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 Onikaze A herança do dragão;

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Onikaze

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Data de inscrição : 22/08/2016

MensagemAssunto: Onikaze A herança do dragão;   Sab Maio 19, 2018 11:10 pm

Um dia normal era o que eu queria descansar e curtir um pouco, a vida de vigilante estava indo bem, nosso bairro era o menos violento de Gothan, Harley já estava fazendo amizades pelo bairro e até mesmo o Conselho já ajudou a escondê-la da policia, alguém deve ter denunciado, mas não ligo, vi que ela se sentiu diferente, como respeitada e que as pessoas realmente se importavam com ela, em troca ela ajudava como psiquiatra a retirar algumas pessoas das drogas. Às vezes a noite via Capuz Vermelho dando uma olhada para ver se ainda estávamos na linha e tenho quase certeza que ele foi um dos ocidentais novos frequentadores do restaurante.
Tudo estava perfeito, quando vi Manji sério olhando para Kazeshini em cima de minha cama, como ela foi parar ali? Eu não tinha levado ela, mas sentia uma aura pesada e densa vindo da espada.
_Acho que você está pronto para o próximo passo, garoto. Vamos ver se você aguenta. – diz Manji.
Ele então começa a recitar um mantra que não consigo acompanhar, uma energia escura sai de Kazeshini e o quarto inteiro fica em penumbra, ao lado de meu mentor, uma sombra demoníaca com duas foices aparece, sua voz é estridente, seu olhar me intimidava, mas eu me sentia ligado a aquela criatura.
_Kazeshini???  - digo com espanto.
-Ora ora, você realmente se lembra de mim, seu Manji e eu temos uma surpresa pra você, mas não se preocupe além do risco de morte não tem nada com o que se incomodar.
Uma gargalhada ecoava naquele quarto, Manji estava indiferente como que aquilo não o incomodasse, mas mesmo eu acostumado coma voz de Kazeshini em minha mente estava um pouco receoso. Manji então toma a iniciativa de falar.
-Dentro de uma caverna ao sul da vila onde você encontrou a ferreira dessa espada, existe um portal que leva a uma dimensão de testes, se você conseguir realizar o desafio, vai ter uma recompensa boa.
Penso um pouco:
_Mas mestre, por qual motivo não me falou isso quando eu estava lá, era mais fácil.
Em meu ouvido o Demônio Kazeshini diz:
_Por que você era fraco e precisava de meu aval, afinal é o mundo de onde eu vim, não acreditava ainda em você, entretanto seu autocontrole para não sair matando a todos é forte e Manji me convenceu a lhe dar uma chance.
Esse final não foi dito com o demoníaco sorriso, conhecendo Manji ele deve ter feito algo que deixou Kazeshini mudada, para não dizer com medo.
_Você- estará sozinho- eu mesmo não poderei entrar, mas vou te dar uma ajuda, converse com a ferreira antes.
Estava animado, nesse momento Harley entra em casa e olha para aquilo tudo apenas diz:
_Oi Kazeshini, como está?
Eu olho assustado, ela não via Manji, mas estar tão familiarizada assim com Kazeshini? Isso me confundia, contudo eu estava aprendendo a não mais me surpreender com ela, recobrando os pensamentos falo com ela:
_Então, vamos voltar ao Japão?

Eu sabia que ela não poderia ir ao teste comigo, mas ela tinha gostado daquela vila então seria uma boa oportunidade para ela se distrair e enlouquecer os outros como ela gostava. Notei que ela não era Arlequina, mas também não era mais Harley, era uma mistura das duas assim como eu não era mais Ren, nem Onikaze.
Ela correu arrumando as malas, dessa vez eu não iria interferir, deixaria ela fazer como quisesse. Olhava para Kazeshini com olhar de curiosidade enquanto ele me deu apenas os ombros, como se também não entendesse.
Em questão de minutos a mala pequena estava pronta, ela tinha aprendido a levar o básico, mas tenho certeza que o taco de baseball e o ursinho explosivo estavam lá, minha única duvida eram as Uzis...
Com minha velocidade era praticamente um tele transporte, então estávamos na entrada da vila.  Arlequina logo foi entrando e se enturmando, o Elder quando nos viu veio até nós ele estava bem, a vila prosperava sobre a proteção do nome de Onikaze, aquilo me deu uma ideia, mas era apenas um esboço mental então tinha que me concentrar.

