Vampiro, A Máscara - O Chamado do Abismo

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Re: Vampiro, A Máscara - O Chamado do Abismo

Mensagem por DragonHearth em Sex Set 29, 2017 1:24 am

Criança tola, ou seria eu a tola, gastei mais energia do que necessário, John se aproxima assustado, ele ainda não estava totalmente se familiarizado com a minha condição. Aproximo-me da criança e vejo que ela não era humana.

"Interessante, seria um ótimo espécime" - penso

Porém antes de começar a interrogar, ou mesmo imaginar como domesticar essa criança ouço uma musica suave vindo de fora da casa, tal atitude causa temor no coração de John, mas o meu... ah ele era muito mais sombrio.

Saio da casa enquanto peço a John para cuidar da menina, se ela se mexesse ele poderia empala-la. Respiro fundo, como se precisasse e delicadamente observo o violinista, claro que não poderia deixar de verificar se ele estava sozinho, mas sabia em meu intimo que estava.

Após ele acabar bato palmas suavemente e digo:

_Chopin ficaria orgulhoso de ver sua obra ser tocada tão magistralmente - enquanto aceno com a cabeça em um sinal de aprovação.

Mantenho uma distancia segura, mas não demonstro hostilidade, tinha que descobrir quem era, apesar de ter a certeza de que ele não era humano.
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Re: Vampiro, A Máscara - O Chamado do Abismo

Mensagem por Cyttorak Stronghold em Ter Out 03, 2017 2:18 pm

Termino de beber o sangue do velho... A criatura se afasta de mim lentamente... Fecho os punhos... Já planejava em avançar e explodir a sua cabeça, quando ele começa a dançar...

Olho a volta, poderia ser alguma armadilha... Mas nada acontece, ele se aproxima e me entrega um cartão... O brasão dos Medici chama a minha atenção... Um convite do Principe...

Guardo o cartão e vejo o mascarado ir embora... Tinha que ver do que se tratava... Normalmente o Príncipe não faz convites pessoais...

Oculto as marcas da minha mordida e deixo o velho sentado a sua cadeira novamente... Se o principe estava me vigiando, era bom redobrar a atenção quanto a mascara...

Saio e vejo os soldados... Iria acompanhar as buscas a volta do local, caso não tivesse outro indicio de ataque ou pista, iria chamar Tyrion e falar com o mesmo as minhas ordens...

Limpem as ruas e me encontrem no Salão... Levem o corpo... E entre em contato com os agentes do Príncipe... Eu quero uma reunião...

Iria seguir para meu esconderijo novamente...
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Re: Vampiro, A Máscara - O Chamado do Abismo

Mensagem por Tony.Star em Ter Out 03, 2017 2:25 pm

O tempo parecia passar devagar... Me irrito ao tocar no item melado de sangue e ver que meus dedos estavam melados, mas era isso ou encarar aquela criatura...

Ao aterrissar no chão, sinto a dor refletir em meus músculos... Vejo que o meu plano de colocar o cara para distrai-lo da certo... Logico que se ele fosse um lutador, seria mais do que 2 segundos, mas é tempo suficiente para Victor parar o carro a minha frente... Entro no carro e o mando arrastar de imediato...

Merda... O que diabos era aquilo... Ele parecia direcionado a mim... Um aliado daquele desgraçado, ou tem alguma relação com isso...

Olho para o simbolo a minha mão... Teria que pesquisar sobre isso... O cara falou que era uma invocação de algum deus... Mandaria Victor seguir ao meu esconderijo primeiro... Tinha que tomar um banho e depois iria para o Elisio... Tinha alguns livros que teria que analisar...
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Re: Vampiro, A Máscara - O Chamado do Abismo

Mensagem por art015 em Ter Out 03, 2017 3:45 pm

Havia me esgueirado por traz de nossa donzela perigosa, uma pena ter que interferir no romance dos dois, apesar de só ela estar "viva", ao menos por enquanto, bom não percamos tempo, façamos nossas devidas apresentações, que tipo de cavalheiro seria eu, onde está minha educação.



atinjo a cabeça dela com o extintor, ela parece ter sentido, nada como uma boa apresentação, tipicas dos homens das cavernas dos desenhos animados huhuhu, acendo um cigarro enquanto a criatura sente a dor em sua oca cabeça, dou uma tragada e solto a fumaça, olhando a nossa bela criatura com um sorriso enquanto ela retorna com outro, não muito amistoso, huhuhu belas formas e uma boca cheia de dentes.




