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 Dragon Ball Z

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MensagemAssunto: Dragon Ball Z   Seg Jun 11, 2018 10:13 pm

Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin
 
Guerra das Linhagens – Capítulo 1



 
- No interior de nossas cavernas, os Saiyajins passavam a noite ao redor de uma fogueira celebrando e tecendo planos para a grande revolta que exterminaria os Tsufurujins e garantiria o planeta Plant só para nós. Eu tenho a honra de dizer que fui o grande mentor de tais planos, a mente por trás da conquista. E ao meu lado havia um guerreiro, um irmão que pôs todos esses planos em prática e garantiu que a guerra durasse uma única noite. Eu havia prometido a esse irmão que nós dois lideraríamos juntos, mas os Saiyajins queriam um rei. Bem, se o planeta hoje tem o meu nome, acredito que imaginam quem seus avós e pais escolheram. Reconhecendo as façanhas deste guerreiro, eu ofereci a ele um lugar ao meu lado, como meu braço direito. Mas ele estava inconsolável e decidiu partir junto a sua família e um punhado de soldados leais a ele... Espero que esteja bem, onde quer que esteja.
 
- Rei Vegeta
 
 
O cruzador Metamorph adentra a atmosfera da Terra, e diferente das cápsulas em que os Saiyajins costumavam viajar, a descida é bastante suave e o pouso é macio. Quando a porta se abre, Lazuli e Sugilita correm de uma maneira um tanto infantil para conhecerem a liberdade que o novo mundo lhes prometia. Mas ao chegarem do lado de fora, o grupo se depara com um planeta desolado e em ruínas. Prédios caíam aos pedaços ao sabor do tempo, ruas foram tomadas por uma vegetação rasteira que rachava sua pavimentação, veículos semelhantes a carros voadores enferrujavam esquecidos nas sarjetas.
 
As sacerdotisas se mostram impressionadas com toda essa destruição e até um pouco assustadas com a possibilidade de viver em um mundo como aquele. Mas diferente delas, Suzako e Theri estavam confortáveis, pois sabiam perfeitamente o que havia acontecido naquele lugar. Era só olhar para os rastros de explosão, as crateras que marcavam o solo em pontos diferentes e alguns prédios simplesmente partidos ao meio. Aqueles eram sinais de grandes batalhas, e pela queda da civilização, era fato para os guerreiros que Kakaroto havia cumprido com o seu papel.
 
Coraline é a primeira a arriscar a descer da rampa, e acaba tropeçando levemente em algo que quando todos olham, percebem ser uma pilha de ossos e crânios humanos. Esses ossos estavam espalhados por todo o chão em volta, indicando que uma verdadeira chacina ocorreu naquele lugar. Mas olhando em volta, não é só isso que os Saiyajins encontram. Logo o grupo percebe um bando de crianças humanas sobreviventes os observando, tentando manter-se ocultas em meio ao matagal das ruas.
 
- Lazuli, tente estabelecer contato. Talvez esses nativos possam nos ser úteis. – Yubelluna ordena, segurando a pequena Thalassa em seus braços.
 
Lazuli concorda e afasta-se um pouco do grupo em direção às crianças, agachando como se fosse para ficar na mesma altura e oferecendo sua mão para aqueles meninos e meninas sujos, assustados e raquíticos. As crianças carentes pela orfandade não relutam, elas abandonam o matagal em meio a rua e se aproximam de Lazuli. Porém, em meio à aproximação, raios explosivos são lançados dos céus, atingindo e massacrando todas aquelas crianças sem a menor piedade! Apenas seus esqueletos fumegantes restam sobre o solo...
 
O grupo não precisa olhar para o alto, pois os responsáveis por este repentino ataque pousam pesadamente sobre o solo, causando um leve tremor e destruindo o chão a sua volta. Lazuli cai para trás assustada, pois quatro andróides armados começam a avançar em sua direção, preparando-se para atirar contra o grupo.


Androides Protótipos:
 


 
 
Iniciativa:
 
1° Suzako: Raciocínio 4 + Prontidão 3 + 1D (10 +3) = 20
2° Theri: Raciocínio 5 + Prontidão 4 + 1D (10) = 19
3° Androides: Raciocínio + 1D = 15
 
 


 
Os Titãns Elementais – Capítulo 1



 
- Meu irmão foi um dos maiores heróis Saiyajins. Conquistou mais planetas para os Metamorphs do que Zarbon e Dodória juntos. Quando seu filho de sangue fraco nasceu, todos o ridicularizaram. Isso o fez perder a fé em nosso povo? Não o meu irmão. A primeira coisa que ele fez foi entrar em uma nave com o seu grupo e ir conquistar o planeta Kanassa. Nem mesmo quando riram dele por prever a traição de Freezar, meu irmão perdeu a fé nos Saiyajins. Bem, como pode ver, eu sou totalmente diferente do meu irmão. Fodam-se os Saiyajins que ainda lambem as botas do Freezar depois do que ele fez. Com o poder da árvore, eu vou conquistar o universo!
 
- Turles.
 
 
O senhor Whis era mesmo uma figura fantástica. Mesmo não possuindo a aparência de um guerreiro, era possível sentir apenas por sua postura que não era alguém possível de se desafiar. Com os poderes dele, Oregan e Agate são teleportados do cruzador de Blizzard ao interior escuro e frio de uma nave desconhecida.
 
- Oh, me desculpem pela turbulência da viagem. – Diz ele, com seu jeito humorado e afetado. – Oregan, tome este tempo com seus pais como uma lição, sim? Você deve aprender que tudo que é criado está fadado à destruição e se tornar maduro suficiente para destruir com suas próprias mãos quando preciso. Observe Turles, mas não se torne ele.
 
Whis faz a ponta de seu cajado brilhar, espantando um pouco da escuridão em volta. Com este brilho, ele toca os dois pulsos do jovem Saiyajin, fazendo com que dois braceletes de ouro com uma esmeralda surja em seus braços. Com isso, Oregan que não estava preparado, acaba indo desajeitado ao chão.
 
- Oregan! – Agate clama, tentando ajudá-lo.
 
- Não se preocupe. Isso é apenas parte do treinamento. Estes braceletes diminuirão sua potência, velocidade e resistência, mas você ainda poderá lutar. Adapte-se a eles, evolua com eles, e quando tirá-los, estará muito mais forte.
 
Com algum esforço, Oregan consegue se levantar novamente. Usando todo o seu poder de luta, eles não eram tão pesados. Porém, de fato, seria um pouco mais difícil lutar usando eles. Percebido isso, Whis cria uma bolha espacial ao redor de si e entra nela, sozinho desta vez.
 
- Pode não parecer, mas eu acompanho todos os seus passos, Oregan. – Ele diz, mostrando uma esfera de cristal no topo de seu cajado. – Infelizmente, eu preciso deixar que você cresça sozinho e faça as suas escolhas. Mas quando realmente for necessário, eu estarei aqui. Por enquanto, isso é um até logo. Agate, cuide dele quando eu não estiver por perto, sim?
 
A bolha consome Whis até se desfazer, deixando os dois Saiyajins sós naquela estranha nave. A escuridão volta a ser abundante, o que deixa Agate um pouco receosa. A garota começa a olhar ao redor de uma maneira insistente e suspeita.
 
- Tem algo por... – Ela dizia.
 
Oregan: Percepção 2 + Prontidão 4 (Dif: 6) = 1 sucesso.
 
Soldado 1 ataca: Destreza + Briga (Dif: 6) = 6 sucessos.
Oregan: Sem ação.
Soldado 1 (Dano: Força) = 5 sucessos.
 
Da abundante escuridão uma figura salta, atingindo covardemente Oregan com um chute que o lança contra uma parede metálica do corredor. Logo algumas risadas são ouvidas, e a silhueta de dez figuras é vista ao redor do garoto e de Agate. Soldados semelhantes aos que serviam os Metamorph riem soberbamente...
 
- Eu não sei como você fez para entrar nesta nave, garoto. Mas não foi uma boa ideia. – Diz um soldado.
 
- Vejam só o presente que ele trouxe para nós. – Diz outro soldado, deslizando a língua sobre os lábios ao olhar para Agate.
 
 
Iniciativa:
 
1° Oregan: Raciocínio 4 + Prontidão 4 + 1D (9) = 17
2° Soldados: Raciocínio + Prontidão + 1D = 12       
 


 
Mundos Condenados – Capítulo 1



 
- Isso aconteceu há mais tempo do que posso calcular. Entre todas as raças criadas pelos Kaiohs, uma adquiriu tanto poder que decidiu voltar-se contra nós: Os Demônios. Foi uma guerra longa, mas meus antepassados sagraram-se vencedores. Mas de todos os terríveis inimigos derrotados, eles nos pediram para que nunca nos esquecêssemos de um. Mandrágora. Ela tinha a capacidade de duplicar o poder daqueles que se submetiam aos seus caprichos, e por isso seduziu muitos seres vivos. Nosso medo é que ela retorne e consiga fazer toda a criação voltar-se contra seus criadores. Isso jamais pode acontecer.
 
- Supremo Senhor Kaioh, o deus da criação.
 
 
O teleporte junto a Kibito faz com que Dirac Baldric e Quartz surja em um planeta paradisíaco, selvagem e muito tranquilo. Vegetações de um verde bem vivo e lagos plácidos eram os detalhes mais comuns aquele lugar. O clima era muito agradável, como se calor ou frio não existissem. No céu arroxeado, pálidos planetas surgiam aqui e ali. Com as mãos cruzadas nas costas em uma aparência sábia, Kibito começa a caminhar, esperando que o Tsufurujin e a sacerdotisa o siga.


Planeta Sagrado:
 


 
- Este é o Planeta Sagrado. Talvez vocês não entendam a importância disso, mas exceto por vocês hoje, nenhum mortal jamais conheceu este lugar. Ele não é um planeta físico, mas um planeta etéreo, onde só os deuses são bem vindos. Sua presença aqui é fruto de uma grande necessidade. – Diz o Kaioh.
 
Um vento fresco bate enquanto os dois caminham, soprando suas frontes e fazendo Dirac Baldric e Quartz se sentir mais bem vindo naquele lugar. Uma rápida caminhada logo leva os três a um ponto onde podem ver uma figura pequena e exótica sentada sobre um pano de tecido fino e bebendo um chá enquanto contempla o horizonte.
 
- Aquele é o Supremo Senhor Kaioh. Em sua presença, é necessário o máximo de respeito, pois é graças a ele que vocês, eu, este planeta e todo o universo existimos. Não quero lhes parecer hostil ou grosseiro, mas qualquer falta de respeito de vossas partes me obrigará a tomar providências desagradáveis para ambos. – Kibito explica.
 
A uma certa distância, Kibito começa a levitar para que o som de seus passos não incomodem o deus a que ele servia, mas nem bem os três se aproximam, o Supremo Senhor Kaioh demonstra ter notado suas presenças ao guardar o chá.
 
- Você é Dirac, o parasita Tsufurujin que usufrui dos poderes ilimitados de um Saiyajin, certo? – O Supremo Senhor Kaioh indaga, antes mesmo que se aproximassem. – Mas que combinação entre espécies interessante, visto o que os Saiyajins fizeram aos seus criadores. Ah, não ligue para as tolas instruções de Kibito. Eu não sou tão sentimental quanto aqueles que me precederam. Aproxime-se. 


- Senhor Dirac, Tsufurujin? Do que ele está falando? - Quartz sussurra. 
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Tony.Saiyan

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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z   Ter Jun 12, 2018 10:56 am

Os dias dentro da nave foram simples... Apenas comer, treinar, amar e treinar e esperar... Um dos dias notamos a ausençia de Oregan... E junto a sua partida, a sacerdotiza que se afeiçoara a ele, tambem havia ido embora... Sentia raiva de não conseguir mante-lo junto a nós... E em outra noite, outro companheiro nos deixa...

Infernos... Mal estamos em liberdade... E já estamos diminuindo em numero...

Mas Yubelluna me conforta dando a luz a uma menina, forte... Sorrio... E pela janela podemos ver o planeta que representa a nossa liberdade... Nos arrumamos e logo a nave desce...

Logo estaremos como a raça mais poderosa de todo o universo...

A nave pousa e a porta se abre... Revelando um local desolado... Destruido e arruinado... As duas sacerdotizas parecem assustadas com isso... Mas eu sorrio... Vejo as marcas de destruição, causadas pelos confrontos...

