Sombras da Justiça - A Era Degenerada

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Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por Admin em Qua Ago 24, 2016 2:31 pm

Sombras da Justiça – Capítulo 1 – A Era Degenerada


Redentor:


Gotham, 1:42 da manhã. O restaurante japonês em que Onikaze trabalhava via seus últimos freguezes irem embora. Seus companheiros de trabalho conversavam em japonês um com o outro, que já era hora de fechar, até que o antigo assassino e agora cozinheiro, escuta alguém dizer que uma nova cliente havia chegado, e que ela mencionara seu nome.

Onikaze larga seu avental e suas espátulas ao lado da chapa, e se dirige até o salão para verificar quem era. Então, em meio a um mar de mesas vazias, ele vê a loira deslumbrante que havia mudado toda a sua vida. Arlequina, ou melhor, Haley estava sentada um tanto abatida, aguardando pela companhia do oriental.

Era estranho pensar que aquela mulher usando jeans, uma camisa e tendo o cabelo preso num rabo de cavalo tenha sido uma das mais terríveis vilãs de Gotham um dia. Mas assim como Onikaze mudou por Haley, Haley mudava por Onikaze. Pelo o que o guerreiro sabe, a última vez em que ela foi a Arlequina foi há três meses atrás, quando ela e o Coringa sequestraram todo um parque de diversões e ameaçavam amarrar crianças em uma montanha russa só para agitar as coisas na cidade. Mas como sempre, o Morcego chegou e assumiu o controle da situação.

O Coringa havia atirado na perna de Haley enquanto os dois fugiam. Atrasando ela, Batman poderia pegá-la e isso daria uma chance a mais para o palhaço escapar. Mas o plano não deu certo. O Cavaleiro das Trevas sabia que ela era peixe pequeno e a ignorou. Resultado: O Coringa foi pego e atirado em Arkham, enquanto Arlequina ficou jogada em um beco, sangrando. Sorte a dela esse beco ter sido os fundos do restaurante de Onikaze...

- Desculpa aparecer assim, mas é que eu já tava de saco cheio de ficar no seu apartamento, e eu estou com fome. – Ela reclama de um jeito doce.



Guardião:


Gotham, 1:42 da manhã. Ser aprendiz do poderoso mago Stephen Strange não era fácil. Ele havia avisado Theo de que teria de estar disponível as suas ordens 24hrs por dia em troca de seus ensinamentos, mas o jovem jamais imaginava que ele falava literalmente sério.

O cúmulo de tudo isso foi enviá-lo às pressas para uma cidade escura e perigosa chamada Gotham City. Sua missão naquele lugar cheio de espíritos ruins era investigar a presença de um artefato mágico que estava prestes a ser comercializado pelo mercado negro em algum lugar daquelas ruas ameaçadoras. Este artefato era o Colar de Sekhmet, uma jóia mística capaz impor as piores pragas e doenças em toda área em que for ativada. Mestre Strange acredita que o comprador desse objeto é um servo do terrível Dormammu.

Theo caminhava pelos corredores vermelhos do suntuoso Hotel Gotham, ao lado de uma recepcionista negra que não parava de tagarelar sobre a história daquele edifício. Ela finalmente o apresenta ao seu quart, o 322, e retira uma chave do bolso. E quando ela se curva para abrir a fechadura, Theo vê no final daquele corredor a imagem fantasmagórica de sua irmã. Ela usava um vestido branco e surrado, parecia muito fraca e olhava para o mago em tom de súplica. Mas quando Theo pensava em fazer alguma coisa, a recepcionista rouba sua atenção para o quarto, mostrando-lhe uma suíte digna de reis.

- Aqui está, Sr. Medivh. Vista para o mar, como seu tutor recomendou. – Diz a recepcionista, ao mesmo tempo em que Theo nota que a imagem de Erika havia desaparecido por completo.



Anouke:


Saara, 17:37 (8 dia antes). Na solidão quente do Deserto do Saara, a guardiã da antiga Deusa da Vingança repousava ao lado da tumba de Sekhmet e de seus antigos companheiros. Cabia a ela vigiar e aguardar o momento de glória em que eles despertariam mais uma vez.

Mas ela deveria estar dormindo também. Esse deveria ser o seu destino, assim como o dos outros. No entanto, os Deuses queriam que ela estivesse de pé e alerta. Haveria algum propósito nisso? Em interromper seu descanso?

Sua vigília parecia inútil. Meses se passaram, e até hoje nada ameaçou profanar a tumba de sua senhora. O lugar era remoto demais. Anouke quase não se lembra da última vez em que viu algum humano. Então os Deuses estavam errados. Ela deveria voltar a dormir, aguardando pelo retorno de Sekhmet.

Mais uma noite cai, e o intenso calor dá lugar a um frio congelante num espaço de segundos. Então Anouke recorre a um fino cobertor e tenta acender uma fogueira para suportar mais aquela noite. A luz e o calor do fogo são bem-vindas, contudo, dessa vez ela revela algo que faz o coração da guerreira acelerar como a muito tempo não fazia. Seres semelhantes a corujas sobrevoavam o céu escuro sobre sua cabeça, em círculos.



Batgirl:


Gotham, 1:43 da manhã. Quando o Batman se afastava de Gotham para resolver assuntos da Liga da Justiça, cabia a Siouxsie ser a sentinela daquela cidade. Normalmente, isso seria uma honra, uma demonstração de confiança que Bruce jamais deu a seus ajudantes. Mas Siouxsie não era idiota, ela sabia muito bem que tudo aquilo não passava de um teste, justamente porque Bruce não confiava nela. Um mínimo deslize, e isso seria motivo para um mês de sermões.

A garota estava deitada em um sofá na Batcaverna, sempre de olho nas câmeras à espera de que o Comissário Gordon ligasse o sinal nos céus. Mas nada até agora. Gotham estava quieta até demais. Como nunca esteve antes em sua história.

Uma porta se abre no acesso até a mansão. Era Alfred Pennyworth, o mordomo, que trazia numa bandeja café fumegante para a garota. Quieto e educado como todo cavalheiro inglês, ele se aproxima e coloca a xícara na mesa. Já era tarde. Seu horário de serviço acabara, mas ele ainda vestia o uniforme, disposto a se manter acordado até seu patrão chegar, como um cão fiel ao seu dono.

- Gotham parece ter ido dormir mais cedo esta noite. Devia fazer o mesmo, senhorita. – Ele aconselha sem ser intrusivo.


Última edição por Admin em Qui Jun 22, 2017 2:37 pm, editado 2 vez(es)
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por Onikaze em Qua Ago 24, 2016 2:59 pm

Era tarde, tinha que ir para casa hora de enfrentar meus demônios e abraçar meu anjo. Ao lado dela tinha repouso e durante esses meses que a conheci não havia tido os pesadelos, era algo que acalmara meu coração e aquietara minha alma.
Ouço um dos meus colegas de trabalho falar sobre horário de fechar, mas uma nova cliente solicita por ele, ao ver quem era sinto o tempo passar devagar, o que era estranho e engraçado para mim. Converso com meu patrão e digo que fecharia o restaurante assim que acabasse.

_Não precisa se desculpar, é sempre um prazer vê-la, sabe que pode me procurar sempre. Fome? Bom, só um momento que vou fazer algo para nós.

Verificaria se estava sozinho, caso positivo, fecharia o restaurante, aquele lugar seria apenas nosso, usando minha velocidade preparo um jantar para dois e a sirvo, não iria ao máximo para me entregar, mas mais rápido que o normal;

_Sei que é ruim ficar em meu apartamento sozinha, mas tenho uma ideia, amanhã é minha folga e vai ter um festival oriental na cidade, algo como o festival da cerejeira no Japão e gostaria que fosse comigo. - dizia olhando nos olhos dela demonstrando carinho pela pessoa que ela era sem me importar com o passado dela, assim como ela não se importava com o meu.

_Então aceita? - digo segurando em sua mão.


Última edição por Onikaze em Qui Ago 25, 2016 8:39 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por Tony.Wiz em Qua Ago 24, 2016 6:32 pm

Olho para o céu escuro pelas janelas... Era muito tarde... Principalmente nessa cidade... Passo a mão pelos cabelos, sabia que o meu Mestre havia pedido dedicação 100%, mas não imaginava que ele pediria algo a essa hora e nessa cidade... Acompanho a recepcionista... Ela falava algo do Hotel e eu estava perdido em pensamentos e me limitava a murmúrios de concordância...

Essa joia... O Mestre deve realmente estar preocupado com os efeitos dela... A sua urgência em eu impedir essa compra pelo servo do Demônio... Eu tinha que me esforçar... Tinha que provar ao Mago Supremo que valia todo o tempo e dedicação dele por mim... Por ela...