-Senhorita, não tenho teratofilia mas acho que pra melhorar falta algumas escamas e garras ai, alias cuidado com o peso, carne humana é gordurosa demais, em especial para uma bela donzela.



Encare o perigo com um sorriso, eu estava levando ela a sério, mas que graça teria se não aproveitarmos o momento, é melhor maneira de responder olhar do abismo, será um desperdício, mas não há outra maneira vamos ter que te arrebentar na cabeça dela extintor.



Off: Bater na cabeça dela com o extintor, usar potencia para aumentar a força.
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Re: Vampiro, A Máscara - O Chamado do Abismo

Mensagem por Vixen em Dom Out 08, 2017 10:37 am

O palhaço estuprador cai. Ele era o tipo de homem que me faz odiar td a raça e a dor que ele sente me gera prazer. Fico vendo ele no chão por um tempo sorrindo, e depois piso na cabeça dele pra esmagar igual um inseto.
 
- Homens não me servem nem de alimento...
 
Olho pra garota td encolhida como um animalzinho no canto. Sinto pena dela e caminho em sua direção estendendo minha mão pra que se levantasse.
 
“Sinto pena por vc ser tão fraquinha ao ponto de ter medo daquele homem...”
 
Resolvo isso rapidinho, cravando meus dentes no pescoço dela e sugando seu sangue pra me saciar.
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Re: Vampiro, A Máscara - O Chamado do Abismo

Mensagem por Admin em Qua Out 11, 2017 12:52 am

Helena Dragohearth:
 
Com uma calma impressionante, Helena se aproxima daquela criança selvagem. O fato de não saber o que acontecia não gerava na vampira qualquer traço de medo. Pelo contrário, enquanto seu lacaio se mantinha receoso, Helena demonstra o mais puro fascínio e se aproxima. Mas antes que pudesse sequer tocar o rosto raivoso da menina, uma música suave preenche o ar, chamando a atenção de todos naquela casa.
 
A música era bela, mas transcorria em tons tão sombrios que seria repulsiva a ouvidos humanos. Talvez por isso John tenha aceitado com tamanha veemência a ordem de permanecer no interior da casa. Helena por sua vez se mostrava tão atraída pelo som que não pensou duas vezes antes de sair para conhecer o violinista. Estranho como na noite densa e quente ninguém respondia ao chamado para aquela canção, todas as casas permaneciam mergulhadas no sono de seus donos. Do lado de fora era apenas Helena e o violinista, encontrado rapidamente no topo do telhado, apresentando-se na forma de uma figura vestida de preto, com grandes cabelos escuros e volumosos. No rosto uma branca máscara teatral que impedia a vampira de conhecer a identidade daquele ser.
 
Mesmo assim Helena o aplaude, mostrando ignorar a motivação de sua presença ou a possibilidade de ele estar envolvido com o que acontecia dentro da casa de Dolores. A figura retribui a lisonja com uma pequena reverência, dobrando o corpo para frente. Em seguida, ele enfia a mão em suas vestes e atira para Helena um papel branco, que paira pelo ar antes de pousar em suas mãos. Era um cartão, e neste cartão estava o brasão dos Medici, um escudo dourado com cinco esferas vermelhas servindo de base para uma esfera azul com três flores-de-lis no interior, e no topo deste escudo uma coroa. Ver este símbolo fez Helena imediatamente pensar em Micaele di Medici, o príncipe vampiro de Nova Orleans, e ao supor que aquilo tratava-se de uma convocação, Helena logo nota inscrições atrás do cartão.
 
Theatre Dante
00:00hr
Quarta-Feira (Próxima noite)
Obs: Venha à caráter e desacompanhado.
 
Ao olhar novamente na direção do telhado, Helena não encontra mais a figura. Desapareceu como se nunca tivesse estado ali...
 
 
Cyttorak Stronghold:
 
Quando o vampiro vê a figura sapateando a sua frente, logo supõe ser uma armadilha, afinal não era toda noite que um infeliz encenava Cantando na Chuva ante a um predador como ele. Cyttorak olha a sua volta com atenção, sentindo o silêncio quase como uma entidade viva, vendo seus homens através da janela circulando ao redor da casa com naturalidade. Se aquela figura excêntrica entrou na casa depois do vampiro, nenhum deles viu, era como se estivessem em outro mundo.
 
