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 A Batalha do Apocalipse – Gênesis

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MensagemAssunto: A Batalha do Apocalipse – Gênesis   Dom Nov 11, 2018 9:10 pm

A Batalha do Apocalipse – Gênesis – Capítulo 1

Nathaniel e Ozen:


Theme: https://www.youtube.com/watch?v=MQyEyxBut4w

O objetivo da estrutura universal ainda era um mistério para os anjos. Deus aproveitou a carcaça de Tehom, o caos, e a partir dela criou as galáxias, estrelas e planetas. Mas com que fim? Qual é o sentido de todo este esforço? E como se esta grande dúvida já não bastasse, ele cria algo ao qual deu o nome de humano... Para os anjos, não havia problema criar os grandes felinos que habitavam as savanas ou os tubarões que dominavam os mares. Eram seres simplórios, que não mudavam nada naquele mundo. Mas aos humanos, Deus não só deu almas, mas também a sua própria imagem!

Filosofar sobre os motivos do Pai era agora tarefa para outros anjos. Nathaniel e Ozen receberam do próprio Arcanjo Rafael uma missão importante demais para deixarem que suas dúvidas comprometessem o seu sucesso. Segundo o bondoso Arcanjo, alguns ciclos atrás, um Ishim conhecido como Vanael, o escultor de montanhas, fora enviado a uma região central do novo mundo, pois um poderoso espírito revoltado lá ergueu um vulcão para destruir a criação do Pai. A missão de Vanael era parar este espírito, porém, a presença do irmão já não era mais sentida, e alguns já o davam como morto...

Rafael, esperançoso, pedira ao guerreiro Nathaniel que fosse a este lugar perigoso para encontrar o irmão perdido, e que o poderoso Ozen cumprisse a tarefa de acalmar o vulcão e neutralizar o espírito. Os dois anjos não tinham muito em comum além da missão que receberam, mas aceitaram viajar juntos para salvar o mundo que o Pai criara.

Embora ainda não entendessem o objetivo daquele mundo, tinham que concordar que era muito mais agradável do que o vazio que existia antes por ali. Viajando na forma de seus avatares, os dois contemplaram as belezas da criação do Pai como o vasto mar azul, o firmamento infindável sobre suas cabeças e a bela estrela quente e cintilante batizada como Sol... Porém, ao se aproximarem da região central daquele mundo, tais belezas foram comprometidas por uma enorme nuvem tóxica de cinzas e enxofre, que encobriu todo o céu, trazendo a escuridão quando ainda era dia. Tal nuvem se originava de uma gigantesca montanha 50 metros a frente, em que no topo se insinuava uma forte nuvem proveniente da lava que escorria em inúmeros veios por sua enorme estrutura.

Um tremor abala o solo, tão forte que quase compromete o equilíbrio dos dois anjos. Mais cinzas são cuspidas daquela bocarra. O vulcão está vivo!






Brastes e K’inashini:


Theme: https://www.youtube.com/watch?v=FnhhgOPMHy0

Em algum lugar desse universo se encontravam os Sete Céus, reinos que variavam entre belíssimos paraísos à lugares fascinantes onde das leis da natureza tinham a sua origem. Em algum lugar deste universo se encontrava o Plano Material, um reino que o Pai ausente criara para novas formas de vida fracas e bizarras, que tomavam forma em sua mente perversa.

Mas em nenhum destes lugares os caídos eram bem vindos. A eles restou o obscuro e abandonado Plano Astral, uma cópia distorcida do universo criado. E era no abismo mais profundo deste lugar que um sabat de doze ex-anjos degenerados faziam o seu encontro ao redor de uma grande fogueira de chamas azuis.

Após uma extensa litania de ofensas ao Pai que os abandonou, seu líder, Azazel instaura um silêncio mais profundo do que o interior do desfiladeiro de pedra em que se encontravam. Todos os demônios se calam, enquanto o antigo anjo caminha até o centro da reunião com passos austeros, afetando aos mais frágeis com sua assustadora presença, as chamas tornando claras as suas feições que eram um misto de beleza angelical com a decadência da queda.




- Nosso Pai mais uma vez zomba de nós. – Diz Azazel, sem precisar erguer tanto a sua voz devido ao peso do silêncio. – Primeiro, ele nos criou para sangrar em sua guerra particular com Tehom. Depois, criou mundos nos quais não podemos governar. E agora, deu sua imagem e uma alma a Adão, algo que os anjos chamam de Humano.

O silêncio é mais uma vez perturbado quando todos os demônios erguem suas vozes e voltam a praguejar contra o pai. Mas Azazel é paciente com seus irmãos, permite que eles gritem, esbravejem e xinguem a vontade, voltando a falar apenas quando eles se acalmam e sua voz é novamente necessária.

- Adão é um ser frágil, limitado e de pouco conhecimento. Por que dar a ele uma alma? Por que permitir que ele desfrute dos Jardins do Eden, enquanto os anjos têm a dura missão de patrulhar a criação? O que Adão tem que nós não temos para merecer o amor do Pai desta forma? – Azazel indaga a seus irmãos, olhando nos olhos daqueles que estavam a frente do círculo que faziam. – E vocês pensam que o Pai Traidor parou por aí? Não, meus irmãos! Das costelas de Adão, Deus criou Eva, uma criatura feminina e tão fútil quanto.

- Mas, Azazel, isso é mesmo verdade? Seria o objetivo do Pai Traidor que os Jardins do Eden fossem povoados com estes Humanos, assim como o mundo foi povoado com os animais de Deus? – Indaga, indaga um Satanis, aproximando-se do líder.

- Sim, meu irmão de abismo. É o que parece. Deus está encantado por estas criaturas e pretende espalhá-las pelo mundo, talvez até com o objetivo de substituir os anjos. – Diz Azazel, para a revolta de todos. – Mas não se preocupem, irmãos! Nós nos rebelamos antes, e nos rebelaremos mais uma vez contra os ditames do Pai Tirano... Samael, aproxime-se!