Assim que paramos a uma porta, olho à volta e então a minha alma gela... A minha irmã me olhava do outro lado do corredor... Em seus olhos não via a raiva ou maldade... Mas apenas a tristeza, o sofrimento... Estendo a minha mão, mas logo a recepcionista toca em mim e por uma fração de segundo eu desvio o meu olhar... Ao voltar os meus olhos, minha irmã não está mais lá...

Irma... Eu vou te salvar...

Respiro fundo e olho o quarto... Realmente era algo luxuoso... Mas não havia vindo a essa cidade para aproveitar das suas maravilhas... Mas... Aproveitar também era uma forma de investigar...

sorrio para a recepcionista quando ela me entrega o cartão e falo...

Obrigado... Esta tarde já... Seu turno não está para terminar ? Alguém precisa me apresentar a cidade...

Me manteria olhando fixamente para a recepcionista... Ela lidava diariamente com muitas pessoas e devia ouvir as mais estranhas conversas pelo hotel... Me mantinha sorrindo... Mas meu coração ainda batia acelerado pela visão de minha irmã... Temia por ela todo dia... Eu iria me vingar daquela mulher... Iria fazê-la pagar por tirar a minha irmã de mim...


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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por Art012 em Qui Ago 25, 2016 1:56 pm

De dia Rá castigava essa terra de maneira impiedosa, seus raios não deixavam nem os grãos de areia respirar, a noite Nut abraçava Geb cobrindo o céu de estrelas, e um frio congelante tomava posse, não havia uma alma viva em quilômetros e apesar do começo conturbado que tive, agora era mais fácil ver a que ponto os humanos vem para se esconder, felizmente esse local assim como os outros era extremamente isolado assim essas criaturas de pele delicada se quer tomaram conhecimento não só por isso mas também pelo fato de que eras atras, poucos tomaram conhecimento de nossa existência, lutamos ao lado de nossa deusa tão unidas que para muitos era apenas a fúria e a cede de sangue insaciável dela que ceifava qualquer forma viva que encontra-se, eramos imbatíveis e sua força era incomparável nem Rá ousou enfrenta-la de frente porem tanta força tinha que ter uma desvantagem, em busca de saciar sua cede ela bebia o sangue de suas vitimas e justamente ai que ela foi pega e controlada, algumas de nós foram com ela, outras tiveram que ficar, no aguardo de um dia ela retornar e terminar o que começou sem saber quando, esperamos por eras em sono profundo, porem alguém achou que era hora de despertar uma de nós e agora estou aqui...dias e noites, semanas e meses, quase que consigo ver o deslocar das dunas com o vento de dia, a noite já memorizei a posição das estrelas, não há muito o que ver, para alguns dessa era, isso é uma espera sem fim ou razão, ela pode voltar agora ou daqui a dez mil anos ou talvez nunca, mas ao contrario deles que só por que acreditam no que alguém disse num livro escrito por varias mãos acham que compreendem algo divino, eu vivi esse tempo, eu estive ao lado dela, sei o que uma divindade é capaz  e aqui estou no aguardo e enquanto protejo o local, só eu não posso carregar a vontade dela, então atélá tenho que esperar e limpar essa terra dos que a afligem.

Estou sentada com um manto nas costas, o som do crepitar da fogueira era algo ensurdecedor perante o silencio da noite o frio, e as vozes em minha mente me faziam companhia, nada compreensível mas constante as vezes, então escuto um bater de asas cada vez mais forte, são varias, quanto barulho penso eu depois de meses sem ouvir nada alem de o cantar das areias em meus passos, quando olho para cima  reparo que são seres alados, similares aquelas aves noturnas das áreas com mais arvores, qual é o nome delas mesmo nessa época?....co...coruja, isso corujas, mas eram grandes demais ou eu havia me esquecido do tamanho delas, ignoro a principio mas sem deixar de ficar de olho, levanto me estico como se não tive-se reparado nelas,  e apanho um pouco de madeira (demorou para achar isso) e alimento um pouco o fogo e fico com um joelho apoiado no chão me aquecendo, a intenção podia ser me atacar ou provocar um ataque, ser tão respeitosa com o mundo era como não devorar um leão acreditando que assim ele não iria te devorar (no meu caso seria canibalismo mas se necessário eu não teria problema em jantar um parente), vamos ver quem faz o primeiro movimento.

Off: Possível ação, ataque múltiplo 3 ataques e um agarrar.

se algum deles se aproximar de mais de min ou fazer algum gesto agressivo, eu salto em direção ao mais próximo e acerto uma joelhada, depois acerto um segundo com uma pancada de punho na cabeça de cima para baixo, depois acerto um terceiro com uma pancada com ante braço e por fim tento agarra o que me sobrar colocar como escudo contra os outros.
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por siouxsie. em Sex Ago 26, 2016 10:28 am

Pelo visto, eu teria que ser babá de Gotham até o Bruce voltar. Ele pensa que me engana, mas sabia que estava só me testando. Tudo bem. Vou fazer o trabalho, e muito melhor do que ele só pra calar a boca daquele chato.

Fico observando as câmeras da cidade, esperando que aquele comissáriozinho ativasse logo a porcaria do Batsinal. Mas já são uma da manhã e nada acontece.

- Acho que vou sair e olhar por mim mesma.

Alfred aparece, sendo muito amável em me trazer café.

- Obrigado, Alfred. Mas não, vou maadrugar hoje. Vc é quem deveria estar dormindo. Vá descansar, é uma ordem.
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por Admin em Sab Ago 27, 2016 1:29 am

Onikaze:


Ren já pensava em ir para casa, quando tem a grata surpresa de receber Haley em seu ambiente de trabalho. Não havia nada que a loira pedisse a ele que precisasse pedir duas vezes. Bastou ela dizer que estava faminta para que Ren fosse até a cozinha preparar algo.

Quando o prato que ele havia caprichado estava pronto, Ren olha a sua volta, vendo o último de seus colegas acenando para se despedir. Com aquela velocidade que chegava a deixar espectros de sua imagem para trás, ele se aproxima de Haley, lhe dando um leve susto.

- Nossa, que rápido, Ren! Mas dizer seu nome e a palavra rápido na mesma frase é tão redundante, não é? – Diz ela satisfeita, tentando evitar, mas incapaz de conter aquela louca risada de seus tempos como Arlequina.

Mas Ren rapidamente melhora o clima ao propor um passeio agradável no feriado do dia seguinte. Arlequina sorri, dessa vez de um jeito agradável, doce. No entanto, o clima tão bom é novamente quebrado quando um forte estrondo ocorre repentinamente. Essa explosão pode ser ouvida num rugir distante e sentida no tremor de todas as mesas, cadeiras e paredes daquele recinto. Arlequina olha para Ren assustada.


Status:
Onikaze:

FA (Força): 8 + 4D (Katana – Arma Especial)
FA (PDF) 4 + 1D
FD: 6 + 1D

PVs: 20
Stamina: 20


Guardião:


Theo estava tão aéreo que era como se a jovem recepcionista conversasse com as paredes. Ele sabia que Strange era um homem enigmático, que não lhe revelaria muito além do que Theo deveria fazer, mas de qualquer forma o aprendiz queria fazer tudo da melhor maneira possível.

No fim do corredor de seu andar, Theo havia visto o assustador fantasma de sua irmã Erika. Theo estende sua mão, mas entende perfeitamente que aquilo não passava de uma aparição. Ele não se deixa abalar como pessoas mais sentimentais normalmente fariam, tanto que quando a recepcionista o aborda de novo, ele age da maneira mais normal possível, convidando-a para sair.

- Mas Sr. Medivh, assim eu fico sem jeito. – Diz a mulher com um sorriso tolo. – Claro, meu turno está acabando. Se quiser mesmo conhecer Gotham, eu lhe mostro. Me encontra lá embaixo daqui a meia-hora?

Após a proposta, algo estranho acontece. Era uma forte e distante explosão, que faz toda a estrutura do hotel tremer, derrubando quadros e bustos pelos corredores. A recepcionista se desequilibra em seu salto, indo ao chão bastante assustada.


Status:
Guardião:

FA (Força): 3 + 1D
FA (Pdf): 5 + 1D
FD: 3 + 1D

Pvs: 15
Stamina: 15


Anouke:

Vivendo em sua rotina de zelar e proteger o sarcófago daqueles que lhe eram próximos, a guerreira percebe que a tumba recebia visitadas depois de muito tempo. Era uma presença muito estranha. O que corujas faziam no deserto? Elas não deveriam ser menores.

