como estava a luta em termos de vantagem. Também iria tentar ter uma noção dos números do inimigo. Dezenas? Milhares? 


Off: Se Mera e Scylla estiverem com problemas, faço um campo ao redor delas e as tiro do local, as colocando em um ponto mais seguro. 


Se os inimigos não forem tão numerosos, lanço uma rajada com meu anel naquele que estiver mais próximo de atacar a rainha. 
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Re: A Ascensão de Atlântida

Mensagem por Tony.Doomsday em Ter Nov 07, 2017 5:35 pm


River:

River sabia que aquela situação era muito grave... Um exercito inteiro... A bela mulher abaixo parecia esperançosa ao ve-lo... E quando River lhe informa que a presença dele era justamente para ajudar... Ela contempla o local... River vê que algumas criaturas estão mortas e inconscientes no local... Mas no momento não existia risco naquele local... Mas logo que pensa isso... Uma sombra cobre o sol e ao olhar para cima vê a forma de uma Thanagariana os observando... River conhecia bastante aquele povo, mas não se alarmar... Mas as duas mulheres abaixo se mostram receosas... Uma delas empunha sua arma de forma a estar preparada...


O Lanterna percebe uma mulher, que chega a deixar o seu coração acelerado se aproximar... O vento bate em seus cabelos, e o lanterna parece ficar inebriado olhando para ela... Ele já tinha devotado seu coração a uma mulher... Mas isso não parecia significar nada ao olhar para aquela mulher que caminhava na areia, como se o mundo inteiro estivesse em paz... Ela catava algo no chão, como se tivesse todo o tempo do mundo... Tinha que fazer algo pela mulher, a tirar de próximo dos ataques, procurando sair desse devaneio, River ascendo um pouco ao céu e olha a cidade...


River vê que o local onde eles estão é a ponto mais afastada da praia longe de um farol distante... Apesar do exercito estar saindo das águas, River pode ver que eles por alguma razão preferiram sair somente da área do farol nessa cidade... Serpentes enormes estão próximas ao Farol, evidenciando a River que se fosse voar diretamente para lá, teria que enfrenta-las, mas qualquer outro oponentes que surgisse... Diversos ataques estão ocorrendo na cidade... Mas o grupo que atacou a mulher parecia o mais isolado... River vê umas construções próximas que podem garantir um pouco de tranquilidade para entender o que está ocorrendo...



Delirium:

Delirium vê o farol distante... A cidade estava um caos... Ela planejava ajudar, mas as moças deram cabo das criaturas, e ao menos por hora, não se via nenhuma próxima... As conchas chamam atenção da Eterna, seus contornos, cores, texturas... Logo ela se vê com a mão repleta de conchas vazias... Ela percebe que se não fizesse algo para parar aquela guerra... Aquela seria a visão do mar que ela teria dali em diante... Restos mortos de um local abundante em vida... Uma sombra bloqueia o sol... Ao olhar para o alto, Delirium vê pairar nos céus, uma criatura humanoide, com grandes asas... Em sua mão uma arma que emitia um brilho, que lembrava a Eterna como o pulsar de uma estrela... Logo seus passos a levam cada vez mais próximos da garotas e o lanterna verde... A garota vê quando o lanterna ascende ao céu... E em pouco tempo retorna chamando as duas mulheres para um local perto... Delirium vê a preocupação nos olhos de todos ao olhar para ela... Aos olhos de todos, a Eterna era apenas uma mortal caminhando por um local perigoso...



Aria:

Aria compreende o alerta de sua companheira... Existiria o tempo para lutar e o tempo para entender contra o que lutar... Ao ver o rastro de luz verde cruzando o céu... Aria pede a Najara que vigie o local... A enorme águia logo expande ainda mais as suas asas, ascendendo aos céus ainda mais.... Pronta para vigiar e abater qualquer ameaça... 