Entre os corpanzis deformados dos demônios reunidos, uma figura pequena e esguia se aproxima sem dificuldade, chamando a atenção de todos assim que se põe entre a fogueira e o grande Azazel. Aquele era Samael, o veneno de Deus, um demônio infame que despertava a desconfiança até mesmo entre seus pares.




- Samael, você que caiu ao meu lado foi aquele que atraiu mais irmãos à nossa causa, um verdadeiro corruptor. Sua língua possui o veneno necessário, meu pequeno amigo. – Azazel diz.

- Necessário para o que exatamente, meu senhor? – Samael indaga.

- Quero que vá até o Terceiro Céu, o Eden, e veja estes humanos de perto. Mas não os destrua. Seria fácil demais, eu sei, mas isso atrairia de vez para nós a fúria do Pai Cruel, e com certeza significaria a destruição de todos nós também.

- E o que quer que eu faça, senhor?

- Corrompa-os, Samael. Tornem aqueles dois desonrados e feios. Faça com que Deus sinta por estes dois o mesmo desgosto que nós sentimos por ele, e que queira destruí-los com as suas próprias mãos. Isso deixará o nosso pobre Pai tão magoado. – Diz Azazel, zombando em sua frase final.

- Eu o faria de bom grado, meu lorde. Mas nós fomos banidos da existência. As passagens de todos os mundos foram fechadas para nós, estamos confinados no frio e na escuridão deste abismo. – Samael o lembra.

- Pois tenha fé, meu querido Samael. Um dos cinco Arcanjos apareceu para mim em meus sonhos recentemente, e me mostrou caminhos que ele abriu secretamente para esta missão divina. Parece que nossos irmãos mais velhos estão tão ultrajados com o nascimento destes humanos quanto nós. O ciúme os move... – Azazel explica. – Siga até o gélido Mar do Norte. A voz deste arcanjo o guiará. Mas não vá sozinho, pois o caminho é povoado de espíritos revoltoso. Leve dois dos nossos melhores com você.

Samael dá uma olhada analítica para a multidão de demônios que o cercava, pousando seus olhos por trás do capuz sobre o Zanathus Brastes e a Succubo K’inashini. Com sua mão magra, Samael pede que os dois o acompanhe, e Azazel reitera o gesto apenas com o olhar. Depois de tanto tempo, ir aos Jardins do Eden, encarar a Deus...
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Megan

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MensagemAssunto: Re: A Batalha do Apocalipse – Gênesis   Ter Nov 13, 2018 10:21 am

O lugar era feio, escuro e frio. As companhias eram as piores. Até a fogueira era meio estranha mas eu ainda prefiro essa merda do que o céu e do que servir a esse deus que só me deu a vida pra lutar por ele e ser uma pau mandada dele. Isso não era pra mim.

“Prefiro a liberdade na merda do que a prisão no paraíso.”

Os demônios se reuniam mais uma vez e Azazel falava sobre as novidades que o nosso papai fez. Humanos. Que porra era essa? Se era pra criar alguma coisa pra nos substituir não seria melhor fazer algo melhor do que nós?

“Deus não cansa de me surpreender e me irritar”

Fico feliz sendo escolhida para a missão de levar Samael até o paraíso. Vai ser perigoso mas melhor ainda. Sem dor sem graça.

- Porra, vcs nem perguntam se eu quero ir. Sorte que eu estou de bom humor. Vamos embora encapuzado.

Sigo o caminho indicado por Azazel e meus parceiros.
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Tony.Ranger

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MensagemAssunto: Re: A Batalha do Apocalipse – Gênesis   Ter Nov 13, 2018 11:24 am

Contemplava a criação do Pai... Não compreendia o motivo dele ter criado tudo aquilo... Mas o que não compreendia era dar a sua forma aqueles feitos do barro... Vejo a estrela cintilante no céu...

O Arcanjo Rafael havia me designado uma missão, mas ao perceber com quem estaria, reflito nas escolhas do Arcanjo... A Estrela da Manhã questionava a soberania e as ordens do meu Mestre... Olho o discipulo do Arcanjo ao meu lado...

Caminhamos durante um tempo pelas terras da criação até vermos o dia virar noite... E a beleza se tornar horror...

Pelo visto Vanael realmente encontrou seu fim... Devemos seguir as ordens do alto e cessar essa montanha, toda a obra do nosso pai está em perigo...

Logo a montanha treme... A prova que o vulcão estava acordado e o espirito em seu interior estava desperto... Caminharia atento aos veios de lava...
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Art00

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MensagemAssunto: Re: A Batalha do Apocalipse – Gênesis   Ter Nov 13, 2018 12:08 pm

Atrair para nós sua fúria e nossa destruição? Seria de bom grado que eu aceitaria, mais agradável que passar o resto da eternidade vigiando seres menores contra suas próprias fraquezas, melhor que patrulhar em vão algo que não possui ameaças se não os riscos de suas próprias liberdades, do que protegíamos a criação? De ninguém se não do fato de que a mesma era tão falha quanto nós, nós somos perfeitos não? Acreditava que não, mas devemos ser, mesmo caídos assim, pois imperfeição ou a busca pela mesma parece atrair e interessar mais Ele do que aqueles que já a atingiram, e por tudo que fizemos até hoje, está claro que somos tão perfeitos quanto essas criaturas sob o frescor daquele lugar, quanto toda a criação...