Mas toda estranheza de Cyttorak passa quando ele aceita o cartão das mãos da figura a sua frente e percebe se tratar de uma intimação de ninguém menos do que o príncipe de Nova Orleans. Isso era estranho, Micaele di Medici jamais o convocou daquela maneira. Quando entregou um território aos seus cuidados sob estranha generosidade era como se estivesse tentando se livrar de algo indesejado, e nunca quis saber o que Cyttorak fazia do lugar ou reunir-se de tempos em tempos como os mais pragmáticos cainitas da Camarilla sempre faziam. Cyttorak deixava Micaele em paz, sem nunca lhe pedir qualquer tipo de favor ou exigir alguma aproximação, e o príncipe lhe retribuía nos mesmos termos.
 
Parece que as coisas seriam um pouco diferentes agora, e o Brujah, que não era nenhum tolo, logo deu por certo acatar aquele capricho. A esta altura, o estranho emissário já havia desaparecido, e restou ao vampiro a tarefa de encobrir o rastro de sua matança, usando um pouco do seu sangue para fazer desaparece das feridas de sua mordida no pescoço do velho homem. Em seguida, ele vai até seus homens e lhes dá ordens específicas, que eles garantem cumprir o quanto antes.
 
Cyttorak então retorna para seus domínios, e muito mais tarde naquela noite, quase de manhã, seus homens retornam. Abatidos, cansados e em menor número do que o vampiro notou da última vez. Tyron, seu braço direito, logo se adianta para reportar a situação, revelando-se um pouco ferido e ofegante.
 
- Senhor, sinto muito pela demora, mas no caminho para cá, mais daquelas coisas surgiram! Não quisemos incomodá-lo, então demos o nosso jeito, mas perdemos o Banks, Garcia e o Groop, senhor. – Ele explica.
 
 
Nicole Evans:
 
Depois de destroçar o cultista, aquela criatura avança na direção de Nicole, mas a vampira consegue entrar no carro a tempo, e Victor arranca tão fundo que quase incendeia o pneu. Enquanto o carro corre em alta velocidade, Nicole pode ver através do retrovisor aquela criatura os perseguindo por um tempo até finalmente ficar para trás e desistir da inútil caçada. Aquele ser bizarro não inteligente o suficiente nem para falar, como será que de repente foi parar em seu encalço?
 
- O que era aquilo? – Victor pergunta um tanto assustado, olhando para trás sem parar.
 
Assim como desejava, Nicole é conduzida até seu covil. Lá ela se banha e troca de roupa. Não importa se o próprio Satanás estivesse lá fora, ela tinha que estar sempre apresentável. A noite ainda não havia acabado para ela. A vampira novamente toma seu carro e dirige até o Elísio da cidade, procurando respostas sobre o estranho símbolo em sua posse.
 
Alguns vampiros se encontravam pelos corredores do lugar, alguns muito jovens, outros moderadamente antigos. Todos lançavam para Nicole olhares de desprezo, sussurrando entre seus companheiros palavras de ódio por ela, mas nenhum louco o bastante para fazer mal à queridinha do príncipe. E por falar em Micaele, eis que o próprio diabo surge da escuridão entre um corredor das extensas prateleiras de livro. Elegante como sempre em seu terno azul de veludo com ombros almofadados, uma camisa branca de algodão por debaixo cujos punhos se sobressaiam às mangas do terno, calças brancas muito simples, e sapatos de couro lustrosos. Os longos cabelos castanhos eram tão bem arrumados e cacheados que pareciam uma peruca.
 
- Minha querida, meu amor, por onde esteve? Toquei minha música aos quatro ventos na esperança de que viesse até mim, mas você se fez surda ao seu príncipe. – Diz o vampiro de maneira afetada, como se estivesse recitando um poema.
 
Micaele tinha uma mania quase vulgar olhar o corpo de Nicole da cabeça aos pés, como se deliciasse por suas curvas, mas dessa fez esse olhar não lhe trouxe satisfação, mas sim ódio quando o vampiro parece reparar no símbolo que a cainita trazia em suas mãos.
 
- Diabinha desgraçada, onde arranjou este brasão maldito? E como se atreve a trazê-lo a minha presença? – Ele indaga furioso.
 
 
Enzo Giovanni:
 
Embora a cena a sua frente fosse extremamente bizarra, Enzo encara tudo com um humor extravagante, fazendo piada com a criatura feroz e ferida a sua frente. Mas para o vampiro, nada daquilo era perigoso, ele tinha tudo sob seu controle, e decide acabar com aquele pequeno embate sem sentido de uma vez.
 
Enzo Giovanni ataca: Destreza 4 + Armas Brancas 3 (Dif: 6) = 3 sucessos.
Criatura: Sem ação.
Enzo Giovanni (Dano: Força 6 + 2D + 3 sucessos) = 7 sucessos.
Criatura (Absorção: 3D) = Nenhum sucesso.
 