Aria sobrevoa o local onde o lanterna desceu e o ver acima de duas mulheres... Elas usavam trajes parecidos com os guerreiros que emergiam das águas... Aproveitando-se do astro solar... Aria desce de forma silenciosa e devagar em direção ao Lanterna e as duas mulheres... Um pouco mais afastada Aria vê uma mulher que parece perdida no local... Sua beleza logo chama a atenção de Aria, algo naquela beleza não era natural... A garota se abaixava no chão como se pegasse algo e olhava com atenção... Logo seus olhos se encontram... Aria sente um arrepio das costas as asas... Uma sensação como se olhasse para uma deusa e a contemplasse por tempo demais... 




A Thanagariana sente os olhos do grupo se voltarem contra ela... Uma mulher que portava um tridente, logo se coloca em posição de alerta... A thanagariana vê que o Lanterna a observa indiferente, e ascendo olhando a cidade... E pousa chamando as mulheres para um local coberto próximo.... A thanagariana poderia segui-los, ou retornar aos ceus onde sua fiel companheira voava ao longe...
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Scylla:





Scylla tinha receio de que erarram ao vir a superficie... Nas profundezas do oceano estariam seguras... Mas até quando... E Mera esteve ao lado de Aquaman por tempo suficiente para não ficar de braços cruzados e ver o oceano inundar o mundo em sangue... Foi isso que fez a atlante seguir a sua Rainha... 




As batalhas foram vorazes... Mas o brilho verde no ceu parecia trazer uma alegria e uma esperança para Mera... O tridente da bruxa se ascende com as runas azuis... Os ventos do furacão rodeiam a ponta... Mas Mera havia dado fim ao inimigo... Scylla olha ao redor e pode abaixar o tridente... Não houve o som das criaturas e nem as sente muito perto.... 




Mas ao olhar na direção de uma rua, pisando agora na areia, uma garota muito bela se aproximava... Ela olhava ao redor, como se não visse a destruição que existia... Ela pega algo na areia, e a atlante percebe que ela catava conchas e as olhava intensamente... Scylla sente um rubor em sua face... Mesmo sendo chamada de bruxa, os olhos dos atlantes e habitantes da superfície, sempre a desejaram... Mas dessa vez, é Scylla que sente sua face ruborizar diante de uma beleza indecifrável... 




Por alguns instantes, ela acompanha os passos da garota sem saber como agir... Somente a sombra encobrindo o sol chama a sua atenção... Ao olhar na direção, vê uma figura humanoide, mas com enormes asas... Era dificil olhar direito na direção devido o sol... Mas Scylla sabe que não é nenhum atlante... E o Lanterna e Mera ao seu lado se viram para olhar o ser que se aproxima... 




O Lanterna parece indiferente quanto a presença da mulher e após olhar a cidade do alto, pousa as convidando para uma construção proxima... Mera concorda e fala com Scylla...

Vamos... Estamos expostas aqui... Ele pode nos ajudar...


Mera olha para a Thanagariana e fala...

Ela me lembra uma pessoa... Se estiver do nosso lado... É uma excelente ajuda...


Logo Scylla ver Mera se afastando com o lanterna...
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Re: A Ascensão de Atlântida

Mensagem por art020 em Sab Nov 11, 2017 8:03 pm

Encaro cada um nos olhos, queira saber  o que temos, com certeza apenas a cena da conversa por si já nos chamaria atenção, afinal não creio que seja hora ou lugar para isso, ou estariam do lado dessas coisas, ou apenas um breve encontro de interesses, penso enquanto plano sobre eles, esse lugar não estava facil, e nos estávamos reagindo de acordo.



Agora vamos ver o que temos, mais ao longe temos alguém, uma mulher com uma beleza sem duvida não natural, ou tem muita coragem ou não tem muita noção do que esta acontecendo por aqui, sua beleza é clara e não é comum a reação ao encarar ela nos olhos, intimida de maneira leve como se encarar fosse errado, hmpf não foi vendo belezas que ganhei meus cabelos brancos, abaixo temos duas mulheres e próximo o lanterna indiferente, interessante a calma aparente deles, de qualquer forma, vamos agilizar isso.



O lanterna parece pedir para que elas sigam ele.





-Seja lá o que estiver na cabeça de vocês, melhor serem rápidos... - Digo com um olhar serio




-Aria e Nazara se apresentando... - Num tom militar.