"Não os destrua, corrompa-os", pensando com juízo, melhor eu deixar Samael fazer isso e não tocar neles, nos humanos, por hora, o que eu farei, garanto que destruir ou mata-los sera a ultima coisa, mas eles desejarão que seja a primeira quando eu toca-los com o mesmo sentimento que me toma só de imagina-los, tantas opções, espero que cada um dos "enganados" venha intervir por eles, ah sim, com a excitação de um animal esfomeado ao caçar, sim quero que venham intervir por eles, o que eu não farei com os humanos, farei com qualquer um que se colocar em nosso caminho, como sempre fiz, eu levanto e caminho em direção a Samael, entre um punhado de perfeitos condenados, literalmente, que como ferramentas abandonadas, amaldiçoavam e xingavam o criador, não percamos tempo com ofensas e ameaças, ações nos levaram a isso, ações mostrarão do que somos capazes, por mais tentado que tenha sido eu pela possibilidade de apenas, pelo menos mais uma vez rever o éden, agora como EU desejava, mesmo que só um pouco, digo serio;



-Que este caminho seja mesmo povoado por estes "espíritos revoltosos", seja eles ou pelos enganados que ainda guardam o éden, o que eu farei com eles... A tentação me implora para que de tempo ao menos para metade do que quero...




Era mais do que uma sina, eu não colocaria a caça em risco por causa de um medo deles, aye, haverá oportunidades melhores para punir os humanos por sua pífia existência, mesmo o risco de nossa destruição é um preço aceitável pelo prazer de extirpar a humanidade da criação, da mesma forma como eles extirparam minha fé na mesma... Ódio contra eles? Não. eles apenas fazem parte disso, uma parte diminuta e suja, impura, imperfeita, meu alvo é bem maior que uma criatura de pele delicada, e se se destruí-los fizesse impossível recria-los, com certeza sacrificar a min e todos esses condenados valeria a pena, ilógico? Sim, entretanto, muito mais logico que ama-los...

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Drogon

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MensagemAssunto: Re: A Batalha do Apocalipse – Gênesis   Qua Nov 14, 2018 4:37 pm

Sigo meu caminho ao lado do anjo, meu mestre sempre me apoiava e entendia o amor dele pelo Criador e sua criação, ele admirava isso e eu com o tempo estava aprendendo a admirar. Vi juntamente com ele a crianção de muitas coisas e trabalhar junto a essa criação me fazia bem.

_Não creio que Vanael esteja morto, seria de conhecimento de nossos mentores.

Sigo pelo vulcão, não me preocupava com o calor, olhava para meu aliado.

_Esse calor as vezes pode incomodar, mas meu receio é o espírito capaz de fazer frente a nós.
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MensagemAssunto: Re: A Batalha do Apocalipse – Gênesis   Dom Nov 18, 2018 7:58 pm

K’inashini e Brastes:


Sem muita objeção, o Zanathus e a Succubo destacam-se do grupo de rebeldes, aceitando a missão de acompanhar Samael ao Eden. Cada um à sua maneira, os três escalam abismo acima depois de muito tempo no cerne da escuridão em que se escondiam. Um mundo sombrio e selvagem se estende diante deles, com campos desérticos à sua frente, florestas desabitadas os cercando e silenciosas montanhas ao longe.

Azazel tinha razão, pois o vento carregava junto a si uma voz misteriosa que os atraía em direção ao norte daquele novo mundo criado pelo Pai que os traiu. Sempre deixando a cada brisa chamados como “Por aqui, antigos irmãos”, “Venham, eu vos aguardo” ou “Subam de volta aos Céus que os rejeitou.”

Fora uma longa peregrinação, sem muitos perigos, que levara os três ao norte do continente. Ali, um deserto de gelo tomou conta de toda a paisagem, e somente as montanhas ao longe encobertas pelo branco enlouquecedor da paisagem sobreviveram. Os três demônios então vagam por um caminho de neve maleável, deixando passos profundos para trás.

No entanto, quase ao mesmo tempo, os três percebem um farfalhar além de seus próprios passos, e quando automaticamente param para tentar entender aquele som, o percebem com mais clareza. E é então que os demônios se vêem seguidos por três malignos espíritos do gelo, cada um com mais de dois metros de altura e horrendas faces hostis que deixam clara a intenção do trio.




Iniciativa:

1° Brastes: Raciocínio 4 + Prontidão 5 + 1D (7) = 16
2° Wendigos: Raciocínio + Prontidão = 14
3° Samael: Raciocínio + Prontidão = 11
4° K’inashini: Raciocínio 3 + Prontidão 3 + 1D (2) = 8


Avaliação - Brastes:
 

Avaliação - K'inashini:
 




Nathaniel e Ozen:


Um verdadeiro Querubim segue as ordens do alto comando sem nunca questionar seus superiores, e era por isso que em silêncio Nathaniel viajava ao lado do favorito de Lúcifer, o arcanjo mais detestável por muitos. Por outro lado, Ozen seguia tranquilo a sua viagem, preocupado apenas em salvaguardar a criação do Pai e levar orgulho ao nome de seu amado mestre.

Os dois anjos chegam a uma distância segura do vulcão hostil, sentindo sua fúria apenas de uma maneira superficial. O tremor não os intimida, nem mesmo a chuva de detritos incandescentes expelida pela boca daquele enorme monte junto à fumaça venenosa. Veios de lava cercavam o caminho que os dois traçavam, trazendo um calor sufocante ao ar.

Ozen: Percepção 4 + Prontidão 5 (Dif: 6) = 4 sucessos.

Nathaniel: Perceção 4 + Prontidão 5 (Dif: 6) = 7 sucessos.

Ao olhar para os pés do vulcão, Nathaniel é o primeiro a notar, e Ozen nota também três segundos depois. Havia uma espécie de passagem escavada na rocha, com uma pesada porta dupla de pedra. Na medida em que se aproximam, Nathaniel nota pelo chão três penas de asas de anjo, duas queimadas e uma manchada de sangue. Enquanto Ozen percebe no umbral desta porta uma mensagem em uma língua estranha talhada com letras que brilham em tom de magma.


