Sombras da Justiça - A Era Degenerada

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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por Admin em Sex Jan 20, 2017 11:17 pm

Guardião e Batgirl:

Por motivos de segurança, foi sugerido a Theo que ele permanecesse na Batcaverna, e o mago logo entende que todos ali tentavam a todo custo manter segredo sobre suas identidades, inclusive a do próprio Batman. O lugar parecia rude e hostil pelo número de morcegos que transitavam pelo teto, mas possuía aquecedor e o sofá era confortável o bastante para reparar todo o seu cansaço.

Siouxsie, por outro lado, tinha seu próprio quarto na velha mansão Wayne, um lugar que pela riqueza e conforto, parecia ser feito para reis e rainhas. A ducha de água quente era tão forte que removeu o peso em seu corpo junto com o sangue daqueles bandidos, e mais leve do que nunca, ela deitou-se em sua cama e esperou pela noite.

Algumas horas depois, Alfred havia convocado a todos mais cedo do que o previsto, por volta das 21:30 da noite, e agora Batgirl, Guardião e Asa Noturna estavam de pé na caverna, devidamente trajados. Sentado no computador, o mordomo acessava a internet e mostrava aos três uma gravação do Jornal de Gotham daquele dia.

- Creio que o inimigo passou a jogar as claras. Vocês têm não apenas um, mas três problemas esta noite. – Diz ele.

Três janelas com vídeos foram abertos na tela enorme daquele computador. Todas elas mostrando locais que Guardião já tinha visto antes com sua magia. Em uma delas, uma repórter relatava diante dos portões do cemitério de Gotham a aparição de uma criatura, que assustou os cidadãos que visitavam as lápides de seus entes queridos naquela tarde. A repórter diz também que um grupo de policiais entrou para investigar o caso e até agora não havia retornado.

Outra janela mostra o vídeo de um repórter entrevistando o comissário James Gordon, comandando um cerco a catedral de Gotham, que passava por um processo de interdição onde vários soldados envolta dos carros tinham suas armas preparadas. No vídeo, o comissário relata que algum tipo de maluco está mantendo fiéis como reféns lá dentro, e que eles não se mostram interessados em negociar.

Na terceira janela, a coisa é mais preocupante. O noticiário relata que um grupo terrorista tomou o prédio da Waynetech, e agora usa os protótipos e tecnologia financiada por Bruce Wayne como arma, abatendo todos os agentes que tentaram entrar no prédio até agora.

- Será uma noite agitada pelo o que estou vendo. Qual caso os senhores pretendem resolver primeiro? – Alfred pergunta, mostrando para duas chaves na palma de sua mão.

Atrás dos três, o Batmóvel e a Batmoto tinham seus motores ligados e aquecidos.

off: Estou considerando todos com pvs e energia cheia. Vocês tem todo tipo de equipamento a seu favor na caverna, caso queiram. Por favor, debatam em off em qual lugar irão fazer a primeira batida. E nem pensem na ideia de se separar, pois o desafio ai será pesado.




Sekhen e Onikaze:

Anouke percebe que o encapuzado já estava se retirando pela janela, então pede que ele espere. Era o mais sensato a se fazer já que ele tinha todas as informações. Ele então olha para trás, dando a leoa mais uma chance, a atenção que ela queria. A guerreira então lhe entrega o bilhete encontrado e se apresenta, dando também sua opinião sobre o caso.

- É, parece que vocês não são tão amadores assim. A mulher lá embaixo foi morta por que era um membro do conselho oriental deste bairro. Esses assassinos estão eliminando qualquer um que represente uma liderança para Gotham, assim a Corte poderá assumir sem dificuldade. – Ele diz por debaixo da sua máscara. – Quanto ao bilhete, é um enigma. Conheço um cara que poderia decifrá-lo em um segundo, mas no momento ele está preso numa sela de segurança máxima no Arkham.

Ele parecia agora mais receptivo, e Anouke percebe que não tem muitos problemas em dividir informação desde que o aborde de maneira eficaz. O encapuzado se afasta da janela e guarda seu equipamento num bolso interno da jaqueta.

- Você pode ter razão... – Ele diz para Anouke sobre o lugar ser perigoso.


Ren logo nota que apesar de carregar o símbolo do Batman, aquele encapuzado era perigoso e mais instável. O morcego usa de terror psicológico com suas vítimas, as amedronta até se tornar figura cativa em seus pesadelos. Já aquele encapuzado é mais letal e direto. Seu método era uma bala na cabeça dos bandidos. Estava mais para um justiceiro do que para um vigilante, assim como o próprio Ren.

- Então você é o Onikaze? Soube que havia um metahumano sendo confundido com um demônio neste bairro e assustando as pessoas. Mas pelo jeito como fala, isso parece uma fachada. – Diz o encapuzado.

Quando Ren sugere um trabalho em equipe, aquele homem fica um pouco hesitante. Mas então ele olha pela janela, e vê fumaça e fogo em alguns pontos de Gotham, e quanto olha para dentro se atenta ao número de corpos sobre o chão.

- Eu sou o Capuz Vermelho, e meus métodos talvez não sejam do agrado de vocês. Mas vou precisar de ajuda para dar um jeito na escória. – Diz ele, remexendo o bolso do colete e retirando uma caixa de fósforos que entrega a Ren. – Mas se quiserem mesmo fazer alguma coisa pela cidade, me encontrem no terraço desse lugar amanhã as 22:00hrs.

Se Ren se sentia inseguro sobre aquele homem, ele tinha agora um grande motivo. Capuz Vermelho era um bandido lendário em Gotham, mas agora o oriental sabia que essa alcunha estava sendo clamada por um novo vigilante que tomou todos os territórios dos chefões do crime e de vez em quando travava lutas memoráveis com o morcego.

Comparado ao que o jornal falava sobre ele, era estranho que ele se mostrasse tão preocupado com Gotham. Ren percebe que não havia nenhum pingo de ambição em sua atitude. Não era um bandido preocupado com um peixe maior colocando seus negócios em perigo, era um verdadeiro vigilante, com métodos um pouco mais pesados.

Quando Onikaze e Sekhen olham para a caixa de fósforo, percebem que estão completamente sozinhos naquela sala. Capuz Vermelho simplesmente evaporou no ar.

off: Vou querer uma descrição de como seus personagens terminam esta noite e já podem seguir a postagem até o momento do encontro na noite seguinte.

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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por Onikaze em Sab Jan 21, 2017 11:03 pm

_Apenas quem deve temer teme...- respondo ao Capuz Vermelho - e sobre seus métodos - olho para os corpos cortados por mim e Shekhen...-  acho que não ficamos atrás...

Eles pegaram ela e agora vão pegar o resto, ela era uma das lideres do bairro, mas não a principal então o resto corria perigo.

Sei onde fica esse lugar, mas ainda precisava descansar:

"Droga o festival era amanha e eu não poderia levar minha amada." - isso me incomodava, mas tinha em mente um serviço para ela.

Ele desaparece, eu poderia ir atrás, mas o deixaria acreditar que nos surpreendia.

-Sekhen, essa escola é segura, amanha não haverá aulas aqui, se quiser ficar pode permanecer, lhe buscarei para irmos até o encontro do capuz vermelho e não se preocupe pedirei alguém para lhe trazer alimento, deseja algo em especial?

Eu tinha que tentar ser o mais agradável, mas se tratando do Capuz Vermelho não poderia deixar margem alguma em relação a Harley, tinha receio do que poderia acontecer. E ainda não confiava em Sekhen para entregar minha identidade humana mundana. ( desculpa Arthur)

Corro e retiro os corpos dos corujas os colocando na caçamba onde estariam os palhaços, tento limpar o maximo a escola antes de pegar o corpo da diretora e voltar ao conselho.

Saio rapidamente, tentaria ir de maneira que ninguem percebesse e ao mesmo tempo que não a ferisse com o atrito. Entrego ao senhor Moritomo o corpo.

_Um grupo de assassinos conhecido como Corte dos Corujas a atacou na escola, perto tem uma caçamba com os corpos de alguns agressores. Perdoe-me por não ter sido rápido o bastante para salva-la.

Colocava-me em posição de humildade como um vassalo, sentia culpa por aquilo.

-Descobri que todas as pessoas influentes são vitimas, então por favor senhor Morimoto, deixe que minha amada venha e cuide de vocês. E por favor leve alimento ( o que Sekhen escolheu) até a escola, uma aliada nessa luta está lá, e não se assuste com a aparência felina dela.

Minha intenção era manter tanto eles quando Harley segura, sabia do que ela era capaz e seria de grande valia para o mesmo.

Após a resposta volto a ser Ren e vou para casa.

Tomo um banho para eliminar o suor e me deito ao lado de Harley, não sem antes preparar um café (caso ela ainda esteja dormindo) e levar para ela na cama.

Ela acordando a abraço e conto tudo o que aconteceu à noite, principalmente sobre a Corte dos Corujas e o Capuz Vermelho.

_Não se preocupe, ele não vai me fazer mal, mas essa noite voltarei para liquidar de vez essa ameaça, mas meu amor, preciso de um enorme favor seu, proteja o conselho oriental desse bairro e se precisar pode me ligar que lhe encontro o mais rápido possível.

Tentava depois passar o dia normal, como se nada fosse acontecer, queria passar a Harley segurança e tranquilidade como se aquilo fosse algo que poderia ser resolvido, mesmo eu sabendo do perigo da Corte. Sorria brincava e duas horas antes de chegar ao hotel me despeço, voltaria a ser Onikaze e iria ao encontro de Sekhen.

Antes de sair falo com Harley:

_Fique tranquila, Coruja come Morcego, mas nada podem contra um Demônio.

Ameaço sair e volto para ela e estendo a mão.

_E quem sabe uma doce Arlequina poderia me ajudar? - digo sorrindo - Sei que seria complicado o encontro com o Capuz, mas eu estarei ao seu lado sempre e uma boa ação faz bem para eliminar os fantasmas do passado.

Ela sabia dos meus e da luta que enfrentava, quem sabe ela poderia enfrentar também.

Assim após a resposta dela vou até Sekhen me certifico dela estar alimentada e descansada, além de querer saber mais sobre esses itens mágicos, eu tinha um, mas queria saber mais.

Se Harley vier comigo apresente as duas apresente Sekhen como uma guerreira guardiã poderosa e Harley como a minha metade e amada, além de excelente guerreira uma grande ajuda.