Então o filho do Capitão Bardock realmente conseguiu ser algo que preste...

Descendo a rampa, uma das sacerdotizas tropeça em algo no chão... Eram ossos dos habitantes naquele local... Indiferente caminho olhando ao redor... Aperto o radar, mas era inutil, sem a fonte de transmissão...

A movimentação no mato chama a minha atenção, vejo que eram filhotes daquela especie... Yubelluna pede que uma das garotas se aproxime para tentar contato com eles... Lazulli se aproxima e as crianças naturalmente vão em sua direção... Mas uma rajada é disparada do alto as matando...

Olho na direção que veio a rajada... Mas os seres descem a terra... Eram umas especies de maquinas... Mas claramente não eram similares aqueles esqueletos que lutamos... O metal dos seus corpos pareciam mais resistentes...

Parece que Kakaroto não fez o serviço completo... Como esperado para um lixo como aquele...

Estralo o pescoço... Seria bom ter outra coisa para lutar... Estava preso a meses naquele local...

Expando o meu Ki em uma explosão unica... Assim... Até mesmo quem quer que estivesse na terra saberia da minha presença caso tivessem meios de sentir o meu Ki...

Vejo que um dos robos eram enorme... Os outros eram detalhe...

Theri... Hora de nos aquecermos... Vamos mostrar a esses robos o que acontece quando se ameaça um Saiyajin!

Iria partir para cima de um dos robôs... Iria agarra-lo...

Então iria usa-lo para acertar o robô gigante... Usando seu corpo como arma para alem de destruir o robô destruir tb o outro gigante... Iria atingir cada golpe em um local diferente... Buscando identificar um local mais vulneravel... Após atingir diversas vezes... Deixaria o corpo dele cair... E iria concentrar minha energia no meu punho... Desferindo minha Sword of Destruction contra o Robô gigante...

Caso o corpo dese se desfaça antes, ou eu não consiga agarrar no momento inical, desfiro apenas os socos diretamente contra o gigante...

Sinta o poder de um Saiyajin escoria!!


0 - Agarrar Robô 01
1 - Golpe usando o Robô 01 no Robô Gigante
2 - Golpe usando o Robô 01 no Robô Gigante
3 - Golpe usando o Robô 01 no Robô Gigante
4 - Golpe usando o Robô 01 no Robô Gigante
5 - Golpe usando o Robô 01 no Robô Gigante
6 - Golpe usando o Robô 01 no Robô Gigante
7 - Golpe usando o Robô 01 no Robô Gigante
9 - Rajada contra Robô Gigante


_________________
Suzako - The Mercilles

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art015

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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z   Ter Jun 12, 2018 12:21 pm

Tanto tempo de viagem, até as garotas mudaram, suas caudas cresceram com o treinamento, mas se iram usar a nova força ou não isso cabe a elas, essa nave, tantos meses que ela precisou viajar, quando possivel me isolava na mente de Baldric, precisava domar minhas próprias feras, tudo mudou de uma certa maneira "rápida", eu havia descartado minha programação original para estará aqui, hoje até falo como um deles, mas não sei mais onde termina Dirac e onde começa a mente de Baldric, ainda sei a quem pertence esse rosto, mas hoje nossos pensamentos são quase... Iguais, ou eu que estou me tornando ele, não sei dizer o que isso pode resultar, mas não era isso que estava previsto em minha programação, mas foi necessário para garantir o bem estar dele e exigir o máximo possível de suas capacidades, um caminho ousado, só posso imaginar o desgosto que os outros me olhariam agora, mas sobreviver nunca foi fácil, nunca foi uma rota certa e nem será, e pelo visto irá nos tirar até desta lenta nave, uma entidade, identificação apresentada como Kibito, a serviço de outra maior, o Supremo Senhor Kaioh, veio atrás de nós, Baldric e eu, bom então partimos nós e Quartz, huh sim aquela mesma que empurrei e carreguei, isso parece ser bom então é o minimo que posso fazer por ela, depois de falhar em carrega-la em segurança, espero não ter carregado para outra armadilha mas isso parece sério.



Seja lá o que eles precisam parece ser sério, e já me preocupa, quando surgimos do teleporte, damos de cara com um ambiente alienígena, bom, não me recordo de um planeta similar assim nos registros e nem devo procurar agora, isso não é um lugar normal, nem uma situação normal, céu de cor unica, povoado por diversos satélites naturais, incomum, logo quando chegamos, Sr.Kibito diz que aquele não era um planeta natural, e sim etéreo, diz que nossa presença é tolerada graças a uma necessidade extrema;



-Quem sou pra questionar os deuses, mas por que nós?- Digo com certa confusão, até me referi como "nós" ao invés de "eu".



Ele passa instruções sobre como se portar perante o supremo Sr. Kaioh, ele espera que o seguimos, bom vamos lá, estendo meu braço para Quartz segurar, então  o seguimos, não muito tempo de caminhada olhando o estranho lugar, chegamos até uma outra entidade, até que em fim estamos vendo rostos amistosos depois de tanto tempo em planetas de feras e alienígenas loucos por guerra. ele sem demora se prontifica a quebrar o gelo do encontro, e me identifica, mesmo estando escondido aqui dentro, Quatrz confusa pergunta como assim como assim parasita, então num jeito respeitoso, fecho os olhos e pergunto ao Supremo Sr. Kaioh;



-Hm De fato, o resultado do sacrifício de minha programação original, apesar de ter sido feito da violência para a violência, consegui uma amizade com este sayajin, e não controlo sem sua permissão...



Olho para Quartz;



-Senhor devo dizer agora ou aguardar uma hora mais oportuna? É uma historia um pouco longa...- Pergunto ao Supremo Sr. Kaioh



Eu devo pedir permissão, afinal é ele cede seu tempo e atenção para nós.



Off: Se ele permitir eu explico para eles;




Spoiler:
 


Última edição por art015 em Ter Jun 12, 2018 3:57 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z   Ter Jun 12, 2018 1:33 pm

Ouço atentamente o que Whis me fala, ele me trouxe para minha família e eu não sabia muito sobre ela, mas estava disposto a aprender.

Quando ele fala sobre tudo que é criado está fadado a destruição eu deixo escapar:

_Se tem um começo tem que ter um fim para equilibrar é necessário o fim para um novo começo...

Não fazia ideia do que era o que tinha falado, mas talvez um dia fizesse sentido, os pesos em meus braços me derrubam, mas eu adoro e dou uns pulinhos e socos com ele, como se estivesse tentando me acostumar, na verdade eles me atrapalhavam um pouco, entretanto esse ser me parecia bastante poderoso e saber o que falava.

Fazendo uma reverencia eu digo na despedida:

_Obrigado senhor Whis eu vou me esforçar para que se orgulhe de mim. Aprender sem me perder.

Quando ele sai ouço vozes ao meu redor eram soldados iguais a aqueles do bar e do porto, idiotas que não sabiam reconhecer um, me atacando desprevenido eu caio, levanto olho onde bateu e digo:

_É só isso?

Elevo meu ki como posso e movendo-me rapidamente bato no que olhou estranho para a Agate, dou um chute de baixo pra cima para quebrar o queixo, ele nunca mais iria falar nada. O que me atacou iria me mover para trás dele e dar uma cotovelada na coluna dele, esse nunca mais iria ser covarde,  movo o mais rápido que posso entre os outros, batendo em pontos fortes para mim e fracos para eles, chuto a lateral de um para joga-lo no do lado e sou um soco no que apanhou com impacto, no quinto um golpe nas pernas, no sexto um no peito, no sétimo um uppercut e aproveitando que estava no ar desço um chute na cabeça do oitavo, no novo um soco no estômago e no décimo o agarro para bater novamente no que falou de Agate.
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Theri

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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z   Ter Jun 12, 2018 7:04 pm

A viagem foi longa mas pelo menos deu pra ficar mais forte. Suzako era um pouco arrogante com essa coisa de ser discípulo do príncipe mas um soco naquela cara feia resolve e ele se torna um bom parceiro de treino. 


"Preciso ficar mais forte o próximo passo é é voltar naquele planeta. Se os metamorph pensam que eu tô feliz em só fugir eles estão enganados"


10 meses e no meio do caminho perdemos Baldric e Oregan. Não sei o que pra eles pode ser mais importante do que restaurar os a mas dane se se eles preferiram assim. Eu posso fazer isso sozinha. 


A Terra se tornou um mundo feio e vazio. Melhor assim, eu não tava com mtu humor pra lidar com uma raça fraca e nem destruir esse mundo. Ainda bem que o Kakaroto já tinha feito. 


- E agora o que a gente faz aqui?


Quando termino de perguntar as máquinas chegam. Quase mataram a Lazuli. Depois de matar aquelas crianças vem pra cima de nós. 


- Aquecimento? Só vejo mais sucata só que polida dessa vez.


Voo junto com Suzako contra aquelas coisas. Iria dar no primeiro um soco de cima pra baixo como se esmagasse contra o chão. Depois dois socos na cara. No segundo eu pulo e vou dando três chutes no ar acertando o peito dele. 


Off: 5 de energia. Bater nos que o Suzako não acertou.
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z   Qua Jun 13, 2018 2:16 pm

Suzako e Theri:
 
A Terra revela-se para os Saiyajins um mundo sem muitos atrativos, mas a recepção é perfeita para os guerreiros. Suzako expande seu poderoso ki, lançando pedras e poeira para todos os lados. No visor do capacete do inimigo, surge a numeração de 19.000, fazendo os três andróides de tamanho humano se surpreenderem.
 
Suzako agarra: Destreza 16 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 80 sucessos.
Androide Protótipo 1 desvia: Destreza + Briga (Dif: 6) = Nenhum sucesso.
 
Suzako ataca: Destreza 16 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 63 sucessos.
Androide Protótipo 1: Sem ação.
Androide Protótipo 4 Desvia: Destreza + Briga (Dif: 6) = 22 sucessos.
Suzako (Dano: Força 12 x5) = 15 sucessos.
 
Suzako ataca: Destreza 16 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 51 sucessos.
Androide Protótipo 1: Sem ação.
Androide Protótipo 4 Desvia: Destreza + Briga (Dif: 6) = 9 sucessos.
Suzako (Dano: Força 12 x5) = 35 sucessos.
 
Suzako ataca: Destreza 16 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 60 sucessos.
Androide Protótipo 1: Sem ação.
Androide Protótipo 4 Desvia: Destreza + Briga (Dif: 6) = Nenhum sucesso.
Suzako (Dano: Força 12 x5) = 55 sucessos.
 
Enquanto dispara em vôo, Suzako agarra a cabeça de um dos andróides com apenas uma mão, tão rápido que o inimigo sequer é capaz de desviar. E usando o corpo dele como uma arma, o Saiyajin começa então a distribuir golpes contra o andróide gigante atrás dele. Em sua mente, Suzako pensa em uma longa sequência, mas os inimigos não se mostram tão resistentes, vindo a explodir juntos no terceiro golpe.
 
- Suzako! – Yubelluna grita, surpresa com a potência da explosão, mas acaba se acalmando quando o Saiyajin surge ileso da fumaça.
 
 
Theri não demonstra esperança por uma luta digna como seu companheiro, e quando vê Suzako massacrando os andróides com apenas quatro movimentos, suas expectativas caem por terra. Mesmo assim, ela dispara na direção dos outros dois, atacando-os como se os estivesse punindo por sua fraqueza.
 
Theri ataca: Destreza 13 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 34 sucessos.
Androide Protótipo 2 desvia: Destreza + Briga (Dif: 5) = 9 sucessos.
Theri (Dano: Força 13 x5) = 35 sucessos.
 
Theri ataca: Destreza 13 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 14 sucessos.
Androide Protótipo 2 desvia: Destreza + Briga (Dif: 5) = 10 sucessos.
Theri (Dano: Força 13 x5) = 35 sucessos.
 
Theri ataca: Destreza 13 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 37 sucessos.
Androide Protótipo 2 desvia: Destreza + Briga (Dif: 5) = 10 sucessos.
Theri (Dano: Força 13 x5) = 50 sucessos.
 
Theri ataca: Destreza 13 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 49 sucessos.
Androide Protótipo 3 desvia: Destreza + Briga (Dif: 5) = 15 sucessos.
Theri (Dano: Força 13 x5) = 60 sucessos.
 