Iria seguir eles mas não estava gostando nada disso, de qualquer forma, não podemos sair simplesmente sair por ai batendo neles sem um plano prévio, que provavelmente vai culminar com agente batendo nessas criaturas de maneira um pouco mais organizada.



Off: Seguir eles, avisar Nazara para ficar de olho em nós, enquanto eu ficava de olho em neles e nela.
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Re: A Ascensão de Atlântida

Mensagem por River Lynch em Dom Nov 12, 2017 12:27 am

Chego tarde. A batalha já havia acontecido, e com muita bravura aquelas duas mulheres deram conta do recado. Elas precisavam mesmo da minha ajuda? De qualquer forma, era bom tê-las como aliadas. Eu observava tudo do alto, vendo os corpos daqueles seres apodrecendo na praia e atraindo gaivotas. Desço até as duas.
 
- Meu nome é River Lynch, sou o Lanterna Verde do setor 753027, e fui designado temporariamente para a Terra. Estou aqui para ajudar. – Digo a elas.
 
Olho para o alto, vendo a silhueta magnífica da thanagariana contra o sol. Um Ícaro que eu espero que nunca venha a cair. Ela pousa próxima a nós e se apresenta.
 
- Thanagarianos são guerreiros poderosos e disciplinados. Será muito bom ter uma ao nosso lado. – Digo tanto a Aria quanto as outras duas. – Mas não podemos ficar aqui, é uma zona de conflito. Permita-me levá-las para um local onde possamos discutir melhor a situação...
 
Com o meu anel, crio uma plataforma voadora abaixo de nós, mas quando estávamos prestes a partir, vejo caminhando pela praia uma mulher cuja beleza estonteante me abduz. Esqueço a destruição a nossa volta, a minha missão e até Úrsula.
 
“Não, jamais posso esquecer Úrsula”, penso, recobrando meus sentidos.
 
De volta ao normal, torço meio sem jeito para que as outras não tivessem percebido minha distração, e então me volto para a ruiva na praia.
 
- Ei, moça. Não é seguro caminhar por essa praia, por favor, queira vir conosco. – Peço gentilmente.
 
Aguardo pela resposta, e sendo ela positiva ou não, parto sobre a plataforma com as outras em direção à cidade. É com tristeza que eu vejo as pessoas sendo atacadas por aquelas criaturas, a pacata Baía da Anistia sendo destruída por aqueles seres irracionais. Olho na direção do farol, o ponto de maior destaque, e percebo que serpentes gigantes guardavam aquele lugar como se houvesse um tesouro ali. Desço com o grupo até um terraço próximo, alto o bastante para vermos toda a baía e para nos manter distantes daqueles seres.
 
Mas antes de me reunir a elas em uma conversa, uso a luz do meu anel e crio um megafone para falar com toda a cidade.
 
- Amigos da Terra, aqui quem vos fala é o Lanterna Verde. Por favor, não lutem. Procurem um lugar seguro, evacuem para a cidade vizinha se puderem. Vocês não estão sozinhos. Vocês não estão sozinhos! – Digo a eles.
 
Então reúno-me com o grupo. 
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Re: A Ascensão de Atlântida

Mensagem por Meiriel em Dom Nov 12, 2017 12:32 pm

Minha rainha conseguiu dar conta de tds aquelas criaturas, ela conseguiria até sem a minha ajuda. Na região da praia td estava em paz quando três pessoas diferentes vão se aproximando. Mera confiava neles embora eu não os conhecesse.
 
- É tbm acho que não é bom ficar aqui, mais desses seres podem aparecer.
 
Quando Mera vai com o lanterna, eu vou junto. Esse era um assunto atlântico, não sei pq esses três vieram mas se for pra ajudar td bem.
 
“Mestre do Oceano essa vai ser a minha vingança contra vc”
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Re: A Ascensão de Atlântida

Mensagem por Delirium em Sex Nov 17, 2017 11:13 pm

Vi um distinto grupo próximo, um lanterna, uma mulher águia eu sempre esqueço o nome, ainda bem que não esqueço a letra das musicas senão Eden me matava, penso enquanto deixo escapar um sorriso.