Himenin se aproxima e a primeira coisa que pega é Kazeshini, ela o tratava como a um filho e era a única hora que via o demônio parar de desejar morte e sangue.  Ela o levara para a ferraria, enquanto eu me instalava, a noite logo caia e com isso um banquete era preparado. Antes fui reverenciar os ancestrais, eu estava em falta com eles.
Após o jantar, falo com Arlequina sobre o teste e ela pula da cama emocionada:
_Vai lá, Pudinzinho, você consegue te espero e tento não atirar em ninguém...
A risada era a louca, mas o olhar da doutora quem não conhecesse diria que ela estava falando a sério, o que seria verdade há pouco tempo atrás. Saio e vou até Himenin, ela estava me esperando serena como sempre, parecia uma criança, mas talvez fosse mais velha que o próprio Manji.
_Você vai fazer o teste? Interessante, vai ser a quinta pessoa a arriscar, porém vai ser a única que vou ajudar, Kazeshini está bem, afiada e alimentada, é a primeira arma que eu fiz que está assim, bem cuidada, as outras são para os donos apenas espadas, mas para você eu sei que é um companheiro. Ela não pode entrar com você naquele reino,  o poder dela é necessário para que se abra o portal para a outra dimensão, então cuidado, vou lhe emprestar duas espadas gêmeas, elas foram criadas por mim, mas não se submetem a ninguém a não ser a mim, dessa vez elas vão te ajudar, mas demonstre força. Kazeshini é do elemento sombra enquanto essas duas são do elemento fogo...
Recebo as duas e sinto minha mão queimar, minha regeneração fez frente às feridas, mas mesmo assim doía bastante, era uma demonstração de que eu não tinha poder sobre elas, que se elas quisessem meu corpo poderia ser consumido em chamas e eu morreria de forma dolorosa. Himeni mantinha sua postura de dama do gelo, sem expressão alguma enquanto Kazeshini se portava de maneira respeitosas para aquelas espadas gêmeas.  Era hora de ir;
Ia caminhando seguindo Himenin e Kazeshini todos íamos em silencio, não usava minha velocidade, eu tinha que respeitar o limite deles, apesar de imaginar que eles respeitavam o meu. Manji havia ficado na vila, Arlequina estava se divertindo aprendendo os costumes orientais e chocados ao saber que as gueixas não eram necessariamente prostitutas.
A entrada era simples, mas mesmo eu sentia a energia daquele lugar, era estranho já que um passo atrás era impossível sentir, mas agora eu estava aqui e sentia essa pressão sobre meu corpo. Kazeshini então aumenta de tamanho e sua aura junto com a de Himenin criam uma espécie de portal.

_Vá Onikaze, lá é o mundo onde habitam demônios e criaturas consideradas místicas, é o domínio do deus Dragão, ele te julgara e se você for digno receberá sua benção.
Entro no portal e me deparo com um mundo deserto:
“_ Então você é o desafiante, estranho me lembra alguém, mas você está mais jovem, bom a primeira parte vai começar em um dia, até lá adapte-se a esse lugar e depois sobreviva. “
Um dia ainda, nossa que coisa, mas pegava as espadas e ia manejando para me familiarizar, com o peso e velocidade das armas, elas estavam mudas e não tentei forçar nenhuma reação.
Caminhei por um tempo pelo deserto até que vi em uma pedra uma garotinha chorando, ela estava triste então me aproximei. Senti que devia me aproximar com cuidado, não queria assusta-la.
_Garota, tudo bem? Não tenha medo eu só quero conversar...
Ela olhou para mim um pouco receosa, mas creio que a solidão a afetou pois em instantes ela estava me abraçando e chorando.
_Tudo vai ficar bem – eu digo com tranquilidade – como você se chama e o que faz aqui?
Eu tinha entendido que aqui era um novo mundo, mas talvez tivessem pessoas comuns para esse lugar, ela então sorri como se não tivesse nunca chorado antes.
_Você é bonzinho, cuida de mim, eu me perdi nesse lugar não sei muito, mas só me lembro de caminhar sozinha e quando cansei chorei triste até te achar, você agora é meu amigo.
Olho espantado pela mudança repentina de humor e pela primeira vez pergunta as gêmeas:
_Conhecem algo assim?