O sangue maligno em suas veias deu a Enzo a força de um titã. Quando o extintor atinge a criatura pela segunda vez, o aço chega a amassar, e som do crânio dela se despedaçando, preenche aquele apartamento. Tudo era silencio agora, e a única coisa capaz de incomodar o vampiro era o tolo olhar com que Donovan Coyotte o fitava após a morte brutal.
 
O que era aquela coisa? Como ela chegou ao apartamento de Donovan e o matou de forma tão deliberada? Embora o vampiro se mantivesse tranquilo, tais questões se mantinham sem qualquer resposta. E de repente, Enzo mais uma vez tem a sensação de não estar sozinho naquele lugar. Num gesto instintivo, o vampiro olha a sua volta, e logo nota uma presença sombria na janela, usando uma branca máscara teatral e imitando comicamente a sua postura. Dos mais leves aos mais bruscos movimentos, aquela figura buscava o tempo todo imitar Enzo, um mímico sinistro e quase irritante.
 
O tempo inteiro somente um movimento diferiu de qualquer coisa que Enzo fez, o de colocar a mão dentro das próprias vestes e retirar um cartão para entregar ao vampiro. E neste cartão estava o brasão dos Medici, um escudo dourado com cinco esferas vermelhas servindo de base para uma esfera azul com três flores-de-lis no interior, e no topo deste escudo uma coroa. Ver este símbolo fez Enzo imediatamente pensar em Micaele di Medici, o príncipe vampiro de Nova Orleans, e ao supor que aquilo tratava-se de uma convocação, Enzo logo nota inscrições atrás do cartão.
 
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Vixen Lestrange:
 
Vixen não sente nada além de desprezo quando vê aquele homem sobre o chão do beco, sangrando bastante e prestes a morrer. Como se tal sofrimento já não fosse grande para ele, a vampira se aproxima, e sem a menor piedade, pisa sobre sua cabeça, esmagando seu crânio com facilidade e espalhando seus miolos para o horror da garota encolhida no canto. Que azar o dela se deparar com dois monstros em uma só noite...
 
Foi fácil se aproximar da garota e dar a ela o abraço fatal. Estava em choque, não ofereceu a menor resistência. Os dentes de Vixen perfuram sua garganta macia, e o sangue jorra para sua boca numa torrente doce e cremosa, a fortificando na mesma medida em que a livra de uma terrível sede que começava a se insinuar com seus gastos naquela luta.
 
Mas durante o prazer da alimentação, Vixen tem o desprazer de notar que alguém invadira o seu território de caça. Piruetas, saltos mortais... Como um artista de circo, uma figura em preto se aproxima do beco de maneira efusiva, parando alguns metros a frente da vampira com seus braços abertos em celebração e a fitando por trás de uma máscara teatral de cor branca. No entanto, a figura não permanece ali por muito tempo. Ela enfia a mão nas vestes e coloca sobre o chão um cartão branco, indo embora logo em seguida através das mesmas peripécias acrobáticas com que chegou. Neste cartão estava o brasão dos Medici, um escudo dourado com cinco esferas vermelhas servindo de base para uma esfera azul com três flores-de-lis no interior, e no topo deste escudo uma coroa. Ver este símbolo fez Vixen imediatamente pensar em Micaele di Medici, o príncipe vampiro de Nova Orleans, e ao supor que aquilo tratava-se de uma convocação, Vixen logo nota inscrições atrás do cartão.
 
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Re: Vampiro, A Máscara - O Chamado do Abismo

Mensagem por art015 em Sex Out 20, 2017 6:25 pm

Já? Hmmm uma pena não ter deixado tempo para o pillow talk, de qualquer forma, isso não é o tipo de coisa que se vê todo dia uma pena que nossa bela criatura não durou muito, huhuhu devia ter guardado o extintor pro final, mas, o que uma criatura dessas aqui estaria fazendo, alem de dar tristes momentos para nosso intrépido e agora falecido anfitrião? Penso enquanto fumo e imagino um  jeito de limpar essa bagunça, em meio a fumaça, o sangue e o silencio, um problema a menos, talvez, alguns a mais, talvez, me abaixo sem encostar o joelho no chão e olho a criatura com certa admiração...




-Eu devia ter ta dado o tratamento que sempre dou para vocês, uma bela criatura feminina cravejada de dentes, sangue e raiva, tão frágeis, da próxima vez, serei mais "delicado", deixarei a parte de espalhar sua cabeça pela sala para o final.