O Lanterna conversa comigo e desviando dos corpos e caminhando até eles digo:

_Sim, prazer em conhecer vocês, meu nome é Oásis. - digo satisfeita enquanto tentava me aproximar.

_Droga, tem muita criatura a tia teve trabalho- digo em tom baixo como se conversasse comigo mesma.

Aproximo-me da thanagariana e fico olhando suas penas:

_Elas são lindas deve ser delicioso voar ai pelo céu, quer ser minha amiga?

Aguardo a resposta enquanto fico olhando para as outras duas:

-Duas sereias...

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Re: A Ascensão de Atlântida

Mensagem por Tony.Doomsday em Qui Nov 23, 2017 4:20 pm

A Thanagariana olhava aqueles seres a sua frente... Aliados ou inimigos... Tolos recuando diante de uma batalha iminente, ou sabios ao saberem como e quando lutarem ? Aria se apresenta recebendo um olhar intrigante da mulher com trajes verdes.


Aria... A muito eu conheci uma mulher, que tinha esse mesmo olhar feroz no rosto... Ela nos guiou para muitas batalhas e muitas vitorias... Espero contar com sua ajuda no que vemos adiante... A pouco tempo ela se foi, junto com meu Rei e toda a esperança do mundo...

O Lanterna Verde parece reconhecer a bravura dos Thanagarianos, não eram todos os Lanternas que pensavam assim... Ele usa seu anel e cria uma plataforma e pede que todos subam para sair do local... Quando Aria faz mençao de voar, vê que a estranha mulher se aproxima como se estivesse alheia a tudo o que realmente acontecia a volta e fala das suas penas... Eram palavras que soavam estranhas ditas naquele momento...

Aria ver o grupo se afastando e os segue... Acima ela vê Najara voando em circulos, pronta para alerta-la de qualquer perigo... A Thanagariana vê quando o Lanterna Verde cria um instrumento que projeta a sua voz por toda a cidade, informando que eles deveriam se refugiar... Era uma ato de bravura... Logo toda a cidade fica em silencio...

Scylla sabia que Mera era capaz de lidar com levas de soldados sozinha... Mas Mera receava algo muito maior do que batalhas contra soldados... Os segredos que Mestre do Oceano guardava de Atlantida, eram terriveis e se ele usasse isso contra o mundo da superficie... A terra inteira estaria em apuros...

A mulher se aproximava... Ela falava das criaturas no chão, como se não fossem nada... Chega perto da Thagariana e elogia suas asas... E fica olhando para a Bruxa do Mar como se a achasse encantadora... Para a Atlante, era uma mulher estranha demais e algo não parecia certo...

O Lanterna Verde cria uma plataforma feita de uma luz verde e Scylla sobe na mesma e em alguns minutos, estão chegando a um galpão afastado. Todos começam a entrar no galpão quando o Lanterna sobe ao céu e usando seu anel, emite sua voz por toda a cidade... A Bruxa do mar via que ele tentava trazer esperança para a cidade... E logo o silencio reinava na cidade...

A eterna passa entre os corpos das criaturas... Eram tão diferentes... A mulher de cabelos de fogo iguais os dela devia ter tido muito trabalho...

Uma das mulheres fala com ela, pedindo para se afastar do local, que era perigoso... O Lanterna verde se mostra preocupado também... A Thanagariana ignora a fala sobre as suas penas...

O Lanterna verde cria uma plataforma formada por uma luz verde encantadora... Assim que a Eterna sobe a mesma ascende no ar e segue durante alguns minutos até um Galpão afastado... Quando todos estão entrando, o Lanterna sobe e usando a luz novamente fala lindas palavras a cidade... Então tudo é silêncio...

River se apresenta a Mera, que suspira e fala para a Thanagariana que conheceu uma pessoa que lembrava ela... Ao propor que se afastassem do local, River não tem nenhuma resistencia e logo ao projetar a sua vontade, uma plataforma voadora surge a alguns centimentos do chão...