_Ela é um espirito, assim como nós, mas sua aura é estranha, não conseguimos decifrar.
Agradeço e fico ao lado da menina:
_Qual o seu nome?
_Yachiru – ela responde com vontade e orgulho
_Eu sou Onikaze, mas pode me chamar de Ren.
Sinto que a presença desse nome fez as gemêas se entreolharem.
Yachiru então pergunta e vocês, qual o nome de vocês:
As duas após o susto de serem identificadas por uma criança respondem uníssono:
- Ryuujin Jakka.
Agora era a minha vez de me espantar, entendia agora o poder pro detrás das gêmeas, enquanto Kazeshini foi criada usando um demônio das sombras, elas foram criadas com a alma de um dragão vermelho antigo.

No dia seguinte escuto passos vindo em minha direção, eram 5 estatuas de pedra em forma de guerreiros draconianos, as gêmeas então avisam:
_O desafio já começou, você deve sobreviver e vencer as hordas.
Corro até elas deixando Yachiru para trás, enquanto com facilidade derrubo dois deles, os outros três correm até a criança e estão dispostas a enfrenta-la, eu poderia deixa-la morrer, mas algo em mim não queria deixar uma criança sofrer então com meu corpo bloqueio um ataque e com as espadas os outros dois, quem me conhecesse poderia se perguntar por qual motivo não defendi tudo com as espadas, mas eram golpes pesados e eu tinha que fazer força para segurar, em minhas costas o sangue escorria, mas em um movimento rápido derrubo os três.
Ofegante começo a me curar, eu tinha entendido que a menina seria algo e eu iria defendê-la:
_Idiota - escuto as gêmeas -  se você se preocupar com ela pode acabar perdendo a vida, sua missão aqui é vencer o desafio e não cuidar de uma criança.
Ignoro o comentário, era uma criança e inocente, não me importa se espirito ou demônio, ou até mesmo humana, ela não iria se machucar.
Em pouco tempo outra horda apareceu, dessa entre os dragões de pedra haviam lanceiros e o numero eram de 10 estatuas. A luta ficou tensa eu tinha que defender Yachiru e derrubar, o tempo não importava, mas eu fui ferido duas vezes antes de conseguir derrubar todos, antes mesmo de me curar totalmente vinte oponentes aparecera, entre lanceiros e espadachins haviam arqueiros...
Droga é um teste ou uma tentativa de assassinato? – pergunto para mim mesmo enquanto me concentro e me preparo,  o maior desafio eram as flechas e proteger Yachiru, eu poderia me movimentar que escaparia, mas ela seria alvo, decidi que com uma espada defenderia e com a outra atacaria, mas a pressão estava ficando maior. Demorei quase uma hora para vencer e isso estava me cansando, sentia o suor descer pelo meu rosto e o temor da criança com medo. As gêmeas olhavam para mim com menos desdém, mas ainda sentia que eu não era digno delas ainda...
Sorrio para Yachiru passando confiança e tranquilidade, mas quem estava assim esse sorriso foi o tempo que demorou para aparecerem quarenta guerreiros, estavam ficando mais ousados e fortes, via vários com escudos de corpo que se posicionaram na frente defendendo assim os lanceiros e arqueiros, enquanto vinham alguns com espada longa correndo contra mim.
Meu corpo estava cheio de férias, cortes que não tinham tempo de se curarem totalmente, o cansaço pesava, mas eu não podia me render, varias pessoas acreditavam em mim e vidas dependiam disso, então eu insistia em continuar, minha mente lutava para não se despedaçar enquanto meu corpo tremia pelo cansaço, fui treinado para matar rápido não para lutas demoradas.
Novamente sou vitorioso, mas a que preço? Já estava lutando a quase 5 horas sem trégua, não podia descansar nem me descuidar da menina, as gêmeas estavam espantadas com essa minha determinação, agora o olhar delas para mim não tinha nenhum desdém maior, era de curiosidade e um leve respeito.