Vou com a mesma até o local combinado e esperaria pelo Capuz, sentado e em posição de lótus como se meditasse, mas estava me concentrando esperando o nosso anfitrião para parar qualquer ação em relação a Harley que viesse antes de uma conversa.


Última edição por Onikaze em Seg Jan 23, 2017 7:22 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por Art012 em Dom Jan 22, 2017 4:30 pm

Pelo visto consegui a atenção dele, mas creio que por mais que isso ainda seja uma grande distração, nós já estávamos atrás mesmo, ele se identifica como Capuz vermelho (nome criativo penso eu) e diz sobre os métodos dele e eu digo.



-Passei pelo oriente  médio, se não matar os criminosos lá, no dia seguinte eles voltam e se explodem matando dezenas ou centenas junto.



A cidade caia no pandemônium, mas por mais que para min aquilo não passa-se de uma grande distração, ele tinha que cumprir a missão dele, então ele nos diz sobre a vitima lá embaixo, e sobre o proposito desse grupo, e nos chama para ajuda-lo com essa cidade, desaparecendo logo após falar isso.



Onikaze diz para me esconder na escola, e que pedira alguém para me trazer algo para comer, eu respondo;




-Grata pela oferta humano, peço apenas um pouco de carne sem qualquer tempero e água e nada mais, mas peça para entregar no beco do outro lado da rua, estarei na casa abandonada que existe ali, este lugar pode não ter aula, mas estará cheio de curiosos e policiais pela manha, gostaria de lutar mais, mas cruzar o oceano a nado me custou um pouco mais do esperava.



De fato ajudar esse lugar não é um objetivo meu, mas isso pode me levar ao amuleto o quanto antes, recupera-lo é um objetivo, essas pessoas estão brincando com o que não se deve, o que Shayera faria?



Me despeço e sigo até o lugar, passo pelo buraco na parede que fiz quando aqueles caras pintadas me jogaram com uma pancada e sigo até os andares superiores, me escondo no sótão de lá, consigo pela primeira vez em dias, parar e pensar, algo que antes, eras atrás, dias e noites em claro e em confronto não eram um problema, mas agora era totalmente diferente, sem a influencia "dela" e ter sido desperta daquele jeito teve um custo muito alto, mas agora tenho que me cuidar mais, fico um tempo parada remoendo tudo que vi e ouvi até agora, mas não demora até começara ouvir passos no beco, creio que a comida chegou, tantos corpos la pra devorar e eu ainda abusei da boa vontade dele, ainda tem gente que se preocupa aqui.



Depois de comer fico sentada no sótão, penso em como um homem mantinha essa cidade sob controle, ele tinha ajudantes mas pelo visto hoje, era o medo que tinham dele que mantinha sob controle, não sei quantos criminosos esse lugar tem, mas com certeza ele devia ser habilidoso para evitar um caos desses todos os dias, mas por que não vejo nem um sinal dos outros, por que Shayera não está aqui? Melhor deixar pra depois agora preciso descansar.



Acordo com luz do sol passando pelos buracos dos pedaços de madeira nas janelas, carros indo e vindo, sirenes, que lugar, a luz era pouca, mas era a primeira vez que observava um sol brilhar sem trazer calor seja para o corpo ou para a alma, esse dia já deve estar no fim, mas parece que as pessoas tem muito a fazer pelo visto, mesmo num dia que muitos não queriam que tivesse começado, e que pelo visto irá demorar para terminar, o sol desse lugar é tão moribundo quanto o ar que paira entre essas lapides gigantes chamadas edifícios, como essas pessoas vivem assim, as que vivem no oriente médio, ficam naquela zona de guerra por que não tem opção, mas essas? Veja como se vestem, como andam, o que prende eles não deve ser falta de recursos, mas eu que não vou perder meu tempo pensando nisso.



Aguardo até a noite, espero Onikaze vir, ele iria ter que me levar até o lugar onde o chapeuzinho vermelho marcou.



Antes de irmos, ele parece ter duvidas sobre o amuleto, eu digo apenas.



-Sekhmet, minha criadora e senhora, Eras atrás antes dos registro da historia moderna numa época onde deuses e homens não eram tão distantes, o reino de Rá sobre a terra terminou, ele ficou furioso com aqueles que conspiraram contra ele, e decidiu se vingar, para isso enviou Sekhmet para punir essas pessoas, ela não teve piedade, sua fúria era incomparável e seu poder sem paralelos, assim como seu poder sua sede de sangue era impossível de ser aplacada, com um sopro ela foi capaz de arrancar a vida do que hoje se tornou a fornalha morta chamada Saara, ela então criou a nós, poucas porem guerreiras implacáveis em campo para agilizar a tarefa de levar sua especie ao fim, lutávamos como se fossemos uma unica força, levamos a raça humana a beira da extinção, usávamos armas, amuletos todo tipo de coisa alem de nossa própria força para tal objetivo, e esse amuleto é um vestígio dessa época, não sei como eles encontraram, mas sei que não fazem ideia da força que tem em mãos, se eles soubessem como utilizar, essa cidade, esse pais não seria mais que uma pilha de entulho e as águas que nos rodeiam não seriam mais que oceanos de sangue, eu matinha os lugares com esses artefatos protegidos, porem não imaginava que sua especie conhecia a existência dele, sei onde estão mas poucos eram conhecidos por sua especie, até que esse pessoal, essa corte de corujas veio e levaram ele, alguém desse lugar me ajudava a manter eles sobre segredo, mas não sei por onde ela anda agora, ela deveria estar aqui lutando contra essa bagunça nas ruas, mas não sei onde ela está,



Depois dessa conversa, eu sigo ele saltando pelos telhados e terraços até o lugar marcado.



Off: Ação caso ele traga mais alguém

Ele parece trazido ajuda, cumprimento com um sinal de cabeça, mas aviso a Onikaze logo em seguida;



-Você pode precisar de ajuda, mas nós lutamos ao lado dele, foi a nós que ele dirigiu o convite, será ele quem liderará a caçada, tenha em mente que pode surpreender ele ao levar alguém não convidado, e predadores não gostam de surpresas.




Última edição por Art012 em Ter Jan 24, 2017 2:15 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por siouxsie. em Ter Jan 24, 2017 9:38 am

Alfred nos acordou mais cedo daquela vez. Eu queria mais um pouco de cama, mas não tava mais cansada. Me levanto e visto o uniforme com meu cinto, então desço até a batcaverna pra encontrar com o pessoal.

Lá embaixo Alfred nos mostra a gravação do jornal daquela noite, mostrando dois ataques a três lugares diferentes.

- Gotham não passa uma noite sem me surpreender. Criatura no cemitério, malucos na catedral fazendo as pessoas de refém, terrorista na waynetech... A noite vai ser longa, mas acho que deveríamos ir na catedral primeiro. Tem policiais desaparecidos no cemitério, mas eles sabem se proteger melhor que os fieis.

Vou até o Alfred e pego a chave da moto. Sempre sonhei dirigir o batmovel, mas acho que a moto combina mais cmg.

- Vamos Theo!

Off: Olha, não vou sair entrando na catedral não, nem dar nas vistas de ninguém. Quero parar em um algum beco próximo e tentar fazer um reconhecimento do lugar pra poder bolar um plano. Essa vai ser minha ação.
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por Tony.Wiz em Qua Jan 25, 2017 8:39 pm

​Para minha infelicidade, não acompanho a Batgirl até o seu quarto, mas não é ruim dormir no sofá...

Pela qualidade do sofá da caverna... imagine a casa... Batman deve ter bom gosto... ou melhor... Alfred, acredito que Batman nunca sentou aqui ou qualquer outro lugar que não seja o computador...

Após um bom dia de sono, ele novamente me acorda e prontamente me apronto e compareço onde Alfred, Asa Noturna e a Batgirl estão...

Uma boa noite a todos... Acredito que devam investigar o motivo de tantos morcegos na caverna... Eles vieram antes ou depois do Batman?

Após os cumprimentos, me sento analisando as filmagens que Alfred nos mostra... Exatamente os três locais em que houveram as rupturas... Eles estavam interligados...

O cemitério parece estar assolado com a própria entidade que invadiu o plano, mas tenho que concordar com a bela Batgirl... Reféns primeiro...

Alfred logo nos mostra as motos e a Batgirl me convida a ir com ela... Gostaria de poder pilotar, mas aquela moto deve necessitar de maior pericia...

Um nova noite de Gotham nos espera... Vamos a Catedral, os refens dependem de nós...

Ao sentar, olho para Alfred e pisco o olho discretamente... Seguraria na batgirl, apenas o minimo para poder me manter na moto... E não deixa-la desconfortavel... Após chegarmos no local, iria conjurar Mapa espacial... Precisava sber exatamente sobre o local e o que estava acontecendo la dentro...

Posso tentar observar o interior da Catedral, e até mesmo nos levar a um ponto estrategico dentro da mesma, alem de nos fornecer uns suplementos magicos... Só um minuto...

Estendo as mãos e recito...

A sabedoria infinita está nas paginas do Livro de Boccob

Esperava ter uma ideia clara de um local que fosse viavel para entrarmos e podermos agir com o maximo de cautela possivel... Tinha que descobrir se o que estava ai, era o que havia passado pelo portal... Se fosse... Isso estava longe de ser facil...

Mapa Espacial
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por Admin em Qui Jan 26, 2017 12:18 am

Onikaze e Sekhen:

Quando o Capuz Vermelho parte, Ren toma todas as medidas para limpar o cenário. O sangue da escola é lavado, os corpos são recolhidos e seus pedaços são colocados na mesma caçamba em que foram colocados os palhaços que o atacaram lá fora, abarrotando o compartimento com tantos cadáveres. Por fim, ele pega o corpo da diretora e o carrega até o conselho.


Anouke agradece a oferta de Onikaze, mas prefere procurar abrigo na mesma casa vazia que encontrou em sua luta contra os palhaços lá fora, pedindo água e comida para que seu tão desejado descanso fosse completo. Chegando até o lugar, ela o encontra vazio. Apenas alguns traços de ruína pelos cantos, mas nada que atrapalhe seu conforto sobre o piso frio e empoeirado.


Ren chega a casa onde reside o Sr. Morimoto após cruzar o bairro num espaço de segundos. Poderia ser mais rápido, mas tinha medo de ferir ainda mais o cadáver daquela senhora. A porta da frente estava aberta, o que chega a assustar Ren num primeiro minuto, mas isso era apenas porque o velho japonês o esperava, fumando um charuto em sua sala.