A moça ruiva se aproxima, e suas palavras e atitudes são estranhas, era como se ela não se desse conta do que acontecia a sua volta... Ao voarem por alguns minutos, River alcança a entrada do galpão, mas antes de entrar, se ergue no ar e projeta a sua voz pela cidade... Ao falar palavras reconfortantes e de esperança a Baia da Anistia, River pode ver que durante alguns segundos existe um silencio...

Mas então todos ouvem soar um instrumento... E na sequencia outros instrumentos mais baixos soam em unissono... River havia declarado abertamente a sua presença e posição na cidade... Para os Atlantes, era uma declaração de Guerra...

Logo todos entram no galpão... Mera se antecipa se olhando a volta...

Foi honroso e corajoso o que fez Lanterna... Mas agora não temos mais tempo...

Ao ver que o local está seguro Mera se senta em uma caixa e fala

Sou Mera, Atlante de Xebel... Não que isso importe ou faça sentido, eu sou, era... Esposa de Arthur Curry, Rei de Atlântida! Todos devem ter visto que algo aconteceu a torre da Liga da Justiça e... Enfim... Atlântida agora possui um novo Rei... E ele não quer paz com o mundo da superfície... Ele busca a destruição da superfície e ele está atrás de segredos antigos...

Mera olha por uma das grandes janelas em direção ao mar...

Eu tinha que voltar aqui... Arthur sempre manteve segredos no farol... Não posso deixar ele possuí-los, mas Scylla e eu tivemos muito trabalho para chegar aqui, e Orm é um militar bastante estrategista, ele sabe que se Arthur tivesse algum trunfo seria no Farol... Se ele encontrar... Tudo estará perdido... Preciso da ajuda de vocês... Vocês têm algu....

Mera é interrompida por um grande grito vindo do céu... Apenas Ária sabia o que aquilo significava... Perigo... O tempo estava contra eles agora... O que tivessem que planejar... Deviam ser rápidos...

Vcs tem algum plano ? Precisamos chegar no Farol, e que por Arthur, eles ainda não tenham encontrado o tesouro dele lá... Somente lá, podemos pensar em como para essa guerra...
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Re: A Ascensão de Atlântida

Mensagem por Delirium em Qui Nov 23, 2017 10:53 pm

Enquanto conversam aceito a carona do Lanterna, eu queria pedir para ir até o Farol, eu tinha que ir até lá, mas quando eles falam sobre tento ficar atenta.

"Realmente estava tudo destinado a mim" - pensava enquanto sorria, mas quando ouço a mulher falar que era uma rainha e viuva, me aproximo da mesma.

_Não fique assim, mesmo que em vida as pessoas não estejam presentes, suas ações, suas marcas e o amor que você sente por ele vão viver até o fim dos tempos, bom eu penso assim.

Pelo menos era algo assim que Eden diria...

Olho para o céu e usando minha voz falo:

_Edén quando você voltar tenho muita coisa pra te contar, conheci um Lanterna, uma mulher linda com asas, outra com os cabelos maravilhosos e uma rainha, pois é, enquanto você está dando voltas eu vou aproveitar também, não demora.

Sabia que ele ouviria, apesar de saber que eu não ouviria a resposta...então estendo a mão cumprimentando a todos:

_Meu nome é Oasis, sou cantora de uma banda de rock.

Após o lanterna sugerir um plano eu pergunto:

_São muitos que estão vindo até aqui? Posso atrasa-los, mas tenho que ir no farol, minha prima falou comigo.

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Re: A Ascensão de Atlântida

Mensagem por River Lynch em Sex Nov 24, 2017 2:53 pm

A garota ruiva parecia ainda não compreender o perigo a nossa volta. Até então ela parecia apenas uma civil para mim, mas oferece ajuda como se tivesse algum tipo de poder. Me mantenho calado sobre isso, temia pela vida dela ao mesmo tempo em que não queria subestimá-la.
 
- Bem, parece que todos temos que ir no farol pelo visto. Não se preocupe, faremos isso todos juntos. – Digo a Oasis e a Mera.
 