Avaliação - Ozenl:
 


Avaliação - Nathaniel:
 


Última edição por Admin em Sex Nov 23, 2018 12:45 am, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: A Batalha do Apocalipse – Gênesis   Seg Nov 19, 2018 9:54 am

Percebo que nosso irmão passou por aqui, o sangue não era comum ser derramado por minha espécie, isso me deixa alerta contra esse espírito enraivecido.

Vejo escritas em magma na parede, caminho até lá e leio o que foi deixado.

Mantinha o estado de alerta, não queria ser pego desprevenido por ninguém. Porém já pensava em como eliminar esse ser que afetava a obra do Pai.
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Tony.Ranger

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MensagemAssunto: Re: A Batalha do Apocalipse – Gênesis   Seg Nov 19, 2018 12:26 pm

Caminhamos pela trilha... O calor era sufocante... Meu companheiro acreditava que Vaniel estava vivo... Mas ao olharmos a passagem, vejo as penas, que deveriam pertencer a nosso irmão... As pego e procuraria ver se o sangue estava fresco e o calor na penas queimadas...

Mas é inútil... Com o calor a nossa volta... Não saberei inferir o tempo por isso...

Vejo que Ozen se aproxima da porta, identificando uma linguagem talhada a parede... Me manteria de olhos fechados, iria me concentrar em detectar se algo se aproximava de nós enquanto Ozen abria a passagem...


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Art00

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MensagemAssunto: Re: A Batalha do Apocalipse – Gênesis   Seg Nov 19, 2018 2:12 pm

Uma longa caminhada, por lugares desabitados, por lugares que talvez nunca mais tenham sido vistos por eras por outros olhos, pelo tipo de lugar que so algo como nós poderia ter ideia de passar, precisamos de olhos atentos, mas creio que o que nos guia me preocupa mais do que o que teria a estupida ideia de nos seguir, não faço o tipo que segue vozes por ai, num lugar onde os fins justificam os meios, onde todos nós somos traidores, de um certa maneira, qualquer sinal de confiança obviamente será suspeito, o que... Eu penso em desistir? Não, sei que podemos... Vamos ser traídos, já fomos por quem jamais esperávamos, se formos por qualquer outro será na pior das hipóteses uma anedota...



Seguimos em frente, sons rápidos surgem atras de nós, numa planície coberta de neve como essa, somos alvos grandes e fáceis de se ver de qualquer lugar, apenas o meu desejo de caçar algo ali me impedia de reclamar de que algo TINHA QUE NOS ATRASAR NA DESGRAÇA DAQUELE LUGAR, me viro sem pretensão, 3 espíritos famintos, seriam apenas eles? Por mais que eu queira que não, não estamos a diversão aqui;



-Eles nos subestimam, diga que temos tempo, diga Samael, essas criaturas tem fome, mas o que sinto, o que quero fazer com elas e muito maior, temporizar mais do que simplesmente devora-las vivas.



Era mais do que pode ser expresso em palavras, raiva? Fome? Um misto de ambos com sensações que escapam meu vernáculo? Essas criaturas parecem malignas, principiantes na grande caçada, eu já estava aqui quando os instintos que os guiam foram escritos... Penso puxando o grande malho de meus tentáculos, as faces deles podem intimidar os menores, mas o peso de meus pecados é o que esmagara seus crânios ao vento, primeiro vamos testa-los, se não podem segurar a força de minha arma, como esperam segurar minha ira? Eles não vão, jamais irão.


Off: ataques, gastar 2 de energia


Giro meu corpo para pegar impulso com o martelo e acerto o primeiro com um golpe na horizontal.

Ainda no movimento, mudo a orientação do golpe e acerto o segundo com uma pancada de cima para baixo

Giro o martelo nas mãos e acerto o terceiro na diagonal para cima.

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Megan

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MensagemAssunto: Re: A Batalha do Apocalipse – Gênesis   Qua Nov 21, 2018 8:09 pm

A viagem é longa e só temos essa voz no vento pra guiar a gente. De onde ela veio é estranho. Azazel falou que um arcanjo tbm estava interessado em destruir esses humanos e queria contar com a gente pra essa tarefa.

"Óbvio demais. Não é possível que o Azazel não considerou que podia ser uma armadilha. Se considerou acho que somos a isca"

Se alguma coisa desse tipo nos acontecer é bom para aquele babaca que a gente não consiga sobreviver pq senão a raiva do nosso pai vai parecer carinho perto do que eu vou fazer com ele.

- Então a gente finalmente tem companhia. Esse mundo é td mtu escuro vamos pintar ele de vermelho.

Saco a minha cimitarra. Vejo que Brastes tenta lutar contra os três. Então aproveito isso pra atacar tbm tentando empalar o 1.

- Samael é melhor não se expor mtu. Vc é parte importante dessa missão. Eu iria odiar se vc se machucasse... Rs.
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MensagemAssunto: Re: A Batalha do Apocalipse – Gênesis   Sex Nov 23, 2018 12:42 am

Ozen e Nathaniel:


A esperança de encontrar Vanael, o irmão perdido, cresce em Ozen ao ver penas que supostamente eram de suas asas nas mãos de Nathaniel. Porém, a marca de sangue impressa nela era um fator preocupante. Estava nítido que Vanael se viu envolvido em algum tipo de batalha, e o fato de ele não ter voltado desde então diminui significativamente as chances de encontrá-lo vivo.

Ozen: Percepção 4 + Linguistica 5 (Dif: 6) = 5 sucessos.

Mestre máximo das línguas primitivas e divinas, Ozen se aproxima mais da porta, analisando as runas entalhadas em magma nos umbrais. O anjo consegue decifrar com facilidade os padrões daquele idioma e em menos de um minuto entende que ali estava escrito “Diga ‘amigo’ e entre”.