Consegui curar 50% das minhas feridas antes de ouvir a chagada da nova horda 80 soldados entre eles agora alguns estavam voando. Comecei a gargalhar quando vi aquilo, não sei se de desespero ou por que convivia com Arlequina, mas vamos lá... Dezesseis horas depois eu estava no chão, dificuldade para respirar, dores pelo corpo e ossos quebrados.
“Sua força de vontade é grande jovem, por isso antes do desafio final da primeira fase vou te dar quinze minutos” Essa era a voz do dono do local a que ouvi no inicio do desafio. Quinze minutos eu usei para me recuperar e para confortar Yachiru que chorava com medo.
_ Ren me deixe – ela dizia chorando – você vai acabar morrendo se continuar me defendendo, seu corpo está no limite e eu sinto que estou te atrapalhando.
Olhando para ela digo:
_Minha pequena irma não precisa chorar, eu não vou perder enquanto você acreditar em mim.
_Irmã?? – ela se espantou – então Ren quer ser meu irmão mais novo?
As gêmeas riram pela primeira vez:
_Você não achou que era mais velho que ela não é? Ela poderia em termos humanos ser tataravó do seu mestre Manji.
Eu sorria:
_Isso mesmo grande irmã, você aceita?
O sorriso dela tomou conta do ambiente, era uma criança feliz e de certa forma esse consentimento e alegria me revigoraram, quando estava me levantando senti o chão tremer, ao longe vi a chegada da ultima horda.  Cento e sessenta guerreiros estavam se aproximando e um deles era maior parecia o líder segurando uma espada gigante nas mãos.
_Ren acho que já está na hora de te ajudarmos – as gêmeas dizem.
As laminas das espadas então se incendeiam, ataco um dos guardas e com o novo poder  os soldados de pedra pareciam manteigas, mas mesmo assim atacavam de forma estratégica, me fazendo recuar e correr para defender Yachiru.  Eu tinha muita sorte nesse momento, a facilidade era imensa até que elas encontraram um alvo a altura, o maior deles, sua espada era diferente, conseguindo assim aparar o golpe das gêmeas, isso deu aos oponentes uma moral, sendo que eu já tinha percebido certa inteligência, apesar de estatuas de pedra eles criaram uma formação forte e opressora contra mim. Yachiru estava encolhida com medo e eu no centro daquele turbilhão defendendo e atacando como nunca.
“Manji como você conseguiu?”- eu me perguntava a todo instante. Dessa vez eu perdi um pouco a noção do tempo que demorou, mas fui informado que já lutava a quase 25 horas, o tempo passava rápido, porém restava agora apenas o general; minha visão estava turva e eu no já havia ultrapassado meu limite, minha roupa era quase totalmente rubra e só não viam que eu estava bufando por causa da mascara. A minha sorte é que em meio ao combate eu havia me distanciado dele, iria demorar uns 30 segundos para ele chegar até mim, aproveitei 15 para fechar os ferimentos, mas mesmo assim a perda de sangue tinha sido grande e minha visão ainda estava turva;
_Yachiru, preciso de sua ajuda, me fale rápido em que direção ele está vindo.
Ela mais que depressa me virou na direção dele, dei quatro passos para trás fechei os olhos e quando percebi pelo vulto que ele iria me dar um golpe de cima pra baixo aproveitei e ataquei, as gêmeas mais a velocidade em que eu corria foram mais que suficientes para partir o general ao meio, confesso que 70% foi trabalho delas, mas agora eu poderia finalmente descansar e recuperar o sangue do meu corpo, deitei exausto antes de relaxar, na verdade meu corpo caiu entregue ao esgotamento. Fui me concentrando e me recuperando quando vi Yachiru pegar a espada do general.
_Vou levar essa comigo.
A espada que parecia pesar uns 200 quilos é levantada facilmente por ela. Não tive tempo de questionar nada a voz misteriosa novamente é ouvida.
“Você passou no teste com bravura, mostrou uma qualidade rara ao se arriscar e proteger essa criança poderia ter passado rápido no teste como fez seu anterior, mas preferiu fazer de uma maneira diferente, apesar de iguais, vocês são opostos. Muito interessante, agora a segunda parte do desafio. Você será levado a uma outra área, perto de uma floresta onde habitam vários demônios como dizem no seu mundo, são bestas demoníacas que vivem aqui e assim que você matar dez mil delas você pode sair.”