Não sei ao certo o que o antigo rei de Atlântida pode ter escondido naquele lugar, mas parece ser algo muito importante pelo tom das duas. Eu preferia que fôssemos até o mar para dar logo um jeito no déspota que estava causando toda essa confusão, mas esse não era mais o meu mundo, preciso do conhecimento destes locais e do apoio deles.
 
- Com todo respeito, senhora. Eu quero muito chutar a bunda do novo rei de Atlântida. Nos leve até o farol. Faremos o que tiver que ser feito lá, e depois vamos recuperar a sua cidade. – Digo a Mera.
 
Um grito surge do céu vindo da águia que acompanhava a Thanagariana, parecendo algum tipo de alerta. Olho para a garota alada, esperando alguma resposta dela para aquele comportamento.
 
- Se as criaturas que estão atacando a cidade vem do mar, então seremos mais rápidos indo pelo céu. Posso ajudar com isso, mas pelo o que vi, o farol está tomado por serpentes gigantes. A thanagariana e eu podemos lutar, dando a vocês a possibilidade de entrar sem serem percebidas, o que acham? – Sugiro.
 
Caso a resposta o grupo seja positiva, crio uma esfera em volta deles para levá-los em direção ao farol. Porém, fico atento a um possível ataque ao galpão antes que possamos sair dali.
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Re: A Ascensão de Atlântida

Mensagem por art020 em Sab Nov 25, 2017 6:20 pm

A jovem diz que sou bonita e que tenho belas asas que devia ser gostoso voar pelo céus com elas, nunca voei por a anão ser em missões, elas são minha insígnia e o simbolo do meu dever, mas imagino que se eu olhasse o mundo as vezes da forma como ela vê o mundo, talvez eu tivesse menos cabelos brancos hoje, de qualquer foma mantenho minha postura, depois conversaríamos numa hora melhor.



O lanterna se encarrega de levar as outras, eu sigo voando, Nazara fica de olho em nós e sabe o que fazer, em especial agora que o lanterna avisou que estamos aqui de maneira inadvertida ao pedir calma aos terráqueos, eu estava afim de uma briga contra esse exercito do mar e agora havíamos conseguido uma imensa, não sei dizer se alguns onde servi gostariam dessa cena, ou se outros provavelmente ja teriam batido nele, não é atoa que não há Thanagarianos lanterna verde, poucos aceitam força bruta como unica maneira de por ordem.



A rainha do mar tem uma vigia de confiança, mesmo vendo o povo dela atacando a terra, ela se manteve ao lado de sua rainha, mesmo sabendo do risco de serem atacadas, só por que fazem parte do povo invasor, ela também nos acompanha, não sei como ela reagiu ao grito de guerra em resposta ao pedido de calma do lanterna.



Logo quando chegamos no galpão, Mera diz a que veio, ela diz sobre sua historia, como seu amor governava o mar e como o rei que está no lugar é opressor, apenas o tipo de pessoa que não se deixa vivo na minha opinião, ela diz sobre o farol, diz como o lugar é importante e que guarda um segredo, escuto aquilo de braços cruzados;



-Aquele lugar, eu já vi ele antes, eu vejo coisas, e da forma que vi, nada de bom vai acontecer lá... Digo para a Rainha.



Ela continua mas Nazara a interrompe olho para cima por um breve momento, arrumo meu capacete escuto o plano que propõem...





-Nazara nos avisa, o tempo acabou, seja como forem fazer, façam agora, vocês três fiquem perto do lanterna, Nazara e eu daremos cobertura, todo mundo para fora agora.- Digo me dirigindo a Scylla, Oasis, River e Mera.