- É lastimável. – Diz ele, olhando para o corpo nos braços de Ren. – Gotham abriga muitos males, mas nenhum como este. Esqueça-me, é com a vida de nossos irmãos que você tem que se preocupar agora. Se a Corte das Corujas ressurgir, será o nosso fim. Nosso destino está em suas mãos. Agora vá!


Enquanto esperava pelo sono, Anouke nota a aproximação de alguém. Vinha pela rua lá fora, de maneira natural, sem fazer questão de se esconder. O bairro já estava tranquilo, livre dos palhaços que por ali tocavam o terror. Mesmo assim, Anouke se levanta com um rosnado para ver quem era, e percebe a chegada de um moleque oriental com uma bandeja enorme nas mãos coberta por um pano. Desconfiado, ele entra no beco, vendo as manchas de sangue dos palhaços sobre o calçamento, e isso o deixa assustado. Mas medo de verdade ele sente ao olhar pelo buraco feito naquela casa e ver a mulher-leoa enorme que o observava com suas presas e garras. O moleque japonês grita e sai correndo com medo, deixando a bandeja para trás com a carne que Onikaze prometeu providenciar para Anouke.


Em casa, Ren contava a Harley tudo que vivenciou. Normalmente suas histórias a animavam ao ponto de ela soltar suas risadinhas histéricas, no entanto, o oriental percebe que ao contar sobre a Corte, a loira fica pensativa e hesitante...

- O Capuz não é nada, mas a Corte... – Diz ela, desviando seu olhar. – É claro que eu vou te ajudar, Ren. Só espere um minutinho.

Harley vai até o banheiro, demorando quase dez minutos, mas quando ela volta, Ren tem uma surpresa que só ele pode dizer se era agradável ou não. Depois de tanto tempo ela novamente veste aquelas roupas, cobrindo seu rosto com aquela maquiagem que atormentou a mente de muitas pessoas por ai. Sua Harley novamente se escondia por trás de seus trajes de rainha do cirme.


Rá toma os céus e depois se esconde novamente. E entre o dia e a noite, Anouke finalmente consegue ter o seu descanso. Havia dormido bastante, mas quando a lua ressurge, ela acorda revitalizada e agora esperava apenas pela chegada de Onikaze para que fosse ao ponto de encontro marcado pelo tal Capuz Vermelho. O oriental não demora, e a guerreira logo o identifica se aproximando pelas ruas, mas ele não estava sozinho. Uma mulher loira vestida como um bufão o acompanha.

Arlequina:

- Nooooossaaaa... Olha só o tamanho dessa coisa. Quanto tempo eu preciso parar de me depilar pra ficar desse jeito? – Ela ri de uma forma esquisita, mascando um chiclete e circulando o corpo da guerreira. – Prazer, eu sou a Arlequina. – Diz ela, oferecendo sua mão sem nenhum medo das garras.

Logo de cara, Anouke é capaz de perceber que a garota não era nem um pouco sã. Isso não era bom, pois a missão requeria uma seriedade tremenda. Qual seria a reação da guerreira ao ver que Onikaze trouxe uma palhaça piadista que poderia atrapalhar seus planos de recuperar o amuleto?


O endereço na caixinha de fósforos os levou até o Siren, uma boate muito mal frequentada, que costumava receber os criminosos de Gotham. Mas seja lá o que a escória fazia, não importava agora. Os três sobem até o terraço do lugar e esperam pela chegada do Capuz vermelho.

- Deixa eu ver se eu entendi. O Capuz Vermelho, um justiceiro maluco, marca um encontro com a gente numa boate cheia de bandidos armados e bêbados, que pertence a ninguém menos do que o Sr. P. O que ele pretende com isso? – Arlequina questiona.

22h logo se tornam 22:30, 22:40, mas nada do Capuz Vermelho. A possibilidade de que ele os tenha enganado só para tirá-los de seu caminho começa a passar pela cabeça dos dois. Mas as 22:53, uma figura salta de um dos prédios ao redor, pousando bem naquele terraço. Era ele...

- Vocês demoraram. – Capuz Vermelho diz por baixo de sua máscara.

- Vivaaaaa! – Arlequina aplaude a proeza. – Faz de novo?

- Pera ai, o que essa pirada está fazendo aqui? Vocês são aliados do Coringa por acaso? – Ele pergunta, colocando uma pistola na testa de Harley e apontando a outra às vezes para Ren e as vezes para Anouke.



Batgirl e Guardião:

Siouxsie observava aqueles vídeos com atenção, percebendo de maneira frustrada que a surra que ela deu nos criminosos na noite passada não era nada comparado aqueles ataques. Seja quem fossem seus inimigos, ela podia sentir pela natureza dos ataques que eram algo mais do que alguns vagabundos querendo se divertir.

- Não só uma noite, senhorita. Será uma vida longa daqui para frente sem o Batman para vigiar esta cidade. Só nos resta nos adaptar. Espero poder contar com vocês. – Diz Alfred após lhes entregar a chave.


Theo se aproxima do trio, analisando os vídeos também. Ao olhar a situação no cemitério, ele logo associa a bagunça à presença da entidade que cruzou os planos. Isso era preocupante, mas assim como a Batgirl, ele sente que é mais urgente ir ao local onde reféns são mantidos.

- Os morcegos já estavam aqui antes que estes alicerces fossem erguidos, e eu espero que eles estejam aqui para lhe dar as boas vindas quando voltar, meu jovem. Boa sorte em sua segunda noite em Gotham. – Responde o mordomo.


Asa Noturna aperta um botão na chave, abrindo o compartimento do Batmóvel e saltando para seu interior. Batgirl e Guardião sobem sobre a moto e dão a partida. Juntos, os veículos desbravam em alta velocidade uma galeria de túneis, e no final deles uma porta se abre para uma rua totalmente deserta, e assim, eles partem para a catedral.

O lugar estava realmente uma bagunça. Curiosos e repórteres eram mantidos afastados por um cerco que os policiais fizeram com seus carros. Na rua, o Comissário Gordon tentava a todo custo manter a ordem enquanto esperava novidades sobre o que acontecia naquela gigantesca torre onde Deus era reverenciado.

Mas por consenso geral, o trio prefere estacionar em um beco próximo e vazio. Ali, eles poderiam planejar tudo antes de executar qualquer ação, e é o que começam a fazer. Theo move os seus braços, usando sua magia.

Guardião usa Mapa Espacial: Energia 7 + Espaço 5 (Dif: 6) = 5 sucessos.

Ao usufruir do feitiço, Theo tem a perfeita noção de tudo que o cerca, desde os veículos e seus companheiros as baratas escondidas nos cantos daquele beco e aos objetos ali abandonados. Quando o mago usa essa percepção na direção da catedral na procura por uma entrada, não encontra muita coisa além de janelas e da porta principal. Em seguida, é a vez de Asa Noturna agir, e usando o computador em seu braço, ele começa a escanear todo o interior da catedral.

- Pelo o que eu estou vendo aqui, a catedral é composta por quatro andares. O principal, onde as missas são realizadas, dois dormitórios acima e um pátio onde fica o sino. A entrada da frente está fora de questão, mas fora as janelas, há outra passagem pelo esgoto e uma pelo pátio. Alguma ideia? – Ele pergunta.
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por Art012 em Qui Jan 26, 2017 3:24 pm

Pela primeira vez em dias, um pouco de descanso, o lugar é simples, mas pra quem só vive entre os mortos e pedras milenares, entre as areias cantantes do Saara e o silencio ensurdecedor do frio noturno coberto de estrelas do deserto, esse lugar era mais que o suficiente, e provavelmente vai virar um que assombrará muitas historias pela reação do garoto ontem ao sair correndo depois de deixar a comida, o dia surge e a noite retorna, logo Onikaze aparece, para minha surpresa estava acompanhado, arrumo meu manto e desço para encontra-lo.



A garota estende a mão e me cumprimenta com piadas e risadas, não parece estar no melhor de seus dias, e começo a me perguntar se Onikaze havia levado essa missão a serio mesmo, por que ela eu já vi que não mas imagino que para andar por ai assim, sem a menor noção do perigo, deve ser alguém muito segura de si apesar não demonstrar qualquer juízo, ou só não tem juízo.



Retorno o cumprimento com um movimento de cabeça (prefiro não toca-la para não machuca-la) e um;



-Senhorita, espero seja tão hábil quanto parece.



Tinha em mente o risco que atitudes inesperadas, sem qualquer noção de juízo ou noção do perigo representava, mas pelo visto... Me mantenho calma mas fico com a impressão que só eu estou levando o risco serio aqui.



Penso enquanto seguimos, até o local, chegando lá, fico parada de braços cruzados esperando o capuz chegar, ele demora mais que o previsto, será que nos fez vir atoa? Ou sera que ele está com eles e armou para nós? Vamos descobrir.



Capuz finalmente chegou, diz que demoramos, mas antes que eu possa responder ele logo em seguida coloca uma arma na cabeça da jovem, parece tão surpreso quanto eu ao vê-la e aponta outra para nós e (como se aquele brinquedo fosse me intimidar) pergunta se somos aliados de um tal coringa, olho para ele com certa surpresa, mas sem perder a calma.



-Tsc... Aliados de quem? Guarde sua munição, não faço ideia de quem fala, seja desse que falou ou dela, como já lhe disse horas atrás, não conheço esse rapaz (me referindo a Onikaze) melhor do que você, quem trouxe ela foi ele, me disse que era uma experiente guerreira e seria uma grande ajuda, mas pelo visto não me disse toda a historia, de qualquer forma, se há algum atrito entre vocês, melhor que resolvam logo ou deixem para depois, quanto mais tempo perdemos aqui,  mais distantes ficam as gazelas, e mais perto ficam os leões, (Não preciso dizer que é um ditado humano, preciso?)



Havia mais entre eles que eu imaginava, achava que chapéu vermelho desconfiaria de alguém não convidado, mas pelo que vejo tem muito mais por traz, se existe algum problema entre eles, creio que Onikaze tenha imaginado que daria nisso, e que saiba como resolver, assim espero.
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por Onikaze em Qui Jan 26, 2017 7:55 pm

Chegamos ao local indicado, digo a Anouke:

_Eles são velhos conhecidos, não se preocupe e não se assuste - digo com calma.

As horas passam e quando me levanto para abraçar Harley , Capuz aparece, como esperado a confusão se instaura. Minha amada estava tranquila eu também, mas Anouke que nada sabia não entendeu muito bem.