Nathaniel analisava as penas de maneira minuciosa, usando suas perícias em batalhas para tentar determinar em que estado encontraria Vanael. Porém, as evidências eram muito poucas para se ter qualquer constatação. O Querubim pode apenas supor que Vanael teve um combate violento pelo estado em que se encontravam suas penas. Será que o Ishim perdido era um grande guerreiro?

Enquanto analisava as penas, Nathaniel começa a usar seus sentidos para tentar detectar presenças que estivessem próximas. O Querubim se esforça, mas podia atestar que ninguém os atrapalharia por um bom tempo. O mundo criado por Deus parecia vazio aponto de os dois anjos serem os únicos seres a caminhar sobre ele. No entanto, o guerreiro nota algo preocupante à sua volta. A chuva de detritos incandescentes, antes inofensiva, começava a cair com mais intensidade, ameaçando tornar-se uma tempestade escaldante a qualquer momento...


Avaliação - Ozen:
 


Avaliação - Nathaniel:
 


Brastes e K’inashini:


Brastes ataca: Destreza 5 + Armas Brancas 5 (Dif: 6) = Nenhum sucesso.

Brastes ataca: Destreza 5 + Armas Brancas 5 (Dif: 6) = 5 sucessos.
Wendigo 2 desvia: Destreza + Esquiva (Dif: 6) = 4 sucessos.
Brastes (Dano: Força 8 + 11) = 17 sucessos.

Brastes ataca: Destreza 5 + Armas Brancas 5 (Dif: 6) = 7 sucessos.
Wendigo 3 desvia: Destreza + Esquiva (Dif: 6) = 1 sucesso.
Brastes (Dano: Força 8 + 11) = 15 sucessos.

Afoito pelo sangue inimigo, o Zanathus brande o seu enorme martelo e parte em direção dos Wendigo. Seus passos pesados deixam enormes marcas na neve, e talvez os últimos deles tenham gerado o desequilíbrio que acaba levando Brastes a errar o primeiro ataque, o martelo passando a esmo horizontalmente sem que a criatura precisasse se mover.

Porém, em um movimento de cima para baixo, o martelo atinge pesadamente o topo da cabeça do segundo Wendigo, fazendo a criatura lamentar com um urro horrendo. Por último, o terceiro golpe atinge a costela esquerda do terceiro Wendigo, esmagando seus músculos e ossos e tirando um pouco de seu equilíbrio.

Wendigo 1 ataca: Destreza + Briga (Dif: 6) = 2 sucessos.
Samael desvia: Destreza + Briga (Dif: 6) = 4 sucessos.

O Wendigo cujo golpe de Brastes falhou, aproveita a brecha para correr pela neve em direção a Samael. Usando suas garras, a criatura tenta uma investida, mas o demônio encapuzado, que parecia incapaz de reagir ao ataque, dá um salto repentino, passando pelo corpo da criatura e pousando maciamente sobre a neve.


K’inashini ataca: Destreza 5 + Armas Brancas 5 (Dif: 6) = 6 sucessos.
Wendigo 1: Sem ação.
K’inashini (Dano: Força 4 + 8 ) = 10 sucessos.

A Succubo preferia ver Samael seguro, afinal ele era uma parte essencial daquela missão, mas os Wendigo não parecem concordar. Samael é atacado por uma das criaturas, mas consegue desviar. Então, a Succubo decide garantir a segurança do demônio, usando sua cimitarra para cravar no corpo da criatura que o atacou e vendo a lâmina penetrar o corpo espiritual do Wendigo com facilidade.


Iniciativa:

1° Samael: Raciocínio + Prontidão = 17
2° Brastes: Raciocínio 4 + Prontidão 5 + 1D (4) = 13
3° K’inashini: Raciocínio 3 + Prontidão 3 + 1D (4) = 10
4° Wendigos: Raciocínio + Prontidão = 8


Status:
 


Avaliação - Brastes:
 


Avaliação - K'inashini:
 






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MensagemAssunto: Re: A Batalha do Apocalipse – Gênesis   Sex Nov 23, 2018 2:30 pm

Respiro fundo e começo a pronunciar a palavra amigo, porém aprendi com meu mestre que nada era fácil, nada era simples então digo em vários idiomas.

Eu não acreditava que um Ishin seria derrotado por um espírito elemental, confiava em nosso poder e iria eu mesmo me livrar dele.
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MensagemAssunto: Re: A Batalha do Apocalipse – Gênesis   Sab Nov 24, 2018 2:26 pm

Interessante ouvir o som do martelo cortando o ar em vão pela beleza dos flocos de neve erguidos pela batalha, mas nada mais que isso, o bastardo poderia ter me atingido ou ter escapado, mas foi para cima de Samael, mas não creio que ele seja tão indefeso quanto parece, mesmo assim, K'inashini cobriu esse desvio que os outros golpes não deixaram, oras, não são criaturas de sorte, nada que nos encontra é;



-não somos menos alvos que ele aqui senhorita, nós três só temos que ser os últimos ominosos em pé
- digo para a k'inashini



Errar um golpe não o problema, não, o problema foi ele não ter feito nada para forçar o erro, mas isso não me impede de puni-lo pela audácia, como se eu precisa-se de motivo para fazer qualquer coisa a essa altura, não posso me dar ao luxo de ficar errando assim, não temo punição alguma, apenas tempo perdido de diversão com eles quanto aquele sortudo ali, olhando para o ser que errei meu primeiro golpe;



-Ele é meu - Digo olhando para ele.



Ele tinha sorte sim, aye, sim ele tinha, pois agora não teria tempo eu para fazer o que eu quero, humanos, até meu tempo para torturar esses malditos me tomam, mas esse conquistou minha atenção, a sorte dele o salvara do destinos de muitos que encontrei e me desafiaram, ah, não posso deixar isso quieto, não irei.