Tudo bem eu penso, mas espere dez mil bestas isso vai demorar demais, mesmo pra mim. Tudo me desfavorecia o terreno, eu tinha que cuidar de Yachiru, o cansaço... nada era favorável a mim. Sentei e observei a floresta, deve ter passando quase uma hora observando, enquanto isso meu corpo estava curado e meus batimentos normais, o cansaço e a visão turva tinham diminuído.  Então tive uma idéia:
_ Ryuujin Jakka, posso fazer uma pergunta sobre suas habilidades?
Elas olharam para mim, mas não disseram muito, apenas concordaram com a cabeça.
_Além de serem do elemento fogo, eu percebi que são espíritos de um dragão vermelho antigo, possuem os mesmos poderes que ele?
Com orgulho de sua origem elas responderam:
_Sim, tudo que tocamos pode pegar fogo, o poder de criar chamas e queimar o mundo é nosso.
Um sorriso leve veio em meu rosto e pedi com humildade:
_Vocês me ajudaram uma vez, eu agradeço e reconheço que venci graças a vocês, mas podem me emprestar sua força mais uma vez? Eu tenho uma idéia que pode acabar rapidamente com esse desafio e lhes devolver para Himenin.
Um silencio que corroia a alma e doía foi ouvido, só era rompido pelo barulho das bestas na floresta e Yachiru brincando com sua nova arma. Até que elas concordaram.
_Você foi louco em lutar para proteger essa criança, conseguiu e nos mostrou que os humanos podem não ser tão detestáveis, além do mais estamos curiosas para ver sua idéia.
Com o poder delas ativo, tudo que elas tocavam se incendiava, um halo ao meu redor também feito de chamas foi criado, então pedi para Yachiru contar até dez e deixei uma imagem residual, passei ao redor da imensa floresta incendiando tudo, em segundos toda ela estava em chama e eu protegido pelo halo voltei para Yachiru que dizia:
_Oito, nove, dez...
O barulho das feras queimando era imenso, a fumaça e a confusão fazia com que elas se atacassem e foram morrendo aos poucos, olhava aquilo quando via as gêmeas boquiabertas com o cenário...
Um dragão enorme surge dos céus e desce na minha frente:
_Humano, você conseguiu concluir a segunda parte, eu tenho que admitir que usou a inteligência mais que sua força, infelizmente não especifiquei como então falha minha.
O dragão era o dono do desafio e ria com essa falha, com um gesto fomos levados a um santuário onde ele dizia todo imponente:
_Esse é o campeão, venceu os dois desafios propostos, com um nível de dificuldade maior do que esperado, lutou com bravura e o coração, salvou esse espírito perdido enquanto seguia adiante e mostrou inteligência quando necessário. Eu lhe dou o meu sangue...
Ele cortou o pulso e fez o mesmo comigo, seu sangue magicamente se misturou ao meu enquanto eu sentia meu corpo ferver, era como se corresse magma dentro de minhas veias, eu me concentrava e mantinha minha consciência, cerrava os dentes com força, mas não emiti nenhum grito. O dragão então continuou.
_Você me lembra o outro cara, mais velho que você e mais cruel, ele venceu o desafio e levou meu sangue, mas por você ter lutado de maneira mais limpa e justa, se importando com os outros vou lhe dar uma benção, um pedaço da minha medula, assim seu corpo se desenvolverá melhor.
Outro gesto é feito e o portal para o meu mundo se abre, faço uma reverencia ao dragão e saio, Yachiru aproveita  e sai comigo. Himenin olha espantada para ela:
_Princesa Yachiru? Como você...
_ O irmãozinho Re.. Onikaze cuidou de mim e me trouxe para cá, somos amigos.
Entrego as gêmeas para Himenin:
_Graças às nobre gêmeas passei no teste, eu honro e agradeço a elas e a você Himenin, espera.. princesa??
_Sim, Ren, ela é a princesa reino dos demonios, a ultima herdeira de uma espécie de demonios que são considerados bons.