De repente, aqueles seres que voavam em círculo, descem num voo razante sobre a areia, cercando Anouke. De perto, era mais fácil vê-los. Não eram corujas, eram humanos vestindo trajes de cor cinza, máscara e asas semelhantes ao animal.

Eram doze deles, observando-a de uma forma fria por trás dos olhos negros nas máscaras. Essa era uma visão estranha para uma guerreira milenar, Anouke não sabia o que esperar daqueles seres. Mas seus instintos lhe avisam, eles não vieram para reverenciar.


Iniciativa:

1° Anouke: Habilidade 4 + 1D (2) = 6
2° Inimigos: Habilidade + 1D = 5


Anouke percebe quando aqueles inimigos sacam zarabatanas de suas vestes, e então avança, fazendo incrível esforço para atacar vários deles de uma só vez.

Anouke ataca: Força 16 + Habilidade 4 + 1D (2) = FA 22
Inimigo 1 se defende: Armadura + Habilidade + 1D = FD 7

Anouke ataca: Força 16 + Habilidade 4 + 1D (4) = FA 24
Inimigo 2 se defende: Armadura + Habilidade + 1D = FD 9

Anouke ataca: Força 16 + Habilidade 4 + 1D (1) = FA 21
Inimigo 3 se defende: Armadura + Habilidade + 1D = FD 7

Anouke ataca: Força 16 + Habilidade 4 + 1D (4) = FA 24
Inimigo 4 se defende: Armadura + Habilidade + 1D = FD 11

Com uma joelhada, Anouke joga o inimigo para trás, fazendo-o rolar de costas pela areia. Em seguida, ela acerta a cabeça de outro com o punho como se fosse uma marreta, lançando-o de cara sobre aquela duna. Num terceiro, Anouke atinge com o antebraço no peito, jogando-o para longe com sua força. Por último, ela agarra um daqueles homens colocando seu corpo como um escudo para possíveis ataques.

Inimigo 5 ataca: Pdf + Habilidade + 1D = FA 8
Inimigo 4: Armadura + 1D = FD 4
Inimigo 4: Teste de Resistência -1 = 2 (Sucesso)

Inimigo 6 ataca: Pdf + Habilidade + 1D = FA 7
Inimigo 4: Armadura + 1D = FD 3
Inimigo 4: Teste de Resistência -1 = 6 (Falha)

Inimigo 7 ataca: Pdf + Habilidade + 1D = FA 11
Inimigo 4: Armadura + 1D = FD 6

Inimigo 8 ataca: Pdf + Habilidade + 1D = FA 11
Inimigo 4: Armadura + 1D = FD 5

O inimigo que Anouke segurava é alvo de quatro dardos extremamente velozes, que o perfuram. Aparentemente, aqueles dardo possuiam algum tipo de substância, pois inimigo que a guerreira usava como escudo simplesmente apaga em seus braços.

Inimigo 9 ataca: Pdf + Habilidade + 1D = FA 7
Anouke: Armadura 2 + 1D = FD 5
Anouke: Teste de Resistência -1 = 6 (Falha)

Um dardo além da percepção da guerreira perfura o seu pescoço, injetando nela a mesma substância que fez o soldado apagar. A visão de Anouke duplica de repente, perdendo o foco aos poucos. A guerreira se sente tonta, vai perdendo as forças lentamente até cair sobre a aria fria em um sono profundo.


Status:
Anouke: (Desacordada)

FA (Força): 20 + 1D
FA (Pdf): 4 + 1D
FD: 6 + 1D

Pvs: 18
Stamina: 14


Batgirl:


Siouxsie estava entediada por ter que ficar vigiando a cidade sem que nada acontecesse, mas de repente, ela recebe a companhia agradável de Alfred, que a aconselha a aproveitar a calmaria da cidade para ir descansar. Siouxsie refuta a ideia, sugerindo o mesmo ao criado.

- Embora seja inteligente, senhorita, creio que não esteja familiarizada com certos códigos de minha classe. Um mordomo só deve se recolher depois de seus patrões. – Diz ele muito educadamente.

De repente, o estrondo de um explosão distante é ouvida, e toda a Batcaverna treme com um forte abalo. Estalactites caem sobre a água, alguns morcegos fogem para buracos mais escuros e distantes. Todas as câmeras que Siouxsie usava para vigiar a cidade perdem o sinal.

Siouxsie ouve um segundo estronde, mas esse foi bem ao seu lado, mais leve. Alfred deixara cair a bandeija que trouxera, e não foi por conta do tremor. Isso era estranho. Alfred nunca deixava nada cair e nem se descuidava, era mais equilibrado até do que Bruce.

- Eu não entendo. Há algo de errado no ar. Estou com uma impressão ruim, sinto um vazio. – Diz ele, levando a mão a testa como se estivesse se sentindo mal.



Status:
Batgil:

FA (Força): 6 + 1D
FA (Pdf): 5 + 1D
FD: 6 + 1D

PVs: 15
Stamina: 15
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por Art012 em Sab Ago 27, 2016 6:15 pm

Ao ver eles pousarem, era mais do que obvio ao que vieram, mas seria melhor ataca-los em terra do que em pleno ar, assim eles pousam me cercando, olho para eles, mostro os dentes e não demoro a ataca-los, num rosnado salto para cima, 12 contra um não era muito justo para um ser frágil como eles, mas para min? HA! era só uma uma noite mais agitada, se quisessem entrar lá, teriam que passar por min, acertei alguns e agarrei um deles para usar como escudo, porem ao invés de golpes, eles usam zarabatanas, admito que ao ver um bando de gente usando roupa de coruja e voando no meio do nada em plena noite, essa das surpresas era das menores.

Eles não demoram a disparar, os dardos atingem o que estava em meus braços, e ele logo apaga, não sei se era veneno ou o que, mas agora eu.... nessa hora me sinto zonza, como assim o que....

Caio me apoiando no chão, não enxergo nada com nada, malditos, logo o mundo fica turvo e se apaga, meus membros falham, e quase mal sinto que cai de vez, como....


ousam...

mald..
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por Onikaze em Dom Ago 28, 2016 12:08 am

Se ela soubesse que gosto da risada dela, talvez tivesse menos medo de descobrir que era, mas quem sou eu para julgar essa dupla identidade dela, as vezes ficava mal com isso ela me contar boa parte de seu passado, o que aconteceu em Arkhan, mas sempre que falávamos nisso ela mudava um pouco como se a sua mente lutasse para se encontrar.

Quando obteria uma resposta a meu pedido ouço uma explosão, longe, mas forte o suficiente para tremer com os objetos do restaurante. Harley olha para mim assustava e eu segurando em sua mão me aproximo da porta, queria ver o que estava acontecendo, não podia deixa-la sozinha. Se possível tentaria identificar a explosão se fora no bairro ou não.

_Acho melhor irmos embora - digo sereno tentando transmitir segurança - vamos para casa não quero que você se machuque e isso não parece ser normal mesmo para Gothan.

Enquanto ela se distrai com a explosão uso minha velocidade para ligar o gps do celular dela, assim poderia acha-la caso acontecesse.

Caminho até um rádio e o ligo, queria saber se o que temia tinha acontecido.
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por Tony.Wiz em Seg Ago 29, 2016 10:40 am

​O fantasma de minha irma não saia da minha cabeça... Por isso buscava distrair a minha mente...

Sorrio quando a recepcionista aceita o convite de me apresentar Gotham... Mas então uma forte explosão abala o hotel... Fazendo a recepcionista ir ao chao... Me agacho a oferendo a mão para que ela possa se colocar de pé...

Espero que não tenha se machucado... Pelo visto, Gotham está bastante desperta essa noite... O que me diz de me encontrar aqui em cima ao final do seu turno ? Pode me apresentar Gotham quando a mesma dormir... Ou podemos enfrenta-la juntos pela noite...

A colocaria de pé e a ajudaria a erguer as coisas pelo corredor... Ao olhar pelo corredor, o local onde minha irmã havia aparecido... E fixo o olhar.... Respiro fundo e volto a recepcionista...

Aguardando a sua resposta, independente qual fosse tomaria um banho e ligaria a TV, logo surgiriam notícias sobre a explosão.

[color-=orange]Espero não estar atrasado... Se as pessoas erradas colocarem as mãos nesse artefato... [/color]

Após o tempo, caso a recepcionista suba, iria abrir uma garrafa de vinho e pediria a cozinha algo para comermos... Caso eu vá descer, levaria a garrafa de vinho e duas taças...

Off: O ponto de pericia coloca em antropologia
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por siouxsie. em Ter Ago 30, 2016 10:12 am

Alfred era leal a Bruce como sempre, ignorando até mesmo o cansaço físico para isso. Nunca entendi a relação entre os dois. Bruce era traumatizado com a morte dos pais, mas tinha do seu lado alguém igualmente capaz de amá-lo.

