Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin

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Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin

Mensagem por Admin em Dom Abr 29, 2018 2:52 pm

A platéia estava assustada, muito nervosa com a transformação dos Saiyajin. O lugar era pequeno para seres tão grandes e violentos. Tentam se manter em locais seguros para continuar assistindo a luta, outros decidem partir antes que todo lugar venha a baixo com a fúria dos macacos gigantes. Na parte nobre, Frigid se levanta furioso com seu corpo corpanzil.
 
- Isso não vale! Você sabia que iria perder desde o começo e tramou esta trapaça. – O Metamorph acusa o seu rei.
 
- Cale-se e assista. Eu não tive nada a ver com isso, e mesmo que tivesse não seria trapaça. É da natureza dos Saiyajins transformarem-se em feras gigantes. Como acha que eles conquistaram tantos planetas para nós? – O Rei Cold ordena sem perder a calma.
 
É a ver de Icer se levantar e novamente criar uma poderosa esfera de energia violeta na palma de sua mão.
 
- Senhor, talvez Frigid tenha razão. Isso está fugindo do controle. Deixe-me exterminá-los antes que algo ruim aconteça. – O soldado pede a ordem.
 
Rei Cold segura o braço de Icer, cancelando a concentração de seu poder, e com um simples movimento, quebra o braço de seu subordinado.
 
- Não se atreva a fazer isso. Eles são os meus campeões. Se você matá-los, onde irei encontrar outros que mantenham a invencibilidade do Coliseu? Entre os Sauróides? Entre as Forças Especiais? HAHAHAHA Deixem que os Saiyajins se divirtam! – O Rei Cold ordena como se tivesse tudo sobre controle.  
 
 
Sliter usa Rajada: Energia + Rajada x5 (Dif: 6) = 59 sucessos.
Dirac Baldric defende: Destreza 9 x10 + Briga 5 (Dif: 6) = 49 sucessos.
 
Diante daquele horror chamado Oozaru, nem o poderoso comandante daquela equipe se vê imune ao medo. Sliter finalmente descruza os braços, tentando esconder o tremor de seu corpo. Furioso por estar experimentando um sentimento tão covarde diante de seus senhores, ele lança a sua rajada de energia em cor vermelha.
 
Graças a mente de Dirac, Baldric não se torna uma fera insana. O parasita Tsufurujin possui total controle sobre aquele corpo que agora experimentava um poder inimaginável. Tão grande era o poder de Oozaru, que até o líder dos aspirantes resolveu lutar finalmente e lançar uma rajada contra Dirac. O Tsufurujin tenta bloquear, mas sua defensa é parcialmente quebrada. Porém, apesar da energia destrutiva da rajada de Sliter, Dirac Baldric não sobre mais do que uma pequena queimadura. Aquilo não era nada para este novo corpo! 
 
 
Suzako não existia mais, sua consciência foi absorvida por um mar de selvageria trazido pela forma primitiva dos Saiyajins. Furioso, ele esmurra as paredes do Coliseu, destruindo tudo com enorme facilidade, suas paras batendo contra o solo criam tremores tão intensos que deixa os Metamorph ainda mais assustados. O impiedoso Saiyajin não faz qualquer tentativa de se controlar, apenas deixa que a fera cuide de seus inimigos.
 
Suzako ataca: Destreza 12 x10 + Briga 5 (Dif: 6) = 52 sucessos.
Sliter: Sem ação.
Suzako (Dano: Força 8 x10) = 50 sucessos.
 
Suzako ataca: Destreza 12 x10 + Briga 5 (Dif: 6) = 43 sucessos.
Sliter: Sem ação.
Suzako (Dano: Força 8 x10) = 50 sucessos.
 
Suzako ataca: Destreza 12 x10 + Briga 5 (Dif: 6) = 60 sucessos.
Gadus desvia: Destreza + Briga (Dif: 6) = 59 sucessos
Suzako (Dano: Força 8 x10) = 20 sucessos.
 
Suzako ataca: Destreza 12 x10 + Briga 5 (Dif: 6) = 98 sucessos.
Sliter: Sem ação.
Suzako (Dano: Força 8 x10) = 30 sucessos.
 
Suzako ataca: Destreza 12 x10 + Briga 5 (Dif: 6) = 90 sucessos.
Gadus desvia: Destreza + Briga (Dif: 6) = 30 sucessos
Suzako (Dano: Força 8 x10) =70 sucessos.
 
Suzako ataca: Destreza 12 x10 + Briga 5 (Dif: 6) = 66 sucessos.
Amatsu desvia: Destreza + Briga (Dif: 6) = 28 sucessos
Suzako (Dano: Força 8 x10) =60 sucessos.
 
Suzako ataca: Destreza 12 x10 + Briga 5 (Dif: 6) = 54 sucessos.
Shokos desvia: Destreza + Briga (Dif: 6) = 44 sucessos
Suzako (Dano: Força 8 x10) =30 sucessos.
 
Suzako ataca: Destreza 12 x10 + Briga 5 (Dif: 6) = 49 sucessos.
Amatsu desvia: Destreza + Briga (Dif: 6) = 36 sucessos
Suzako (Dano: Força 8 x10) =50 sucessos.
 
Suzako agarra: Destreza 12 x10 + Briga 5 (Dif: 6) = 99 sucessos.
Amatsu desvia: Destreza + Briga (Dif: 6) = 24 sucessos
 
Suzako usa Rajada: Energia 14 + Rajada 1 (+3D) x10 (Dif: 6) = 148 sucessos.  
Amatsu: Sem ação.
 
É fantástico e ao mesmo tempo terrível o que um Oozaru fora de controle é capaz de fazer. Logo após Sliter ter alvejado Dirac Baldric, ele olha para trás e tarde demais sente a sombra da pata de Suzako o encobrindo e o esmagando contra o solo. Ao ver seu inimigo rastejando ainda vivo, o furioso Suzako o esmaga ainda mais com o punho, arrancando um grito de dor do inimigo.
 
- Aaaaaaaaaaah! – Sliter urra, e parte da platéia incapaz de conceber a cena de um soldado como ele sendo trucidado daquela forma, começa a correr também, tornando o Coliseu ainda mais vazio.
 
Suzako não para por aí. Além de pisotear Sliter mais uma vez, ele atinge Gadus com o punho e também esmaga o inimigo como se fosse um inseto asqueroso. Gadus não resiste a ataques tão violentos. Tudo que resta dele é uma pasta de sangue, carne e alguns pedaços de sua vestimenta.
 
Suzako então se divide em ataques contra Shokos e Amatsu, mas é a mulher quem mais sofre com a fúria do macaco gigante. Após ser brutalmente espancada, ela é agarrada pelos cabelos e erguida entre os dedos do Oozaru. Tudo que ela pode fazer é erguer seu rosto e contemplar a face de seu assassino, que abre a boca e concentra uma gigantesca rajada entre as presas. O corpo de Amatsu é completamente obliterado, e a rajada do grande macaco destrói ainda mais a estrutura do Coliseu, fazendo o lugar ruir e expulsando ainda mais Metamorphs.
 
 
Theri: Inteligência 1 + Instintos Primitivos 0 (+3D) (Dif: 6) = 3 sucessos.
 
A assassina Saiyajin estava prestes a perder sua consciência, sendo tragada pela fúria do Oozaru, porém, exprimindo toda a sua vontade, ela consegue superar a raiva e manter o controle sobre aquela forma, executando seus movimentos de maneira mais clara. A guerreira tenta então agarrar a mulher que prometeu matar, mas Suzako fora de controle chega primeiro e a toma para si e a dizimando em sua rajada.
 
Theri usa Rajada: Energia 16 + Rajada 1 x10 (Dif: 6) = 87 sucessos.
Shokos defende: Destreza + Briga (Dif: 6) = 36 sucessos.
 
Em seguida, a guerreira se volta para Shokos, que havia sobrevivido ao seu Imperial Destruction. E mais uma vez ela lança uma rajada contra ele, abrindo sua mandíbula e disparando uma energia em cor branca que explode o inimigo contra uma ala já vazia do Coliseu, dessa vez o aniquilando definitivamente!
 
 
Oregan: Inteligência 2 + Instinto Primitivo 0 (+3D) (Dif: 4) = 3 sucessos.
 