Ouço as risadas das gemeas, elas sabiam e não me falaram nada. Himenin pega as espadas e sente que elas estão diferentes, “o que será que aconteceu lá?” ela pensa antes de guarda-las. Então Yachiru decide ficar ali, onde estava segura. Não questionei apenas a abracei forte em uma despedida. Claro que estava ansioso pelo retorno de Kazeshini, ela era minha arma principal, e embora não tão poderosa quanto as gemeas, era a minha arma, ela se surpreende quando sente uma gota do meu sangue:
_Você conseguiu isso tudo?
Claro que eu ainda não entendia, mas sabia que estava melhor, meu corpo estava se transformando em uma maquina perfeita.

Era hora de voltar a vila, sentia o meu corpo mais forte e um pouco mais vigoroso, eu queria saber o que aconteceu, mas era o momento de repousar e nada melhor que minha palhacinha gueixa, Manji demonstrou alivio quando me viu e eu claro não poderia perder a oportunidade de dizer:

_Cento e sessenta - digo sorrindo enquanto ele começa a rir, eu sabia que ele não se importava, mas estava feliz em me ver crescendo, agora era festa.
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Tony.Doomsday

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MensagemAssunto: Re: Onikaze A herança do dragão;   Qua Jul 11, 2018 9:38 pm

Avaliação:

História: A historia tem uma simplicidade grande, claramente se percebe se basear em um estilo de historia de Novels Orientais. Os desafios propostos foram simples e repetitivos. Vc apresenta uma personagem que tem uma relevancia minima para os desafios e nao a faz acrescentar nada a historia. A premiação requerida ocorre sem impacto na trama ou relevancia aos personagens apresentados, podereia ser melhor trabalhado o momento de receber o premio usando talvez a garota. 5/10

Interpretação: Voce consegue interpretar Ren de forma exemplar, porem nao vejo distinção entre Ren e Onikaze, e a sua preocupação em criar aliados, tira o foco do personagem. Podia trabalhsr mais o lado retalhador em relação a Ren. Assim como vemos em Samurai X, o qual usa tb como base de personagem, claramente vemos uma distinção entre o Ronin e o Battousai. 8/10

Combate: Ren é um espadachin, mas você não apresenta muito esse uso da espada no combate, sem movimentos marciais ou alguma diferença ao uso da lâmina ou da velocidade. Os conbates foram simples, sem apresentar oponentes, apenas se valendo de aumentar o número de inimigos mas sem trabalhar os mesmos. Mais uma vez me senti lendo uma novel oriental a uma HQ Americana. 5/10

18/3=6xp

Prêmio: Abertura Disciplina: Superpoder Herança do Dragão: +1 Atributos físicos.
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Onikaze A herança do dragão;
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