Theri ataca: Destreza 13 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 35 sucessos.
Androide Protótipo 2 desvia: Destreza + Briga (Dif: 5) = 5 sucessos.
Theri (Dano: Força 13 x5) = 60 sucessos.
 
Os andróides que restaram também não se mostram páreo para a assassina Saiyajin. Theri surge com sua velocidade acima do segundo, acertando-lhe um soco que danifica sua cabeça e em seguida dois murros que lhe atravessam o corpo de metal, explodindo o inimigo. Depois, ela salta contra o terceiro andróide, lhe acertando dois chutes tão potentes que o jogam contra um prédio distante, de modo que a explosão de seu corpo faz com que a estrutura termine de ruir. Coraline, Lazuli, Sugilita e Hematite aplaudem sorridentes, como se formassem uma espécie de torcida organizada para a assassina.
 
 
Mas a animação das sacerdotisas Saiyajins termina de súbito quando elas olham para algo acima das cabeças de Theri e Suzako. Um guerreiro enorme flutuava, como se estivesse o tempo inteiro ali observando o combate. Ele era assustadoramente robusto e seu olhar bastante severo. Este guerreiro já tinha certa idade que lhe roubara os cabelos. O traje Saiyajin remetia aos guerreiros da nobreza, enfeitado pela cauda enrolada na cintura. Theri e Suzako de imediato os reconhece, pois aquele foi o guerreiros que lhes ensinou tudo sobre sua raça, um verdadeiro tutor para ambos.


Nappa:
 


 
- Por onde foi que vocês andaram? Faz mais de um ano que o príncipe espera por um reporte de vocês. Não ouviram o chamado? – Nappa indaga.
 
 
 
Dirac Baldric:
 
Apesar de estar contemplando sua insignificância perante os mistérios do universo, o Tsufurujin mostra-se respeitoso o tempo inteiro, o que faz o sisudo Kibito manter-se cortês. Quartz estava aturdida com tudo que aquele servo falava, pois seus estudos faziam com que tivesse uma compreensão maior daquilo que estava vivenciando.
 
- Planeta sagrado... Deus da Criação... – Ela sussurra consigo mesma, externando de maneira contida o seu espanto.
 
Porém, ao conhecer o Supremo Senhor Kaioh, aquele deus se mostra sorridente e muito cordial, quebrando um pouco a seriedade do momento a que Kibito se referia o tempo inteiro. Ele falava como se quisesse que Dirac Baldric o tratasse com o respeito de um ser comum, um comportamento típico de alguém muito jovem para a sua posição.
 
O Supremo Senhor Kaioh demonstra um enorme conhecimento sobre a natureza do Tsufurujin, e quando o guerreiro pede para dar algumas explicações, o deus demonstra enorme paciência para ouvi-lo, já que era imortal. Dirac então discorre sobre sua origem e sua união com Baldric. Apesar da humildade nas palavras, isso deixa Quartz um pouco assustada, pois era novidade demais para ela.
 
- Você não deve se preocupar. – Diz o Supremo Senhor Kaioh para a sacerdotisa. – A guerra entre Tsufurujins e Saiyajins ocorreu há muito tempo, de modo que o seu povo se sagrou vencedor. Mas Dirac não demonstra sentimentos de vingança, de modo que se o fizesse, ele jamais seria bem vindo neste planeta.
 
Tendo as palavras vindo de uma entidade tão grande quanto o Supremo Senhor Kaioh, restava a Quartz apenas concordar, deixando suas desconfianças se derreterem no sorriso daquele deus tão gentil. Então ela se aquieta para que as conversas continuem. O Kaioh então volta sua atenção para Dirac Baldric.
 
- Fico feliz que esteja disposto a aceitar minha proposta antes mesmo de ouvi-la pois o que quero tratar é em caráter de urgência. – Ele diz, embora as palavras soem muito tranquilas. – Bem, muito me entristece que no universo haja tantos seres com a capacidade de destruir, enquanto aqueles com poder o suficiente para proteger a criação sejam tão poucos.
 
- Supremo Senhor Kaioh, o senhor tem certeza que... – Kibito o interrompe.
 
- Quieto, Kibito, eu já tomei a minha decisão. – O Surpremo Senhor Kaioh o enterrompe também, fazendo com que seu servo mantenha-se em silêncio. – Infelizmente, Dirac, minha posição como um deus me impede de diretamente no seguimento da criação. Seres vivos nascem, evoluem e morrem sem que eu possa mover um único dedo para interferir em suas vidas. E infelizmente, esta regra também me impede de agir quando minha maravilhosa criação acaba sendo destruída antes do tempo por estes seres.
 
O Supremo Senhor Kaioh move duas mãos a frente, e a partir de seus poderes, várias janelas para diferentes pontos do universo são criadas. Estas janelas mostram alguns seres de diferentes origens destruindo planetas ao seu bel prazer, sendo com seus próprios poderes ou com tecnologia bélica. Uma janela em especial acaba chamando a atenção de Dirac Baldric e Quartz ao mostrar o planeta Vegeta sendo destruído por um risonho Freezar. A fúria primitiva da sacerdotisa é quase despertada, mas ela mulher encontra seus meios de superar a raiva.
 
- Será que consegue sentir a tristeza das belezas e recursos destes mundos sendo simplesmente destruídos pela selvageria de alguns? – O Supremo Senhor Kaioh indaga. – Agora veja isto.
 
Todas as janelas se juntam, formando a imagem de um único sistema com doze planetas e uma estrela branca terrivelmente grande, sendo possivelmente a maior que Dirac já conheceu.
 
- Este é o sistema Kirilia, um raro sistema em que todos os planetas contém vida e estão em uma zona habitável. Porém, este lugar tão precioso está a beira da destruição. – O Senhor Kaioh explica, dando um “zoom” no ponto onde ficam os planetas.
 
Seis planetas daquele sistema apresentavam cores vivas e presença de nuvens de hidrogênio, o que eram superficiais sinais de vida para quem os observasse externamente. Porém, outros seis planetas possuíam uma coloração cinza e pareciam estar se desmanchando em poeira que se esvaia pelo espaço. No que restou destes planetas com aparência de mortos insinuava-se uma árvore colossal, cujas folhas estavam muito acima da atmosfera daqueles mundos, sendo possível vê-las muito bem. E ainda mais estranho é que fragmentos de luz caminhavam da estrela branca em direção a essas folhas, como se a árvore estivesse se alimentando da estrela.
 
- Uma coisa muito grave está acontecendo neste sistema. Piratas Espaciais estão em posse de sementes malignas capazes de germinar a Árvore do Poder. Esta árvore suga a energia de cada mundo em que é plantada, acabando com seus recursos e assassinando todos os seres vivos com a única finalidade de gerar frutos capazes de aumentar os poderes de quem a plantou.
 
O Supremo Senhor Kaioh faz uma pausa, deixando o Tsufurujin absorver e assimilar as informações por um tempo. Kibito, em seu silêncio, estava claramente horrorizado com esta história. Quartz ainda parecia magoada com a visão de seu planeta natal sendo destruído.
 
- Infelizmente, a queda destes mundos não é o pior. Por trás desta árvore, há um dos demônios do submundo mais terríveis já conhecido. Este demônio se encontra aprisionado e ainda não tem força suficiente para se materializar no mundo físico. Mas temo que sugando toda a energia desta estrela tão grande, Mandrágora acabe retornando. Se isso acontecer através das mãos dos mortais, continuarei proibido de interferir, e Mandrágora se verá livre para perverter o universo como bem entende. Você me ajudaria a impedir que isso aconteça?
 
 
Oregan:
 
Para o jovem Saiyajin, aquele chute não representou mais do que uma pequena marca em seu rosto, não foi nada mais do que um susto. Oregan se levanta com um sorriso no rosto, embora sentisse o peso nos pulsos. Disposto a mostrar àqueles soldados o que era poder de verdade, ele expande o seu Ki, fazendo os scouters daqueles soldados apitarem com insistência e eles quase caírem para trás, assustados com os números que vêem na tela.
 
Oregan ataca: Destreza 9 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 35 sucessos.  
Soldado 1 desvia: Destreza + Briga (Dif: 6) = 1 sucesso.
Oregan (Dano: Força 10 x5) = 40 sucessos.
 
Oregan ataca: Destreza 9 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 31 sucessos.  
Soldado 2 desvia: Destreza + Briga (Dif: 6) = 1 sucesso.
Oregan (Dano: Força 10 x5) = 40 sucessos.
 
Oregan ataca: Destreza 9 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 22 sucessos.  
Soldado 3 desvia: Destreza + Briga (Dif: 6) = 2 sucessos.
Oregan (Dano: Força 10 x5) = 35 sucessos.
 
Oregan ataca: Destreza 9 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 19 sucessos.  
Soldado 4 desvia: Destreza + Briga (Dif: 6) = Falha Crítica.  
Oregan (Dano: Força 10 x5) = 45 sucessos.
 
Oregan ataca: Destreza 9 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 16 sucessos.  
Soldado 5 desvia: Destreza + Briga (Dif: 6) = 2 sucessos.
Oregan (Dano: Força 10 x5) = 30 sucessos.
 
Oregan ataca: Destreza 9 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 44 sucessos.  
Soldado 6 desvia: Destreza + Briga (Dif: 6) = 4 sucessos.
Oregan (Dano: Força 10 x5) = 45 sucessos.
 
Oregan ataca: Destreza 9 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 32 sucessos.  
Soldado 7 desvia: Destreza + Briga (Dif: 6) = 5 sucessos.
Oregan (Dano: Força 10 x5) = 25 sucessos.
 
Oregan ataca: Destreza 9 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 32 sucessos.  
Soldado 7 desvia: Destreza + Briga (Dif: 6) = 5 sucessos.
Oregan (Dano: Força 10 x5) = 20 sucessos.
 
Oregan ataca: Destreza 9 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 9 sucessos.  
Soldado 8 desvia: Destreza + Briga (Dif: 6) = 3 sucessos.
Oregan (Dano: Força 10 x5) = 30 sucessos.
 
Oregan ataca: Destreza 9 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 39 sucessos.  
Soldado 9 desvia: Destreza + Briga (Dif: 6) = Falha Crítica.  
Oregan (Dano: Força 10 x5) = 25 sucessos.
 
Oregan ataca: Destreza 9 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 21 sucessos.  
Soldado 10 desvia: Destreza + Briga (Dif: 6) = 10 sucessos.
Oregan (Dano: Força 10 x5) = 45 sucessos.
 
Com sua velocidade, o jovem Saiyajin surge abaixo do primeiro soldado, aplicando um chute em seu queixo que além de lhe quebrar todos os dentes, lhe quebra também o pescoço. Logo depois Oregan surge atrás do segundo soldado, lhe aplicando uma cotovelada tão forte nas costas que destroça sua coluna vertebral e o mata. Mesmo com as limitações das pulseiras, o guerreiro aplica golpes rápidos, potentes e precisos que destroem quase todos os soldados daquela nave.
 
Apenas um soldado muito assustado e ferido permanece de pé, vivo. Ele tenta correr gritando por apoio, mas enquanto se afastava, uma pequena rajada de energia o atinge em cheio terminando de dizimá-lo. Com a iluminação dessa rajada, Oregan e Agate conseguem ver do outro lado uma mulher mal encarada com uma cicatriz na testa e vestindo trajes negros. Pelos cabelos pretos, a cauda e o poder, ela era uma Saiyajin, e para Oregan aquela com certeza era a sua mãe.


Yuriza:
 


 
- Desgraçados. Por que pagamos vocês por semana mesmo? – Ela indaga, olhando para os corpos mortos aos pés do garoto. 
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z   Qua Jun 13, 2018 8:08 pm

A luta acaba rapidamente não deu nem pra cansar, olho para os braceletes e vejo que mesmo pesados ainda posso lutar, entretanto isso não serviu nem pra aquecimento. Uma Saiyajin aparece e elimina o que restou.

Coloco-me na frente de Agate e digo em voz baixa:

_Não se preocupe, eu cuido disso. - falaria em um tom apenas para que a sacerdotisa ouvisse.

Dou um passo a frente olhando para os corpos:

_Não gosto dessa maneira que fui recebido, entendo que sou considerado um invasor, mas poderiam ser mais educados.