Oregan já sabia o que estava por vir, ele sentiu um traço daquela fúria no casebre de Yubelluna. Mas diferente de seus companheiros que apenas se sentiram orgulhosos daquele imenso poder, o garoto procurou entender melhor a natureza da transformação e entrar em contato com o seu Oozaru interior. Isso tornou tudo mais fácil, e quando a fúria ameaçou apagar sua consciência, ele a dominou por completo.
 
Oregan ataca: Destreza 9 x10 + Briga 5 (Dif: 6) = 49 sucessos.
Murai defende: Destreza + Briga (Dif: 6) = 57 sucessos.
 
Oregan ataca: Destreza 9 x10 + Briga 5 (Dif: 6) = 58 sucessos.
Murai defende: Destreza + Briga (Dif: 6) = 42 sucessos.
Oregan (Dano: Força 10 x10) = 80 sucessos.
 
Oregan ataca: Destreza 9 x10 + Briga 5 (Dif: 6) = 49 sucessos.
Murai defende: Destreza + Briga (Dif: 6) = 40 sucessos.
Oregan (Dano: Força 10 x10) = 70 sucessos.
 
Oregan ataca: Destreza 9 x10 + Briga 5 (Dif: 6) = 53 sucessos.
Murai defende: Destreza + Briga (Dif: 6) = 32 sucessos.
Oregan (Dano: Força 10 x10) = 50 sucessos.
 
Oregan ataca: Destreza 9 x10 + Briga 5 (Dif: 6) = 61 sucessos.
Murai defende: Destreza + Briga (Dif: 6) = 18 sucessos.
Oregan (Dano: Força 10 x10) = 40 sucessos.
 
Oregan usa Rajada: Energia 13 + Rajada 2 x10 (Dif: 6) = 89 sucessos.
Murai defende: Destreza + Briga (Dif: 6) = 66 sucessos.
 
Murai havia passado o combate inteiro menosprezando o jovem Saiyajin pelo seu tamanho e poder. Mas agora as coisas se invertem. Oregan era muito maior e mais forte do que seu adversário naquela forma, e põe isso aprova, massacrando Murai com socos, chutes e até o esmagando ao cair com seu corpo sobre ele. Por último, Oregan concentra a sua rajada entre suas mandíbulas e também apaga Murai da história, sem deixar o mínimo rastro de poeira para trás.
 
A intensidade destes ataques espantou os últimos corajosos Metamorph. A destruição foi tanta que o Coliseu finalmente vem a baixo, restando apenas a parte nobre. Frigid estava furioso com a morte de seus soldados ao mesmo tempo em que assustado com o poder dos Saiyajins. Icer mais uma vez olha para o Rei Cold, esperando uma ordem de seu soberano, que nada diz apesar de estar assustado também.
 
- Cold, você é um louco? Como pode deixar estes macacos vivos? Já se esqueceu das lendas dos nossos antepassados? Já se esqueceu do Super Saiyajin? – Frigid indaga.
 
- Arrrg, cale a boca! – O rei ordena. – Vamos embora. Deixaremos que o efeito da transformação passe e amanhã iremos nos entender com os Saiyajin.
 
Rei Cold levita, indo embora das ruínas do Coliseu, sendo seguido por Icer e por Frigid. Deixaram os Saiyajins para trás em sua selvageria, a vontade para lidar como bem entenderem do último inimigo que restou.
 
 
Dirac Baldric mal teve tempo para atacar os inimigos, seus companheiros devastaram quatro deles sem a menor piedade. Mas quando o Tsufurujin olha para baixo, vê ninguém menos do que Sliter rastejando entre os destroços do Coliseu. Um sorriso selvagem nasce no rosto primata daquele corpo, e Dirac Baldric ataca o oponente com todas as suas forças.
 
Dirac Baldric ataca: Destreza 9 x10 + Briga 5 (Dif: 6) = 38 sucessos.
Sliter: Sem ação.
Dirac Baldric (Dano: Força 15 x10) = 140 sucessos.
 
Dirac Baldric ataca: Destreza 9 x10 + Briga 5 (Dif: 6) = 62 sucessos.
Sliter: Sem ação.
Dirac Baldric (Dano: Força 15 x10 + 3D) = 110 sucessos.
 
Sliter estava muito ferido após os ataques de Suzako, e mancando muito ele tentava se mover a um ponto seguro sem chamar a atenção. Mas acabou atraindo o olhar de Dirac, que sem piedade, acaba pisando sobre o seu inimigo, fazendo-o gritar de agonia. O som angustiante de seus ossos se quebrando chama a atenção até mesmo de seus aliados, que presenciam com satisfação quando o Tsufurujin salta e cai com o cotovelo gigante esmagando o arrogante Sliter, sepultando-o fundo sob as pedras do Coliseu.
 
Aquele era um momento de glória para os Saiyajin. Além de terem derrotado inimigos muito mais poderoso, terem retornado à sua forma de origem e colocado os Metamorph para fugir, os quatro colocaram abaixo todo o Coliseu que os manteve preso durante meses. Por todo o resto na noite, eles extravasaram esses sentimentos com violência, socando tudo ao redor e lançando rajadas a esmo, urrando para o universo que a raça guerreira ainda estava viva! Mas uma hora depois os raios Blutz se dissipam, fazendo com que os guerreiros retornem a sua forma normal. Toda essa transformação, a batalha e o dispêndio de energia dos deixou completamente exaustos. Nus, eles caem um por um entre as pedras, cedendo a um sono profundo até seus corpos recuperarem as forças mais uma vez.
 
 
Um dia depois, os quatro finalmente acordam na mais completa escuridão, tendo não mais do que finos cobertores para espantar o frio do planeta e cobrir sua nudez.  Imediatamente percebem que não estavam sozinhos, que entre eles havia uma figura de pé, imersa na escuridão. Essa figura logo providencia luz com um pequeno bastão tecnológico em sua mão, revelando ser Yubelluna. Estavam todos em um porão velho, sujo e cheio bungingangas sem utilidade espalhadas ao redor.
 
- Shiii... Não façam barulho, não se exaltem. – Pede a sacerdotisa com um sussurro. – Vocês estão de volta ao casebre. As meninas e eu conseguimos apanhá-los antes que os Metamorph voltassem. Mas se deixarem o seu poder fluir, serão prontamente detectados pelos Scouters dos soldados. Por favor, acompanhem meus movimentos. – Ela pede.
 
Yubelluna fecha os olhos e começa a se concentrar, entrando em estado de meditação para acalmar o seu espírito. Os guerreiros seguiriam seus movimentos?
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Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin

Mensagem por art015 em Seg Abr 30, 2018 12:49 pm

Sinto uma leve queimadura no braço;



-Huh, não me faça rir... - Digo para o comandante.



Mas antes que eu possa fazer alguma, os três logo derrubam eles e a arena, ora, como são gulosos não? Huhuhu, não tem problema, antes isso que continuarem atrás, ou terem o rabo cortado por que alguém não cobriu eles não é, vi alguns sayajins sendo mortos por essas criaturas por não terem rabo, isso já diz algo.



Eles alguns minutos depois parecem terem terminado, quando reparo em algo rastejam em nossas sombras, olho com um pouco mais de atenção, olha se não é o comandante desses bravos vermes, abro um sorriso com claras intenções expressas nessas presas pontiagudas, piso sobre o verme maldito de armadura;



-Pfeh, forças especiais, nunca serão... - digo para ele.



Depois salto e me jogo de cotovelo em cima dele;



-NUNCAAAA!!! - Grito enquanto caio em cima dele



Ao menos um, imagino ao matar ele, mas ao olhar ao redor noto como era estranho ver como a reação dos metamorph é tranquila, claro que estão correndo, mas a essa altura do jogo a raça criadora estava jogando tudo que tinham para cima desses monstros, para nenhum efeito, penso enquanto ajudo eles a derrubar o lugar, ver tudo aquilo caindo, no fim estávamos em pé ainda por causa da misericórdia do rei imagino, somos mais valiosos que isso? o centro de sua economia e poder? Ao menos por hora, agora o que acontece? vamos gastar essa energia, e apagar depois disso, ai vamos esperar, e assim caímos depois de gastar essa energia após algumas horas de euforia e fúria, aquilo ainda me dava um pouco de aflição era como desabar de sono no meio da rua e não acordar quando batesse a cabeça no asfalto, ao menos é o que imagino...