_Abaixe as armas Capuz, se fôssemos aliados dele você saberia, tenho certeza de que você me investigou nesse período. Anouke está certa, ela não é daqui e não entende o motivo desse alvoroço logo no prédio do Pinguim, que aliás estamos no terraço dele e nem questionei se ele era seu aliado.

Vejo Harley tranquila e calma, ela já deve ter passado por isso com o Batman, então quem era Capuz Vermelho.

-Ela não está mais com ele, agora é minha namorada e futura esposa - digo enquanto enquanto deixo Kazeshini com Anouke.

Mostro minhas mãos e na frente do Capuz Retiro minha máscara.

-Meu nome é Ren, trabalho no restaurante japonês, na área oriental da cidade o Sábio Dragão , todos me conhecem, tenho endereço fixo, a alguns meses encontrei com Harley abandonada e ferida, cuidei dos ferimentos dela, enquanto juntos cuidamos dos ferimentos espirituais e mentais de cada um, era assombrado pelos fantasmas dos mortos por Kazeshini, ela me ajudou a me livrar disso, ou a conviver. Afinal nem sempre eu lutei do lado da justiça, era um mercenário, ela me mudou e por ela estou lutando pelo certo, assim como acredito que ela também vai lutar.

Seguro a mão de Harley com carinho e a beijo.

_Ela me deu uma segunda chance e eu confio minha vida a ela. Por favor, sei que o passado é dificil de mudar, mas dê um voto de confiança em mim, ela vai ser util e sei que vc sabe disso.

Colocava-me entre Harley e Capuz, eu sem mascara olhando nos olhos dele.

-Além do mais, contra a Corte e um artefato maligno toda a ajuda é bem vinda e eles certamente esperam os defensores sagrados da cidade, e não nós 3 - digo referindo a mim, Harley e Anouke.
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por siouxsie. em Sex Jan 27, 2017 9:55 am

Claro que Alfred podia contar cmg, e com certeza com Dick tbm. Eu só não sabia sobre Theo. Ele nos ajuda hoje pq tem motivos pessoais, mas acho que vai dar o fora da cidade assim que puder, seria louco se não fizesse.

Peguei a moto e Dick pegou o batmóvel. A gente cruza quase tda cidade pra chegar na catedral onde acontecia a bagunça, e do jeito que eu queria, a gente para em um beco para planejar. Theo usa sua magia, enquanto Dick escaneia o lugar.

- Gente, eu odeio o que eu vou falar, então vcs podem discordar se quiser, mas acho melhor a gente ir pelo esgoto. Pq se a gente encontrar esses caras lá encima, não vamos ter espaço hábil para planejar uma estratégia de ataque, mas lá embaixo podemos ficar escondidos e estudar melhor a movimentação deles. O que que vcs acham?
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por Tony.Wiz em Seg Jan 30, 2017 5:25 pm

​Chegamos no local... A polícia cercava o local, a minha magia não detecta nada a nossa volta...

Nada aqui... Mas teria que identificar lá dentro...

Ouço Asa noturna nos falar as opções de entrada... E a Batgirl sugere o esgoto...

Vamos precisar de um bom banho depois... Não acho que os morcegos iriam gostar de dormir comigo nesse estado...

Respiro fundo e falo...

Bom... acredito que vcs já saibam agir em equipe bem combinados, normalmente sempre atuo sozinho, minhas habilidades me permitem alterar o espaço e manipular as forças da natureza... Se precisarem de algo, peçam...

Seguiria com Asa Noturna e Batgirl pelos esgotos... Ao entrar nos esgotos iria identificar a iluminação do local, caso a visualização esteja prejudicada devido à escuridão iria colocar a mão sobre os olhos e recitar...

Ela caminha pela noite e ela é sua aliada... Ao abrir os olhos de Tenebra...

E seguiria com eles ao meu lado....

Opção 02

Caso a iluminação me permita enxergar... Iria colocar as mãos a frente do rosto, criando uma espaço aberto para a minha visão e recitaria...

Olho de Thundera... Dê-me a visão alêm do alcance...

E primeiramente faria a minha visão seguir a frente observando os caminhos disponíveis até a entrada da Catedral.
Ação -

Opção 01 - Visão noturna - Força

Opção 01 - Angle Vision - Espaço -
Magia:
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por Admin em Ter Jan 31, 2017 11:38 pm

Sekhen e Onikaze:

Anouke mantinha os braços cruzados, seu manto sendo soprado pelo vento amaldiçoado daquela cidade corrupta. Louca para entrar em ação, ela se mantém a espera do Capuz Vermelho, que demora a chegar quando havia prometido esperar por todos no local marcado.

Ele finalmente chega, saltando de um prédio mais alto e pousando no terraço onde todos o esperava. Mas ao olhar para a namoradinha de Onikaze, uma confusão inesperada ocorre, e isso só servia para atrasar ainda mais seus planos de recuperar o amuleto. Capuz Vermelho acusa os três de envolvimento com um tal Coringa, apontando suas pistolas para o trio.

Sekhen fala: Manipulação 4 + Expressão 0 (Dif: 6) = 4 sucessos.

Sem paciência para aquilo, Anouke deixa claro ao justiceiro que nada tinha a ver com este assunto, que desconhece a história que o motivava a tomar aquela atitude e pouco sabe sobre Onikaze e Arlequina. O Capuz Vermelho logo tira a pistola de sua direção, apontando cada uma para o casal.


Logo em seguida é a vez de Ren tentar acalmar os ânimos. Ele se mantém frio, primeiro tentando apelar para a inteligência do Capuz Vermelho, e logo em seguida dando uma surpreendente demonstração de confiança ao retirar sua máscara e revelando-se ao justiceiro para mostrar a veracidade de suas palavras.

Onikaze fala: Carisma 2 + Expressão 0 (Dif: 4) = 2 sucessos.

Capuz Vermelho mantém sua arma apontada para a cabeça de ambos por um tempo, olhando para o oriental com cinismo. O justiceiro não é um homem de sentimentos, mas sabia reconhecer quando alguém dizia a verdade, então guarda suas pistolas no coldre.

- Se acha mesmo que vai casar e ser feliz com essa daí, então eu tenho pena de você. Eu só não atiro nela agora porque ela também é uma vítima do palhaço. – Diz ele, dando as costas para os três e olhando a paisagem. – E porque temos coisas maiores com que nos preocupar.

Ignorando totalmente a tensão, Arlequina se aproxima de Capuz e envolve o ombro do justiceiro com seu braço como se fosse dois camaradas. Parecia uma criança brincando com uma bomba prestes a explodir!

- Ele também te magoou, não foi? Mas não se preocupe. Tiraremos aquele sorrisinho do rosto dele algum dia. – Ela sorri de modo maligno.

A resposta de Capuz é empurrar Arlequina para longe, na direção de Onikaze, e então ele se volta para o trio de um modo mais severo e impaciente.

- Prestem a atenção, vocês três. Os Corujas estão se agrupando no cemitério de Gotham e montando sua base dentro de um dos jazigos. Antes de vocês chegarem, eu estudei o local e detectei duas entradas, uma pelo portão da frente e outra pelos fundos, sendo que o jazigo se encontra bem no centro do lugar e tinha seus arredores patrulhados por doze assassinos. – Capuz contava. – Mas uma coisa estranha aconteceu faz algumas horas. Uma criatura grande e escura saiu deste jazigo e atacou todos os Garras que protegiam o local, desaparecendo nas sombras logo em seguida. Achei que os Garras haviam morrido com este ataque, mas depois de alguns minutos eles se levantaram, e agora estão agindo de uma forma estranha, movendo-se pelo lugar sem nenhum padrão.

Capuz Vermelho aponta uma direção cujo aquele terraço oferecia uma vista privilegiada. O Cemitério de Gotham era um grande descampado repleto de tumbas e lápides em modelo gótico, com cruzes aqui e ali. Estátuas de anjos pareciam fazer uma vigília no local, mas a noite dava a elas uma aparência meio sinistra.

Mas esse não era o pior. A entrada principal do cemitério estava tomada de curiosos, repórteres e policiais. Havia um cerco nos portões onde todos estavam sendo proibidos de entrar por algum motivo.

- E também temos esse pequeno contratempo. – Diz o Capuz, apontando para a confusão na entrada. – Parece que alguns civis se assustaram com alguma coisa lá dentro, e os policiais que entraram para checar não voltaram. Bem, algumas idéias sobre o que fazer nessa situação me ocorre. Mas eu adoraria vê-los em ação. O que vocês têm em mente?



Batgirl e Guardião:

Os veículos são escondidos no fundo daquele beco com seus faróis apagados para não atrair atenção indesejada. Então os três últimos heróis de Gotham se reúnem e começam a traçar seu plano. Siouxsie assimila o mapeamento feito por Asa Noturna e sugere que eles sigam pelos esgotos, embora este não seja um caminho agradável.

Theo faz uma pequena piada com a situação, este era seu modo de lidar com situações ruins. De qualquer forma, ele concorda com Batgirl, e faz uma ressalva sobre suas habilidades mágicas, dizendo que o grupo pode contar com elas no momento em que quiser.

- É, parece que eu sou voto vencido. Vamos pelo esgoto. – Concorda Asa Noturna. – Bem, garoto. Se você tiver na sua cartola alguma magia que nos torne invisíveis ou o mais sorrateiros possível, seria realmente útil. Mas sem pressão. Me surpreenda.

Asa Noturna caminha pelo beco, utilizando o computador em seu braço para rastrear o caminho ao seu redor, e é na curva para a rua daquele beco que ele encontra uma tampa de esgoto, facilmente removida. O fedor exala lá de dentro, atingindo os três heróis com a força de um soco para desencorajá-los a seguir em frente.

Mas Guardião é o primeiro a saltar, pisando sobre um calçamento que servia de caminho entre uma corredeira de água podre e desejos. O caminho não é exatamente iluminado, mas bueiros por todos os cantos trazem um pouco da luz de Gotham para o interior, fazendo com que fosse necessário apenas acostumar os olhos.

Guardião usa Visão Angular: Energia 7 + Espaço 5 (Dif: 6) = 10 sucessos.

Mais uma vez valendo-se de sua mágica, Theo faz com que sua visão não respeite mais barreiras ou ângulos. Nada mais está no caminho do mago por um raio de dez metros, e assim, ele enxerga com perfeição a galeria de corredores que ele tem pela frente, todas vazias por enquanto. Mas em uma delas, Theo nota uma grade de onde surge uma forte iluminação de velas.  