Eramos uma raça guerreira e não poderíamos nos entender de uma maneira melhor do que em combate, aprendi no treino com meus companheiros inclusive com o vovô que morreu nos avisando sobre a lenda.

Mantenho a guarda e se ela me atacasse, iria defender o golpe, pega-la desprevenida socar sua barriga de baixo pra cima e quando ela subisse um pouco me mover até suas costas e com uma cotovelada joga-la no chão. Caso consiga afastaria e iria dizer:

_Fiquei forte não foi, mãe.

off gasto energia e força de vontade, para defesa.
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z   Qua Jun 13, 2018 8:21 pm

As criaturas parecem se mover lentamente pela facilidade com que a agarro e tentam inutilmente se defender... Minhas esperanças de uma boa luta acabam quando desfiro o terceiro golpe...

O gigante explode e nem isso é capaz de ferir a minha pele... Ouço Yubelluna gritar meu nome... Como se aquilo fosse me prejudicar...

Vermes imprestaveis... Nem para um batalha digna vcs servem...

Caminho largando os pedaços do robô preso ao meu braço e limpando o meu traje... Vejo Theri destruir os seus robôs... Me aproximo de Yubelluna vendo a pequena Talassa nos seus braços... E vejo pelos seus olhares que algo estava no céu...

Olho esperando ver outro robô... Que ao menos fosse mais forte... Mas vejo um guerreiro me observando... Parecia ter acompanhado toda a luta...

Ele desce ao solo... Caminho a seu encontro ainda com meu poder explodindo... Mas a medida que me aproximo acalmo meu Ki... Mas deixando meu poder de luta ainda alto... Ele havia me treinado quando nosso planeta foi destruído... Ele saberia que o que me ensinou ainda pulsa em meu Ki... Não vejo meu Mestre a volta... Nappa nos questiona a demora...

O cumprimento com o olhar ao ficar próximo a ele... E respondo...

Nappa, uma honra estarmos reunidos novamente... Fomos presos em Spartacus... Mas com o auxílio das Sacerdotizas, conseguimos a liberdade... Outros dois Saiyajins seguiram outros destinos... Mas Theri e eu honramos o nosso sangue Saiyajin... E viemos responder ao chamado do Príncipe Vegeta...

Manteria o olhar firme... Seguiria as instruções dele e iríamos todos ao encontro do Príncipe Vegeta...

Enviado pelo Topic'it

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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z   Qui Jun 14, 2018 2:09 pm

Como eu já imaginava aqueles andróides não eram nada e se eles eram o melhor que a terra tinha pra oferecer esse planeta vai ser um tédio. Cruzo os braços e resmungo. 


"Dez meses sem uma luta que preste, acho que eu vou explodir"


Depois da nossa perda de tempo o Nappa aparece. Eu já tava mtu mais forte que ele mas msm assim eu tenho respeito grande pq ele é o que eu tive mais próximo de pai. 


- Cadê o príncipe Nappa? Precisamos conversar sobre como vamos espancar o Freezar. Ele nos manteve presos como animais e nos fez lutar pra divertir o pai dele. 


Mostrava raiva disso e ficaria esperando uma resposta dele.
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art015

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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z   Sex Jun 15, 2018 10:47 am

Era uma situação insólita ainda, mas eu não me preocupo, que tipo de parasita não deve se preparar para lhe dar com o que ninguem espera? O Supremo Sr. Kaioh deseja que interfiramos em um problema grave que esta ocorrendo, ele então mostra janelas com problemas ao redor, do passado, presente ou futuro, numa delas Freeza aparece destruindo o planeta que parece reavivar a raiva em Quatz e Baldric, momentâneo, mas marcante se não irônico, logo em seguida ele revela uma estrela, enorme, branca, devia ser uma um pouco acima de uma gigante azul classe A, são estrelas extremamente energéticas, ela em especial possuía uma característica unica, uma larga zona habitável onde planetas poderiam possuir vida, isso era raro mesmo, principalmente com estrelas desse porte que costumam ter uma parceira, sem duvida uma sistema especial.



E daquele sistema piratas espaciais realizavam uma tarefa que seria e de extrema dificuldade e risco, absorviam a energia do sistema inteiro, o risco de desestabilizar e causar uma supernova naquela estrela e matando todos ali e ao redor do sistema era grande mas pelo visto devia valer mesmo, eles buscavam ressuscitar um antigo demônio com aquela energia, será que eles sabem ao menos o que estão fazendo? Digo pensativo;



-Consigo, emular e compreender, isto, é a sobrevivencia do mais apto, sendo aplicada por quem não precisa mais, foi isso que os Sayajins fizeram com nós, Freeza com eles, sinto ambas as raivas e controlei ambas de tsufurujin e sayajin, isso que está acontecendo com essas especies nesse sistema e em muitos outros, um ciclo aplicado por quem não precisa mais fazer parte dele, aplico nessa equação mesmo aquela aliem de pele azul que foi sacrificada para nos ajudar a escapar daquela maldita arena...



Olhando para a janela e falando para Quartz;



-Mesmo que façam isso com os metamorphs um dia, só será uma pagina a mais num livro que não tem um final diferente se não a destruição dos mesmo, podem gritar, bater, fazerem o que for, cedo ou tarde alguém mais forte surge, e ai  o predador se torna a presa, seja das feras ou dos vermes a consumir o cadáver
.



Em direção ao Supremo Sr. Kaioh, digo;



-Sim, eu posso, se alguém tiver de virar o predador apex para dar um fim nesse ciclo então eu serei, a melhor coisa que podemos fazer é tirar de rumo esses muitos "Freezas" que existem por ai, aqueles que querem, que desejam fazer a própria criação se voltar a suas vontades, sinto a raiva de duas especies que passaram pelo mesmo destino, sei bem o que as vitimas ali sentem, eu vou lá, cedo ou tarde você sempre encontra alguém mais rápido e mais forte... E agora é chegada a hora deles conhecerem...




Faço uma pausa, olho para Quartz e depois continuo;



-Ela pode me ajudar um dia nessa tarefa se for da vontade dela um dia...




De volta ao Supremo Sr. Kaioh;



-Possuo todas as capacidades para enfrentar eles agora? Se sim então me mandem para lá agora mesmo por favor, ou preciso de algum treinamento especifico antes?




Aguardo o que o Supremo Sr. Kaioh e Quartz dirão, mesmo que eu vença ali, seriam muitas lutas por ai, e eu era só um, sabia de meus limites e de como supera-los, mas... Olhos na presa não no horizonte...
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z   Sab Jun 16, 2018 2:39 pm

Oregan:


Agate dá um passo para trás, permitindo que Oregan siga a frente para lidar com aquela assustadora Saiyajin que assassinou seu próprio comandado. O jovem guerreiro reclama pela forma com que foi recebido na nave, mas em seguida se lembra que este era o método Saiyajin. Mostrar seu poder era a principal saudação.

Oregan: Carisma 1 + Expressão 0 (Dif: 2) = 4 sucessos.

Quando Oregan chama aquela mulher de mãe, tanto Agate quanto a Saiyajin se surpreendem. A guerreira a sua frente fica petrificada, enquanto Agate coloca a mão no ombro do garoto como se perguntasse se ele tinha certeza. Neste momento, um grupo de mais dez soldados se aproxima por trás de Yuriza, colocando-se a frente dela para lhe dar apoio, concentrando rajadas em suas mãos para atirar contra Oregan.

- Vai pagar pelo que fez, invasor! – Um dos soldados diz. – Atirem com tudo!

- Não se atrevam. – Ordena a Saiyajin sem nem mesmo precisar levantar a voz.

Os soldados se mostram surpresos com a declaração de sua líder. Lentamente a energia em suas mãos se apaga, seus braços se abaixam e eles olham para trás. Yuriza então passa por eles, aproximando-se de Oregan. Agate se mostra receosa com essa aproximação, mas Oregan já não nota qualquer sinal de hostilidade vindo de Yuriza.

- Ele é filho de Turles... Ele é meu filho. – Ela diz, colocando a mão nos cabelos de Oregan e o afagando. – Venha, seu pai vai querer vê-lo.

Yuriza segura a mão de Oregan, conduzindo ele e Agate entre aquele novo grupo de soldados surpresos com essa revelação. Eles os deixa passar, é claro. E após meia dúzia de corredores, a guerreira abre a porta para uma sala onde outro guerreiro Saiyajin estava de pé frente a uma janela, em que contemplava um planeta tão grande que sequer era possível enxergá-lo por inteiro.

Turles:
 

- Yuriza, por que o meu scouter ainda acusa a presença dos invasores? – Este guerreiro pergunta sem olhar para o grupo.

- Por que um dos invasores é seu filho. – Yuriza responde de pronto.

- Oregan? – Turles questiona, olhando surpreso para trás.



Suzako e Theri:


Ao se aproximar dos dois Saiyajins, o scouter de Nappa lhe dá uma informação que muito o surpreende. Suzako: Poder de Luta 19.000. Theri: Poder de Luta 19.000. Nappa interrompe sua aproximação e cerra os dentes como se estivesse nervoso, mas após assimilar a informação, ele ri de maneira orgulhosa.

- Parece que esse tempo em Spartacus fez bem a vocês dois, aumentaram o seu poder de luta a níveis absurdos. Há há. Isso é ótimo, vocês chegaram em um momento certo. – Ele diz, colocando sua mão pesada no ombro de ambos como se os felicitasse.

Suzako e Theri vêem o scouter de Nappa apitar novamente, medindo algum poder de luta que não era o deles a alguns metros dali. O valor assusta: 30.000 e 25.000. Nappa então olha para o topo de um dos prédios, onde todos podem enxergar duas silhuetas sombreadas pelo sol paradas ali enquanto observava o grupo.

- Arrrrrr, desgraçados, apareçam e lutem! – Nappa grita na direção daqueles dois.

O guerreiro Saiyajin ergue dois dedos, projetando sua energia naquela direção de baixo para cima e dizimando aquele prédio em uma explosão tão forte que não deixa restar nem a poeira daquela construção. Quando o furor da rajada termina, a única coisa que resta naquele ponto é uma profunda cratera. Porém, é nítido para todos os guerreiros que aquelas duas silhuetas não foram atingidas. Fugiram a tempo usando sua velocidade.

- Nós viemos para Terra em busca de um lugar fora do alcance do Império para dar início ao nosso levante rebelde. A Terra era o lugar perfeito, cheio de recursos e com indivíduos muito fracos para nos gerar problemas. Mas de uns tempos para cá, nossos scouters vem nos alertando para indivíduos com poderes de luta altos, muitos deles. – Nappa conta aos dois. – Eu disse ao príncipe que isso só pode ser um engano, que deveríamos dizimas estes seres, mas ele prefere agir de maneira prudente. Não quer agir precipitadamente antes de termos Raditz e Kakaroto do nosso lado para lutar. Venham comigo. Com vocês ao nosso lado, talvez ele mude de ideia.

Nappa começa a voar em direção ao norte. As sacerdotisas então retornam para o cruzador para seguí-lo. Theri e Suzako quando o fazem, acompanham seu tutor em uma viagem por um mundo completamente devastado, que dura por volta de meia hora. Esta viagem os leva a uma nova cidade onde casas e prédios foram completamente destruídos. Nappa orienta que o cruzador seja pousado em um campo aberto de solo queimado, e quanto as sacerdotisas desembarcam, ele guia a todos até uma das casas destruídas.

Entre os entulhos desta casa, havia um logotipo jogado pelo chão escrito Corporação Capsula. O piso então se abre, revelando uma escadaria para o subsolo, a qual Nappa desce com naturalidade, esperando que os outros Saiyajins façam o mesmo. Um subsolo tecnológico surpreende os guerreiros, com corredores de estrutura metálica muito bem construídos, ambiente confortável e boa iluminação. Estava claro que aquilo era uma base. E na câmara principal, todos ouvem uma voz conhecida e rude.

- Bulma, quando esta maldita sala de treinamentos vai ficar pronta? Eu preciso ficar mais forte o quanto antes! – Diz o príncipe Vegeta.

- Tenha calma, Vegeta. O que pensa que eu sou? Uma máquina? – Uma voz feminina questiona.

Quando todos os Saiyajins finalmente entram nesta câmara, notam uma bela mulher humana trabalhando em algo grande e de formato esférico. Ela para seu trabalho e fica olhando para o grupo. Do outro lado desta câmara, estava ninguém menos do que o grande príncipe dos Saiyajins, com seus braços cruzados e a costumeira expressão de poucos amigos.