Quando o mordomo deposita a xícara sobre a mesa, uma forte explosão acontece, fazendo tudo tremer e dativando as câmeras.

- Droga. Eu sabia que Gotham era incapaz de ter uma noite tranquila.

Vejo de repente que Alfred estava passando mal. Então eu o seguro e o levo para se sentar.

- Fique aqui, Alfred. E DESCANSE! Isso é um trabalho para a Batgirl.

Corro para me vestir. Logo depois iria até as ruas verificar o que estava acontecendo.
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por Admin em Qua Ago 31, 2016 12:23 am

Anouke:


A guerreira começa a tomar consciência, e as primeiras sensações que ela tem daquele horrível despertar é da areia quente queimando suas costas e um calor abrasador sobre sua pele. Ao abrir os olhos, ela vê Rá brilhando mais do que nunca sobre o céu claro do Egito.

Anouke ainda está fraca graças a substância que o suor ainda não eliminara de seu corpo, e se levanta com muita dificuldade. Ao seu lado, ela toma consciência do corpo de um dos inimigos que enfrentou na noite passada. Ele ainda vestia aquele uniforme cinza, que fazia uma alusão a uma coruja com asas e bico.

Olhando para o lado, a guerreira pode ver o templo que estada destinada a vigiar. No entanto, uma fumaça preta escapava da entrada, o que era muito preocupante. Onde há fumaça, há fogo.


Status:
Anouke:

FA (Força): 20 + 1D
FA (Pdf): 4 + 1D
FD: 6 + 1D

Pvs: 18
Stamina: 14


Onikaze:


Ren se via distraído, pensando no quão era doce para ele aquele jeito “maluquinha” de Haley. Mas a explosão o tira bruscamente daquele momento terno, devolvendo-o à realidade de Gotham. Mais preocupado com a garota do que consigo mesmo, ele sugere colocá-la em segurança.

- Não se preocupe comigo. Vou ficar bem. – Diz ela, rejeitando seus cuidados em excesso.

Enquanto ela se encontrava distraída, olhando na direção da porta, Ren usa sua grande velocidade para pega o celular dela sobre a mesa. Ele ativa o botão do GPS, e coloca o dispositivo de volta no lugar antes mesmo que o sistema operacional respondesse aos comandos. Em seguida, ele caminha o rádio, procurando por alguma estação que lhe trouxesse alguma informação sobre o que acontecera.

“... Estamos operando de forma emergencial, pois essa explosão foi tão forte que fez cair todas as frequências. Para quem ainda não teve coragem de colocar a cabeça para fora da janela, informamos que que alguma coisa bem distante no céu explodiu agora pouco, de modo que os resíduos ainda estão lá no alto. Se eu não tivesse sujado as calças com o barulho, acharia um espetáculo maravilhoso. Teria sido um avião que explodiu? Teria sido os cuzões da Rússia finalmente dando o primeiro passo para a Guerra Fria? Bem, meus caros, ainda não sabemos, mas... Espere um momento... Que? Isso não pode ser sério. Meus caros amigos, recebi aqui a informação de que a Torre-Satélite de onde os nossos amados heróis nos vigiam acabou de explodir. Sim, é isso mesmo que vocês estão pensando. A Liga da Justiça acabou de ir pelos ares!”


Status:
Onikaze:

FA (Força): 8 + 4D (Katana – Arma Especial)
FA (PDF) 4 + 1D
FD: 6 + 1D

PVs: 20
Stamina: 20



Guardião:


Gentilmente, Theo oferece a mão à recepcionista caída, recebendo dela um sorriso sem jeito pela vergonha de ter se esborrachado no chão daquela forma. Ela espalma suas roupas, ouvindo com atenção a proposta do jovem mago.

- Gotham nunca dorme, Sr. Medivh. – Ela diz como se esse fosse um terrível aviso.

A recepcionista acaba se deixando seduzir pela proposta de Theo. Ela sorri o tempo todo, um sorriso bem bonito, e acena positivamente a cada palavra que ele diz. Em meia-hora ela retornaria, a mulher promete enquanto segue até o elevador, nenhum minuto a mais.

Theo então entra em seu quarto, desfrutando de todo luxo e conforto do único hotel cinco estrelas daquela decadente cidade. Para se livrar do cansaço, ele se banha, e em seguida deita sobre a enorme cama quente e maacia, ligando a tv para encontrar o motivo daquela explosão no noticiário.

“O que será de nós daqui por diante?, pensam os mais sensatos. Há um ano, indivíduos com enormes poderes surgiram, jurando nos proteger com suas vidas sob ideias de justiça. Muitos os louvaram por sua dedicação, outros os criticaram pelos estragos que eles causavam. Mas a verdade é que nos tornamos dependentes da Liga da Justiça. Nossos políciais não passam de gordos inúteis perseguindo assaltantes baratos em becos e sargetas. Nosso exército hoje é composto de jovens preguiçosos que jogam cartas enquanto mamam das tetas do governo. Quando a Liga da Justiça, liderada pelo Superman, veio até nós, todas as religiões ao redor do mundo se tornaram obsoletas. Deuses de verdade são de carne e osso, vestem uniformes e escapam da morte certa sem nenhum ferimento. Alguns correm por ai na velocidade da luz, outros se escondem nas sombras. Mas depois desta enorme explosão em sua base e da morte destes seres, quem irá nos proteger? A quem iremos venerar?...”

Theo observava o noticiário com muita atenção, quando de repente, escuta um grito de puro horror, abafado pela distância e pelos corredores. E os gritos continuam...


Status:
Guardião:

FA (Força): 3 + 1D
FA (Pdf): 5 + 1D
FD: 3 + 1D

Pvs: 15
Stamina: 15



Batgirl:


Siouxsie testemunhava a lealdade de Alfred a Bruce Wayne, quando aquela poderosa explosão interrompe seu raciocínio. Felizmente, ambos estavam protegidos na Batcaverna, mas o mordomo começa a se sentir mal, e a garota o ajuda, o colocando sentado. Será que aquela explosão o afetara de alguma forma?

Siouxsie corre então até o vestuário, trajando o escuro uniforme da Batgirl. E através de uma das saídas, ela finalmente chega até uma rua deserta de Gotham. Imediatamente, ela toma conhecimento da direção da explosão, pois um grande círculo de fogo e detritos ainda pairava no céu escuro da cidade.

Há uma grande movimentação pelos lados do centro da cidade, onde ela pode ouvir gritos e sirenes. Se ela quisesse saber o que aconteceu de fato, deveria ir para lá, mas antes que ela tomasse esta decisão, o Batsinal é ligado no teto do prédio da polícia, e o grande morcego paira sobre uma nuvem cinzenta.

Gordon convocava o Batman...



Status:
Batgirl:

FA (Força): 6 + 1D
FA (Pdf): 5 + 1D
FD: 6 + 1D

PVs: 15
Stamina: 15

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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por Onikaze em Qua Ago 31, 2016 2:08 am

Eu tinha motivos para querer proteger Harley, ela ainda enquanto dormia dizia sobre o palhaço, eu sabia que ela tinha não amor, mas obsessão e eu sabia que era reciproca. Esse era meu temor.

_Tudo bem - digo antes de ouvir sobre a explosão.

Aproximo-me da porta e seguro a mão dela, olho para o horizonte onde deveria estar o brilho e tento imaginar se cairia ou apenas ficaria no céu. Talvez sem seu eixo pudesse entrar em colisão com a Terra e não seria bom.

_Isso não é nada bom, agora que Gothan vira de ponta a cabeça.

Eu creio que esse momento interrompera o clima, era melhor irmos andando, naquele bairro eu não tinha receio de sair a noite, era tranquilo e a lenda me protegia.

_Vamos andando? A noite vai ser longa, mas primeiro vamos acabar nosso jantar. Sei que está com fome e não vai conseguir descansar agora.

Peço licença para ir ao toalete e saio pelos fundos, usando minha velocidade dou voltas na redondeza para verificar se estávamos seguros, logo volto para a mesa e terminaria a refeição.

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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por Art012 em Qua Ago 31, 2016 5:08 pm

Escuto minha própria respiração, só que agora muito mais rápida, intensa, não me falta ar, mas não consigo respirar de maneira normal, uma sensação estranha me toma, não estou assustada, só confusa, sem me mexer abro os olhos bem devagar, e me deparo com um céu cinza em um predominante tom escuro, sem nuvens e sim uma forte neblina que escurece ainda mais ao se afastar do fraco ponto de luz que é o sol o que diz que ainda é dia, me levanto um pouco vejo plantas ao redor e escuto um barulho de água, essas plantas, eu conheço são as mesmas que crescem nas margens do Itéru, nesse momento me sento, ainda respiro de maneira rápida, onde estou penso eu, lembro que estava numa luta contra um bando humano fantasiado e algo me fez apagar, agora acordo aqui, que lugar é esse, sera que...