Asa Noturna salta logo em seguida, oferecendo sua mão para Batgirl. Quando a garota chega no interior do esgoto, o fedor ainda a assola, e ela tem pela frente apenas um corredor semiescuro, repleto de ratos.

- Baixei o mapa dos esgotos da cidade. Logo a frente está a entrada para a catedral. Vamos. – Diz Asa Noturna, liderando o bando.  

Não demora muito até que o trio finalmente encontre esse gradeado de barras robustas. De fato, ele levava para o interior da catedral, mais precisamente para um vestiário todo construído em pedra. Aquilo era um ralo por onde toda água do banho escorria.

- Que droga. Eu não trouxe nada para remover essas barras. Alguém tem algum plano? – Lamenta Asa Noturna.
 
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por Onikaze em Qua Fev 01, 2017 12:02 am

_Obrigado - agradeço fazendo uma reverencia enquanto coloco a mascara - sabia que aquilo me colocava na mira do morcego e sua turma, e tudo que Harley fizesse eu seria responsável, mas creio que ela também entendeu isso e viu que eu me importava com ela e não ligava.

Aproximo-me de Sekhen quando Harley abraça Capuz:

-Não disse que eles se conheciam?

A seguro ao vê-lo empurrando-a e penso, como assim também vitima dele? Algo ai tinha mais mistério do que eu pensava. Mas, depois isso se resolveria.

Ouço atentamente sobre o lugar, pego Kazeshini com Sekhen e usando o máximo que poderia de velocidade usar e vou verificar o local, tanto por fora quanto por dentro, deixo uma imagem minha onde estávamos, tentaria não deixar visível meu movimento.

Tento recolher o máximo de informação possível e caso consiga tirar algum ferido. Minha preocupação era com a sombra que saiu do Túmulo, por isso ia rápido. Ao voltar eu fico calmo e abraço Harley como se a convidasse pra um passeio.

Off: caso consiga relato a todos o que vi, minha prioridade é reportar, se a situação ficar complicada uso energia para ficar insubstancial e correr em segurança. E uso Fdv para aumenta meus dados .
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por Tony.Wiz em Qua Fev 01, 2017 8:40 pm

​Seguimos até o local e abrimos a tampa do bueiro... Logo me vem a mente se a verdadeira coragem era lutar contra os bandidos ou pular nesse local...

Ouso o pedido de Asa Noturna, e apenas afirmo com a cabeça...

Pode deixar... Tenho algumas coisas que podem nos ajudar...

Ao descer estendo a minha visão... Seguindo pelos canal e vejo
que realmente não havia nenhuma surpresa a nossa espreita... Identifico um local onde vem uma forte iluminação...

Seguimos pelo caminho, e aproveito a oportunidade para lhes conceder as magias... Primeiro iria lhes conceder a visão para o reino da magia...

Que se quebre a película do universo... Veja o mundo pelo Olho de Boccob

Iria ativar o olhar em nós três, sequencialmente... Após, iria nos tornar invisíveis... Assim poderíamos agir com maior segurança e não sermos surpreendidos...

O não visto, mas sempre presente... Vista o manto de Olidammara

Assim que todos estivéssemos invisíveis... Seguiríamos até onde estão as grades... Vejo que Asa Noturna não imaginava a presença delas... Apenas estendo as minhas mãos e falo...

Não existe distancia que não possa ser superada com um passo...

Recito, movendo os pés...

Seus pés me permitem tocar o horizonte... Vestido com as sandálias de fharlanghn

Iria me teleportar com eles, para o lado superior...

Visão Superna - Primórdio

Invisibilidade Completa - Força

Teleporte - Espaço
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por siouxsie. em Qui Fev 02, 2017 9:50 am

Eu não precisava, mas por educação eu aceito a ajuda de Dick para chegar dentro do esgoto. Logo vejo os toletes e os ratos, fazendo uma pequena cara de nojo.

- Vcs deviam ter discordado desse plano.

O fedor era insuportável ali, mas sigo em frente, guiada por Dick e Theo. Logo em um corredor perto, a gente encontra uma passagem para dentro da catedral através de um ralo.

“Isso ta ficando cada vez mais nojento”

Dick fala que não possui nada que abra aquelas barras, e então eu já vou logo sacando meus batrangues explosivos. Mas Theo demonstra ter magias que podem no ajudar melhor.

Caso dê certo, e a gente chegue lá dentro, uso o computador no meu braço e entro em contato com a batcaverna.

- Alfred, já estamos dentro da catedral. Liga pro comissário e pede pra ele fazer uma nova tentativa de negociação, só pra chamar a atenção dos criminosos.

Off: Tony a gente se matando pra chegar na catedral e vc com teleporte T.T aff rs
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por Art012 em Qui Fev 02, 2017 5:29 pm

Como era de se imaginar a situação ficou complicada, parece que a tal Arlequina e o chapéu vermelho já tem problemas de outras épocas, eu imaginava que só a presença de um não convidado já seria o suficiente para por isso tudo a baixo, mas pelo visto poderia ser ainda pior, logo eu digo o que sei, ele acreditar ou não era problema dele, a verdade seria a mesma de qualquer forma, logo ele volta sua atenção para Onikaze e Arlequina.



Onikaze então me entrega a espada dele e começa a tentar convencer o capuz, de fato o problema e a vida dos outros não é de meu interesse, mas admito que ver ele revelar nome, rosto e profissão por tão pouco para alguém cujo os objetivos são duvidosos me deixou curiosa, pedindo misericórdia pela "amada", perdi a conta de quantos me imploraram para não perder a vida e eu respondi com um simples "não", ele se porta, se apresenta e age como demônio, mas ao ver sua "amada" em risco, ela está bem descontraída aparentemente, tudo que vejo é só mais alguém tentando viver nessa bagunça, por que se humilhar desse jeito por tão pouco..,Ele termina dizer o que tem de dizer, e chapéu vermelho parece estar satisfeito com aquilo apesar de notável frustração.



Onikaze, ou Ren agora, me diz se eu vejo que eles são conhecidos ao ver Arlequina abraçar o chapeu vermelho, eu digo;



-Percebi que são conhecidos, Leões e Hienas se conhecem a eras tambem e nem por isso deixam de odiar um ao outro, e são Leões e Hienas que vejo ali.



Capuz após empurrar a garota, começa dizer a situação, diz que as corujas invadirão o lugar e estão fazendo um ninho, e tem um bom numero de vigias porem algo saiu e atacou eles,que logo se levantaram e começaram a agir de maneira estranha, ele diz ter um plano, mas que gostaria de ouvir o nosso, Onikaze se dirige a min para pegar a espada, antes de entregar, séria, eu olho por traz das sombras do meu capuz que escondem meus olhos para os olhos por traz daquela mascara e digo:



-Ninguém esta sob ordens aqui, assumiu um grande risco fazendo isso tudo, pode agir como um demônio ou protetor, mas se veio para implorar por vidas, e não sabe o perigo que está se metendo, então volte para casa e seja um homem de família.



Entrego a espada e respondo ao capuz enquanto olho para o lugar:



-Eu passaria longe da entrada principal e evitaria a dos fundos a principio, pularia o muro (ou grade) em outro ponto dessa necrópole longe das entradas, o lugar é extenso demais para eles vigiarem tudo, duas entradas significa dois pontos possivelmente bem vigiados seja por eles ou por curiosos, pelos fundos ainda é viável mas não entraria pelos fundos sem uma boa observação antes, Onikaze não teria problemas de passar por lá, dependendo da movimentação deles eu tentaria executar um abate silencioso em cada um dos vigias antes e de partir pro ser que você viu, você pode entrar direto por cima rapidamente em qualquer outro ponto com ajuda desses trecos que você carrega, mas sem muita altura e o mais longe possível desse povo, caberia a garota aqui decidir por onde ela quer entrar, mas qual é a sua ideia já que estudou esse local com mais cuidado?



Depois eu digo:



-Conheço alguém que age por essas regiões que poderia ajudar, conheço ela por muitos nomes, mas creio que você conheça ela como Mulher-Gavião, sabe onde posso encontra-lá? Não irei atrás dela agora, mas sim quando for possível.



Aguardo o que ele vai dizer, ela seria de grande ajuda mas quero ouvir o plano dele, essa ação requer pressa e para contata-la poderia demorar alguns dias.
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por Admin em Dom Fev 05, 2017 12:26 am

Onikaze:


Ren ouve tudo que Capuz Vermelho tem a dizer sobre o cemitério, mas para ele as informações eram insuficientes. O velocista sabia que era capaz de conseguir mais entrando naquele lugar sem que ninguém percebesse.

Onikaze corre: Destreza 4 + Esportes 2 (+3D por FdV) (Dif: 6) = 2 sucessos.

Usando sua velocidade, Ren desce correndo pela parede daquela boate, passando pela rua em uma velocidade tão absurda que tudo que as pessoas vêem é apenas um espectro indefinível, que traz consigo um vento que quase as derruba, soprando suas roupas.

Sem dificuldade, o mutante contorna o lado de fora do cemitério pelo menos três vezes, percebendo que exceto pela entrada, os muros leste, oeste e norte se encontram livres para serem ultrapassados.

Onikaze escala: Destreza 4 + Esportes 2 (Dif: 6) = 1 sucesso.

Ao tentar correr para transpor um dos muros, as botas de Onikaze deslizam bastante pela pedra lisa, fazendo com que o oriental perca a sua velocidade ao chegar ao topo, mas para a sua sorte, nenhum olhar notou sua entrada, até agora.

Onikaze tenta ser sorrateiro: Destreza 4 + Furtividade 2 (Dif: 6) = 5 sucessos.
Inimigos tentam perceber: Percepção + Prontidão (Dif: 5) = 6 sucessos.

Ren corre entre tumbas e jazigos a uma velocidade que lhe torna praticamente invisível aos olhos comuns. A única pista de sua presença é seu rastro sobre a névoa que encobre o solo do cemitério. Porém, seja lá o que habitasse aquele lugar não tinham sentidos comuns.

O oriental nota a presença dos inimigos que enfrentara na noite passada, os Garras. E estranhamente de alguns policiais que provavelmente eram aqueles que se pensavam estar perdidos. Todos eles vagavam por aquele lugar a esmo, como seres patéticos caminhando por ali a troco de nada. Quando de repente, olhos vermelhos começam a surgir ao redor de Ren, e enquanto ele corria, acaba se vendo cercado por um grupo de quatro indivíduos, divididos entre Garras e policiais.