Off; 2 movimentos, gastar 1 de energia.



Corro com o martelo para traz, giro meu corpo e acerto com o martelo na horizontal o wendigo 2, no impulso do movimento dou outro giro e acerto o wendigo 1 na altura da cabeça

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MensagemAssunto: Re: A Batalha do Apocalipse – Gênesis   Qua Nov 28, 2018 10:31 am

Do jeito que eu previ aquele wendigo ataca Samael em um descuido nosso. Fico pensando se isso foi premeditado se esse monstro sabia se a nossa missão e por isso atacou logo ele. Bem não faz diferença vão tds morrer msm.

- Tbm quero preservar a minha vida mas sem Samael não tem mais missão.

Brastes era mais rápido do que eu pra atacar então fico prestando a atenção nos ataques dele. Se tivesse algum sobrevivente eu iria correr até ele e tentar desferir um golpe no pescoço com a minha arma.

Em seguida ativo minha aura e vou em cima do wendigo 3 fazendo um corte no peito dele.

- Vcs só estão atrasando o inevitável!
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Tony.Ranger

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MensagemAssunto: Re: A Batalha do Apocalipse – Gênesis   Qui Nov 29, 2018 4:32 pm

Era inútil tentar examinar algo naquele local... Vejo o meu irmão olhando a escrita e apesar de perceber que não eramos ameaçados... O perigo na forma das rochas de fogo se aproximava...

Devemos nos apressar... As rochas logo nos atingiram...

Aperto o cabo da minha arma, caso seja necessário utiliza-la para defletir as pedras...
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MensagemAssunto: Re: A Batalha do Apocalipse – Gênesis   Qui Nov 29, 2018 11:36 pm

Ozen e Nathaniel:


O calor se intensificava ao redor dos anjos, o vulcão cuspia chamas e fumaça com uma fúria que mais parecia uma retaliação à presença dos dois. Um forte abalo faz o solo estremecer, comprometendo um pouco o equilíbrio dos dois. Tudo estava nas mãos de Ozen que ao decifrar as runas na entrada, começa a entoar a palavra amigo em vários idiomas diferentes.

Ozen: Inteligência 9 + Linguistica 5 (Dif: 6) = 4 sucessos.

Em meio à tensão da ameaça vulcânica, o Ishin começa a falar em várias línguas diferentes, porém, logo nota que batava dizer “Hameii”, amigo na língua dos espíritos, para as portas duplas de pedra começarem a se agitar, abrindo para dentro em meio a um leve tremor e alguns grãos de poeira que ruem das frestas.

Nathaniel, que olhava constantemente para a boca do vulcão, logo pensa em materializar sua relíquia sagrada, sentindo aquela chuva se tornar uma ameaça a cada segundo. Mas quando a coisa se torna mais tensa, o Querubim ouve o tremor nas portas do vulcão e uma passagem escavada na pedra se abrindo para os dois.

No entanto, esta passagem era um pouco estreita. O ar estagnado há eras era rançoso lá dentro. E a pouca luz que havia do lado de fora não ousava se infiltrar ali dentro. Tudo naquela passagem parecia ameaçador. Tanto o Ishim quanto o Querubim podiam sentir o hálito quente do vulcão lhes dando as boas vindas.


Avaliação - Ozen:
 


Avaliação - Nathaniel:
 


Brastes e K’inashini:


O erro era frustrante para o Zanathus, ao ponto de fazê-lo lamentar. Mas o demônio não lamentaria sozinha, alguém teria de sofrer por isso, e o escolhido foi justo o Wendigo diante dele. Mais uma vez, Brastes ergue aquele martelo que parecia grande demais até para ele e desfere um golpe contra a criatura ferida.

Brastes ataca: Destreza 5 + Armas Brancas 5 (Dif: 6) = 6 sucessos.
Wendigo 2 desvia: Destreza + Esquiva (Dif: 6) = 2 sucessos.
Brastes (Dano: Força 8 + 11) = 17 sucessos.

Brastes ataca: Destreza 5 + Armas Brancas 5 (Dif: 6) = 5 sucessos.
Wendigo 1 desvia: Destreza + Esquiva (Dif: 6) = 4 sucessos.
Brastes (Dano: Força 8 + 11) = 14 sucessos.

Desta vez não houve margem para erro. Com um giro, Brastes emprega maior peso ao martelo, esmagando os ossos da criatura e atirando para longe nada mais do que sua carcaça deformada e sem vida. Em seguida, ele acerta a cabeça do primeiro Wendigo, golpeando com tanta força que acaba decapitando a criatura mesmo que sua arma não seja voltada para tal.

Samael ataca: Destreza + Armas Brancas (Dif: 6) = 2 sucessos.
Wendigo 3 desvia: Destreza + Esquiva (Dif: 6) = 2 sucessos.

Da capa preta que encobria todo o seu corpo, o profano Samael saca duas adagas prateadas de belo acabamento e parte para cima do terceiro Wendigo. Porém, o demônio deixa claro que era um corruptor, não um combatente. Embora a criatura tenha desviado por pouco, seu ataque saíra torto, com movimentos quase infantis.


Vendo que o Zanathus era mais rápido em combate, K’inashini aguarda, observando os movimentos dele e aguardando para matar o que sobrar como um verdadeiro abutre. Porém, nada a resta para a Succubo, a não ser o Wendigo que Samael demonstrava sérios problemas em liquidar.

K’inashini ataca: Destreza 5 + Armas Brancas 5 (Dif: 6) = 6 sucessos.
Wendigo 3 desvia: Destreza + Esquiva (Dif: 6) = 2 sucessos.
K’inashini (Dano: Força 4 + 8 ) = 12 sucessos.