Tudo fica escuro e em silencio por um tempo, quando noto que estou sentado em minha capsula encubadora na minha nave original, lá naquele planeta perdido, conforme a minha vista se ajusta revelando as maquinas e o lugar através da escuridão e os sons noturnos daquele lugar retornam aos meus ouvidos, olho um pouco ao redor, não estava como me lembrava, o mato já ocupava boa parte das maquinas, no piso grama crescia pelas rachaduras, olho um pouco ao redor, noto que não estou em Baldric, respiro fundo e levanto com calma, ao redor nada a não ser telas quebradas e um ou outro inseto que corria para se esconder entre os buracos na parede coberta de mofo da nave, caminho no meio desse abandono até a saída, estava escuro, mas o céu estava aberto, ao olhar a nave na parte externa vejo como tudo estava destruído e abandonado, como se estivesse a desadas no mato, com as arvores já estavam saindo pela lataria do outro lado, mas passei tanto tempo assim? Não isso tem que significar algo, mas o que? Será o meu lado, meu sangue tsufurujin, meus criadores dizendo que eu abandonei eles? Entendo que possa estar decepcionado comigo, mas eles já estão extintos, com essa população baixa é pouco provável que gerem uma nova sociedade com números estáveis sem empobrecimento genético, é o que acho, sei que posso estar errado, que estou errado por me aliar a um deles agora, mas depois de destruir eles, quem seria depois? Eles estão com os metamorph, e nem eles podem com eles, ao menos não ainda, graças a incompetência dos metamorph, eles tem poder demais para se preocuparem em lutar de verdade...



Se a questão é a disciplina, eu já provei com baldric que é possível treinar bem de verdade, nossos golpes são poderosos, mas longe do que espero, o que? Não, não trocarei ele por um metamorph, tornaria nosso dever mais fácil, mas bem, não achei nenhum dos nossos nesse planeta então imagino que para eles também não seja uma boa ideia, ou não, nesse momento as plantas começam a crescer sobre o que restou da nave, começo a ouvir algo andando na floresta que nos rodeia, sinto aflição ao ver aquilo, o ar começa a ficar escarço...



Não, não insistam, graças a ele que escapei dessa prisão, graças a ele que eu finalmente achei um hostage com poder, já construímos essa torre longe demais para desistir, pode haver paz entre nós e eles vocês vêem?!? Eles sabem agora que existe gente muito mais forte que eles, e nem todos deles estão dispostos a correr duas vezes mais só para acompanhar o ritmo, eu consegui o impensável, sei que posso muito mais, nessa hora escuto a madeira das arvores se retorcerem por dentro da nave, vejo suas raízes explodirem através da lataria da nave enquanto a nave começa a ser envolvida por galhos, raízes e folhas, com grandes arvores surgindo por trás da nave, atrás de min percebo olhos brilhando na escuridão, de um lado o mato avança como se as raízes tivessem ganhado vida própria, do outro, diversas criaturas predadoras daquele planeta surgem caminhando lentamente em minha direção, eu fico caminhando no meio olhando para todos os lugares sem saber o que fazer, o desespero me toma, droga baldric cade você?!? 



Uma das criaturas começa a andar mais rápido em minha direção, quando ela ensaia uns passos mais rápidos e começa a correr, logo ela salta para cima, garras e boca prontas para o bote,  eu caio sentado ao ver ela vindo para cima, numa reação desesperada eu tento acertar a criatura no ar com um golpe, eu não tinha força alguma contra aquilo, mas sinto o corpo da criatura bater em meu braço, para segundos depois escutar ela atingir com força uma arvore a minha direita, nessa hora outra já vinha para cima, começo a me levantar, quando ela salta em minha direção eu agarro ela no ar pelo pescoço e com um soco no estomago dela, a barriga da criatura explode, com sangue espirrando pelas costas do ser, largo o corpo dela e encaro os outros seres que começam a se afastar, o mato também para de avançar, mas a nave havia desaparecido por completo, o que eu fiz? Como?!?



Nessa hora caio de joelhos sobre a poça feita do sangue da criatura, e olho meu reflexo nela, eu era Baldric, é o rosto dele que surge com a mesma cara de confusão que eu estava, o quão longe fui? O quão posso ir? Estou tanto tempo unido assim unido a ele? para me tornar ele?Onde termina Dirac e onde começa Baldric? Sei que eu sou o parasita, mas parece que é ele quem controla minha mente como um fraco sinal, não eu, era como uma ideia, quem sou eu agora? O que sou agora?



O topo de uma cabeça surge lentamente da poça de sangue, tinha longos cabelos e estava toda vermelha por causa do sangue, sai até altura do nariz, com um espasmo violento de um instante ela olha para cima e abre os olhos, a visão, o olhar daquilo cruza meu cérebro como um relâmpago...



Então acordo...



Agora num lugar escuro, um porão, estávamos sem nossas roupas e cobertos, quando noto alguém. era a tal Yubelluna, ela diz que ela e as garotas conseguiram nos trazer de volta para aquele maldito lugar, fico um pouco incomodado ao saber que me viram assim mas agora não é hora para ficar envergonhado, ela diz para seguirmos seus movimentos, bom, não tenho muitas escolhas não é...



Off: Seguir os movimentos dela.
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Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin

Mensagem por Theri em Seg Abr 30, 2018 4:38 pm

Eles eram mtu fortes mas como previmos não eram o bastante pra nossa forma great ape. Shokos tinha sobrevivido a minha rajada não consegue resistir agora e acaba morto como os outros. Nem o líder deles dura mtu. 

"Viram só seus vermes era desse poder que eu estava falando. E isso é só o começo. Em breve vamos estar esmagando Freeza!"

Com os inimigos derrotados a gente curte a nossa vitória. Fico pisando e destruindo td que resta do Coliseu. Nem tão cedo eles teriam sua arena de volta e no que dependesse de mim eu nunca mais voltaria praquele lugar. 

Algum tempo depois a gente cansa e volta ao normal, e quando acorda estamos em um porão com Yubelluna. Não gosto mtu de estar nua e busco me cobrir, mas como guerreira isso é o que mais importa naquele momento. 

- Valeu por nós tirar daquele lugar...

Sigo as instruções dela como pedido.
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Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin

Mensagem por DragonHearth em Ter Maio 01, 2018 12:08 pm

Uma força imensa passava por meu corpo, aquilo tudo era eu? Troco socos com Murai o primeiro ele segura, sorrio enquanto devolvo a surra, estava no controle de minhas ações, mas tinha preocupações comigo.

Os inimigos estavam sendo destruídos rapidamente, sabia que agora nossos nomes iriam ecoar nas galáxias, mesmo com a ordem de Cold boatos se espalhariam sobre a destruição da arena do planeta Espartacus. Isso seria bom para mim e ruim também, mas eu venci e o nome Oregan iria se espalhar. Vejo meus olhos ficando turvos, já sabia que iria apagar, conhecia essa sensação, mas tento antes voltar à jaula, iria ficar frente a frente com meu Oozaru enjaulado, como em um sonho lúcido e agradece-lo pela força cedida, assim como tentar entende-lo.

Acordo com Yubelluna, rapidamente me levanto e faço uma reverencia, antes de me dar conta que estava nu, procuro minha roupa, a que deixei guardado.


- A senhorita trouxe minha roupa?

Caso sim eu me visto e a agradeço, então sento e respiro fundo, iria aprender e seguir o exemplo de Yubelluna.

-Esse Oozaru apesar de fácil de controlar cansa...
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Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin

Mensagem por Tony.Saiyan em Qua Maio 02, 2018 10:43 am

Sem controle do meu próprio corpo... Apenas experimento as sensações de prazer e fúria da batalha... Sabia que todos morreriam... Diante do poder do Oozaru...

Acordo, olho para o lado, imaginando ainda estar na arena mas me vejo na presença de Yubelluna... Os outros guerreiros estavam ao meu lado...

Todos morreram?

Ouço suas palavras e falo...

Esconder o poder não é algo que um guerreiro deveria fazer... Mas reconheço a sua sabedoria... E a minha própria incapacidade de fazer frente contra esses vermes... Mas isso irá mudar... A prioridade agora é encontrar o Príncipe...

Me sento e respirando fundo, sigo os seus movimentos...

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Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin

Mensagem por Admin em Qua Maio 02, 2018 11:18 pm

Percebendo a necessidade de não serem localizados por seus antigos captores, os guerreiros seguem os passos de sua sacerdotisa, que os ensina a usar suas energias de uma maneira espiritual. Para os Saiyajins isso era algo novo. Nunca em suas vidas eles precisaram se rebaixar, esconder seus poderes de luta. Quanto maior seus índices, quanto mais intensos seus poderes, mais orgulhosos eles costumavam se sentir.
 