Bulma Briefs:
 

Príncipe Vegeta:
 

- Ah, vejam só quem resolveu aparecer... Vermes inúteis, vocês demoraram tanto que eu achei que estivessem mortos! – Diz Vegeta.



Dirac Baldric:


Quando olhava para Quartz, Dirac não notava nada relacionado a ódio e desprezo, coisas que ele já imaginava sentir dos outros caso soubessem a verdade. A sacerdotisa apenas mantinha a cabeça baixa, como se precisasse apenas assimilar a informação. E quando Tsufurujin volta a lhe dirigir a palavra, ela assente, concordando com aquilo que ele havia dito.

- Eu nunca disse ao senhor como acabei perdendo um olho. – Quartz diz. - Na noite em que fomos jogadas à prostituição, eu fui a primeira a ser arrastada aos quartos por um dos soldados de Cold. Eu não iria me entregar daquele jeito, então eu lutei feito um animal, e na minha ira acabei arrancando um pedaço da orelha do soldado com uma mordida. Então ele arrancou o meu olho como punição. Eu rezei, eu implorei a nosso Senhor Yamoshi que me desse forças ou um meio de matar aquele soldado. Então meses depois você apareceu e esmagou a cabeça desse soldado contra a parede sem menor piedade, exatamente como eu teria feito... Lhe devo toda a minha gratidão, senhor Baldric.

Kibito parecia uma estátua em meio a toda conversa, seja lá o que pensasse de tudo aquilo, guardava só para ele. O Supremo Senhor Kaioh parecia contente por tudo estar se resolvendo, e se mostra mais contente ainda com o entusiasmo com que Dirac Baldric se coloca pronto para ajudá-lo.

- Creio eu que seus poderes sejam mais do que o suficiente para resolver este problema, mas não custa ajuda. – Diz o Supremo Senhor Kaioh, fazendo com que um brilho mágico pisque em seus olhos exóticos.

Quando Dirac Baldric dá por si, aquelas roupas velhas e a armadura desgastada que usavam desaparecem, assim como toda sujeira e suor de seu corpo. Agora o guerreiro estava limpo e apresentável, trajando um traje Kaioh semelhante ao que aqueles dois usavam, porém em cor preta. Seus cabelos brancos estavam tão limpos que pareciam brilhar.

- Use isto. – Ele pede, retirando dois brincos de suas orelhas pontudas e os entregando ao guerreiro. – São brincos Potara. Irão aperfeiçoar ainda mais o seu corpo. Em um modo simples de dizer, enquanto usá-los, você irá se aprimorar como se fosse um Saiyajin de sangue nobre.

Todos esperam que Dirac Baldric aceite e coloque os brincos. Feito isso, o Supremo Senhor Kaioh faz um sinal para Kibito, que volta a se aproximar do Tsufurujin e coloca a mão em seu ombro. Antes de qualquer coisa ser dita, um teleporte acontece. O belo Planeta Sagrado se desfaz a sua frente, e o que se materializa diante de Dirac é um mundo que não passa de um fúnebre deserto de cinzas. Não havia nada em volta além daquele resíduo esbranquiçado e sem vida sendo carregado pelo vento, a não ser uma árvore gigantesca no horizonte ao oeste, cujas folhas estavam muito acima das nuvens. A tarde estava prestes a dar lugar a noite, mas Dirac Baldric ainda tinha uma boa visão de tudo.

Planeta Citadel:
 

- Este é o planeta Citadel. – Explica Kibito. - Como pode ver, não faz muito tempo que a Árvore do Poder destruiu este mundo. Acreditamos que os responsáveis ainda estejam por aqui, mas Mandrágora os protege de nossos poderes e não sou capaz de localizá-los. Você deve rastreá-los, Dirac Baldric. Destrua-os e destrua qualquer semente que ainda esteja em posse deles.
 
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z   Sab Jun 16, 2018 8:45 pm

Eu tinha provado minha força e identidade, isso era o bastante. Sorria quando Yuriza passava a mão na minha cabeça, a guarda estava baixa.


Caminhava com Yuriza e peguei um dos scouters de um dos que matei. O meu ainda não funcionava e não queria perder nenhum detalhe. Analisava os poderes de todos aqui para entender o local, mantinha-me sério passando pelos soldados. E finalmente chegou até Turles.

_Olá pai, quanto tempo - digo em um tom tranquilo enquanto olhava o grande planeta.

O poder dele era muito grande e eu não poderia nem ao menos me defender.

_Consegui escapar do planeta Spartacus, mas foi um treino bom. Ah sim essa é Agate - digo mostrando a sacerdotisa - ela é uma das poucas sacerdotisas que sobreviveram ao Freeza.

Quando digo o nome dele aperto com força os punhos deixando aparecer meu poder, eu tinha raiva dele e tinha que ficar mais forte precisava voltar e resgatar minha Blizz.

Sinceramente não sabia como me portar perante Turles, ele era meu pai, mas esse seria o primeiro contato em anos, aguardaria ele se posicionar.


Última edição por DragonHearth em Dom Jun 17, 2018 9:26 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z   Dom Jun 17, 2018 10:26 am

Nappa fica surpreso com o nosso poder. Rio de leve feliz com o reconhecimento mas enquanto ele falava o medidor dele detecta a presença de guerreiros ainda mais poderosos do que nós. Olho onde eles estão e demonstro minha raiva mas antes que eu pudesse voar pra lá Nappa destrói aquele lugar.

“Eles fugiram. Pego eles mais tarde”

- Ora Nappa mas isso é fantástico. Quer msm ficar em um planeta onde não tem ninguém interessante pra lutar?

Nappa leva a gente pra uma cidade vizinha que tbm foi destruída por Kakaroto e dentro de um lugar que foi a corporação capsula a gente entra em uma base subterrânea mtu bem construída. As coisa aqui na terra devem estar perigosas para sayajins orgulhosos como Nappa e Vegeta se esconderem aqui em baixo.

- Senhor Vegeta, nos desculpe pela demora. Freezar armou para nós. Mas conseguimos escapar e agora estamos aqui pra servi-lo. O que está acontecendo nesse lugar? De quem são aqueles poderes que sentimos?
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z   Dom Jun 17, 2018 11:35 am

Muita informação em pouco tempo talvez, como maquina preciso assimilar e mudar o mais rápido possível as situações, mesmo essas sendo coisas que já pensava a muito tempo, e eles realmente precisavam de ajuda, bom, se lutar é o destino dos sayajins, então vamos por algo que não seja o mesmo erro dos outros, de todos esses "Freezas" juntos, é muito fácil ir por ai conquistando mundo, nós vamos comprar briga direto com os conquistadores, não será fácil como eu já disse, mas será necessário, contra as probabilidades alguém tem que se erguer.



Quartz diz um pouco da historia dela, com cuidado encosto a mão em seu rosto;;



-Não deve nada a nós, mas se pretende servir a sua fé, saiba que seus punhos podem libertar muitas outras nesse estado, mas não é um caminho fácil, vamos ter que treinar muitas vezes mais para acompanhar eles.




Digo, tento ser gentil mas esse tipo de emoção é raro em sayajins, depois de tudo, de estar pronto agora, me despeso e logo Sr. Kibito nos teleporta para o lugar, ele passa algumas informações, era uma planeta estéril agora, livre do pecado original como uma frase nos arquivos, tipica de lugares que passaram por uma grande devastação, e no horizonte uma arvore colossal se erguia, respiro fundo;



-Espero que ainda de tempo, existe algum jeito de detectar eles nas minhas capacidades?
- Digo com uma certa preocupação;



O lugar tinha uma certa beleza, mas não era o certo, eu sei, alguém precisa ser a mão esquerda do criador, alguém precisa retirar esses flagelos, hora de assumirmos esse papel.



Off: Ativo minha invisibilidade, e sigo para a arvore voando e procuro algum traço deles, qualquer coisa.
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Tony.Saiyan

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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z   Seg Jun 18, 2018 11:19 am

Vejo o scouter de Nappa demonstrar o nosso poder... Estávamos muito mais fortes que ele... Vejo em seu olhar seu orgulho ser chutado, mas como um verdadeiro Saiyajin, isso só o faria treinar ainda mais...

Ouço ele falar do momento da nossa chegada ser crucial... Estranhava Radiditz não estar presente...
Mas antes que eu pudesse questiona-lo, o Scoutter apita novamente... Demonstrando outros dois poderes... Pela numeração demonstrada... Eram muito fortes... Olho na direção e vejo as silhuetas no ceu... Cerro o punho, pronto a ir na direção... Mas Nappa, explode o local...

Aguardo que ele venham batalhar, mas apenas se afastam... Nappa nos explica que após chegarem a terra, este era pra ser um planeta devastado mas recentemente seres com poderes extremamente elevados estavam surgindo...

Príncipe Vegeta tem razão... Já quebramos a barreira de poder antes... Outros podem ter quebrado tb... Mas com nossa força e juntos aos outros Saiyajins... Nada poderá nos parar...

Voamos por cidades devastadas... Vejo que quase nada sobrou... O filhos do Capitão Bardock se mostrou capaz de lutar ao menos...

Mas pq ele ainda não se curvou a Vegeta?

Yubelluna nos segue no cruzador... Logo pousamos e Nappa nos leva a uma passagem subterrânea... Ouço a voz do meu Mestre, o mesmo acompanhava uma humana em algum tipo de trabalho... Uma grande esfera, que pelas palavras de vegeta, era uma sala de treinamento...

Assim que ele se dirige a nós... Me aproximo...

Principe Vegeta... Tivemos dificuldades em sair de Spartacus... Mas isso só aumentou a nossa fúria e nosso poder... Nada nesse universo me impediria de atender um chamado do meu Mestre. Diga suas ordens, e as cumprirei...

Aguardaria a sua replica, e então iria questionar...

Nappa nos falou que Radiditz enviou um pedido de socorro e Kakaroto ainda não se ajoelhou ?

Olharia a humana, e o que ela construía... Se aquilo fosse uma sala de treinamento como dito por Vegeta... Eu iria querer usa-la logo... Precisava ficar ainda mais forte...

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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z   Ter Jun 19, 2018 11:46 pm

Oregan:

Embora Agate estivesse receosa na presença daqueles infames Saiyajins, Oregan se mostrava bastante tranquilo. Além de se apresentar a seu pai, o garoto revela onde esteve recentemente, o que deixa Yuriza e Turles um pouco surpreso. Turles então ativa seu scouter novamente para ter certeza sobre o poder de luta de Oregan.

- Gostaria que meus pais ainda estivessem vivos para que eu pudesse esfregar na cara deles de quem de quem é a prole vencedora. Você engrandece a minha linhagem, meu filho! – Turles exclama, lançando uma gargalhada soberba que ecoa por todo o salão. – Venha, aproxime-se de seu pai, quero lhe mostrar uma coisa.

Oregan caminha até a janela, ficando lado a lado com seu pai pela primeira vez. Ele era tão grande e forte que por um instante o garoto duvida que ele seja o patife de quem Nappa havia falado. Só que muito maior do que ele era aquele planeta cuja nave orbitava, um mundo espantoso, tão grande quanto a maior estrela que Oregan já tinha visto.

- Acredito que o tempo no planeta Spartacus junto aos Metamorph não tenha sido muito agradável, mas isso serviu para torná-lo duro e muito forte. Valorize isso. – Turles o aconselha. – Só que agora chegou a hora de você “colher os frutos”, quero que entre para os negócios da família. – Ele ri.

Turles coloca sua mão pesada sobre o ombro de Oregan, insistindo para que prestasse atenção naquele planeta colossal a sua frente.

- Este é planeta Goliath, um sistema onde vivem seres de poder tão considerável que fazem sua mãe e eu relutarmos em invadir. Mas você é perfeito para essa missão... – O guerreiro dizia.

- Turles! – Yuriza o censura.

- Silêncio, mulher! – Ele ordena, fazendo Yuriza se calar embora estivesse furiosa. – Você é tão jovem e pequeno. Embora poderoso, é difícil de ser notado e não levanta suspeitas. Bem, eu quero que você vá até lá e procure para mim um lugar oculto chamado Floresta Sagrada. Parece que esse maldito lugar é protegido por algum tipo de força mística que impede nossos computadores de localizá-lo.