Coloco minha mão no ombro de Oasis;




-Quer que eu seja sua amiga? Então não se afaste de nós- Tento não parecer autoritária, ela é gentil mas me pareceu meio alheia ao perigo, então aviso para ela não se separar de nós, garantir a saída segura de todos era meu obtivo agora



Off: Eles podem ter nos cercado, qualquer coisa eu quebro o teto do galpão e saímos voando por cima, eu fico de olho para defender qualquer ataque em nossa direção, espero que Nazara esteja de olho por nós, pois sair sera divertido demais pro meu gosto agora que uma cidade inteira invadida sabe nós.
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Re: A Ascensão de Atlântida

Mensagem por Meiriel em Dom Nov 26, 2017 10:20 am

A rainha fala com aqueles estranhos como se eles fossem o Lanterna Verde e a Mulher Gavião que ela conheceu no passado. Eu não seria tão amigável assim, esses seres da superfície são bem diferentes de um individuo para o outro.
 
- Minha rainha está certa de que quer dividir os segredos do nosso rei com essas pessoas? Não sabe nada sobre elas.
 
Um barulho, alguma coisa grita lá fora e deixa td o grupo em alerta. Preparo o meu tridente e fico ao lado de Mera para protege-la.
 
- Eles nos encontraram. Preparem-se!
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Re: A Ascensão de Atlântida

Mensagem por Tony.Doomsday em Qua Nov 29, 2017 9:50 pm


Alarmados com o grito que vinha do Ceu, todos parecem decididos a agir...

River via que todos ali presentes tinham um motivo para ir ao Farol, apesar da sua vontade de ir direto a fonte de todo o problema e buscar resolver isso, ele promete que os levará ao Farol... Ao ouvir o som da aguia que vira voando nos céus junto a Thanagariana, River se volta para ver a reação da mesma...

Aria reconhece na estranha garota uma existencia completamente diferente da sua... Alguem que vê beleza, onde Aria vê força e imponencia... Talvez esses olhos pudesse trazer a Thanagariana uma visão menos bélica da existencia, uma promessa e um pedido é feito pela guerreira... O chamado de Najara informa a guerreira que o tempo de planos acabara... Logo as belas asas são abertas de forma imponente...

Scylla não estava confortavel com a confiança que sua Rainha depositava nos seres da superficie... Mesmo que a Atlante soubesse que Mera já houvesse sofrido bastante pelas mãos dos proprios atlantes, ela já havia visto demais da superficie para saber que são criaturas arrogantes e medrosas com o que não conhecem... Mas no momento, talvez fossem sua unica ajuda... O som da criatura alerta Scylla, que diante de uma possivel ameaça, empunha seu tridente, fazendo runas azuis se ascenderem...

Oasis sabia que a sua presença deixava todos levemente desconfortaveis... Mas mesmo preocupada com o destino que sua prima havia lhe avisado, seu coração bate forte pelo garoto que agora viajava nas estrelas... Talvez se ele ouvisse a sua voz, ela pudesse lhe roubar um sorriso... Um incrivel som de uma criatura, não causava na eterna o mesmo sentimento que seus colegas... Era apenas uma bela criatura afinal...

Diante do alerta dado por Aria, todos saem do Galpão... E logo vem a sombra de uma enorme aguia passando por eles... Najara novamente grita... E com isso Aria é a primeira a saber onde olhar... De duas ruas afrente, a Thanagariana vê 4 criaturas reptilianas correndo rapidamente, como se caçassem algo... Logo elas avistam o galpão isolado... E com silvos se deslocam de forma a se aproximar do local...

Assim que se chegam perto, todos podem ver que se tratava de formas estranhas de uma criatura reptiliana... Seu corpo era grande, devendo medir certa de 2m, mas era magro e suas patas eram grande... As escamas de sua pele pareciam moles e gosmentas... Da boca era comprida e uma baba saia constantemente...

Alligator 01:


Scylla logo reconhece... Ao viver nas profundezas e locais isolados dos atlantes, ela havia conhecido aquelas criaturas... Eram caçadoras e extremamente rapidas... Eram dificeis de se domar devido ao seu comportamento assassino.

Ao ver as criaturas, Mera pragueja...

Miseravel... Arthur havia proibido os Mestres Domadores de usarem essas criaturas...

Para Oasis e Aria, aquelas criaturas lembravam os alligators que habitavam a superficie daquele mundo, mas pareciam mais sedentos de sangue... River já havia visto imagens das criaturas de seu planeta natal... Mas não se recordava de ter visto criaturas tão deturpadas e monstruosas assim...