Mas agora era diferente. Seguindo as instruções de Yubelluna, os quatro guerreiros acalmam seus corações, seus espíritos se tornam unos com seus poderes, sendo tranquilizados pela maneira lenta com que respiram e clareiam as suas mentes. Logo a centelha da fúria se extingue por completo nos corpos de cada um, e Yubelluna encerra seus ensinamentos.
 
- Pronto, procurem se manter assim. – A sacerdotisa pede. – Neste momento, os soldados do Rei Cold estão lá fora varrendo o planeta atrás de vocês. Acredito que logo eles virão procurá-los aqui, mas este cômodo é muito bem escondido.
 
Dentro daquele lugar, os guerreiros estavam completamente isolados do mundo externo, sem ter a menor ideia das horas, se era dia ou noite lá fora. Isso era angustiante, ao mesmo tempo em que passava para os quatro a sensação de que dificilmente seriam encontrados ali, mas para isso seria preciso ouvir a sacerdotisa e manter o poder crescente domado.
 
- Assim que possível, as meninas lhes trarão roupas e alimentos. – Yubelluna responde a pergunta de Oregan. – Infelizmente, eu acredito que vocês devam permanecer aqui por pelo menos um mês. Parece muito, mas creio que seja o tempo necessário para que Cold perca as esperanças de encontrá-los e as buscas diminuam. Por favor, tenham paciência. Depois disso, rumaremos para a liberdade.
 
Yubelluna se aproxima de Suzako, agacha-se diante do guerreiro, apanhando seu braço pesado com as mãos delicadas e beijando seu punho para afagar o frustrado Saiyajin.
 
- Não se atormente com isso, meu querido. Seu poder cresce, eu sinto isso. O dia em que você triunfará sobre a carne desses infelizes está chegando. Mas por enquanto vamos nos concentrar na ideia de encontrar o nosso Príncipe e viver em liberdade. – Ela diz.
 
Yubelluna se levanta, despede-se de cada um e segue em direção às escadas que levam a algum lugar no exterior. Um mês trancafiados naquele porão. Isso seria um suplício, mas perto das condições de escravidão em que viviam, era luxo para os guerreiros. Os dias que passam são angustiantes na escuridão e no frio, porém, a cada hora lenta que se passava, mais perto aqueles guerreiros estavam da tão sonhada liberdade...
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Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin

Mensagem por art015 em Qui Maio 03, 2018 1:58 pm

Logo começo a repetir os movimentos dela, espero que dessa vez não nos leve a morte de novo, mas pelo visto, por hora pelo menos, apenas disfarça nosso poder, ao menos assim não nos detectam, a não ser que um dia resolvam estourar esse lugar procurando, mas não sei se eles possuem esses hábitos, huh, simplesmente saíram do estadio durante o ataque, mas vamos lá, detesto esse lugar mas fazer o que, elas que nos tiraram de lá, bom saberem o que fazem, já estou jogando muita coisa fora pra ficar desperdiçando votos de confiança.



Ela diz que as garotas trarão o que precisávamos quando possível... Bem, ok por min, mas ouvir ela dizer que teríamos que passar um mês presos ali, tive que me controlar pra raiva não fazer meu poder voltar a subir, meu problema não era ficar preso, pra quem já esteve num planeta preso sozinho, isso é liberdade ainda, mas o lugar não me agradava, porão de um bordel? Não possuo desejos, e acabei cortando os de baldric para que não percamos a concentração com o que realmente importa, não vamos ficar nenhum um pouco mais fortes aqui, mas ficar aqui vendo o mofo das paredes avançar sobreo pouco que resta de minha sanidade pelo menos, vai ser um teste de paciência, huh, meu hardware não foi criado para isso, e é o que mais faço ficar preso...



Assim passamos os dias, evito qualquer tipo de luxo ou luxuria, não como mais do que  o necessário, evito qualquer coisa com álcool, preciso manter a mente limpa e em ordem, converso mas não mais do que o necessário, sempre o ultimo a falar, palavras são tao prejudiciais quanto armas, agora por que pareço abominar as tipicas diversões sayajins desse lugar? Respeito muito baldric, mas tive que cortar o desnecessário, mas o resto foi apenas um jogo de coincidências, por que, bom, ironicamente, só demonstrando.



Então mergulho em minha mente para passa o tempo eventualmente, se não posso colocar esse corpo sob stress, então mando minha mente.



Arquivo de registro pasta 12-102, todos os dias que desperto ainda lembro dos alarmes que me acordaram pela primeira vez lá, todas aquelas luzes vermelhas piscando, sentia a nave girar violentamente, até que senti um forte tranco, devia ser os paraquedas, reduzindo a velocidade pois os motores despejaram toda energia no espeço para me proteger de uma explosão, era um pouso forçado em um planeta não catalogado, eu ainda não estava "pronto", era um pouco menor que sou, mas tive que ficar andando pela nave com o cabo umbilical conectado por semanas para ao menos agilizar meu desenvolvimento físico, enquanto ainda precisava das maquinas da nave para sobreviver, parece muito tempo? Para min parecia mas não foi tanto quanto parece, alguns dos órgãos não funcionavam, eu devia estar desacordado, mas o planeta era hostil, sua atmosfera era povoada por micro-organismos que conectavam todas as formas de vida de la a uma rede planetária, e como definido tive que me adaptar então a nave começou a me contaminar com aquilo, pode imaginar o que é estar ligado a um cabo umbilical recebendo seu unico suporte a vida quando começa a sentir lentamente cada órgão seu queimando por dentro? Por dias, semanas, eu não podia desligar meus receptores de dor pois a nave precisava saber se não estava passando dos limites, era como alguém abri-se minha barriga e girasse um garfo gigante, ahhrrrgh, doí só de lembrar mas eu sou uma maquina, não, uma forma orgânica ativada por programa...



No principio era a maquina e por um tempo foi bom...



Não fomos criados, gerados dessa forma "tradicional" inútil que se baseada em largas recompensas de dopamina para estimular as formas de vida inferiores a procriarem, não, eramos como maquinas feitas de carne e sangue artificial construídas em laboratório, perfeitamente funcionais, não temos essa força dos sayajins ou metamorphs, mas poderíamos ser eles, eu não sei quantos como eu existem por ai, mas todos, cada um possui o mesmo desejo, todos possuem esse desejo de ser melhor, mas em nós, isso é tudo que nos guia, não apenas a raiva dos sayajins, mas a capacidade de vencer qualquer guerra sem nunca precisar declarar uma, vencer qualquer combate antes mesmo de começar, a surpresa como os tsufurujins foram pegos está em min, como um trauma, não como uma algema, não, está como combustível, uma forma interminável de ódio, vocês sayajins sabem que raiva os deixa mais fortes, bom, vocês não são os únicos, de uma certa maneira, foi essa raiva, sensação de estar sempre para traz, foi que me fez irromper aquele cabo que me continha e me dava vida, aquele planeta era mortal para min, mas a nave, a maquina, o ventre de aço e vidro que me gerou me preparou, mas eram os primeiros passos frágeis de um ser na boca dos predadores, desejo, desejo de existir era o nome do sistema, não é uma palavra que gosto, mas foi necessário.



Caminhei por aquele planeta por dias, aprendendo um pouco sobre, eu podia apontar qualquer estrela no céu, e ainda posso, e falar nome e se tem planetas, mas aquele onde estava era um mistério, não havia nada registrado, cada passo era um tiro no escuro, mas eu precisava, sabia que devia possuir um predador para ter mais chances de sobreviver, mas mudei, decidi ignorar o desejo de crescer nos ombros de gigantes, e escolhi uma presa, peguei a mais frágil que encontrei, do desejo de existir, passei agora para o desejo de lutar, aquelas criaturas não lutavam, corriam e se escondiam apenas, mas pude sentir como é defender sua vida a cada segundo, os predadores tinham que caçar para sobreviver, mas aquelas coisas me ensinaram a  agarrar a cada molécula de oxigênio para continuar, o medo delas era tanto que muitas quase previam onde os predadores estariam, eu acho que isso acabou me dando essas "previsões", pensei que era essa rede planetária de lá, mas pelo visto agora, sei que não, huhuhu...