Ao contrário do pobre Samael, a Succubo se mostra tão letal com sua arma quanto com as palavras. Atravessando o corpo da criatura com sua cimitarra, K’inashini vê o corpo do Wendigo ser dividido ao meio na altura do peito, e mais aquele espírito é destruído, tornando livre mais uma vez o caminho para os demônios em direção ao Eden.

- Agora entendo por que Azazel vos escolheu para esta tarefa. – Diz Samael, olhando os corpos dos Wendigo em pedaços maculando a pura neve cinzenta daquele mundo. – Mas ainda não é o momento de honrá-los. Há um Pai ao qual precisamos mostrar a sua insignificância. Vamos.

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MensagemAssunto: Re: A Batalha do Apocalipse – Gênesis   Sex Nov 30, 2018 12:37 pm

Cruza o céu com movimentos erráticos a carcaça do primeiros deles a perecer, uma parábola com sangue até pousar na neve em algum lugar, mas não paro para apreciar, não devo, logo o segundo giro atinge o mentecapto que desça vez não desfrutou da mesma sorte, e sua cabeça e segue uma direção a qual seu corpo não acompanha, acontece, um pouco rápido demais apesar da cena ser interessante, esperava um pouco mais de diversão, aye, estes nem me excitaram a devora-los...



Pouso o malho no chão e olho o lugar por um instante, desejava que não fossem os últimos, precisava de mais, mais, sim mais, mas não posso me deixar levar pelos meus desejos, não seria com estes petiscos que saciaria minha fome, eu tinha anseio por mais, mas agora precisava de presas maiores.



-Preservar a vida? Sabes mesmo como entreter alguém não seleta senhorita, devíamos caçar mais vezes, não se preocupe, se ficarmos atentos E se tivermos sorte, Samael estará intocado quando chegarmos, mas...
- digo para k'nashini, enquanto procuro no horizonte por mais - Se não temo ao criador, por que deveria temer a morte?



Coloco trucidatio de volta entre os tentáculos, sinto o cabo recolher, a presa foi fraca demais;



-Não é ao criador ou a morte que a criação deve temer...




Devemos rumar logo ao éden, eu ansiava, desejava que este lugar tivesse mais criaturas, mais e maiores, quase alucinava com o que poderia fazer com o que encontra-se, mas este lugar não parecia mais povoado do que um sonho febril, se for apenas por esses minúsculos, sem nada mais substancial, melhor seguirmos direto,



-Aye, mas ainda temos que ver se conseguimos mesmo, Ele não nos ouve, mas não demora para nos provocar, alias, quanto falta para chegarmos?
- Cheiro uma vez minhas correntes presas em meu braço - Minhas garras, clamam por carne...



Pergunto a Samael, meus tentáculos mostravam que eu estava ansioso, não mostraríamos mais do que uma coisa que a sombra éden do esconde, realidade.



Off: Seguir Samael, ficar atrás do grupo de vigia.

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MensagemAssunto: Re: A Batalha do Apocalipse – Gênesis   Sex Nov 30, 2018 3:07 pm

Aquele calor era algo novo, eu estava acostumado com climas mais amenos, porém de certa forma isso era uma criação do Pai e não poderia questionar. Sigo adiante pela caverna criando uma bola de luz que vai iluminando o caminho. Eu não tinha problemas com a escuridão, mas queria evitar problemas com o querubim.

Minha missão era saber sobre o Ishin perdido e derrubar esse espirito revolto que ameaçava a crianção.
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MensagemAssunto: Re: A Batalha do Apocalipse – Gênesis   Qua Dez 05, 2018 3:27 pm

Os wendigo não duram mtu. Não foi inteligente nos atacar com um bando tão pequeno mais uma mostra das imperfeições de Deus.

"Acho que devo um pedido de desculpas pra minha espada. Saquei ela atoa."

Samael percebe algo obvio somos bons e por isso Azazel nos escolheu. Bocejo um pouco com os elogios dele e fico olhando pros pedaços dos wendigo no chão.

- Ok ok. Leva logo a gente pra essa passagem. Não aguento mais esse frio.

Seguiria Samael e a tal da voz...
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Tony.Ranger

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MensagemAssunto: Re: A Batalha do Apocalipse – Gênesis   Qui Dez 06, 2018 1:02 pm

Quando penso em convocar a minha arma pra usa-la para defletir as pedras que cairiam em nós... As portas duplas são abertas...

O calor evidencia a natureza da nossa missão... Lá dentro estava um elemental que queria destruir a criação do Pai... Mas antes, ele me enfrentaria.... E com a Gloria do Pai, eu o apagaria da existência... Deixando claro a todos os que um dia pensarem nisso... Que esse era o único destino aqueles que desafiam as ordens Dele...

Vamos... Nosso irmão pode estar em perigo...

Iria materializar a minha arma... E ficaria atento durante o caminho...
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MensagemAssunto: Re: A Batalha do Apocalipse – Gênesis   Qui Dez 06, 2018 11:27 pm

Brastes e K’inashini:


- A voz que nos guia não parece distante para mim, e também ouço ao longe o som do mar de onde ela se origina. Não devemos estar longe. – Samael explica ante a pergunta de Brastes. – Mas este é só o primeiro passo. Ainda precisamos atravessar o Primeiro e o Segundo Céu. E sinceramente, não sei como faremos se nossos irmãos repletos de graça estiverem patrulhando por lá.

Samael deixa esta dúvida no ar e começa a seguir em frente, seus passos deixando sulcos profundos na neve alta. Embora pudessem estar claramente seguindo o caminho da destruição, não restava aos dois demônios alternativa a não ser continuar seguindo a voz sedutora que os atraía através do vento aziago e gélido.

Mais um dia de caminhada, e os três demônios se deparam com uma encosta congelada onde as águas negras do mar se chocavam com violência, arrancando algumas placas de gelo a cada pancada. A voz que os conduzia atraía o trio para algum ponto no fundo daquela água, mas cabia aos demônios descobrir se eles teriam coragem de mergulhar naquelas águas.