Onikaze tenta reconhecer: Raciocínio 3 + Ocultismo 0 (Dif: 6) = 1 sucesso.

Ao olhar para o aspecto destes indivíduos, Ren percebe logo de cara que eles já não eram as pessoas comuns que costumavam ser. Seus olhos reluziam em vermelho, seus rostos estavam moldados em um ódio bestial e duas presas escapavam entre seus lábios. Ren não tinha certeza, mas talvez já tenha visto seres parecidos ao ler as páginas do famoso Kwaidan. Qual era mesmo o nome?


Iniciativa:

1° Onikaze: Raciocínio 3 + Prontidão 3 + 1D ( 8 ) = 14
2° Garras Assassinos ?????: Raciocínio + Prontidão + 1D = 6
3° Policiais ?????: Raciocínio + Prontidão + 1D = 3



Guardião e Batgirl:

O pedido de Asa Noturna havia sido num tom jocoso, mas Theo decide acatar a sugestão. Enquanto caminham pelo túnel do esgoto, o mago tem todo o tempo para preparar suas magias e lançá-las para ajudar seus aliados.

Guardião usa Visão Superna: Energia 7 + Primórdio 1 (Dif: 6) = 2 sucessos.

Theo lança duas magias em sequencia sobre os três, primeiro lhes dando a visão que permite ao mago enxergar uma luminosidade mágica prateada que transpassa o ralo pelo qual o grupo pretendia entrar.

Guardião tenta reconhecer: Raciocínio 3 + Ocultismo 3 (Dif: 6) = 6 sucessos.

Para o mago, acostumado àquele mundo que se abre aos seus olhos, é fácil reconhecer aquele rastro de luz prateada como os resquícios de algum tipo de magia relacionada a espaço, feita para abrir portais para algum tipo de dimensão.

- Ei, mago. O que você fez conosco? Por que eu to vendo essas cores engraçadas em vocês dois? – Indaga Asa Noturna, confuso sobre o efeito da magia.

Guardião usa Invisibilidade Completa: Energia 7 + Forças 5 (Dif: 6) = 6 sucessos.

Nem bem havia terminado de fazer sua pergunta, Asa Noturna se mostra ainda mais maravilhado quando Theo novamente usa seus poderes mágicos, e os corpos dos três simplesmente somem diante dos mesmos.

- Wow! Agora vocês são só um monte de cores esquisitas! – Diz ele, parecendo maravilhado.

Guardião usa Teleporte: Energia 7 + Espaço 5 (Dif: 6) = 6 sucessos.

Todos estavam debaixo do ralo da catedral, ainda imaginando como poderiam arrebentar aquelas barras para entrar quando o mago oferece uma solução muito mais simples. Tocando o ombro de Asa Noturna e Batgirl, Guardião teleporta o trio para o alto, onde eles finalmente alcançam o interior daquele vestiário.

O lugar possuía um aspecto gótico, quase medieval, todo feito em pedra e iluminado por velas em um compartimento de vidro. Era ali que o bispo e seus ajudantes costumavam se banhar, em um espaço aberto com vários chuveiros de ferro um pouco rústicos. Ali dentro, Theo vê com mais nitidez os rastros da magia de espaço que fora feita, mas o que lhe chama mais atenção eram os ecos de um coral distante, ouvido enquanto todos faziam silêncio.

- Mago, seja lá o que você tenha feito para nos trazer aqui, meus parabéns. – Elogia Asa Noturna, se sobrepondo aquelas vozes.


Siouxsie percebe Guardião movendo os braços em sua direção por algum motivo que ela não é capaz de entender. A primeira vista parecia só mais um comportamento estranho do excêntrico mago que conhecera. Mas o efeito disso é que ela agora é capaz de ver o corpo de Dick e do próprio Theo brilhando em cores indefiníveis.

A garota vê novamente Guardião mover seus braços, mas desta vez ela percebe que um símbolo místico e luminoso brota em suas mãos, cobrindo os três com aquela luz. De repente, o corpo de Dick e do mago somem por completo, restando apenas aquele brilho estranho que os encobria.

- Farei isso, senhorita. – Alfred responde ao seu pedido.

O novo truque de Guardião finalmente coloca o trio no interior da catedral, dentro do vestiário que eles olhavam por debaixo daquele ralo. Aquele era um ambiente frio e rústico, com paredes de pedra que eram iluminadas por velas derretidas em cápsulas de vidro.

O vestiário se encontrava totalmente vazio, e um brilho semelhante ao que via em seus parceiros, Siouxsie também vê em alguns trechos daquele local. Ao mesmo tempo em que tenta sem sucesso identificar este brilho, a Batgirl ouve um coro infantil cantando uma música bem ao longe.

- Aqueles responsáveis pela tomada da catedral, peço encarecidamente a sua atenção mais uma vez. – Diz a voz do comissário Gordon lá fora através de um auto-falante. – Aqui quem fala é a polícia de Gotham.Por favor, não machuque estas pessoas. São inocentes que nada têm a ver com aquilo que vocês ambicionam. Apenas nos digam o que é que desejam e eu irei providenciar em nome do bem delas.



Sekhen:

Anouke demonstrava não concordar com as atitudes de Onikaze até ali, lhe entregando sua espada com um aviso na tentativa de situá-lo. O oriental se afasta para o parapeito junto a sua namorada louca, e a guerreira então passa a ouvir Capuz Vermelho, citando qual seria o seu plano.

- Minha ideia é muito parecida com a sua. – Diz o justiceiro, reconhecendo a sabedoria da guerreira. – Com o acréscimo de que eu tentaria juntar todos eles em um só ponto para massacrá-los com meus “trecos”, sua superforça e a espada do Onikaze.

Capuz Vermelho abre sua jaqueta surrada, deixando ainda mais evidente aquele símbolo que para Anouke parecia um morcego vermelho. Mas o que ele queria mostrar na verdade era um conjunto de granadas e munições para as suas pistolas.

Ante a pergunta de Anouke sobre Ísis, Capuz Vermelho desvia seu olhar de uma forma triste e um pouco sonhadora. A guerreira não precisava ser especialista em comportamento humano para entender que ele de fato a conhecia, e que a forma com que reagiu indicava algum tipo de tragédia.

- Está morta, assim como todos os membros da Liga da Justiça, a qual ela fazia parte. Uma pena, Shayera era um dos integrantes com o qual eu mais me identificava. Não tinha a menor misericórdia desses malucos aí fora. E eu espero que já que a conheceu, você siga a mesma linha de raciocínio.

A grande Deusa morta?!

Arlequina tenta perceber: Percepção + Investigação (Dif: 8 ) = Nenhum sucesso.

Capuz Vermelho tenta perceber: Percepção + Investigação (Dif: 8 ) = Nenhum sucesso.

Sekhen tenta perceber: Percepção 3 + Investigação 2 (Dif: 8 ) = 2 sucessos.

Anouke foi a única que notou que Onikaze havia permanecido calado durante toda a conversa, sem citar nenhum plano como o pedira o Capuz ou responder a conversa fiada que Arlequina mantinha com ele enquanto lixava suas unhas. Ele continuava olhando fixamente para o cemitério, de costas para todos como se fosse uma mera estátua.

Mas quando a guerreira olha para o oriental com mais atenção, nota que sua imagem tremula um pouco como se não passasse de um espectro, e que lá embaixo, próximo ao cemitério, um borrão em altíssima velocidade percorria o lugar de assalto, sozinho e imprudente.
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por Onikaze em Seg Fev 06, 2017 3:19 am

Ouço as palavras de Sekhen e sorrio por debaixo da máscara:

_Sim isso é Gothan, hienas, abutres, leões juntos tentando ver quem é o mais forte. Sem o herói da cidade está um caos.

Fazendo isso vou à minha missão

Maldito muro liso, isso era bem ruim e me deixou um pouco lento, por sorte ninguém vigiava aquele lugar, pelo menos era o que eu pensava em meio aquela escuridão eu sabia que era idiotice ir assim na frente, mas eu tinha que verificar, o enigma que eles deixaram não poderia arriscar Harley, Sekhen e até mesmo o Capuz contra inimigos desconhecidos, tinha que ter mais informações sobre.

De subito sou cercado por quatro oponentes, mas algo estava diferente com eles, já tinha visto algo parecido, mas a memória me falhava e eu tinha pouco tempo para pensar.

Tiro uma foto deles enquanto pergunto a kazeshini:

_Conhece essas criaturas? O que elas são?

Então me evado do lugar, voltando para a imagem residual que ainda estaria lá.

off: ações: Foto, esquiva x4 e retorno ao grupo.


Última edição por Onikaze em Ter Fev 14, 2017 10:17 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por Art012 em Ter Fev 07, 2017 7:25 pm

Calmaria antes da tempestade, todos se preparam para esse momento, garantindo a si mesmo que estão prontos, depois, só o desconhecido ou com sorte e concentração o esperado restava, e quanto mais conhecimento possuirmos sobre o que vem melhor, explico o que eu faria a Capuz, ele parece concordar e explica o plano dele, eu escuto, concordo com ele e digo;



-Sim, isso seria mais eficiente, melhor sermos rápidos ao agir.



Pergunto sobre Shayera, se ele conhecia ela, unica conhecida minha nessa época, ela seria de grande ajuda se conseguíssemos encontra-la, porem ao ouvir minha pergunta ele desvia o olhar, como se tive-se pesar em saber de algo, percebi que ele conhecia mas vejo que ele não parece bem em lembrar.



Ele com pesar, diz o que ouve com Shayera, diz o que ouve com ela logo de cara, olho de maneira consternada enquanto um ar frio me corta pelo coração, escuto ele dizer, enquanto devagar começo a serrar os dentes, eu pergunto:



-Foram eles não foram? - Com os dentes e punhos serrados num tom de voz furioso porem baixo para que só ele escute.



Viro a cabeça para o lado esquerdo rapidamente e depois o corpo e fico de costas para ele, era como se mundo para-se, não me foi me dado o sentimento de pesar, tristeza em min age como raiva convertida em sede de vingança, mas mesmo assim, com os dentes serrados de raiva e o velho gosto metálico de sangue retornando a boca, lembro dela, nos víamos pouco para não levantar suspeitas e manter tudo o que sabíamos sobre esses artefatos e armas em segredo, a unica entidade em terra que conhecia de verdade nessa era, solidão era algo que aos poucos levava minha sanidade embora, mas naquele segundo se fez presente como uma força que me consumia, por que!? Por que tiras-te de min a unica entidade que tinha contato comigo!? Pergunto em mente para Rá, e para min mesma, fui criada para matar e cumpri a risca meu dever, O que foi que houve, não matei o suficiente desses malditos!? De repente sinto algo escorrer por baixo do olho esquerdo e o mundo começa a voltar ao normal e num suspiro digo:



-Malditos...