Nessa hora vejo as plantas balançarem violentamente ao meu redor como se uma rajada de vento as atingi-se, mas não sinto vento ou o escuto, só escuto as plantas e o rio, olho ao redor tentando entender aquela situação surreal, me levanto olhando para o lado mais escuro do céu para onde o vento aparentava correr, isso não faz sentido mas tão logo levanto percebo que algo bloqueou o já fraco sol que estava atrás de min, não me importei até lembrar que não havia visto nuvem alguma só uma forte neblina, me viro para o sol e dou de cara com  uma figura escura, imponente, estava a alguns passos não consigo ver quem é, como se a neblina que encobria o céu esconde-se esse ser, era difícil de ver seu rosto, mas ele é alto o suficiente para eclipsar minha vista do sol, mas não demoro até reparar no par de orelhas pontiagudas acima da cabeça, orelhas de chacal talvez, sera que Anpu veio me buscar...



Não, não pode ser, não é ele, esse não parece ser ele pois este tem espirito de guerra, aquele que abre os caminhos para a vitoria nas guerras, desde que despertei não escuto mais as vozes dos deuses, não haveria outro se não você para abrir caminho até essa barreira que me prende, conheço você mas o que fazes aqui, alias o que eu estou fazendo aqui penso ao olhar aquela figura intimidadora, que apesar de estar a muitos passos de distancia, parece estar perto, tento me aproximar porem minha visão começa a se apagar de novo, era o que faltava agora, não demoro a cair de costas no chão, o céu desaparece, assim como a sensação estranha, e acabo falando a min mesma em mente;



-Esperança não lhe trara liberdade....



Não sei porque pensei isso, não sei nem se eu realmente falei aquilo ou se foi Upuaut que usou minha voz para me falar algo, mas isso tudo passa e agora escuto ainda mais alto minha respiração, as areias queimam as minhas costas, meu corpo arde como se tive-se ali por horas, meu corpo queima de calor, abro os olhos lentamente, eu estava respirando violentamente para me resfriar, eu estava dormindo embaixo do sol, meu nariz ainda esta úmido então não perdi muita água, com o corpo coberto de pelos eu só tenho suor pelas almofadas das patas e nariz, calor era mais do que infernal.



Com muita dificuldade eu levanto, o arder no pescoço diz aonde fui atingida, o céu estava tomado pela fúria de Rá, minha visão estava duplicada e turva, tudo ardia em luz para onde eu olhava, porem acho a tumba e próximo a min acho o corpo de um deles, só um? penso eu olho ao redor sem sinal de nada que eu havia visto, era um sonho o que acabara de ter, Upuaut podia ter me mandado uma mensagem talvez ou é so efeito dessa coisa, mas logo vejo algo de errado ao voltar a olhar para há tumba, fumaça, será que essa especie imunda ousou profanar a tal ponto este lugar, tento dar uns passos mas caio logo em seguida de cara na areia, a raiva aos poucos me toma, num esforço eu me levanto, caminho cambaleando até o corpo do infeliz, arranco a capa dele e encho com o máximo que cabe de areia e tento cambalear mais rápido até a tumba era bom que isso não fosse o que eu esperava depois dou uma olhada nesse maldito para ver a quem eu iria declarar guerra....




Off: Investigar a tumba e usar areia para apagar o fogo em caso de incêndio, depois investigar o corpo do cara morto.

Itéru: nome antigo do rio Nilo.
Anpu: um dos nomes de Anubis.
Upuaut: Wepwawet antiga entidade da guerra egípcia seu nome significa aquele que abre os caminhos.
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por Tony.Wiz em Qui Set 01, 2016 8:44 am

Às sombrias palavras da recepcionista me trazem a realidade de uma cidade obscura... Com medo tanto dos seus criminosos, quanto de seu herói...

Mas logo ela aceita o convite de retornar ao meu quarto... Após o banho, vejo o noticiário de algo que alarmaria até mesmo o meu mestre... A torre da justiça ruía sobre Gotham...

Para algo dessa magnitude ocorrer... Não só Gotham está ameaçada, quanto toda a terra...

Ainda assistia a notícia quando ouço um grito, mas não era um grito de alegria ou euforia ou até mesmo raiva... O horror estava estampado nesse grito... Rapidamente saio da cama e vou ao corredor... Pela voz, me parecia a recepcionista, ela já deveria estar retornando...

Será que aquela demônio já me achou aqui ? Vou fazê-la pagar...

Sairia ao corredor, na direção dos gritos...
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por siouxsie. em Sex Set 02, 2016 10:33 am

“Mas que explosão foi essa?”

Olho para o céu e fico analisando aquele círculo de fogo, sem ser capaz de imaginar o que tinha explodido daquela maneira para causar um tremor desses.

Enquanto estou distraída com a coisa, vejo surgir no céu também o Batsinal e isso me deixa em alerta.

- Eu sabia que Gotham não ficaria calma por muito tempo.

Corro até o terraço do departamento de polícia, Gordon devia estar precisando de ajuda.
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por Admin em Qui Set 08, 2016 2:31 pm

Onikaze:


Depois de ouvir as notícias sobre a explosão da Torre da Justiça, Ren segura a mão da assustada Harley e a leva até o lado de fora para ver aquilo com seus próprios olhos. As pessoas correm pelas ruas, um pouco agitadas, observando com temor o círculo de fogo que paira sobre o céu escuro.

- Então é verdade mesmo? O Batbobo morreu? – Diz Harley, tentando mais uma vez segurar aquela risada louca.

A agitação das pessoas vai se tornando cada vez maior. De repente, o som de vidro se estilhaçando e um alarme irritante são ouvidos. Alguns vagabundos arrebentaram a vidraça de uma loja, começando saquear televisões e outros eletrônicos. Outro grupo de bandidos começam a soltar tiros para o alto, comemorando a morte do Morcego.

- Ren, acho melhor a gente ir embora agora. – Harley diz preocupada com o rumo que as coisas tomavam.

Os dois retornam ao interior do restaurante. Harley não tem muita vontade de comer, mas dá licença a Ren para ir ao toalet. O guerreiro aproveita para sair pela janela, e usa sua velocidade para desbravar as ruas. Gotham estava estava uma bagunça com a suposta morte do Batman, mas o caminho até sua casa ainda estava seguro. Pelo menos por enquanto...



Anouke:


A guerreira recupera-se de seu devaneio aos poucos, mas ao ver a fumaça preta que vinha de dentro do templo, ela se refaz com rapidez e corre até o interior para ver o que era, tão preocupada se encontrava.

Lá dentro, ela logo percebe que o motivo da fumaça foi o arrombamento das tumbas, cujas tampas foram destroçadas, deixando expostas as múmias de seus companheiros de outras eras. A princípio, Anouke não entende o motivo daquele ataque. Se fossem saqueadores de tumbas, tudo naquele templo teria sido levado, o que não foi o caso.

Mas ao olhar para a tumba em que sua Deusa repousava, ela vê apenas um sarcófago vazio e destruído. Era uma visão aterradora para a guerreira. Aqueles humanos haviam cometido o ato mais profano que se poderia imaginar. A razão da existência de Anouke desapareceu.

No entanto, ela havia tido uma grande ideia para descobrir o motivo de tudo aquilo. Lá fora, o corpo de um dos inimigos fritava sobre o sol e a areia. Anouke aproveita então sua inconciência para revistá-lo, mas tudo que encontra é um cartão sobre um local chamado
“Hotel Gotham”.



Guardião:


Theo se mostrava receoso quanto ao destino do mundo agora que seus maiores estavam mortos. E como se isso não bastasse, o Hotel Gotham é perturbado por um grito assustado, deixando o jovem mago ainda mais inquieto. Seria aquilo obra de seu demônio e algoz?

Sem demoras, o jovem levanta de sua cama e abandona o quarto. Do lado de fora, ele ouve o grito mais uma vez, tendo certeza de que vinha do saguão. Assim, ele corre pelas escadas ao ver que o elevador demoraria, chegando rapidamente ao primeiro andar.

Lá embaixo, ele se depara com a cena mais macabra que sua mente já viu. A recepcionista negra estava de pé, diante do corpo do homem que parecia ser o seu patrão. Era um homem gordo, careca e de bigode volumoso. Mas talvez a caracteristica que melhor o definia fosse a morte.