- O mar é perigoso. Suas águas são violentas e obscuras. Nada sabemos sobre o que nada em suas profundezas. Eis o nosso primeiros teste de lealdade a Azazel. – Samael comenta, observando o vai e vem constante daquelas águas de maneira hesitante.


Avaliação - Brastes:
 

Avaliação - K'inashini:
 




Ozen e Nathaniel:


Apesar das péssimas promessas que aquele túnel lhes fazia, os dois corajosos anjos decidem seguir em frente, Ozen preocupado em acalmar a fúria do vulcão, Nathaniel ainda esperançoso em encontrar o irmão perdido ainda vivo. Uma luz agradável surge das mãos do Ishin, expulsando a escuridão daquele túnel e o tornando perfeitamente visível.

Assim, os dois anjos seguem em frente, ouvindo cada um de seus passos no silêncio daquele lugar, sentindo com cada vez mais intensidade o calor do magma cada vez mais próximo. Mas o corredor se mostra extenso, e quando os dois celestes pensam que o calor era tudo, todo o interior do vulcão começa a estremecer com uma intensidade preocupante.

Um rugido ecoa pelo corredor. No começo parecia só o reclame das rochas estremecendo, mas tal voz parece tão carregada de raiva que era impossível não pensar que se tratava de uma mente hostil por trás. Quando menos se espera, rochas enormes começam a se desprender do teto e cair pelo caminho atrás de Ozen e Nathaniel, e esse deslize estava se aproximando dos dois, rochas maiores caíam cada vez mais perto, obrigando-os a seguir em frente para não serem esmagados!

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MensagemAssunto: Re: A Batalha do Apocalipse – Gênesis   Sex Dez 07, 2018 11:36 am

Escuto Samael;



-Que venham com toda a graça, isto nunca me impediu de arrancar deles todo sangue, carne e honra que possuem, e não será agora que ira.



Uma longa caminhada pelas sombras, se o frio do olhar de nossos irmãos de cima, o frio com que nosso criador tratou nossas angustias não nos parou, não seria as intemperes que iriam, não havia muitas criaturas por ali, realmente o tipo de lugar, no tipo de momento que só algo como nós teria a ideia de cruzar, não eramos nós que nos preocupávamos ali, era o lugar que nos temia, e tudo que se jogava contra nós não era nada se não sua pura reação de medo.



Demorou, mas logo o gelo e o vento ganham tons salinos da embriagante maresia, logo o vento uivante da lugar ao marulho que embala nossas mentes em imginar o que há alem do horizonte, o mar bravio mostra seu temor e desgosto em nos ver, não tiro seus motivos, Samael diz sobre como aquilo devia ser um teste para nós, reflito de olho no horizonte, traidores, seguindo outro traidor, diante de um teste de lealdade, não tenho duvidas sobre, mas não torna isso agradável.



Passo a frente deles;



- O mar nos recebe com fúria... (respiro fundo) Instigante, como as vitimas que lutam, esbravejam, se debatem e desesperam, são sempre as mais interessantes, difícil não resistir a forma como lutam em vão, teste ou não, só tem um jeito de descobrir...




Digo parando a frente do mar...



-Não há o que duvidar, se ganha algumas, se perde algumas centenas...




Digo de maneira estoica, logo me transformo em minha forma água enquanto salto no mar, não controlo o oceano, mas ai dele se não satisfazer minhas vontades, como se tua ira fosse maior que a nossa, se estive-se só, eu saltaria em minha forma normal, mas devo ver o caminho por eles, nosso objetivo é outro, e não testar nossa sorte em vão.



Off: Mudar para forma água enquanto pulo no mar, investigar o que há lá, ficar atento a qualquer outra criatura que possa estar lá.

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Megan

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MensagemAssunto: Re: A Batalha do Apocalipse – Gênesis   Ter Dez 11, 2018 2:19 pm


Fico ouvindo Samael, ele tinha um jeito enigmático de falar as coisas. Um mar revolto, gelado e escuro. Nenhuma das criações de deus vai impedir essa súcubo.

- Lealdade a Azazel? Vc só pode estar brincando. Estou nessa só para zombar do nosso pai. Vale a pena arriscar td por isso.

Tapo a respiração e salto em direção a água. Só espero que as asas não atrapalhem. Iria procurar ouvir a voz ou então seguir a orientação de Samael.

"O Eden vai queimar em chamas quando eu chegar"
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Drogon

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MensagemAssunto: Re: A Batalha do Apocalipse – Gênesis   Qua Dez 12, 2018 8:19 pm

O teto começa a desmoronar, pedras de magma caem sobre nós, uso meus sentidos para uma rota segura enquanto acelero.

Não tinha muito  que fazer, apenas seguir adiante para lidar com esse espírito e julga-lo por sua insubordinação ao criador.

Nossa criação era perfeita, esse mundo era perfeito e eu jamais deixaria alguém macular a obra, muitos pensam que o livre arbítrio é relacionado a alma, mas esquecem que é pensar por si mesmo.


Última edição por Drogon em Qui Dez 13, 2018 2:57 pm, editado 1 vez(es)
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Tony.Ranger

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MensagemAssunto: Re: A Batalha do Apocalipse – Gênesis   Qua Dez 12, 2018 10:35 pm

Caminhávamos cada vez mais fundo no vulcão... O Ishin trazia luz em meio as sombras, nos permitindo seguir sem problemas... Mas logo o vulcão demonstra a sua força... Seu rugido de fúria sacode o local, e vemos pedras caindo em nossas direções...

Iria avançar rapidamente pelo corredor buscando algum abrigo, e caso visse que o golpe era iminente, iria bloquear a rocha com a minha arma...
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MensagemAssunto: Re: A Batalha do Apocalipse – Gênesis   

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