Com o polegar, limpo em baixo do olho esquerdo, uma lagrima de sangue, uma unica lagrima, para alguém que não chora, que não sente pesar, apenas raiva, raiva que agora transcendia níveis impossíveis de dizer em palavras.



Respiro fundo e olho pro casal parado no parapeito, percebo que Onikaze estava... Estranho, vejo através da imagem dele que tremulava, percebo então um vulto dando voltas despreocupadas na necrópole lá em embaixo, sinto um choque de raiva subir pela coluna e digo meio revoltada digo:



-Ele esta la embaixo! O maldito saiu sem nos avisar (falo para o Capuz)! poupe suas palavras garota (Me dirigindo a tal Arlequina) seu "amado" nos abandonou aqui - Falo enquanto me coloco no lugar onde a imagem dele está.



Cruzo os braços, e digo:



-Ele erra em não levar isso a serio, erra em se jogar as feras sem avisar aqueles que estão ao seu lado, insistir no erro faz do erro uma escolha de responsabilidade dele. - Me viro pro Capuz e pergunto:



-Quer ir lá, ou quer usar ele como isca enquanto ele implora pela própria vida pro seja lá o que está la embaixo?



Aguardo o que Capuz dirá, Onikaze esta se arriscando indo lá sozinho sem nos avisar, nunca vi demônio algum ser salvo, mas iria ajuda-lo, porem como ele decidiu se arriscar e ir sem avisar a todos, coloco a decisão nas mãos de quem lidera a caçada.




Off:  Espero o que capuz decidirá, se ele dizer para irmos, sigo por cima dos telhados até uma parte do muro longe do povo e pulo ele.



Se ele decidir aguardar eu aguardo, ele é um guerreiro então deve ao menos fazer ideia do risco que se meteu.



Se Onikaze voltar eu digo para ele:



-Búfalos se jogam aos crocodilos para que o resto da manada passe, isso é o que você faz ao ignorar o risco real da situação, se você deseja fazer isso, não serei eu quem ira impedir, mas sair para uma caçada de risco desconhecido sem avisar a seus parceiros de caça é loucura, uma ofensa a confiança de seus parceiros e pode ser ato de traição sabia?
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por siouxsie. em Seg Fev 13, 2017 10:18 am

Aqui dentro, Theo estava nos ajudando bastante com sua mágica. Não sei dizer bem o que ele fez, mas acho que nos tornou invisíveis, o que era mtu bom para aquele tipo de missão.

- Pera, mas e se os inimigos virem a gente coloridos desse jeito? Não dá pra mudar pra uma cor mais escura?

Já estávamos dentro da catedral por causa do teleporte, até agora estava tdo perfeito. Lá fora o comissário falava, o que eu acho que iria atrair a atenção dos seqüestradores.

- Gente precisamos ir de vagar agora, pegando um por um deles na surdina. Seria bom poder localizar os reféns tbm. Algum de vcs tem algo que nos diga a posição exata de quem ta dentro da catedral?
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por Tony.Wiz em Ter Fev 14, 2017 5:33 pm

Sorrio ao ver a surpresa em seus olhos quando lanço as magias... Isso me lembra as primeiras vezes que consegui ver o mundo magico... Mas então... Me recordo, do motivo pelo qual tive que ve-lo...

Irmã...

Me perdia em pensamentos, e olho para a Batgirl diante da sua pergunta... Levo alguns segundos e falo...

Se o que tiver lá dentro, puder ver o mundo magico, mesmo assim, teria que sobrepujar a minha magia... Se não enxergar, apenas sons, movimentos bruscos e distorções da luz poderia denunciar a nossa localização...

Vejo que ela se mostra preocupada com a posição dos reféns...

Ora Doce Garota... O que vc não pede seria que eu não faça sorrindo ? Vou descobrir isso para nós...

Toco a mão no chão da Catedral e recito...

Que a sabedoria infinita se estenda para mim pelas paginas do livro de Boccob...

Iria identificar todos os seres, e tentar pelas suas posições e dimensões identificar as diferenças... Suspeitava de demônios invadindo o local... Após, identificar as posições... Iria criar janelas para visualizar os locais...

Os fios do horizonte de Fharlanghn me levam ao meu destino

A dimensão do espaço foi fraturada aqui... Não se passa de simples sequestradores...

Após, ver o lugar iria repassar para eles, e aguardar a criação de uma estrategia... Apenas da minha magia, eles tinham mais conhecimento da cidade, trabalho em equipe e agir nas sombras...

Mapa Espacial - Espaço
Janelas (esqueci o nome da magia) - Espaço
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por Admin em Ter Fev 14, 2017 11:17 pm

Onikaze e Sekhen:


A morte da Deusa representava uma perda significativa para Anouke. Seu semblante sério muda para algo bastante triste, mas imperceptível devido ao capuz. O que seria deste mundo sem a bondosa Ísis para vigiá-lo e com Sekhmet pronta para despertar com os poderes do amuleto nas mãos de outros?

- Não faço ideia de quem tenha sido, mas gostaria de colocar uma bala na cabeça do responsável. – Responde o Capuz Vermelho.

Mas a tristeza de Anouke se dissipa, e a raiva volta a dominá-la quando ela percebe o ardil de Onikaze. Ele havia enganado a todos para seguir sozinho até cemitério. Isso poderia colocar em risco todo o plano, um erro e o elemento surpresa estaria perdido, permitindo aos inimigos que fugissem com o amuleto.

- Mas o que?! Com que droga de amadores eu estou lidando aqui! – Capuz se mostra aborrecido, se aproximando do parapeito e observando o lugar.

- Vocês estão reclamando? Ele faz isso comigo o tempo todo. – Diz Arlequina, beijando a imagem residual de Onikaze por diversão.

- É melhor nós irmos até lá. Se a situação for propícia, colocaremos o nosso plano em prática. – O Capuz reitera.

- Ei, vocês dois não estão pensando em detonar o lugar com ele lá dentro, não é? – Arlequina indaga assustada.

Anouke e o Capuz Vermelho já estavam prestes a saltar na direção do cemitério, quando um veloz borrão negro passa por eles, colocando-se no telhado. Quando o borrão para, Anouke reconhece o casaco escuro, a máscara no rosto e a espada na cintura. Era o Onikaze!


Ao olhar de perto para aquelas criaturas, Ren sente que as conhece de alguma lenda, mas sua memória lhe falha no momento. Por sorte, ele tinha em sua cintura uma lâmina milenar, que além de possuir muitos conhecimentos, era capaz de dividi-los com seu mestre.

- Kuei Jin... – Kazeshini sussurra com um tom de ódio nunca visto por Ren.

Percebendo o perigo que corria sozinho naquele lugar, Ren toma uma atitude sábia. Ele enfia a mão no bolso e saca seu celular, tirando uma foto dos seres a sua frente. O flash da câmera os distrai por um instante, e é neste momento que Ren decide escapar.

Onikaze evade: Destreza 4 + Esquiva 3 (+5D por Aceleração) (Dif: 6) = 4 sucessos.

Ziguezagueando entre aquelas criaturas, Ren passa por todas antes mesmo de elas pensarem em atacá-lo. E assim, ele usa a sua velocidade para cruzar o cemitério mais uma vez, tomando em seguida o caminho de volta até a rua e depois em direção ao terraço em que estão seus aliados.

- Pudinzinho! – Arlequina o recebe com alegria, abraçando-o ao ponto de sufocá-lo e o beijando.

Apesar de receber calorosas boas vindas de sua namorada, Ren logo percebe que o sentimento de Sekhen e do Capuz Vermelho não era o mesmo. Ambos o olhavam com raiva, descontentes de sua atitude impulsiva. E pensando bem, talvez essa atitude tenha dado ao inimigo um trunfo que colocaria todos em risco agora.

- Escuta aqui, cara. Se você ainda não entendeu o que está acontecendo, a Corte das Corujas está tentando tomar Gotham, e isso significa que algo grande vem por aí, e parece que eu sou o único aqui que se importa com o futuro da cidade. – Reclama o Capuz. - Eu não sou o Batman, mas nasci nessas ruas e vou fazer de tudo para protegê-las desses lunáticos. Se eu sentir que estou sendo atrapalhado por algum de vocês, garanto que a coisa vai ficar feia. – Ele termina, estreitando seus olhos por trás da máscara vermelha.



Batgirl e Guardião:

Siouxsie não conhecia nada sobre feitiços, e por isso se mostra preocupada com os efeitos dos truques de Guardião, mas o mago logo a acalma, e pela sua explicação, parece que todos estavam realmente invisíveis aos olhos humanos.

Tendo uma resposta satisfatória as sua preocupação, Siouxsie se reúne a seus dois companheiros, sugerindo um padrão de ação que aprendeu tanto com a liga dos assassinos quanto com o Batman. Dick balança sua cabeça de forma positiva.

- Por que não vai na frente. Você parece ser a mais perita em agir nas sombras, já que aprendeu tanto com o Batman quanto com Ras Sl Ghul. – Asa Noturna zomba.


Theo finalmente se sente parte daquele grupo quando vê o quão magias tão simples são capazes de impressionar olhos humanos. A magia era o seu maior atrativo, seu meio de vida, e o mago se sente muito orgulhoso disso. Porém, o sorriso que ameaçava surgir em seu rosto logo se desfaz quando ele se lembra do preço que pagou para aprendê-la: Sua irmã...

Guardião usa Mapa Espacial: Energia 7 + Espaço 5 (Dif: 6) = 3 sucessos.

Para atender ao pedido da Batgirl, Theo se agacha e toca o chão frio e áspero daquele lugar, usando seu feitiço de espaço para tentar detectar as presenças naquela catedral. Porém, seu feitiço não foi tão bem executado, permitindo a Theo notar apenas que o corredor depois da porta se estendia até um enorme salão, e que um indivíduo esta a sete metros, parado bem no início desta passagem.

Guardião usa Clarividência: Energia 7 + Espaço 5 (Dif: 6) = 5 sucessos.