O cadáver estava descamisado, com marca de garras cruzando seu peito e os olhos arrancados fitando o teto. A cena era horrível para qualquer humano com o mínimo de sensibilidade, mas mesmo assim Theo conseguia ver todos os detalhes naquele lugar, inclusive uma carta cujo envelope tinha marcas de sangue, deixada sobre o extenso balcão de madeira.



Batgirl:


Surpresa com a explosão que havia ocorrido no céu, Siouxsie não consegue imaginar o que tenha causado tamanha destruição. Em meio a isso, ela vê que o Batsinal foi ligado, e assim como o Batman faria, ela corre até o terraço do departamento de polícia.

Pelo caminho, era fácil ver que a cidade estava um caos. Por algum motivo, a escória de Gotham resolveu das as caras em peso naquela noite, e uma rebelião estava prestes a começar. Siouxsie deveria agir, mas não agora. O comissário era a sua prioridade no momento.

No terraço da polícia, Gordon a aguardava sozinho, sempre metido em um sobretudo pesado e por trás de seus óculos. Era um homem velho, mas de aparência respeitável. Mesmo ele sendo um homem comum e de idade avançada, Siouxsie sabia que devia respeitá-lo. Nem mesmo o próprio Batman se abstinha dessa regra.

- Então você veio, menina. Eu temia por isso. Esperava que o Morcego houvesse escapado da explosão, mas se você está aqui, significa que o destino dele foi o mesmo da pobre Liga da Justiça. – Diz ele, apontando para os resíduos da explosão no céu.




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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por Art012 em Sex Set 09, 2016 2:32 pm

A luz do dia era a unica coisa a iluminar o lugar pela entrada, entro ainda desorientada, arrastando um pouco de areia na capa do infeliz lá fora, para apagar algum fogo que ouve-se, mas logo vejo que não era fogo, largo a areia no chão e caminho pelo local, os sarcófagos estavam violados, mas ninguém levantou deles, eles ainda estavam mortos, caminho pelo local e vejo no fundo um grande sarcófago, era a unica coisa que nem eu me atreveria a tocar naquele lugar mesmo sabendo de quem era, mas ao me aproximar vejo o local vazio quem me dera aquilo fosse só um pesadelo, por mais que eu olhe aquela tumba agora sem nada, mais real a coisa se tornava, eu não queria acreditar....



Levaram ela, levaram o instrumento dela nesse mundo, penso eu, era como se tivessem... se tivessem violado meu corpo e levado minha alma, um misto de raiva, frustração, decepção flui por minha mente uso essas palavras pois não conheço outra para descrever aquilo que sinto, olho de maneira inexpressiva, seria, por alguns minutos, e depois sento no chão ao lado do sarcófago, se eu consegui-se ouvir eles de novo, se eu consegui-se ouvir ela de novo... mas logo lembro daquelas palavras;



-Esperança não lhe trara liberdade.



Esperança não lhe trara nada, penso eu,  acreditei nessa raça por um tempo e é isso que ganho por acreditar, sorte deles que não estou como eras atrás, malditos, o unico arrependimento que tenho é que não matei mais de vocês no passado, nessa hora me levanto e caminho lentamente, porem a passos firmes com os punhos serrados, passo pelas outras tumbas, até a entrada que agora era só luz, saio embaixo do sol, raiva estampa meu rosto, sigo até o maldito, que dormia e busco por algo nele, acho um pequeno pedaço de papel com algo escrito, a principio não reconheço a língua, mas logo me lembro qual é, era aquela língua que falavam numa das rádios que escuto, esse nome Gotham, se não me engano era de uma das cidades do oeste, alem do oceano.



Eu devia ter imaginado, só naquele lugar pra ter gente fantasiada assim pelo que ouvi, olho aquele cartão antes de jogar no chão, pego esse maldito pelo pescoço e levanto ele no ar, não sei se tenho raiva dessa raça por completo ou destes fantasiados que tiveram essa...... audácia..



Ainda segurando ele, eu encosto os joelhos dele no chão, e digo (num dialeto egípcio bem antigo);



-<Que os deuses tenham piedade de vossas almas, por que eu não terei>



Ergo meu punho aos céus e num rápido movimento junto de um forte rugido de fúria cravo meu punho no peito dele, meu golpe quase trespassa ele por completo, mas me seguro, pego o o coração dele e num movimento para o lado, arranco pela lateral do corpo dele, fico um tempo segurando o corpo depois deixo ele cair no chão, Ammut ira ficar satisfeita ao devorar suas almas, penso eu, e jogo o coração (ou o que sobrou dele) no chão, agora eu tinha um alvo... talvez muitos...



Limpo o sangue de min, retorno para a tumba, cubro as que foram abertas com alguns poucos tecidos que tinham, o selo não foi aberto, aguardariam ainda o dia de vir e vingar com suas próprias garras, cubro meu corpo com uma veste que havia pego tempos atras, completamente escura, um pouco apertada mas não me restringia de movimentos mais ágeis e depois me cubro com um manto negro, minha forma era fácil de distinguir e isso me ajudaria a passar de maneira mais discreta...ou não, já que algo da minha altura usando um manto de capuz não é exatamente discreto.



Assim que  Rá começa a descer na terra, fecho a tumba com escombros e pedras, pego o pequeno pedaço de papel com o nome do lugar e a mascara dele, enterro o corpo do bastardo na areia, jogo o coração por cima das dunas, e parto, seguindo para o norte, a distancia era longa, mas minha fúria era maior, a humanidade provou sua estupidez mais uma vez, mas se eu deveria punir todos por conta do crime de poucos, ou só esses bastardos, isso eu veria depois, por mais que eu queira vingança, isso seria roubar a gloria de minha deusa, se alguém deveria tingir os oceanos com o sangue desse povo era ela, agora eu teria que chegar a o delta do Itéru e de la achar a direção certa, só vi o mapa dessa época uma vez meses atrás e agora tenho que lembrar a direção exata, de uma forma ou de outra eu iria encontrá-la.




Off: Seguir para o delta do Nilo e de la seguir a nado para o atlântico e depois para o norte, rumo a cidade.
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por Onikaze em Sab Set 10, 2016 8:46 am

Aquilo era terrível, mesmo para alguém com o passado dela, ver a confusão diminuiu um pouco o sorriso de Arlequina, parece que mesmo inconscientemente ela sabia que o caos que reinaria não seria nada engraçado.

Novamente nos adentramos ao restaurante, após minha vigília volto e estendo a mão para ela:

_Vou te levar para casa em segurança, não se preocupe. - disse calmo e confiante.

Caminhamos um pouco, não morávamos muito longe do meu local de trabalho, no caminho cruzo com um dos anciãos que me olha sério, não reprovando, mas me dando de certa forma autorização para agir. Discretamente aceno com a cabeça concordando.

Chego em casa e preparo um banho, era um momento de relaxar antes de começar o trabalho, Harley me ajuda nesse momento para relaxar, ali mesmo embaixo do chuveiro, eu sabia que ela estava feliz e isso me deixava feliz também. Após ela dormir, saio de casa, não sem conferir as proteções todas e deixar perto dela o celular com discagem rápida para mim. Porém em um momento de humanidade, tinha pena de quem tentasse algo contra ela.

Uso minha velocidade para ir até onde os anciãos se reuniam, faço reverencia a eles e caminho para uma espécie de altar onde em uma passagem secreta está uma traje escuro, verde escuro para ser mais preciso, braçadeiras, um par de luvas, minha mascara e kazeshine. Antes de sair digo:

Mascara:


_O festival de amanha estará de pé.

Era uma promessa de que o bairro estaria seguro, nesse momento o simpático e trabalhador Ren, deixava de existir, era Onikaze o demônio do vento.
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por Tony.Wiz em Sab Set 17, 2016 5:28 pm

​Ainda alarmado com a notícia sobre a Liga, sigo os gritos pelo corredor até o salão principal...

Vejo a recepcionista, ela estava bem... Quer dizer, viva... No chão vejo o cadáver do gerente do hotel... Me aproximo dela a tomando nos braços... Vi que eram marcas de garras, é uma carta estava em cima do corpo e seus olhos foram roubados...

Olho à volta, a criatura ainda poderia estar aqui...

O que houve ? Chegou aqui e ele estava assim?

Após tentar conforta-lá um pouco, vou em direção ao corpo e pego a carta, vejo se tem algo que me chame a atenção e a coloco no bolso... Volto para ela e falo...

Vamos para meu quarto... Pelo que vi, é capaz que a polícia esteja bastante ocupada essa noite, O mundo me parece ter se despertado mais cedo hoje e o que fez isso por estar aqui ainda...