- Oregan acabou de retornar para nós, e você já quer enviá-lo para a morte! – Yuriza protesta mais uma vez.

- Claro, receba-o com doces e guloseimas enquanto a porra dos Metamorph farejam a nossas naves como predadores raivosos. Precisamos daquela árvore, temos que aumentar o nosso poder, só assim não precisaremos mais fugir como ratos nesta banheira! – Turles lembra. – Agora dê a ele.

Yuriza estava muito aborrecida, porém, resignada de que aquele era o único jeito. Ela retira então um saquinho de suas vestes, de onde entrega uma semente negra exalando poder maligno. Ao tocar na semente, Oregan tem um rápido lampejo em sua mente sobre um ser de formas femininas e tom esverdiado dançando sensualmente diante de seus olhos. Na visão, este ser lhe entrega uma fruta que deixa a impressão de aumentar de maneira descomunal os seus poderes. A visão se encerra quanto Turles dá alguns tapinhas nas costas de Oregan como se o incentivasse.

- Vá, meu filho, desça até aquele planeta e arranque daqueles nativos a informação que precisamos mostrando a eles o poder de nossa linhagem. Quando encontrar a Floresta Sagrada, plante esta semente em sua terra e veja a Árvore do Poder crescer bem diante de seus olhos. – Seu pai ordena.


Theri e Suzako (Primeira Parte):


Os novos Saiyajins se mostram impressionados com o fato de seus superiores estarem reclusos naquela base subterrânea. Eles esperavam que a esta altura Vegeta já fosse soberano sobre aquele planeta, auxiliado pelos seus guerreiros, porém, Theri e Suzako eram testemunhas que a chegada naquele novo mundo se mostrou mais perigosa do que o previstos. Quem eram aqueles dois indivíduos de poder tão elevado?

- Então estavam no planeta Spartacus? Rrrrrg, aqueles malditos pederastas! Bem, isso não importa mais. Estamos fora do alcance de Freezar aqui, mas o planeta ainda não é nosso. Precisamos aumentar o nosso poder e completar o nosso pequeno exército. – Diz Vegeta.

Yubelluna e as outras sacerdotisas se mostram encantadas com os planos do príncipe, até mesmo a pequena Thalassa se agita nos braços de sua mãe. Nada mais prazeroso para Saiyajins órfãos ouvir seu líder falar restaurar a raça da família guerreira. Apenas a humana Bulma se mantém alheia a conversa.

- Mas antes, eu preciso fazer uma coisa... – Vegeta revela, parecendo reflexivo. – Faz algum tempo que eu venho sonhado com uma voz poderosa, que se diz Yamoshi, o deus Saiyajin. Me digam, sacerdotisas, ele é real?

A pergunta deixa as garotas um pouco surpresas, mas Yubelluna se mantém firme, assentindo de maneira sutil para o príncipe. Vegeta então permanece pensativo, como somente agora tivesse certeza daquilo que seus supostos sonhos vinham lhe dizendo.

- Então eu preciso obedecer ao chamado desta voz. Tudo que diz respeito aos Saiyajins é importante neste momento. Irei até onde ele me orientou e me ausentarei por alguns dias. Nappa, enquanto isso, você está no comando. – Vegeta declara.

- Mas, senhor Vegeta... – Nappa se mostra receoso quanto a esta decisão tão repentina.

- Senhor! – Yubelluna interrompe o grande guerreiro. – Ao que me parece, Yamoshi o convida para uma peregrinação divina. Não duvidando do vosso poder, mas talvez precise de apoio. Por que não leva Suzako com o senhor? Como seu aprendiz, acredito que ele tenha o direito de lutar ao seu lado tanto na pior quanto na melhor das batalhas.

- Interessante... Estou mesmo curioso para saber o quanto evoluiu. – Vegeta diz. – Suzako, me acompanhe. Nappa, proteja a base. Sacerdotisas, não fiquem paradas. Ajudem Bulma com este lugar. E Theri... Quero que você vá até um lugar chamado Montanhas de Fogo. Soube que é lá que Kakaroto reside. Descubra o que houve com Raditz, e se Kakaroto não se submeter a nós, mate-o.

Vegeta caminha até o mesmo corredor por onde o grupo chegou, esperando que os dois guerreiros o siga até o lado de fora...


Dirac Baldric:

O Tsufurujin sabia que a árvore colossal no horizonte era o seu destino, pelo o que parecia, ela era o motivo da assustadora degradação ao que o planeta estava entregue. Dirac então levita, pronto para voar até lá, mas antes de partir, deixa uma pergunta no ar para Kibito.

- Meios mágicos não são capazes de detectá-los, e nem meios tecnológicos. Terá de encontrá-los através da forma convencional. Sugiro que não permaneça muito tempo voando, além de se tornar um alvo fácil, isso permitirá que eles detectem a sua presença e fujam. – Kibito aconselha.

Sem qualquer tipo de despedida, O Kaioh simplesmente desaparece, provavelmente retornando ao Planeta Sagrado. Agora Dirac Baldric estava por conta própria, e só lhe restava seguir em direção à árvore. É uma viagem longa, e pelo caminho o guerreiro tem uma clara noção do efeito subversivo daquela árvore quando chega em um ponto onde claramente havia um oceano, que hoje não passa de um abismo vazio de profundidade assustadora.

A noite cai, porém, o Tsufurujin consegue alcançar seu destino antes que já não possa ver muito além de seu caminho. Próximo a Dirac Baldric havia um pequeno vilarejo, onde animais moribundos dividiam o mesmo espaço com a carcaça de animais mortos. Eram seres herbívoros, bovinos e suínos com seis patas e quatro olhos. Casinhas de madeira e palha jaziam abandonadas, a não ser por uma em que a luz do fogo brilhava na janela. Talvez este pudesse ser um destino para Dirac Baldric, mas a Árvore do Poder de fato estava plantada bem no centro de uma cidade medieval, com gigantescas muralhas de pedra e arquitetura gótica. Chamas abrilhantavam seus becos, casas mostravam sinais claros de uma destruição recente. Para onde o Tsufurujin iria primeiro?


Theri e Suzako (Segunda Parte):

Sob a orientação de Vegeta, Theri parte para o leste, onde ficava o oriente daquele planeta. A viagem em torno do globo é longa, levando o dia inteiro até que a guerreira pudesse avistar ao longe uma pequena montanha tomada por um incêndio tenso e intimidador. No entanto, o calor infernal não é o bastante para impedir Theri de cumprir com a sua missão.

O lugar um dia fora uma floresta, mas agora não passava de um grupo de árvores que corajosamente ainda se mantinham de pé, ardendo em chamas que reluziam de maneira não natural. O caminho era sufocante e tortuoso, mas a guerreira segue em frente, até ser abordada pela figura de um homem gordo e gigante, carregando um enorme machado no ombro e usando um elmo com chifres.

- Quem ousa invadir os domínios do Rei Cutelo? – Indaga o gigante, seus passos causando pequenos tremores no solo.

Rei Cutelo:
 



Do outro lado do mundo, Vegeta e Suzako sobrevoaram aquele planeta durante horas, vendo um pouco mais da devastação causada. Raríssimos humanos foram vistos pelo caminho, sempre andando feito roedores em meio as ruínas, fugindo e se escondendo assim que colocavam os olhos nos Saiyajins que voavam sobre suas cabeças.

- Não queria dizer isso na frente dos outros para não desesperá-los, mas estamos com sérios problemas. – Vegeta conta a seu discípulo. – O sinal de Raditz desapareceu faz algum tempo e ele não nos responde. Kakaroto ainda não se apresentou a nós e eu não consigo detectá-lo. Provavelmente, os dois já estão mortos e os responsáveis são os portadores destes poderes de luta elevado que nossos scouters vem rastreando. Enviei Theri sozinha atrás dos dois como uma isca. Vou estar atento se estes guerreiros misteriosos se revelarem finalmente.

O príncipe freia seu vôo ao chegar até uma ilha tomada por uma floresta viçosa. Suzako para ao seu lado e desce junto a Vegeta até que seus pés toquem o solo. Frente aos dois, havia uma caverna que apesar de ainda ser dia, a bela luz do sol não se atrevia a iluminar o interior rochoso daquele lugar.

- Era aqui que Yamoshi me conduzia durante o sonho. Temos que entrar. – Diz Vegeta.

- Esperem!!!!!! – Uma voz longínqua grita.

Bem acima dos dois, um tronco de árvore cruza o céu em enorme velocidade, vindo a pousar de maneira um tanto bruta contra o solo da ilha. Acima deste tronco, havia um humano com porte de guerreiro. Ele já possuía certa idade, mas nenhum medo de encarar diretamente os dois Saiyajins. Este homem tinha uma aparência peculiar com seus cabelos presos em uma trança, um visor tecnológico lhe servindo de olhos e uma barba engraçada. Mas o que chamava mais atenção nele era algo como uma aureola no topo de sua cabeça.

Tao Pai Pai:
 

- Eu sou o mestre assassino Tao Pai Pai, e retornei até este mundo para livrá-lo da praga dos Saiyajins. Por tanto, preparem-se! – Ordena o humano, entrando em uma pose de combate.

- Olha só este palhaço nos atrasando. – Vegeta resmunga. – Suzako, acabe com ele. Depressa!


Iniciativa:

1° Tao Pai Pai: Raciocínio + Prontidão + 1D = 16
1° Suzako: Raciocínio 4 + Prontidão 3 + 1D (6 +3) = 16

- Triplo Kaioken! – Tao Pai Pai grita, despertando um ki de tom avermelhado que faz o scouter de Vegeta apitar com intensidade.

- Suzako, tome cuidado. O scouter aponta 18.000! – Vegeta alerta.

Tamanho poder de luta era algo surpreendente para alguém da raça humana. Tao Pai Pai usa sua nova velocidade para um combate corpo a corpo com o Saiyajin.
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DragonHearth

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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z   Qua Jun 20, 2018 1:05 am

Sou bem recebido e fico aliviado. Relaxo e sorrio para Agate, agora estava em casa, mas eu tinha um motivo para treinar eu tinha que resgatar alguém, eu tinha que treinar.

_Mãe, se eu sobrevivi aos metamorphs, matei um tal de Murai no coliseu, tudo bem que estava na forma Oozaru - dizendo isso fecho os olhos e "vou até ele" ficando por alguns segundos. - ela é divertida. - digo sorrindo. - Então não se preocupe, pois eu vou ficar mais forte que os metamorphs e voltar lá pra tenho algo a fazer naquele planeta e isso inclui a cabeça do Rei Cold.

Então é só chegar e plantar a arvore eu penso. Deve ser fácil, mas quando pego a semente sinto uma energia estranha, era sedutora, poderia sim me fortalecer e eu gostei. Turles então ordena que eu vá, seria uma maneira dele me testar, mas eu precisava de uma coisa antes, eu tinha que me preparar.

_Pai - digo respeitosamente - irei sem falta, mas preciso me preparar para essa missão, tenho um plano que irá funcionar, contudo preciso de um momento a sós com a sacerdotisa, preciso de uma hora.

Caso ele permita, peço a Agate, quanto estivermos a sós.

_Eu nao posso te levar, se meu pai que tem um poder de mais de 30mil está receoso, seria perigoso, mas eu posso passar despercebido, porém como ele disse é uma área mística que cria uma barreira contra tecnologia, o que talvez meu scouter não funcione, será que você tem alguma técnica que eu possa sentir a energia sem precisar desse aparelho?

Se ela tivesse eu tinha confiança de aprender rápido, não precisaria de uma hora, mas contava que ele fosse me dar menos tempo. Logo após falo com ela:

_Agate é perigoso para você, por favor não comente com ninguém sobre o senhor Whis e fique perto de minha mãe, ela vai te proteger, enquanto isso sei que você é voltada para as artes misticas, se aprimore deixe que das lutas eu cuido.

Vou até meus pais:

_Pai, mãe, eu estou pronto, mãe por favor cuide de Agate, ela sofreu muito naquele lugar.

Preparo-me para a descida, vou sozinho e antes de chegar no planeta deixo meu ki oculto, queria acabar isso rápido eu tava morto de sono.


Última edição por DragonHearth em Qua Jun 20, 2018 4:09 pm, editado 1 vez(es)
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Tony.Saiyan

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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z   Qua Jun 20, 2018 10:24 am

É possivel ver nos olhos de Vegeta a fúria de estar naquele local... Ele era o Principe de uma Raça Guerreira... Ficar escondido, não era algo que ele gostava...