Os dias passavam e eu aprendia mais e mais, então do desejo de lutar, veio o desejo de crescer, eu precisava arrumar um predador, mas não foi fácil, e quando arrumei um, me decepcionei, eles tinham força mas assim como vocês, reprodução era importante para a sociedade animal deles, tanta capacidade cerebral desperdiçada, não fiquei um dia naquilo, larguei e fiquei sem hostage por um tempo, seria o hostage perfeito mas ignorei, já sabia tudo que precisava, como sobreviver e lutar cada vez mais e mais, não queria saber como é ter família, isso me ajudaria em disfarces de socialização, mas eu não queria, minha raiva me deu conhecimento, lutar me ensinou a continuar, então fiquei vagando pelo planeta, sem nunca me afastar da nave, eu queria lutar, cada vez mais, não era mais guando pela minha programação base, não tinha mais desejo algum, nem de sair de lá, sabia que estava preso...



Até que um dia uma capsula de design familiar caiu nas redondezas, quando vi de perto quase pude ouvir a raça criadora gritar de raiva "sayajins!!!", mas eu me controlei, sabia que não poderia fazer nada, e você menos ainda, aquele planeta te mataria em dias, até que eu ignorei meu desejo de odiar, e te ofereci ajuda, quando senti o que passou com o tal freeza, suas memorias e traumas de extinção, não foi dos predadores que lembrei, não, foi do desejo de sobreviver das presas, logo sabia que você iria me ensinar muito, logo viramos aliados, temos um objetivo em comum agora, e veja o quão já conseguimos, uma aliança entre nós já seria impossível, mas vocês sayajins tem tanto medo quanto aquelas criaturas, por isso querem sempre mais força, foi isso que vi, desejo de lutar, eu multipliquei isso por mil, e hoje você é um guerreiro único, mas ainda a muito pela frente, controlar o Oozaru nem se compara com o que farei você alcançar...



Deseja isso também Baldric, vi como nunca conheceu seus pais, e cresceu na vida militar, como deliberadamente quebrava seus ossos para que colassem e ficassem mais fortes, como tinha quase um desespero por ficar mais poderoso, enquanto os outros ainda tinha uma vida social, sua vida era nos ringues, suas noites cuidando dos ferimentos e treinando, um verdadeiro gladiador sayajin!!! Era como se seus antepassados estivessem te avisando através de seu sangue do que freeza era capaz, e como isso foi acentuado ao descobrir que freeza, o seu general, foi também o autor do grande genocídio dos sayajins, o que sentiu, eu sinto todos os dias, nós sempre fomos um antes mesmo de nos encontrarmos, unidos pelo desejo de lutar, e agora, o sayajin que cresceu dando murro na vida e o parasita tsufurujin se tornam um único ser



Ignorar todos os desejos, apenas para fortalecer o de lutar, isso te manteve vivo, me manteve vivo, e te tornara muito mais forte, não é atoa que a pasta onde guardo essas memorias, a 12-102, se chama arquivo do desejo, como o desejo de lutar superou todos os outros e me trouxe tão longe, e nos levara muito mais alem.



Off:
Passo meus dias aguardando, procuro em minha memoria planetas que possam servir de abrigo e estejam longe dos metamorph, sou educado, mas evito contato social com as outras alem do necessário, como o minimo possível, evito qualquer luxo, fico sempre no canto mais escuro e frio, preciso de poder, e prazer e conforto jamais me trará isso. 



Quando a hora chegar de sairmos, digo a Yubelluna que preciso passar em uma das naves que estavam la guardadas para pegar algo.
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Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin

Mensagem por DragonHearth em Sex Maio 04, 2018 7:58 pm

Iríamos ganhar roupas e alimentos, era tudo o que me interessava... pedi um travesseiro e um cobertor, acredito que já viria, mas já que iríamos passar um mês ali... se fossem outros tempos eu tentaria conhecer melhor os que estão comigo, mas já passamos anos juntos, 10 anos para ser exatos então não tinha muito o que perguntar. Dez anos que fui capturado e um após meus pais me deixarem com Nappa-san. Eu queria procura-los, mas não me considerava digno ainda deles, eu não tinha idéia de por onde estariam, mas sabia que estavam ouvindo de mim e do que consegui na arena, sei que não foi sozinho, entretanto meu nome estava lá.

Penso em Blizz, queria avisar que estava vivo, mas eu não tinha como, espero que um dia ela me perdoe pelo que fiz, porém torço para ela acreditar na minha força e na minha capacidade de superação, sem corpo, alias os da tropa vão estar lá, porém sem os nossos, que ela tenha fé...

No primeiro dia tiro para comer e dormir, no segundo eu tinha que fazer algo, não poderia treinar, queria ficar mais forte que o Rei Cold, mas ainda estava longe então tentei algo novo, creio que o motivo da minha meditação foi o suficiente para controlar Oozaru então me cento em um canto onde possa me concentrar e volto a meditar, iria manter isso o maximo de tempo que conseguisse.
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Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin

Mensagem por Theri em Dom Maio 06, 2018 11:13 am

- UM MÊS!!!!!!!!!!! Não, eu vou morrer, me levem de volta pro coliseu.
 
Um mês trancada naquele porão sem fazer nada, só um olhando pra cara do outro. Eu preferia a masmorra do coliseu, pelo menos lá tínhamos luta uma vez na semana. Fico olhando irritada pra sacerdotisa já bastante cansada dos seus planos.
 
“Se a gente não sair desse planeta, eu vou matar ela!”
 
Cruzo os braços, fico no meu canto com cara de emburrada, e só falo uma coisa.
 
- É melhor pelo menos me trazerem roupas!
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Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin

Mensagem por Tony.Saiyan em Ter Maio 08, 2018 11:29 am

Sinto a fúria em meu peito se acalmar... Era como se todo o meu corpo ficasse dormente... Podia sentir ainda dentro de mim o vulcão adormecido... Mas era como se eu o mantivesse controlado...

Isso é degradante... Mas... Pode ser usado... Poderíamos movimentar milhares de guerreiros assim, sem sermos sentidos... Preciso encontrar uma forma de usar esse conhecimento...

Ouço as palavras de Yubelluna... A beijo e me sento ao canto... Procuraria fechar os olhos... Relembro do meu treino com meu mestre e das palavras de Yubelluna sobre o nosso planeta...

1 Mês escondido... 1 Mês arquitetando a retorno da nossa raça...

Procuraria sempre que possível ter os ensinamentos de Yubelluna sobre o nossos costumes, não só dos guerreiros, mas de toda a população, e se tivéssemos oportunidade de estamos juntos, me deitaria com ela... Sabia que eramos os últimos de nossa raça... E a proximidade da liberdade ascendia uma chama em mim...

Os Saiyajin eram Reis em seus planetas... Nossos nomes faziam planetas serem evacuados diante da destruição... Mas agora eu vejo as coisas diferentes... Isso nos levou a ruína... Farei o nosso nome ser estabelecido como Imperio... Farei o Príncipe Vegeta se tornar o Imperador do Universo, eu serei a sua lamina...

Quando estivesse a sós com ela... falaria...

Irei mudar a Raça Saiyajin... Vivíamos para ser a base do Império dos outros... Mas podemos criar o nosso próprio Império... Farei de vc a Deusa desse Império dos Saiyjins... Contemplaremos as estrelas sob o Império da Raça de guerreiros mais poderosa do universo...

Passaria os dias relembrando dos meus treinos com Vegeta e conhecendo ainda mais sobre o planeta que nos deu origem com Yubelluna e aprendendo tudo que ela tivesse para me ensinar... 

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Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin

Mensagem por Admin em Ter Maio 08, 2018 10:34 pm

Não foi nada fácil para os guerreiros resistirem à morosidade daquele mês. O porão onde eles estavam era um lugar frio, desconfortável e escuro. Mesmo sendo Saiyajins capazes de aguentarem as piores condições, a raiva ia crescendo a cada dia, dificultando aquele exercício irritante de manter o poder de luta oculto. Até o guincho dos ratos pelas paredes era capaz de fazê-los explodir.
 
Enquanto isso, lá fora os soldados do Rei Cold reviravam o planeta à procura dos quatro. Algumas batidas repentinas eram feitas no local, e em algumas delas os soldados espancavam as Saiyajins para que o grito delas atraísse os fugitivos. Mas elas foram bravas. Mesmo sob toda tortura daqueles covardes jamais fizeram nada que denunciasse a posição de seus guerreiros.
 