Reparo no olhar sem vida do Coyote me encarando e digo:




-Hmpf o que foi? Nunca desejou levar uma criatura do inferno para cama? Pelo visto nunca mesmo, elas podem te devorar vivo sabia? Tocar fogo na cama ao menos é uma garantia hihihihi hahahahahahahahaaaaaaa HAAAHAHAHAHAHAHAAAAAA aiai criatura patética rindo de outra hmpf



Quando de repente o silencio perde a tranquilidade, sabia que não eramos mais apenas nosso casal que agora aproveitava o frio do piso para se resfriar e decompor ou eu, algo nos observava, levanto e olho ao redor e logo olho para traz, sempre no ultimo lugar se encontra o esperado, e lá estava alguém, usando uma mascara, parecia um artista de rua, nada demais se o mesmo não estivesse na janela da cobertura, um mimico, imitando meus movimentos, cada um deles, minha postura, como fumo, como encaro ele, como ajusto meu terno e estalo meu pescoço, quando finalmente ele me entrega um bilhete, um cartão com o claro brasão dos Medici, pelo visto uma convocação do príncipe da noite deste lugar.



O artista já havia desaparecido, abandonando a min e o amável casal no chão, olhando o cartão, "vá desacompanhado", penso sobre o que o príncipe poderia querer, duvido que seja "dicas de investimento e uma avaliação para o futuro nas finanças", huhuhu eu devia ter ficado em casa, bom de qualquer forma, vamos por as coisas nos trilhos.



Coloco meu paletó no sofá, retiro as luvas, arregaço as mangas da camisa e visto um avental que achei na cozinha, no quarto de Coyote achei um par de malas de viagens e na area de serviço achei uns sacos de lixo, hora de leva-los para dar uma volta, primeiro as damas, pego uma faca, corto alguns tendões para deixar nossa dama mais flexível e depois levanto o corpo da criatura, levanto ela e a contorciono num saco de lixo, depois a coloco dentro da mala, depois faço o mesmo com o pobre coitado, com ambos embalados e colocados "confortavelmente" nas malas junto com a faca dentro de uma delas, eu lavo minhas mãos, coloco o paletó, jogo o cigarro pela janela, saio puxando ambas as malas com rodinhas pelo corredor enquanto assobio twisted nerve de maneira tranquila, chamo o elevador, entro nele e sigo calmo, chegando no estacionamento, avisto Elise minha motorista e o meu carro, um Maybach Excelero (que acabou recebendo o apelido de Batmovel por pura ironia), abro o porta-malas e enfio as malas dentro, antes que minha motorista faça peguntas, eu olho com um sorriso e digo 



-Longa historia, versão mais curta, vamos para casa.



Seguimos até o lugar pelas ruas na madrugada, fico olhando o cartão e refletindo sobre o que poderia ser, por que o príncipe me chamaria, de fato os negócios me "afastam" um pouco desse mundo as vezes, mas a historia nos ensinou que um medici não te chama por nada, vou pensando sob as luzes da cidade que passam pelo vidro escuro da janela, o carro segue silencioso pela noite.



Eu ainda pensava em se essa  criatura teria alguma coisa a ver com esse convite, de fato geralmente isso eu tomo conta sozinho, mas acho que devo informar minha Signorina, ela pode não se interessar, mas deixa-la sem saber seria um erro de minha parte, afinal não é todo dia que se recebe um convite do príncipe.



Chegando no estacionamento do meu "covil", dispenso a Senhorita Elise pelo resto da noite e do dia seguinte, informando que só precisaria dela para ir a um lugar, no dia seguinte, depois disso eu entro e sigo para meu apartamento carregando as malas, de lá, depois de entrar eu ligo para minha Signorina, Carmilla e digo;



-Minha Signorina, desculpe interromper mas sem delongas, estou em posse de uma inusitada convocação dos medici, do Micaele pelo visto, e sinceramente não sei o que esperar, sempre tomo conta dessas coisas, mas bom eu avisar a Signorina, porque isso tá estranho demais pro meu gosto, questa città maledetta, maledetto posto de qualquer forma estou avisando, se alguma coisa acontecer, já sabe.



Seria uma longa noite.



Off:


No caminho de volta, passar num aterro e pagar para incinerar as malas.


Chamar uma "cortesã", depois que levar ela até o apartamento, bater nela para que fique inconsciente, sugar o sangue, depois esquartejar e jogar ela para os cães no calabouço.

No dia seguinte, visto um bom terno, peço para motorista me deixar nas redondezas do teatro.
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