As palavras dele incitam nossos corações... Vejo que até mesmo Thalassa sentia o fogo arder em seu peito, mesmo ainda sendo incapaz de andar, mas um dia, ela trilharia meus passos...

Ouço Vegeta falar sobre o Deus Yamoshi... Era uma antiga lenda, apenas historia passada entre as sacerdotizas... Mas ver a confiança com que Yubelluna confirma ao Principe...

O nome desse Deus insiste em aparecer... No pergaminho que me foi entregue por Yubelluna, no seu poder usado contra aqueles esqueletos... E se considerar as palavras do velho Saiyajin no coliseu...

Ao ter a afirmação das sacerdotizas, Vegeta resolve seguir esse sonho... Não se parece muito com algo que ele faria... Mas a nossa raça está tão fragil no momento... Que qualquer coisa é valida...

Esperava alguma ordem do Principe, mas Yubelluna intervem... Dizendo que eu devia acompanha-lo...

Penso em esbofetear a cara dela, ao pedir algo para mim para o Principe... Mas diante do aceite, recuo... Sorrio de forma singela para ela... Assim como eu, ela sabe a importancia de se ter poder... E ela iria sempre me ajudar com isso... Assim como eu a faria se tornar a Grande Kami-Sama dos Saiyajins...

O Principe me ordena que o acompanhe na missão e passa uma missão para Theri, descobrir onde está Radiditz e fazer Kakaroto se curvar... Logo seguimos para fora da base... Quando estou a sós com Vegeta, mostro o pergaminho que Yubelluna me entregou sobre a lenda do SSJ...

Me despeço de Yubelluna, deixando os itens não essenciais com ela e parto com Vegeta... Durante a viagem ele revela seu temor que Radiditz e Kakaroto já estejam mortos... E que Theri serviria de isca para atrair a atenção dos guerreiros misteriosos...

Eu não queria perder mais nenhum Saiyajin... Mas precisavamos descobrir quem eram e o que queriam... Chegamos a uma ilha... Vejo a vegetação abundante... Kakaroto não havia chegado nesse local...

A caverna se mostra para nós... Estava claro que algo de poderoso se ocultava naquele local... A luz do dia não era capaz de adentrar o local... Mas assim que avançamos para a caverna... Alguem surge caindo de um tronco de arvore do céu...

Olho para ele, um humano... Ele revela que retornou a esse mundo para nos derrotar...

Meu mestre da as ordens e me informa que o poder de luta dele é de 18.000...

Me viro para ele, caminhando para o lado, de forma a nos afastarmos de Vegeta...

Verme insolente... Vc vai servir de demonstração para meu Mestre o quão forte estou...

Explodo meu ki... E ele usa uma tecnica... Emanando um Ki avermelhado... O scouter apita, elevando o poder para 18.000...

Um humano com esse poder ? Então ele deve saber o que são esses guerreiros com poder elevado...

Vegeta me alerta...

Como disse antes... Nada nesse universo vai se colocar entre mim e o futuro da Raça Saiyajin...

Ele investe contra mim... Mas sabia que podia igualar a sua velocidade... Iria investir contra ele...

Parece que vcs humanos ainda não perceberam que devem tremer e se esconder diante da Raça Guerreira... Deveria ter permanecido onde quer que estivesse... Vai pagar por isso...

Iria desferir 7 socos contra ele, destruir seu rosto... Por ultimo, iria agarrar seu braço, o imobilizando... E concentrando minha energia...

Sword Of Destruction

Iria disparar minha Sword of Destruction a queima roupa contra ele...

0 - Soco
1 - Soco
2 - Soco
3 - Soco
4 - Soco
5 - Soco
6 - Soco
7 - Soco
4 - Agarrar
4 - Sword


_________________
Suzako - The Mercilles

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art015

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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z   Qua Jun 20, 2018 11:55 am

Sr. Kibito me lembrou bem de não chegar voando, mas até lá era uma boa distancia, cruzamos os céus vendo a destruição causada pela absorção de energia do lugar, a vida das criaturas já não era fácil, dava para ver pelo numero de olhos, geralmente uma adaptação para literalmente "ter olhos as costas", mas ao contrario de uma morte sufocante nas garras de um predador, era apenas a angustiante descida pelo vale da morte, mesmo os oceanos secaram, pela profundidade, leva eras para um planeta no fim de sua fase habitável perder água assim, isso aqui parece ser recente, pensamos enquanto vemos as ruínas do lugar, até nos aproximar da arvore em si, ela parecia estar plantada dentro de uma vila, hmpf, se não causa-se toda essa destruição até que daria uma bela imagem...



São como ratos que atacam silos de sementes, uma vez o problema foi tão grave que era basicamente um tapete vivo que corria pelo chão das fazendas devorando os silos até que um dia eles ficaram presos e as sementes acabaram, e ai os ratos começaram a se devorar, essa coisa, esse tipo de busca por força, esses seres são como esses ratos, no fim só restara eles, e se serve de consolo, o futuro deles não diferente dessas criaturas, até pior pra ser mais exato, sozinhos, famintos, abandonados na escuridão do esquecimento, não adianta nada ter uma montanha de ouro se você vive num deserto não é...



Avistamos uma especie de casebre, hmpf olha só, temos uma brava alma viva aqui, dizem que qualquer lugar pode ser o paraíso se você tiver vontade de viver, mas duvido muito disso depois de ver essas coisas, nessa hora pouso, oculto nosso ki e seguimos para o casebre, no caminho, antes de bater a porta, não sei o que perguntar, ou dizer se alguém  tiver lá, mas como pode ver pelo tamanho do problema, não será se chove amanhã, um ato simples, mas duvido que seja lá quem fez tudo isso e esteja trazendo um poderoso demônio de volta irá viver numa choupana na colina com as meias secando na lareira...



Off: Investigar a destruição do lugar, depois ir até o casebre e descobrir se alguém está lá, digo que venho em paz se alguém estiver lá, eu pegunto o que ouve, quem fez e pra onde foram seja lá o que fez tudo aquilo, um sayajin que diz que veio em paz, huhuhu se não fosse a necessidade, eu estava calmo, a tipica calmaria antes da tempestade, acredite já tive que fazer coisas mais estranhas e até que é bom ao menos uma vez não precisar arrancar os olhos de alguém para perguntar uma direção.
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z   Qua Jun 20, 2018 7:59 pm

A situação tava tão feia que até Vegeta prferiu se esconder naquela base mas como Nappa disse que bom que nós chegamos. O príncipe tinha grandes planos para a nossa retomada mas de repente fica pensativo e diz que alguém em seus sonhos fala com ele.

“Yamoshi. Esse está sempre aparecendo para nós”

Vegeta diz que iria seguir o que a voz desse sonho dizia a ele. Eu acho que não é hora pra isso mas quem sou eu pra questionar ele? Apenas obedeço quando ele me pede para ir até as montanhas de fogo verificar o que aconteceu com Raditz e Kakaroto.

“Por que eu tenho que ir atrás desses dois inúteis. Poderia ficar aqui com as garotas enquanto Nappa fazia isso”

Mas por um lado isso seria até que bom. Vai que um daqueles guerreiros poderosos decide aparecer e eu tenha alguém de bom pra espancar. A viagem foi meio longa e já era noite quando eu chego nas montanhas.

“Essas chamas são diferentes. Melhor eu não baixar a minha guarda aqui”

Quando entro na montanha em chamas um homem enorme com um machado maior ainda aparece. Me seguro pra não rir daquele nome bobo e ajusto meu rastreador pra ver o poder de luta dele.

- Eu estou procurando por um guerreiro chamado Kakaroto. Se não quer ver esse lugar pior do que está é melhor me levar até ele.

Cruzo meus braços. Se aquele homem quisesse problemas, ele conseguiu.
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z   Sex Jun 22, 2018 12:38 am

Oregan:


Yuriza havia se mostrado um pouco preocupada quando seu filho lhe falara em retornar ao planeta Spartacus para desafiar os Metamorph. Apesar de ser uma guerreira Saiyajin, ela viu seu planeta ser destruído e não acreditava que fosse possível desafiar Freezar e seus semelhantes. Definitivamente, Oregan havia puxado seu pai em termos de coragem e ambição.

Preocupadas, Yuriza e Agate conduzem o jovem Saiyajin até o compartimento onde ficam as naves menores, mas sua mãe o leva até uma cápsula de expedição. Não era um meio muito confortável de entrar na atmosfera de um planeta, porém, era mais discreto do que uma nave grande e barulhenta. Ao lacrar a cápsula com Oregan, Yuriza põe a mão sobre o vidro, desenhando sorte ao seu querido filho. Agate, ainda mais aflita, joga um beijo para o garoto.

A alavanca é acionada, e a cápsula é lançada no espaço. A órbita do planeta Goliath faz o trabalho de tragá-lo para a atmosfera. Como esperado, a reentrada é quente, turbulenta, chega a parecer que a cápsula não vai resistir. Mas na altura certa, o para-quedas é acionado, e o pouso de Oregan se torna macio e lento. Impressionante como havia demorado para atingir o solo, impressionante o tamanho gigantesco das árvores na floresta densa em que o garoto havia pousado. O planeta Goliath fazia jus ao nome, tudo ali tinha proporções enormes em relação ao guerreiro.

Floresta:
 

Sem esforço, Oregan abre a porta da cápsula, pisando em um solo denso de terra escura. Do lado de fora, o Saiyajin se sente ainda menor ao ver o tamanho dos insetos que rastejavam e voavam ao seu redor. As flores exóticas eram tão grandes que algumas poderiam lhe servir de abrigo. Enquanto ainda assimilava a magnitude das coisas no planeta Goliath, Oregan passa a ouvir não muito longe dali uma cantoria doce que só poderia vir das gargantas de mulheres. Era esse o seu primeiro contato com os nativos daquele mundo...



Suzako:


A informação de Vegeta parecia equivocada. A Terra fora calculada como um mundo de indivíduos com baixo nível de poder. Como aquele humano poderia chegar a 18.000? Nem os Saiyajins possuíam tal nível, somente os soldados mais próximos de Freezar gozavam de tais números. Suzako precisou sofrer e quase morrer durante meses para alcançar esse nível. Mas agora não era hora de pensar em tais coisas, o humano insolente se aproximava em uma velocidade surpreendente!

Suzako ataca: Destreza 16 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 34 sucessos.
Tao Pai Pai ataca: Destreza + Briga (Dif: 6) = 56 sucessos.
Tao Pai Pai (Dano: Força x5) = 35 sucessos.

Suzako ataca: Destreza 16 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 47 sucessos.
Tao Pai Pai ataca: Destreza + Briga (Dif: 6) = 37 sucessos.
Suzako (Dano: Força 12 x5) = 40 sucessos.

Suzako ataca: Destreza 16 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 84 sucessos.
Tao Pai Pai ataca: Destreza + Briga (Dif: 6) = 45 sucessos.
Suzako (Dano: Força 12 x5) = 30 sucessos.

Suzako ataca: Destreza 16 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 37 sucessos.
Tao Pai Pai ataca: Destreza + Briga (Dif: 6) = 40 sucessos.
Tao Pai Pai (Dano: Força x5) = 25 sucessos.

Suzako ataca: Destreza 16 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 31 sucessos.
Tao Pai Pai ataca: Destreza + Briga (Dif: 6) = 33 sucessos.
Tao Pai Pai (Dano: Força x5) = 30 sucessos.

Suzako ataca: Destreza 16 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 50 sucessos.
Tao Pai Pai ataca: Destreza + Briga (Dif: 6) = 51 sucessos.
Tao Pai Pai (Dano: Força x5) = 40 sucessos.

Suzako ataca: Destreza 16 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 57 sucessos.
Tao Pai Pai ataca: Destreza + Briga (Dif: 6) = 39 sucessos.
Suzako (Dano: Força 12 x5) = 40 sucessos.

Suzako agarra: Destreza 16 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 43 sucessos.
Tao Pai Pai ataca: Destreza + Briga (Dif: 6) = 64 sucessos.
Tao Pai Pai (Dano: Força x5) = 25 sucessos.

Suzako usa Sword of Destruction: Energia 28 + Rajada 1 x5 (Dif: 6) = 93 sucessos.
Tao Pai Pai ataca: Sem ação.  