Trinta dias trancafiados em um buraco. As garotas de Yubelluna até que tentaram acalmar a angústia dos quatro lhes trazendo boa comida, roupas confortáveis e toda sorte de tecnologia que pudesse distrair a mente dos quatro. Porém, eles eram guerreiros educados apenas para a batalha. Nada além da boa e velha ultra violência era capaz de satisfazê-los por completo.
 
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- Acordem, meus caros, é hora de abandonar a toca. – Diz a sacerdotisa do topo do porão.
 
Da abertura do alçapão surge uma luminosidade muito leve, e assim que os guerreiros abandonam seu cativeiro, percebem que o planeta Spartacus estava em plena madrugada. Aquela era a hora em que a música do cabaré se cala, que os bêbados vão para suas casas deixando sua bagunça para trás e que todo planeta dormia profundamente. Aqueles que olhassem pela porta poderiam ver ruas escuras e desabitadas, dando a impressão de que estavam em algum tipo de cidade fantasma.
 
- Não temos um minuto a perder, portanto espero que esse tempo presos lá embaixo não tenha afetado seus espíritos. – Diz Yubelluna. – O plano é o seguinte: Eu conheço uma rota alternativa que pode nos levar ao porto deste planeta. É um caminho desprezado pelos Metamorph e pelos soldados, por tanto, não é um local dos mais agradáveis. Vocês precisarão garantir nossa passagem até o porto, mas sem levantar seus poderes de luta o mínimo que seja, ou seremos todos detectados. Uma vez naquele porto, nós roubaremos uma nave e fugiremos sem olhar para trás.
 
Neste instante, as outras sacerdotisas descem pelas escadas, limpas de toda maquiagem e luxúria a que foram submetidas naquele lugar degradante. Coraline abraça Theri, ao mesmo tempo em que Agate sorri singelamente para o pequeno Oregan. Todas elas se encaminham junto a Yubelluna até a porta sem olhar para trás, perguntando o que os guerreiros estão esperando para segui-las.
 
Dentro das favelas, as sacerdotisas dividem-se juntos aos guerreiros, pois correr em separado evitava que levantassem suspeitas de qualquer indivíduo que tivesse por ventura decidido pernoitar naquela ocasião. As vezes, algum guarda se fazia visível, mas com o poder de luta mantido em baixa era fácil usar as ruelas estreitas e sombras para passar sem ser visto. Assim, aos poucos o grupo se afasta da região mais civilizada, chegando a campos inabitados onde sua presença já não fazia diferença para nada.
 
- Conseguimos, eu acho. – Quartz comenta, um pouco ofegante após tanto correr.
 
- Não conseguimos nada. Permaneçam alerta. – Yubelluna diz de uma maneira fria e rígida.
 
Depois de desbravarem campos abertos e escuros, os Saiyajins alcançam uma zona muito peculiar. O solo era formado por todo tipo de metal sucateado, pedaços de mecanismos estavam espalhados por todos os cantos, dando a entender que aquilo era um cemitério tecnológico. Para um Saiyajin, era estranho que um local assim estivesse vazio, pois geralmente seres muito pobres costumavam coletar pequenos tesouros em locais como esse. Mas como um bom cemitério, este em especial estava completamente abandonado. Ou pelos menos pareceu em um primeiro instante...
 
- Ha! Ha! Ha! Há! Olha o que temos aqui se não são deliciosos organismos vivos. – Uma voz mecanizada soa na imensidão daquele ferro velho.
 
- Será que o sangue deles servirá como combustível para os nossos circuitos? – Outra voz mecanizada indaga.
 
- Só tem um jeito de descobrir... – Responde uma terceira voz mecanizada.
 
De repente, as peças metálicas que enfeitam aquele cemitério tecnológico começam a voar ao redor, indo para todos os lados e formando um pequeno alvoroço. Mas esta bagunça dura pouco, pois estas peças começam a se juntar para formar seres hominídeos munidos de espadas, martelos e facas. Suas cores variam entre o cromado, a prata ou a ferrugem. Ao todo, eram oito seres metálicos a cercarem o grupo de uma maneira hostil, ameaçando-os com suas risadas robóticas.


Esqueletos Cibernéticos:


 
- São só esqueletos cibernéticos. Normalmente não seriam problema para vocês quatro, mas devem se lembrar de manter o poder de luta baixo. – Yubelluna aconselha, protegendo suas meninas e olhando para os lados.
 
 
Iniciativa:
 
1° Suzako: Raciocínio 4 + Prontidão 3 + 1D (4 +3) = 14
1° Theri: Raciocínio 5 + Prontidão 4 + 1D (5) = 14
2° Dirac Baldric: Raciocínio 4 + Prontidão 3 + 1D (6) = 13
3° Oregan: Raciocínio 4 + Prontidão 4 + 1D (2) = 10
4° Esqueletos Cibernéticos: Raciocínio + Prontidão + 1D = 8
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Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin

Mensagem por DragonHearth em Qui Maio 10, 2018 12:24 pm

Finalmente era hora de sair, eu tinha minhas preocupações, porém nesse momento me focava em escapar desse planeta. Eu tinha que me estabilizar me fortalecer, Blizz mesmo em sua doçura me mataria com um dedo, Freeza e Cold nem me arriscaria.

Onde estava me orgulho Saiyajin? Bem dentro de mim, eu sabia que poderia vencer e que treinando superaria esses dois, porém não era um idiota total, enquanto meditava sentia um calor crescente dentro de mim, memórias de minha família em guerra, de massacre e do gosto da batalha estavam despertando, desde que me encontrei com Oozaru me sinto mudado, mas ao mesmo tempo uma voz me diz para não me entregar totalmente ao primitivo, eu era melhor que isso, poderia sim usar sua força, mas era melhor do que um animal.

Yubelluna nos guia até um local pouco vigiado, nada de interessante havia por ali então pensávamos que chegar até o porto era fácil, questão de tempo. Eu sabia exatamente qual nave "roubar" sem que gerasse problemas futuros, tinha o conhecimento de varias coisas, mas infelizmente não poderia falar com meus amigos, não ainda...

Porém como nada é tranquilo para nós, um grupo de robôs vem até nós em tom ameaçador, somos alertados a não lutar com o máximo, mas eu entendo isso também como um treino básico, fortalecer a base e ver realmente como estávamos.

Coloco-me em posição defensiva, queria ver se esses esqueletos robóticos eram fortes, defenderia o máximo possível, dos ataques vindo contra o grupo tentando proteger as sacerdotisas e meus aliados, eu seria a minha ultima preocupação.
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Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin

Mensagem por art015 em Qui Maio 10, 2018 1:46 pm

Um mês naquele buraco, estava num ponto em que até as surras que os guardas davam nelas era divertido de ouvir, eu não faria diferente sem precisar de uma razão especifica, bom esse plano dar certo, mas depois de muito... muito mesmo... MUUITO MESMO querer arrebentar ela de pancadas por ter nos preso aqui, elas finalmente retornam, estavam sem maquiagem, muito melhor assim do que com toda aquela tinta na cara, hihihi pode me chamar de estranho, mas não acho que elas sejam naves ou paredes para esconder essa beleza por traz de tanta tinta, nada contra a usar mas prefiro mais ela assim, ficar tanto tempo no meio de uma floresta me ensinou a não gostar de coisas artificiais, estranho para uma maquina pode dizer eu sei, até talvez tivesse entrado na brincadeira antes de sayajin se não estivessem parecendo uma obra de arte moderna ambulante, huhuhu só que não.



Escapamos através das ruas estreitas e vielas, eles devem ser uma sociedade super segura de si pelo visto, mas precisamos ir rápido, passamos através de um cemitério, logo percebo que era um cemitério de maquinas, um ferro velho em outros termos, apesar do uso de metal não ser usado em robôs comuns, era comum velhas unidades de combate terem, maquinas inferiores, tanto material desperdiçado, até que é um bom ambiente, livre de todas as ignorâncias da vida, nenhum império de maquinas é construído sem um desses, ver essas pilhas de metal e lembrar de quantas unidades foram gastas para que possamos atingir a perfeição, as formas de vida aprenderão a ver essa beleza quando pilharmos seus corpos empurrados sob a fumegante sombra de tratores longe de nossas magnificas cidades, será lindo...