Caminharia com ela até o quarto... Me manteria atento, olhando ao redor, queria coloca-la em segurança...

Isso só vai atrasar ainda mais a minha busca...Esperava ter uma noite tranquila para investigar onde iria ocorrer o leilão... Mas acredito que agora Gotham esteja um Caos...

Ao entrar no quarto, iria ler a carta, sem que ela percebe-se... Tinha que saber o que era... Quem era...
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por siouxsie. em Ter Set 20, 2016 9:43 am

“Então ele morreu.”

Embora pensativa, tento não demonstrar tristeza. Mas isso era preocupante. O que seria de Gotham agora com a morte do Batman? O que seria do Pennyworth?

- Vai ter que se contentar comigo, Gordon. Espero que seja importante. Os bandidos resolveram sair em peso hoje, e eu preciso agir logo.

Me mantinha nas sombras, não revelando muito da minha imagem para ele. Gotham agora estava sem seu cavaleiro das trevas. Acho que iria sobrar para mim a ingrata tarefa de manter a ordem sozinha.
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por Admin em Sab Set 24, 2016 12:17 am

Anouke:


A guerreira sente que o seu propósito de vida foi roubado junto com a tumba de Sekhmet. Seu único dever era protegê-la. Para que mais Anouke servia? Como era de se esperar, ela culpa a humanidade, e está prestes a desencadear toda sua fúria sobre estes seres mesquinhos.

Ao recuperar-se do choque, a guerreira toma suas últimas providências para a protação da tumba, e então segue viagem em direção ao Nilo. Não era fácil disfarçar sua forma e seu tamanho. Com um manto surrado, ela vagava pela noite, sendo vista poucas vezes e por raros olhos oportunistas, que nunca lhe causaram transtorno algum.

Mas cruzar o deserto não era nada comparado a cruzar o oceano. As correntezas, o sol e os tubarões. Tudo isso foram enormes adversidades para a guerreira. Por vezes, ela se viu perdida em meio ao caminho, mas todas as vezes Rá surgia para lhe dar forças.

No entando, Anouke percebe que Rá não poderia mais ajudá-la naquele momento, pois ela finalmente chega ao porto de Gotham, uma cidade escura e bastante sinistra. Neste momento, ela está oculta debaixo de alguns deques. E apesar de já ser tarde da noite, alguns trabalhadores ainda estavam em atividade, descarregando um enorme navio.



Onikaze:

Harley sempre estranhara um pouco o comportamento de Ren. Não estava acostumada à todo aquele cuidado e atenção. Sempre que ele lhe oferecia a mão ou lhe prometia algo, ela primeiro hesitava, achando que havia um motivo excuso por trás, mas em seguida sorria de forma contida, aceitando o jeito do oriental. Pelo jeito, o Coringa não foi mesmo o melhor dos namorados.

Enquanto retornavam para casa, os dois contemplavam o caos que Gotham estava para se tornar sem o Morcego. Em menos de uma hora após a nóticia do Batman, traficantes voltaram a habitar os becos, arruaceiros depredavam lojas fechadas, e gritos de socorro começavam a ser ouvidos em pontos distintos. Ren e Harley olham para o céu quando o Batsinal é ativa, mas ambos agora sabem muito bem que nenhuma sombra pairará acima das casas e prédios para respondê-lo.

Mas o caos não pode existir sem a ordem, mesmo que em menor proporção. Alguém teria que surgir para responder aos chamados, ou logo não haveria uma cidade para proteger ou destruir. E Ren sabia que de alguma forma isso recairia sobre seus talentos, tendo certeza quando Hataru Miamoto, um dos anciões do bairro japonês, surge discretamente em uma esquida, lhe dando o sinal para agir.

Ren conduz Harley seguramente até seu apartamento. A garota nem suspeitava o que estava se passando pela mente do oriental, mas ele, sabendo qual era a sua missão apartir daquela noite, tratou de fazer amor com sua garota e ter algumas horas prazerosas ao seu lado. Poderia ser a última vez que ele a veria...

Enquanto Harley dorme, o ex-assassino sai furtivamente pela saída de incêndio, e corre ao bairro japonês para se reunir com seus anciões. Lá, ele presta suas reverências e promete manter de pé a tradição do festival. Mas ao vestir sua roupa e ir para as ruas, ele se dá conta de que seu trabalho será árduo. Era como se noventa por cento da população de Gotham houvesse cedido àquele frenesi de desordem que se instaurara pela cidade.

- Ih, olha só esse palhaço. – Diz um garoto de não mais de dezessete anos, que se aproxima de Ren com claras intenções hostis.

Ele era só um delinquente, que se achava corajoso com um canivete na mão. E não estava sozinho, outros dois garotos da mesma idade o acompanhavam para lhe dar vantagem contra suas vítimas. Mesmo assim, eles não eram um desafio à altura para Ren. Mas o oriental logo percebe pelos vultos que caminham ao seu redor que seu poblema seria muito mais do que aqueles garotos.

Um palhaço dando estrelinha passa por trás de um destes meninos, agarrando-o pelo pescoço, lhe rasgando a garganta com uma faca afiada e fazendo uma típica reverência circense em seguida. Outro palhaço surge, este muito maior e musculoso, e com uma marreta tão grande quanto ele, esmaga um destes garotos com um só golpe! O terceiro garoto foge gritando, mas os doze palhaços que continuam saindo das sombras não se importam muito com ele. Eles apenas cercam Ren e riem de forma medonha. Aquela era a famosa Gangue do Circo.


Iniciativa:

1° Onikaze: Habilidade 4 + 1D (4) = 8
2° Gangue do Circo: Habilidade + 1D = 3



Guardião:

Ainda absorvendo o impacto da notícia sobre a Liga, Theo decide sair para averiguar aqueles estranhos gritos. Quando ele chega em sua origem, vê a recepcionista que o atendeu e decide se aproximar. A mulher dá um pulo e um novo grito com o susto que leva com a chegada do jovem mago, mas ao reconhecê-lo, consegue se controlar.

- Eu... Eu... Eu cheguei aqui para avisar que já estava saindo do meu expediente e o encontrei assim. É horrível. Quem pode ter feito isso? Ele era um homem tão bom. – Conta a mulher, aos prantos.

Enquanto a mulher falava, Theo se aproxima do corpo e recolhe aquela estranha carta deixada para trás. O envelope estava um pouco manchado de sangue, mas isso não comprometia a leitura. Quando o jovem mago tira o papel e o desdobra, ele pode ler:

“Cuidado com a Corte das Corujas, que vigia o tempo todo, governando Gotham de seu poleiro, atrás dos granitos e concretos. Eles lhe vigiam em seu lar, em sua cama. Nem mesmo sussurre sobre eles ou eles cravarão a garra em sua cabeça”.

Quando lê a última palavra impressa no papel, um holofote é ligado lá em direção às núvens escuras que pairam sobre a cidade. O simbolo de um morcego surge dessa luz ao longe, mas um resquício dela entra pela janela, ofuscando um pouco seus olhos. Mas ela também serve para iluminar ainda mais aquela sala, permitindo que o jovem mago e a mulher vejam aquilo que se escondia pendurado no teto.

Três homens grandes, vestidos como corujam planam sobre aquela sala ao serem descobertos pela luz, pousando ao redor de Theo em seguida. A mulher, assustada, corre até o rapaz e o abraça, perguntando o que estava acontecendo. Mas antes que o mago pudesse responder, os três corujas mostram garras de metal em suas mãos, ameaçando partir para cima a qualquer instante.


Iniciativa:

1° Corujas: Habilidade + 1D = 7
2° Guardião: Habilidade 3 + 1D (1) = 4



Batgirl:

Gordon se mantém em silêncio, avaliando-a quando diz que ele teria de contar com ela. De fato, ele não tinha muitas opções. Seus policiais corruptos não tinham coragem para fazer certas coisas de que só alguém como ele mesmo ou o Batman eram capazes. Mas ele estava velho e o Batman estava...

- Ele escolheu você como sua nova parceira. Pelo pouco que conheço dele, levou um bom tempo de avaliando e julgou você capaz de proteger essa cidade ao seu lado. Isso significa que daqui para frente vou depositar o que restou da minha fé em você, e você terá de depositar a sua em mim. – Ele diz, meio distante.

Gordon olhava o tempo inteiro para um edifício muito alto e luxuoso. Esse edifício é cheio de janelas, mas todas estão escuras. Aquele era o Hotel Gotham, um recanto para os poderosos da cidade ou para visitantes endinheirados, e mais uma das inúmeras propriedades dos Wayne naquela cidade.