Com os dois guerreiros agindo ao mesmo tempo, a luta se torna franca. Suzako e Tao Pai pai trocam golpes sem se preocupar com defesa. O humano mostra uma velocidade surpreendente, por vezes superando a do Saiyajin e se sobressaindo nos ataques físicos, mas Suzako muda a estratégia na hora certa, agarrando Tao Pai Pai. O humano lhe aplica uma cabeçada no rosto, mas Suzako revida com um Sword of Destruction à queima roupa que rasga o peito do inimigo ao mesmo.

- Ele é ligeiramente mais rápido do que você, mas seu ki é superior ao dele. Não perca tempo com esse verme. Use isso ao seu favor! – Vegeta lhe instrui, sempre analisando muito bem as batalhas.


Iniciativa:

1° Suzako: Raciocínio 4 + Prontidão 3 + 1D (8 +3) = 18
2° Tao Pai Pai: Raciocínio + Prontidão + 1D = 11


Status:
 



Dirac Baldric:


Embora seu dispositivo fosse capaz de deixá-lo invisível aos olhos, Dirac Baldric sabia que havia meios tecnológicos e místicos de detectá-lo. Por isso, o Tsufurujin apaga seu ki em meio a viagem, tendo a certeza de que poderia se aproximar da Árvore do Poder sem que os responsáveis o percebam. Ao menos, nenhuma reação veio da cidade ou do vilarejo enquanto o guerreiro voava entre ambos.

Dirac Baldric decide então checar o vilarejo primeiro, pois os leves sinais de vida e a pouca possibilidade de agitação o atraem. Cuidadosamente ele desce até planar pelo chão e flutua em direção a casa com luz na janela sem chamar a atenção das criaturas que eram mantidas como em uma espécie de fazenda.

O guerreiro dá uma rápida olhada pela janela, percebendo que a chama via de uma lamparina sobre uma mesa de madeira no interior daquela casa muito simples. Quando abre a porta destrancada, percebe uma espécie de poltrona rústica onde um velho homem doente e muito franzino parecia lutar contra uma morte iminente.

- Se veio me matar, peço-lhe apenas que faça logo. Mas se veio mesmo em paz, fique a vontade e pegue o que quiser, logo ou não precisarei de nada disso. – Diz aquele pobre homem, terminando sua frase em uma tosse seca que parecia não terminar nunca. – Eles vieram em uma nave de aspecto aracnídeo... Dois seres baixinhos como nossas crianças e com trajes de outro mundo. Eram feios e cruéis como demônios. Os guerreiros da cidade vizinha tentaram combatê-los, mas totalmente em vão. Achávamos que eles iriam dominar o nosso reino e nos escravizar. Contudo, estavam mais interessados em plantar uma espécie de árvore em nosso solo...

Uma nova tosse lhe interrompe. Falar de maneira prolongada daquela forma lhe custava um esforço muito grande, mas Dirac Baldric precisava saber com o que estava lidando.

- Aquela árvore é tão grande, e cresceu daquele tamanho todo em apenas um dia! Nós tentamos cortá-la, colocamos fogo em suas raízes, mas nada era capaz de danifica-la. Os dois demônios apenas riam de nossas tentativas, enquanto devoravam seus frutos deitados em seus galhos. Embora sejamos gente simples, não demoramos a perceber: A árvore estava devorando o nosso planeta, sugando toda a vida como carniçais sugando tutano dos ossos de suas vítimas. Talvez eu seja o último homem vivo neste mundo... – Diz o velho.

Desta vez não foi uma tosse que lhe interrompeu, mas sim uma brusca agitação no cercado dos animais. As pobres criaturas corriam para se esconder em uma espécie de celeiro enquanto um quinteto de seres humanóides grandes e brutos se aproximavam. A visão não era muito boa, mas Dirac Baldric conseguia identificar que estes seres tinham uma constituição vegetal, com peles que pareciam cascas de árvore e folhagem que faziam as vezes de pelo. Tais seres ainda não haviam notado a presença do Tsufurujin, porém, pareciam interessados no homem que se encontrava na casa.

Criaturas:
 

- Enfim o sofrimento acabou. Acender a lamparina ajudou a chamar a atenção deles. Os servos do inferno vieram me buscar. – Diz o homem, aliviado com a liberdade que uma possível morte lhe traria daquele sofrimento.



Theri:


Embora o lugar parecesse condenado por aquelas chamas, o gigante se mostra irritado por ter seu território invadido. Ao ver a garota, sua mão treme de vontade de empunhar seu machado, porém, quando Theri cita o nome de Kakaroto, isso mexe com aquele humano. Ele parece nervoso, sem saber muito como agir.

O gigante então passa a analisar a garota. Sua postura audaciosa o impressiona, mas quando ele desce os olhos sobre seu corpo e vê aquela cauda em sua cintura, ele finalmente chega a uma conclusão que o pega de surpresa. Seu machado desce de seu ombro, porém, em uma posição nada ameaçadora.

- Então você também é uma Saiyajin, como eles... – O gigante balbucia. – Venha comigo. Vou levá-la até Kakaroto, ele saberá o que fazer.

“Eles”. Tal pronome pega Theri um pouco de surpresa num primeiro instante, mas é fácil para a guerreira dar-se conta de quem o gigante se referia. Ele novamente adentra a floresta em chamas, dando a entender que era suficientemente forte para resistir a todo aquele calor. Esperando que Theri a siga, ele simplesmente começa a caminhar por uma das trilhas.

A guerreira é conduzida montanha a dentro, até chegar a um vale de bambuzais, cortado por um rio que impede a continuidade das chamas. Logo depois deste rio ligado por uma ponte de madeira, se encontra um casebre muito simples de estrutura oriental, onde o som de uma mulher chorando lhe chama a atenção. Chorava como se uma grande tragédia houvesse lhe acontecido, fazendo paredes tremerem com o som de seus gritos e deixando o gigante um pouco aflito.

Mas não era este casebre o destino a que o gigante conduzia Theri. Passando por ele e adentrando um pouco mais a floresta de bambus, a guerreira é levada a um outro ponto do rio, onde se depara com um guerreiro sentado sobre o leito, devorando uma grande quantidade de tigelas de comida. Chamava a atenção de Theri este guerreiro possuir uma cauda, o que só podia significar que aquele era Kakaroto.

Kakaroto:
 

- Tem que ser muito corajosa para interromper o meu almoço. Seu ki é tão grande. Não está procurando confusão, está? – Ele pergunta, se levantando e aproximando-se calmamente até estar frente a frente com Theri, encarando-a com um sorriso confiante.  
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DragonHearth

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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z   Sex Jun 22, 2018 7:34 am

Minha mãe me da um sinal de boa sorte com o qual retribuo também colocando a mão sobre o vidro. Eu entendia a preocupação dela e por isso tinha que me esforçar, Agate também me deseja sorte e eu respondo com um sorriso e sinal de ok. Passei a gostar dela como uma irmanzinha, apesar dela ser mais velha.

A reentrada outrora difícil me da alguns minutos de sossego e dou uma leve cochilada, sonho um pouco com o sorriso de Blizz, mas o medo de descobrirem que ela me ajudou me desperta, bem a tempo da chegada.

"Eu tenho que ficar forte, mais forte do que qualquer saiyajin já sonhou." - penso me motivando

Olho ao meu redor e vejo que tudo era enorme, eu me sentia ainda menor do que antes e estava entre um estado de impressionado e com vontade de rir. Entretanto meus pensamentos eram firmes. Eu tinha um planeta para desbravar e pelo que entendi existiam seres poderosos aqui, o que me motivava a ir atrás deles para lutar.

Ouço o som de mulheres rindo e se divertindo, bom na verdade sons femininos, uso meu scouter para escanear a área e vou até elas, calmamente e tento ser discreto não sei o que poderia encontrar.

Tento também escanear areas maiores com o scouter, assim eu iria descobrir adversários para mim.
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Tony.Saiyan

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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z   Sex Jun 22, 2018 8:51 am

Aqueles humanos desafiavam a própria existência... Nós que somos uma raça Guerreira, demos o sangue para termos um poder assim... Mas existem varios deles... Com poder tão elevado...

Ao trocar golpes com ele, percebo que os valores do Scouter estavam corretos... Ele tinha uma velocidade e seu golpes tinham impacto... Mas diante da minha técnica, não pode fazer nada...

Recuo passando a mão sobre minha boca sangrando... Ouço Vegeta me orientar...

Realmente... Para um humano... Seu poder é bastante elevado... Como Kakaroto eliminou todos vocês sendo uma escória de sangue fraco...

Fecho meus punhos... Emanando meu Ki... Em explosões...

Eu sou um guerreiro da Elite dos Saiyajins... Pode já ter enfrentado a escória de nossa raça... Mas testemunhe o poder de um verdadeiro guerreiro...

Iria avançar contra ele e agarra-lo pelo pescoço... Iria atingir o seu corpo contra o solo, o deixando ainda preso em minha mão... E concentrando meu Ki...

Sinta o poder daquele que será a Espada de uma Raça inteira! Aquele que trará a ruína aos metamorths e todos no universo que se oporem ao Império dos Saiyajins!

Iria disparar uma Sword of Destruction visando atingir a metade de baixo do seu corpo...

0 - Agarrar (Fdv)
1 - Acerta-lo ao solo
2 - Sword Of Destruction


——-
Caso ele defenda os dois golpes primeiros, iria lançar a Sword contra ele gastando FDV.







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Suzako - The Mercilles

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art015

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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z   Sex Jun 22, 2018 11:03 am

Como imaginava ali, não tinha muito alem da destruição recorrrente causada por essa invasão, era um mundo condenado, mas se não paracemos seja lá quem fosse, bom, veriamos a coisa escalar rapido, questão de tempo até acharem outros com mesmas ideações, pela janela olhamos e vemos um velho, apenas esperando a libertação dos dias dificeis, e respondendo nossa pergunta ele descreve o que ouve, como dois seres vindo de fora, baixa estatura e que consomem os frutos com energia absorvida pela arvore, pelo que ele diz ela causou tudo isso e não ouve nada que impedisse o crecimento dela, huh talvez tocar fogo nela até tenha ajudado a alimentar ela se essa arvore se alimenta de ennergia...



Seres baixinhos que vieram em uma nave como aracnideo, onde é que já vi isso? É uma indentificação meio vaga, não sei se conseguirei achar algo que bata com essa identificação, quando notamos 5 seres se aproximando, sua constituição não bate com a dada pelo velho e sim com algo orgânico, talvez formas criadas a partir da própria arvore como meio de defesa, ou checagem, huh derrota-los aqui chamaria muita atenção, gastaríamos energia atoa para salvar um condenado mas...



Huh o que fazer, ir direto no escuro em silencio ou ver do que são capazes, e provavelmente ferrar de vez nossa entrada, hmm esse velho pode estar condenado como este mundo, mas se deixarmos ele morrer aqui pra essas coisas, do que adiantara salvar esse lugar, numa guerra se perde algumas batalhas, mas essa, não será uma delas.



Off: Cruzado de cima para baixo no chão, causar tremor para derrubar as criaturas, antes do soco atingir eu explodo meu ki para atingir o chão com força, depois eu acerto a criatura a frente com um cruzado, agarro seu braço e acerto de novo na barriga com um soco, gastar 3 pontos de energia.
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Theri

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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z   Sex Jun 22, 2018 12:15 pm

Já estava pronta pra atacar aquele humano e ele tbm parecia querer lutar enquanto mexia no seu machado mas foi só eu falar no nome do Kakaroto que isso deixou ele nervoso.

"O que está acontecendo aqui?"

Ele fala pra eu seguir ele. No começo eu estranho um pouco pq esperava uma luta, mas tinha que cumprir a minha missão. No meio do caminho queria perguntar a ele pq aquela montanha estava pegando fogo mas isso não me interessava.

- Que choradeira chata é essa?

Passamos pela casa e nos enviamos mais na floresta. Começo a pensar que ele podia estar me levando pra uma armadilha. Fico torcendo por isso. Mas acaba que ele me leva msm pra um encontro com Kakaroto.

- O príncipe Vegeta está a sua espera, e a de Raditiz. Não vim aqui atrás de confusão, mas adoraria arranjar uma.

Entro em posição de batalha e desafio ele pra testar seus poderes.
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