Mas logo nossa caminhada através dos sussurros das sombras e lembranças perdidas é interrompidos por aqueles que não possuem direito a se tornar vida, maquinas, antigas, mas o que acho curioso é que são maquinas com inteligencia artificial, os metamorph realmente devem estar seguros de sua superioridade, nunca uma especie sem essa segurança largaria uma rogue A.I. assim, espero não ter que te dar alguma vacina por se cortar socando esses desgraçados, quem eles pensam que são? Maquinas inferiores, não ofendam minha superioridade;



-Garotas, não fiquem ai só olhando, procurem algo para bater nessas coisas e agilizar logo isso. - Peço para elas encarando as maquinas.



Tanto desperdício de material para reciclagem, o único trabalho é que não posso mostrar o poder desse corpo, bom, vamos ao natural.



Off: Cruzado no mais próximo, gastar 1 ponto de força de vontade.
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Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin

Mensagem por Theri em Dom Maio 13, 2018 10:40 am

- Merda. Finalmente.
 
Quando saio daquele porão, começo a me alongar um pouco e mover as juntas. Preferia a dor de uma ferida letal do que aquela inatividade. Olhando lá pra fora vejo que era madrugada, então seria uma fuga básica.
 
- Espero que saiba pra onde está nos levando sacerdotisa.
 
Quando Coraline me abraça eu não retribuo, mas seguro a mão dela e peço para que fique perto de mim o tempo td. A fuga ia bem. Conseguimos sair daquela favela nojenta e chegar em lugares mais isolados. Já não precisávamos ser furtivos ali. Mas a sacerdotisa tinha razão quando disse que a rota alternativa era perigosa.
 
- Esqueletos Cibernéticos? Um nome bonitinho demais pra simples sucata inútil.
 
Iria testar a força daquelas coisas dando um chute no número 1.
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Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin

Mensagem por Tony.Saiyan em Seg Maio 14, 2018 9:19 am

O tempo se arrasta... Por vezes sinto que vou explodir em fúria quando ouço as sacerdotisas... Mas o futuro da nossa raça dependia de nós... Se elas estavam aguentando bravamente, pq eu um Guerreiro da Elite iria ceder ?

Logo um dia a porta se abre... E vejo que elas descem ao nosso encontro... Mas dessa vez, não desciam como cortesãs... E sim como Saiyajins...

Seguimos por caminhos tortuosos e degradantes... Mantinha Yubelluna ao meu lado... Apesar de ser ela a liderar o caminho... Era impressionante o que tínhamos que nos submeter pra resgatar a nossa dignidade da raça... Aos poucos nos afastamos da cidade e entramos em uma área de destroços de peças metálicas... Pelo que elas falam, faltava pouco...

Mas uma risada chama a nossa atenção... E logo esqueletos feito de metal surgem... Eram criaturas que nunca esperei enfrentar... Poderia liberar meu poder e apenas com a emanação do meu Ki, obliterar a todos... Mas sabia do meu dever... Sabia que seguir o plano nesse momento era mais importante que me mostrar... Sentia o meu orgulho Saiyajin ser engolido pescoço abaixo... Era um sabor amargo... Alguém iria pagar por isso...

Eu um Guerreiro de Elite tendo que perder tempo contra vermes como esse...

Eram muito para termos que lutar sem dispor de nosso poder...

Yubelluna, se mantenham em segurança... Mas vasculhem aos seus pés por armas...

Iria formar com os guerreiros uma formação de forma a mantermos elas seguras... Baldric avança para um e vejo a Assassina partir para cima de outra das criaturas... Oregan olha para mim e com um sinal me confirma que irá bloquear os golpes... Salto de encontro ao guerreiro n1, iria ataca-lo pelas costas ao mesmo tempo que a Assassina... Iria aplicar um soco na direção contraria ao seu chute... Tinhamos que maximizar os nossos golpes utilizando de tácticas de combate... 

Iria dar tudo de mim nesse golpe... Tinhamos que eliminar esses lixos logo...

Soco Guerreiro 1 - FdV

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Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin

Mensagem por Admin em Seg Maio 14, 2018 11:37 pm

Vendo-se cercado pelos esqueletos cibernéticos, Suzako faz sinal para que os Saiyajins formem um perímetro em volta das sacerdotisas para protegê-las, ordenando as mesmas que os auxiliem a encontrar armas com que lutar no meio daquele lixo. Enquanto isso, o guerreiro sincroniza seus movimentos junto à assassina Saiyajin para atacar.
 
Suzako ataca: Destreza 10 + Briga 5 (Dif: 6) = 8 sucessos.
Theri ataca: Destreza 8 + Briga 5 (Dif: 6) = 4 sucessos.
Esqueleto Cibernético 1 defende: Destreza + Briga (Dif: 6) = 3 sucessos.
Theri (Dano: Força 8 ) = 5 sucessos.
Suzako (Dano: Força 6 +3D) = 5 sucessos.  
 
Theri avança contra um dos esqueletos sem pensar duas vezes, percebendo que Suzako acompanhava sua velocidade. Ambos estranham a lentidão da necessidade de correr, mas conseguem cercar o adverário. A guerreira acerta um chute potente de um lado, enquanto o guerreiro o imprensa com um soco. O primeiro esqueleto explode diante dos dois sem que o fogo ou as fagulhas façam mal aos Saiyajins.
 
 
Nas leituras de Dirac, a batalha seria trabalhosa sem poder usar o máximo do corpo de Baldric. Consumiria um tempo que os guerreiros talvez não tivessem. Por isso o Tsufurujin se volta para as sacerdotisas e ordena que elas ajudem. Todos deveriam contribuir se quisessem sair vivos daquele lugar.
 
Dirac Baldric ataca: Destreza 7 + Briga 5 (Dif: 6) = 6 sucessos.
Esqueleto Cibernético 2 defende: Destreza + Briga (Dif: 6) = 3 sucessos.
Dirac Baldric (Dano: Força 10 +3D) = 8 sucessos.
 
Sem vôos, sem supersaltos, sem toda aquela potência. Depois de tanto tempo experimentando um poder ilimitado, era estranho para o Tsufurujin provar daquela limitação. Mas mesmo sem a capacidade total, Dirac Baldric acerta um soco tão forte no esqueleto metálico que acaba tirando a sua cabeça do lugar, deixando-a pendurada por fios e por pouco não destruindo a criatura.
 
 
Esqueleto Cibernético 3 ataca: Destreza + Armas Brancas (Dif: 6) = 2 sucessos.
Oregan defende: Destreza 6 + Briga 5 (Dif: 6) = 1 sucesso.
Esqueleto Cibernético 3 (Dano: Força + 2) = 3 sucessos.
 
Esqueleto Cibernético 4 ataca: Destreza + Armas Brancas (Dif: 6) = 2 sucessos.
Oregan defende: Destreza 6 + Briga 5 (Dif: 6) = 6 sucessos.
 
Esqueleto Cibernético 5 ataca: Destreza + Armas Brancas (Dif: 6) = 5 sucessos.
Oregan defende: Destreza 6 + Briga 5 (Dif: 6) = 2 sucessos.
Esqueleto Cibernético 5 (Dano: Força + 2) = 4 sucessos.
 
Esqueleto Cibernético 6 ataca: Destreza + Armas Brancas (Dif: 6) = 2 sucessos.
Oregan defende: Destreza 6 + Briga 5 (Dif: 6) = 4 sucessos.
 
Esqueleto Cibernético 7 ataca: Destreza + Armas Brancas (Dif: 6) = 2 sucessos.
Oregan defende: Destreza 6 + Briga 5 (Dif: 6) = 3 sucessos.
 
Esqueleto Cibernético 8 ataca: Destreza + Armas Brancas (Dif: 6) = 1 sucesso.
Oregan defende: Destreza 6 + Briga 5 (Dif: 6) = 4 sucessos.
 
A falta de prática em lutar com o poder de luta abaixo de zero fica evidente em Oregan, para o jovem guerreiro era como ter que mover-se com cuidado em uma sala de vidro. O primeiro golpe rasga seu braço, fazendo uma ferida profunda com aquela lâmina enferrujada. O terceiro lhe acerta o estômago com uma espécie de martelo espinhoso. Com alguma dificuldade, Oregan consegue esquivar-se de todos os outros.
 
 
Agate atira: Destreza + Armas Brancas (Dif: 6) = Nenhum sucesso.
 
Lazuli atira: Destreza + Armas Brancas (Dif: 6) = 2 sucessos.
Esqueleto Cibernético 3: Sem ação.
Lazuli (Dano: 1 + 2D) = 2 sucessos.
 
Hematite atira: Destreza + Armas Brancas (Dif: 6) = Nenhum sucesso.
 