- Há poucos minutos recebi uma ligação estranha do gerente daquele hotel. O homem assustado relatava uma possível invasão e ameaça a sua vida. Enviei dois de meus melhores homens para checar, mas eles não respondem no rádio, o que só pode significar que alguma coisa está acontecendo por lá. Sei que cada esquina de Gotham clama agora por sua ajuda, mas seria bom começar por lá. Tem muita gente importante ocupando aqueles quartos. – Diz Gordon, apontando para o hotel que ficava apenas três ruas de distância.


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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por Onikaze em Sab Set 24, 2016 1:14 am

Antes de sair digo:

_Peçam aos nossos irmãos que não saiam de casa até o sol raiar.

Onikaze não tinha o coração de Ren, na verdade era um coração confuso e enevoado, mais denso e escuro somente conhecia o caminho do sangue, mas algumas pessoas estavam conseguindo fazer com que ele buscasse redenção. A saida é respeitosa, dando tempo para que a informação chegasse até os irmãos japoneses, isso seria uma maneira de acordar a lenda.

Encontro com um grupo de jovens que quer confusão, sinto pena deles, mas seria apenas um castigo leve, porém uma turma de palhaços surge e começa um festival sangrento, dois dos jovens são mortos, crianças que poderiam aprender a respeitar, não poderia deixar barato.

Pensava em cortar todos ao meio, mas isso poderia atrapalhar o festival. Então sem desembainhar a espada eu acerto com força o joelho de 7 deles, saindo do meio para não ser pego. Por sorte conseguiria incapacitar esses 7. Entre os escolhidos estavam os que assassinaram os jovens.
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por Art012 em Dom Set 25, 2016 6:36 pm

Quando vi o oceano, sabia que devia ser a ultima vez que eu pisava nas areias do Saara como lar novamente, não tenho tristeza ou remorso, apenas raiva de min agora por mais cuidadosa que tenha sido, falhei em proteger o lugar, mesmo que consiga traze-la de volta, não espero menos que meu extermínio  nesse mundo e talvez no outro por tal vergonha não tenho medo dela ou de sua fúria, não protestarei contra a vontade dela caso seja esse meu destino após encontra-la, mas até lá não terei porque poupar aqueles que levaram a isso seja esses que violaram a tumba e saquearam seu corpo ou seja aqueles que lhe pouparam tuas vidas, seja como for isso não seria tarefa fácil, talvez nem seja possível, porem agora não é mais do que inevitável, e não há força nesse mundo que destrua minha determinação de encontro-la.


Amarrei a mascara e o cartão dentro do manto e amarrei ele em minha cintura, e saltei na água e rumei para o oeste, a viagem foi tudo menos tranquila, não há ponto de referencia nem mesmo as estrelas me serviram, ondas violentas e dias de completo nada, ataques de tubarões e tempestades relâmpago, correntezas que me confundiam a direção e neblinas que fundiam céus e mar, mas a força de Rá sempre se fazia presente, é difícil se localizar em mar aberto, passei  pelas mesmas ilhas 3 ou 4 vezes, mas logo percebi que a força dele logo se esvaia, eu estava me distanciando de suas terras e me aproximando daquele continente, daquela maldita cidade onde aquele bando de gente fantasiada que se dizia seus defensores, mal  era capaz de conter aqueles que ameaçavam teu reino, não se importavam de deixar eles fazerem o que quisessem para depois passarem a mão em suas cabeças e dizerem "não façam isso de novo", tal piedade levara o reino deles a ruína ainda, pouco me importava com eles, mal lembro seus nomes, mas agora esse problema que eles insistem em postergar havia se tornado meu em parte, por que alguém deixou esses malditos vivos, não vou me meter na briga de ninguém, podem se afogar em seu sangue, em sua misericórdia, falhei pateticamente sim em proteger minha Deusa, e aguardo dela a pior punição possível por isso, mas jamais perdoarei qual quer alma que se por contra ela, ainda sou sua serva, e a ela devo minhas eras de existência até que sua vontade seja feita.



Mais uma vez, uma noite escura sem estrelas se fazia, sabia que pela neblina com cor cinza durante o dia era poluição no horizonte,  atrás dela um sol moribundo se escondia tingindo o céu de vermelho, Rá e suas terras haviam ficado para traz, e diante de min o ninho daqueles malditos deveria estar próximo, logo quando a escuridão já predominava há um tempo, fracas luzes se formão no horizonte, pelas grandes colunas de concreto que pareciam querer sustentar os céus, luzes fracas que tentavam em vão iluminar aquele triste lugar, algumas embarcações navegavam sem um rumo aparente, só podia ser a cidade como era descrita nas noticias, como dizem os nômades, aquele lugar parecia mesmo um cemitério, e se depende-se de minha vontade estaria cheia de corpos em breve, mas no estado que estou nessa era pouco posso fazer a não ser procurar com cautela por ela, passo pelos navios e subo em terra, depois de dias era até estranho pisar em chão firme fico um pouco sentada embaixo dos deques, desamarro o manto, a mascara a muito se perdeu nas ondas, e agora tinha apenas a lembrança para identificar e nada mais, seco um pouco o manto (já tava muito surrado, depois de dias no mar não tinha como ele ficar pior) enquanto escuto o barulho desse pessoal descarregando esses navios, pensando em quantos deles morrem todos os dias enquanto as famílias deles só vêem os assassinos serem presos, ou espancados, morte não trará eles de volta, mas misericórdia só faz bem aqueles que não há merecem.



Observo o lugar um pouco, me levanto, e vejo onde estão os deposito ou o telhado mais alto, eu iria subir lá, e de lá eu iria observar a cidade e depois iria saltar de telhado em telhado, preciso fazer um reconhecimento de campo e achar esse.. qual era o nome... a sim "hotel  gotham" também achar um lugar ou um telhado abandonado qualquer  para passar o dia, já que  talvez aquele sol moribundo esteja perto de surgir para agonizar de novo até o triste de fim de mais um dia nesse lugar, nessa hora eu iria começar minha busca.


Off: Ir saltando pelos telhados dos prédios para fazer reconhecimento desse lugar e saber onde está esse "hotel gotham", e depois achar um lugar seguro para passar o dia, caso eu ache o hotel antes eu observo ele um pouco e sigo para algum lugar seguro.
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por siouxsie. em Ter Set 27, 2016 9:52 am

Aceito com ressalvas aquele pedido de que eu depositasse minha fé nele. Confiança se conquista, e se ele fosse tão importante assim, Batman o envolveria mais em seus planos.

- Eu não tenho escolha, tenho?

Ele estava olhando demais para o prédio do Gotham Hotel. Parecia preocupado com alguma coisa naquele lugar. Gordon então me conta sobre uma ocorrência estranha naquele lugar, e antes mesmo que ele termine sua última frase, desapareço enquanto ele estava distraído, balançando-me e saltando pelos terraços ao redor em direção ao hotel.

Minha ação seria caminhar pelos parapeitos da janela, procurando por qualquer coisa suspeita antes de invadir. Não podia entrar pela porta da frente. Se algo estivesse realmente acontecendo, eu precisaria ser furtiva, pegar o inimigo de surpresa.
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

Mensagem por Tony.Wiz em Ter Set 27, 2016 11:29 am

Ouço as palavras da mulher enquanto examinava o corpo... ao ler a carta, vejo uma estranha referência a uma corte das corujas...

Corte das Corujas... Nunca ouvi falar sobre isso...

Logo meus olhos se focam no holofote ligado ao longe... O símbolo do Morcego brilha contra as trevas da noite...

O chamado ao Cavaleiro das Trevas... Mas, será que alguém responderá ?

Mas ao olhar para a luz, vejo algo que faz o meu coração bater mais forte... Homens vestidos de coruja planavam sob o teto... Eles descem ao nosso redor e exibem garras de metal...

Coloco a recepcionista as minhas costas e sorrindo para ela falo...

Pelo visto... vc estava certa sobre Gotham não dormir... Não era bem desse jeito que esperava estar com vc mas mantenha os olhos fechados, logo estaremos bem...

Sabia que ela podia se assustar com o que ocorreria naquele momento e prejudicaria as minhas investidas para a conquistar...

Esperaria eles avançarem contra agente, pelo visto não adiantaria conversar com eles... Sabia que não teria tempo de conjurar as palavras, então precisaria recorrer a minha própria fonte para agir...

Iria me posicionar de forma a ele todos virem de apenas uma direção e caso realmente atacassem, Assim que avançassem, ergueria a minha mão a colocando estendida a frente do meu corpo e conjuraria o escudo de forças diminuindo o ímpeto dos seus ataques...

Escudo Invisível - Força
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Re: Sombras da Justiça - A Era Degenerada

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