Fechando seus olhos, Theo tem uma visão perfeita do exato ponto onde ele detectou este indivíduo, notando que ele um Garra Assassino que guardava uma passagem por trás do altar daquela catedral. De relance em sua visão, ele também nota parte de um grupo de crianças tristes cantando como se fossem obrigadas. Talvez fosse este o coro distante que todos ouviam.

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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por Onikaze em Qui Fev 16, 2017 11:56 am

Consigo sair daquele meio, as palavras de Kazeshini me preocupam Kuei Jin é algo que não poderíamos lidar sem um plano.

Retorno e o clima não está bom, mas minha preocupação é outra, ouço as palavras do Capuz e de Sekhen e não me importo.

_Sim fui imprudente mesmo, mas sabia que conseguiria entrar e sair rapidamente. Depois se quiserem podem reclamar e brigar comigo, porém quero uma informação sua Capuz, o que sabe sobre os invasores?

Mostro as fotos para todos do grupo:

_Esses são os inimigos, Kuei Jin... acho que agora poderemos lidar melhor com a situação, um ataque as cegas contra eles seria perigoso já que possuem poderes acima de adversários humanos como os de ontem, não que isso fizesse diferença, mas conhecendo o adversário é melhor.

Penso um pouco:

_Acho que vocês aqui conhecem os Kuei Jin com o nome de vampiros, isso, então sendo bem especifico eles normalmente exigem o sustento de sangue humano, são incapazes de se movimentar durante o dia, e tem aversão a alho e símbolos religiosos.

Aproximo-me de Arlequina:

_Tenha cuidado.

Volto para o grupo:

_ Eles são vulneráveis a fogo, agua benta, símbolos religiosos, espinhos , estacas de madeira. Sei que fui louco em ir à frente, mas não deixaria ninguem entrar em um local sem saber o que vamos enfrentar, afinal conheces teu inimigo e conhece-te a ti mesmo; se tiveres cem combates a travar, cem vezes serás vitorioso. Se ignoras teu inimigo e conheces a ti mesmo, tuas chances de perder e de ganhar serão idênticas. Se ignoras ao mesmo tempo teu inimigo e a ti mesmo, só contarás teus combates por tuas derrotas. Sabemos quem somos e quem eles são, e eles não sabem quem somos.

Desenho no chão o mapa do cemitério e marco onde estavam os quatro que achei:

_Capuz disse que tem uns doze oponentes, se forem todos assim podemos ter que bolar uma estratégia melhor e temos que tomar cuidado pois eles regeneram ferimentos e podem usar hipnose. E Eu me importo com essa cidade sim, e essa Corte sei que foi uma dor de cabeça pro Morcego, porém atacar sem saber quem é suicidio. Agora podemos ir ou querem que eu busque algo para nos proteger e evitar um pouco esses oponentes?

Entendia o que se passava na cabeça do Capuz e Sekhen, mas um ataque suicida não era meu feitio.
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por Art012 em Qui Fev 16, 2017 7:28 pm

Por que me importo com essas coisas? Despertar antes da hora não me deixou apenas fraca mais tola ao ponto de me importar com o que vai acontecer com esse lugar, Wepwawet, precisamos conversar depois disso, meus caminhos podem estar turvos, mas minha razão se esvai nas sombras que se tornam  minha sanidade, tenho três humanos ao meu lado, eras atrás seriam miríades e miríades de mortos ao meu redor, o que estou fazendo, tudo que eu conhecia, se foi, agora o pouco que tenho se vai a cada onda de raiva que me toma... Penso enquanto Capuz e eu nos preparamos para ir atrás do garoto.



Então ele retorna, a "amada" dele parece contente com o "pudinzinho", mas Capuz e eu não demonstramos o mesmo afeto, cruzo os braços e apenas observo o desenrolar da situação, Capuz não estava contente com deserção do garoto, quanto a min, apenas observo, tenho raiva, ódio, frustração, mas se ainda existem humanos vivos, significa que só ter raiva não levará a nada, Capuz coloca uma ameaça clara sobre o garoto, não culpo pela raiva que sente contra aqueles que lhe estendem a mão, confiança é algo que se constrói a passos letárgicos, e se destrói com menos de uma palavra perdida, ele queria eficiência e não é isso que está sendo apresentado, confiança ele não cobrou, mas é isso que está sendo posto a prova.



O garoto então diz o que foi fazer, diz o que viu, coletou informação sobre o inimigo, de fato se ganha uma guerra antes de ir a luta, mas tudo tem seus limites, observo com os olhos fixos, vejo ele explicando sobre os inimigos e justificando seus atos, iriamos enfrentar um grupo de vampiros ou algo assim, já li sobre eles, podem ser fortes mas assim como arvores, caem depois algumas machadadas, sem muito segredo.



Ele desenha um mapa no chão e se oferece para ir pegar os item ritualísticos que fazem efeito contra eles, eu observo o mapa, respiro fundo olhando aquilo e remoendo sobre o que vi e ouvi, o tempo corre contra nós, mas se temos uma vantagem, então podemos usar ao nosso favor, são muitas coisas então, assim como devorar uma presa grande, vamos por partes.



Primeiro, me dirijo com "calma" pro garoto;



-Bom trabalho em coletar as informações, "pudinzinho", serão de grande importância.



Respiro fundo e continuo:



-Agora pare de ser displicente e pare de citar Sun Tzu e os conceitos que ele levou uma vida de guerras para agregar, que foi transmitido pelas eras, sem aplicar a sabedoria dele e o menor dos conceitos em sua vida, uma frase de um outro comandante vitorioso? "Nunca interrompa seu inimigo enquanto ele comete um erro", seu retorno não foi apenas habilidade sua, se esse seres são assim tão perigosos, você não estaria aqui, não foi você que foi rápido, foi ele que não te interrompeu.



Me aproximo dele e olho nos olhos e digo:



-Tu es um garoto, uma criança que engatinha despreocupada no campo de batalha, se desejas correr, primeiro aprenda a andar, não me obrigue a quebrar suas pernas para que nunca esqueça essa lição.



Ainda com os braços cruzados, olho pra necrópole, e digo:



-Mas se achas que tais items ritualísticos podem dar alguma vantagem, então vá e volte antes que eles fujam ou se preparem, se bem que imagino que você não saiba onde arruma-los a essa hora e não sabe as intenções deles lá agora que denunciaste tua presença não é?



Olho pro Capuz e digo:



-Ele foi displicente, inconsequente e como "demônio" que se diz esqueceu que boas intenções pavimentam a estrada para inferno, mas ele nos trouxe informação sobre o oponente e sabemos quem devemos enfrentar, logo não percamos tempo discutindo isso, onde há caos, também há oportunidade, se gerarmos o caos entre nós, estaremos dando oportunidade a eles, Onikaze não se arriscou atoa, mas o que fez não foi inteligente, porem nunca vi humano algum já nascer com uma faca entre os dentes, pronto para guerra.



Olho para a tal Arlequina e "pudinzinho" e pergunto:



-Falta vocês, algum plano?



Em seguida pergunto pro Capuz se faríamos o combinado ainda, mas antes dele explicar eu digo que preciso falar algo de suma importância em particular com ele.



Off: Se Capuz aceitar falar em particular, eu levo ele até o outro canto do terraço e digo:



-Esses corujas, não conheço eles, mas ou eles estão se segurando ou não sabem o que estão fazendo, se eles conhecessem o poder daquele amuleto sagrado, haveria pilhas e mais pilhas de corpos por ai, o problema não é só que eles sabem ou querem e sim o que não fazem ideia do que estão fazendo, aquilo não existe para a vontade dos homens e sim para o serviço dos deuses, conheço o poder dele, eras atras minha Senhora nos concedeu para ajudar na tarefa de levar ao fim a raça humana, ela sozinha poderia fazer isso sem problemas num piscar de olhos, mas ela tinha sede, sede de sangue, por isso nós, servas dela, eras atras usávamos armas e amuletos como aquele levando um grande sofrimento a toda humanidade e saciando a sede dela, mas isso foi eras atras, hoje tudo que faço é impedir que eles sejam descobertos pelo seu povo, Shayera me ajudava nessa tarefa, o poder desse amuleto é maior do que suas armas e suas habilidades sozinhas podem enfrentar, e por mais habilidosos que sejam eles não podem ficar utilizando esse amuleto assim sem causar grande consequências, só a presença dele nas mãos erradas coloca muito mais em risco que você imagina ou pode imaginar, para todos os lados, posso soar exagerada mas se não acharmos ele lá na necrópole ou qualquer sinal dele, de um jeito de evacuar essa cidade o quanto antes, aquilo existe para extermínio em massa de humanos, então não se preocupe com a cidade e sim com os que vivem nela.



depois sigo com o plano que eles escolherem.
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por siouxsie. em Sab Fev 18, 2017 11:07 pm

- Vc e seus truques...

Bom, tenho que admitir que o garoto estava se saindo bem. Ao contrário do Dick que estava agindo de forma cada vez mais infantil.

- Agora entendo pq vc ficou com medinho de ser o Batman. Não daria conta do recado...

Vou até a porta como ele pede, só pra mostrar que não tenho medo do desafio. Iria abrir a porta de vagar se tivesse uma e dar uma olhada em frente. Caso a barra estivesse limpa, iria caminhar na frente, estudando o caminho pra poder passar td pros outros. Só iria parar se encontrasse alguém.

- Fiquem aqui. Eu já volto.

Off: 1 pt de fv pra qualquer teste de furtividade. E se encontrar alguém, mais 1 pontinho pro que for necessário.
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por Tony.Wiz em Seg Fev 20, 2017 6:13 pm

Sorrio para a Batgirl... Vejo que só tem um oponente, as crianças cantam ao fundo...

Apenas um oponente, um daqueles guerreiros que lutamos... Tome cuidado, estou te vigiando... Mas antes...

Seus pés voam pelo vento, ao ter as asas de Hermes...

Iria acompanha-la com a visão e iria aproveitar e garantir que nenhum som saísse daquele corredor... Assim as pessoas fora não seria alertadas da nossa presença...

Assim como os primeiros raios do sol... Honramos o silencio de Harpócrates...

Olho para o Asa Noturna, agora que Batman estava fora, será que ele vestiria a capa ? Iria continuar acompanhando a Batgirl, caso visse que o inimigo a detectou, iria imobiliza-lo com as faixas escarlates de de cyttorak...

Explosão de Velocidade (Forças) - Batgirl

Dominio do Som (Forças) - Silenciar todo som saído do corredor para a outra sala.

Caso o Garra veja Batgirl ou ameaçe sair do corredor: Suspensão (Espaço)
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

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