As criaturas param a uma distancia do grupo e se movem de forma a verem o grupo inteiro... Logo um som de um instrumento é ouvido e de onde vieram as criaturas, pode se ver 4 soldados armadurados correndo empunhando tridentes de metal... Ao seu lado... Outras 4 criaturas os acompanhavam... Diferente das primeiras, seus corpos eram enormes, tendo mais que duas vezes o tamanho humano em comprimento... Sua escamas pareciam grandes espinhos e suas mandibulas extremamente grandes eram realmente aterradoras... Scylla reconhece que eram os Alligators de combate da infataria do exercito atlante... Grandes feras que eram treinadas desde seus ancestrais a lutarem lado a lado com os Atlantes e pouco a pouco se tornaram verdadeiras maquinas de matar... Para Oasis, River e Aria, eram Alligators que cresceram demais...


Alligator 02:


Os soldados se pocisionam... Era evidente para o grupo que o confronto era eminente... Mera fala...

Tomem cuidado... Essa é a infantaria de caça... Precisamos sair daqui, ou outros iram chegar...

Agora o grupo tinha que decidir... Entrar em confronto direto com as criaturas... Ou buscar uma forma de escapar...

Iniciativa
River: Raciocinio + Prontidão + 1d = 15

Alligators 02: Raciocinio + Prontidão + 1d = 13
Delirium: Raciocinio + Prontidão + 1d = 13
Aria: Raciocinio + Prontidão + 1d = 11
Scylla: Raciocinio + Prontidão + 1d = 10
Soldados Atlantes: Raciocinio + Prontidão + 1d = 9
Mera: Raciocinio + Prontidão + 1d = 8

Alligators 01: Raciocinio + Prontidão + 1d = 7

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Re: A Ascensão de Atlântida

Mensagem por Meiriel em Dom Dez 03, 2017 9:51 am

- As regras do nosso rei estão sendo quebradas bem na nossa cara, isso eu não vou perdoar!
 
Seguro o meu tridente e aponto para aqueles que estavam se aproximando. Iria sempre ficar a frente de Mera tentando receber os golpes na direção dela.
 
- Pela ordem do Aquaman eu ordeno que vcs se afastem!
 
Uso meu controle de animais marinhos e tento controlar um dos aligators 1 para que obedecesse ao meu comando.
 
Off: 1 ponto de fv.
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Re: A Ascensão de Atlântida

Mensagem por Delirium em Sex Dez 08, 2017 3:13 pm

Estavam atrapalhando a reunião, logo agora que conhecia outras pessoas que pareciam legais, algo de ruim tinha que atrapalhar. Criaturas fofas vem até nós, gostava do jeito delas, mas parecia que não seriam tão amigáveis quanto mascotes humanos.

Se a rainha se levantava contra eu ajudaria, procuro entre os soldados algum que poderia ser o lider deles, mesmo em um grupo comum algum seria o responsável:



"No one surveys the whole, focus on things so small
But life's objective is to make it meaningful
Only searching for this
That which doesn't exist
Although our ability to relativize remains unclear.
I'm not afraid to die
I'm afraid to be alive without being aware of it..."


Começo a cantar enquanto uso a habilidade Canto da sereia, pena que só conseguiria prender um, mas mesmo assim iria confundir os outros, pelo menos eu esperaria...


off: uso 1 de fdv
Canto da Sereia:

Este poder possibilita a Delirum encantar outros com sua voz.  O alvo permanecerá sentado, embasbacado com a voz do personagem, até que este pare de cantar. Assim, os efeitos podem durar segundos, minutos, horas ou mesmo a noite inteira.

Sistema – O personagem faz um teste de Carisma + Música [a dificuldade é igual à Força de Vontade do alvo] e totaliza os sucessos, embora um seja suficiente para colocar a vítima neste “transe”. Caso o alvo queira resistir, precisará testar Força de Vontade (a dificuldade equivale ao número de sucessos acumulados). Se o alvo não resistir, então o transe durará até que o personagem pare de cantar.

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Re: A Ascensão de Atlântida

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