Quartz atira: Destreza + Armas Brancas (Dif: 6) = 1 sucesso.
Esqueleto Cibernético 8: Sem ação.
Quartz (Dano: 1 + 1D) = 1 sucesso.
 
Quartz atira: Destreza + Armas Brancas (Dif: 6) = 1 sucesso.
Esqueleto Cibernético 8: Sem ação.
Quartz (Dano: 1 + 1D) = 1 sucesso.
 
Coraline atira: Destreza + Armas Brancas (Dif: 6) = 1 sucesso.
Esqueleto Cibernético 6: Sem ação.
Coraline (Dano: 1 + 1D) = 1 sucesso.
 
Sugilita atira: Destreza + Armas Brancas (Dif: 6) = 1 sucesso.
Esqueleto Cibernético 5: Sem ação.
Quartz (Dano: 1 + 1D) = 2 sucessos.
 
Embora tivessem sido educadas para o sacerdócio, o sangue guerreiro corria nas veias daquelas garotas, e sob as ordens de Baldric para ajudarem no combate, elas não hesitam. Estavam confiantes no treinamento que tiveram com Theri, e começam a apanhar pedados grossos de ferro sobre o chão e jogar contra aqueles esqueletos cibernéticos. Agate e Lazuli acabam errando seus alvos, mas as outras conseguem causar um dano mínimo nos inimigos.
 
Enquanto isso, Yubelluna fecha seus olhos, usando seus poderes intuitivos para tatear o chão e assim achar o que querida. Desta forma, ela acaba encontrando alguns tubos de cano feitos de chumbo, apressando-se a entregar nas mãos dos guerreiros para serem usados como armas.
 
 
Iniciativa:
 
1° Suzako: Raciocínio 4 + Prontidão 3 + 1D (10 +3) = 20
2° Oregan: Raciocínio 4 + Prontidão 4 + 1D (7) = 15
3° Theri: Raciocínio 5 + Prontidão 4 + 1D (1) = 10
4° Dirac Baldric: Raciocínio 4 + Prontidão 3 + 1D (2) = 9
5° Esqueletos Cibernéticos: Raciocínio + Prontidão + 1D = 4
 

Status:

Oregan: Pvs 50 -7/ Energia 10/ FdV 5
 
Suzako: Pvs 30/ Energia 13/ FdV 5
 
Theri: Pvs 30/ Energia 14/ FdV 5
 
Dirac Baldric: Pvs 25/ Energia 13/ FdV 5
 
 
Esqueletos Cibernéticos: 1 (Destruído)/ 2: Pvs -8/ 3: Pvs -2/ 4: Pvs ??/ 5: Pvs -2/ 6: Pvs -1/ 7: Pvs ??/ 8: Pvs -2
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Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin

Mensagem por art015 em Ter Maio 15, 2018 12:30 pm

Ora ora, não é que ao menos elas ainda sabem fazer algo mais que rebolar as bundas em cima de alguém, não era a mais impressionante das demonstrações de força, mas elas estavam se esforçando mesmo depois do que passaram, vamos acabar logo com isso, espero que essas coisas não estejam ligadas a alguma rede própria, robôs se comunicão na velocidade da luz, hardware pra falar é tido como um atraso necessário para se comunicar apenas com formas orgânicas, isso as evoluídas, mas dada a idade desses eu duvido que seja a unica maneira de comunicação deles.



Mas ainda seria uma tarefa massante;



-Isso mesmos senhoritas, continuem. - Digo para elas, todos estavam se esforçando ali, mas de nós elas não são guerreiras e  nunca serão, mas vale o esforço.



A tal yubelluna oferece bastões de chumbo;



-Obrigado mas usem vocês isso pra bater neles, eu prefiro esmurra-los. - Digo em retorno, agradeço a ajuda, mas realmente quero apenas socar algo agora.



Eram maquinas de ferro, então não ganharíamos mais que algumas cicatrizes nas mãos, seria lento mas era nossa unica alternativa, ao menos era a minha, se depender de objetos para ganhar uma luta, que sayajin eu seria, huhuhu olha só, até pareço um falando.



Off: Cruzado de esquerda na cabeça do robô 3
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Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin

Mensagem por DragonHearth em Ter Maio 15, 2018 10:40 pm

Olho para os oponentes enquanto bocejo de desdém:

-É somente isso que vocês conseguem? Façam um favor e pelo menos tentem morrer com dignidade...

Queria provoca-los ao máximo, vi que seus ataques não me feriam muito, mas seriam prejudiciais para as sacerdotisas.

Novamente coloco-me para defender os ataques, eu estava junto tentando um controle maior do meu corpo, enquanto lutava e me movia sem ki.
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Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin

Mensagem por Tony.Saiyan em Sex Maio 18, 2018 11:57 am

Era trabalhoso correr sem emanar meu poder... Mas contra vermes inúteis como esses... Não seria necessário isso...

Meu ataque combinado com a assassina resulta na explosão de uma das criaturas.. Vejo que Baldric acerta uma delas e a deixa no limiar da morte...

Yubelluna me estende uma arma...

Ataquem com isso... Não se dividam ataquem apenas aquele (4)...

Salto de encontro ao que Baldric atingiu antes e com um giro golpeio meu pé contra a sua cabeça...

Morram vermes miseráveis... Contra vcs.. Nem mesmo meu poder como Saiyajin é necessário...

Chute contra Esqueleto 1 e pedir para meninas atacarem esqueleto 4

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Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin

Mensagem por Theri em Sex Maio 18, 2018 5:24 pm

Urrg. É um porre não poder usar meus poderes ter que ficar lutando e perdendo temporada com essas sucatas velhas. O caminho pra liberdade é logo ali. 


- Se eu perder essa chance de escapar juro que mato td mundo nesse planeta!


Corro até o esqueleto 5 cheia de raiva e atropelo ele com meu braço esticado.
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Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin

Mensagem por Admin em Sab Maio 19, 2018 12:50 am

Suzako olha de soslaio quando Yubelluna lhe estende uma barra de ferro para ajudá-lo em combate, porém, os Saiyajins eram lutadores, suas armas eram punhos duros feito rocha e músculos potentes. O guerreiro não vê utilidade naquele objeto.
 
Suzako ataca: Destreza 10 + Briga 5 (Dif: 6) = 7 sucessos.
Esqueleto Cibernético 2 defende: Destreza + Briga (Dif: 6) = Falha Crítica.
Suzako (Dano: Força 6) = 5 sucessos.
 
O segundo esqueleto, que teve sua cabeça arrancada, parece demonstrar falha no sistema. Enquanto Suzako avança, ele protege-se de uma maneira torta, esdrúxula, deixando uma parte sensível de sua lataria exposta ao ataque do Saiyajin. Experiente em batalha, Suzako percebe isso e lhe acerta com um chute, que explode e despedaça mais um inimigo.
 
 
Desprovida de toda a sua força, Theri lamenta o tempo que perdia com aqueles esqueletos. Isso poderia comprometer sua chance de liberdade, e a menor possibilidade de não conseguir escapar deixa a assassina Saiyajin profundamente irritada, ameaçando destruir tudo naquele planeta.
 
Theri ataca: Destreza 8 + Briga 5 (Dif: 6) = 4 sucessos.
Esqueleto Cibernético 5 defende: Destreza + Briga (Dif: 6) = 1 sucesso.
Theri (Dano: Força 8 ) = 7 sucessos.
 
A assassina Saiyajin corre em direção a seu inimigo, bastante ágil apesar das limitações. O esqueleto tenta se proteger com seus movimentos robóticos, mas acaba atropelado quando a guerreira estica seu braço. Tão forte foi o impacto que o esqueleto rola desajeitado sobre o solo de sucata até conseguir se reerguer.
 
 
Dirac começa a enxergar algum pingo de dignidade naquelas mulheres Saiyajin quando elas mostram ser capazes de contribuir em batalha. Era pouco, mas já era alguma coisa. Quando Yubelluna lhe oferece o bastão de metal, o Tsufujin despreza a oferta. Era um insulto ela imaginar que aquele ferro velho seria mais eficiente do que seus punhos.
 
Dirac Baldric ataca: Destreza 7 + Briga 5 (Dif: 6) = 11 sucessos.
Esqueleto Cibernético 3 defende: Destreza + Briga (Dif: 6) = Nenhum sucesso.
Dirac Baldric (Dano: Força 10) = 8 sucessos.
 
Mais forte fisicamente do que seus companheiros, os golpes de Dirac Baldric soam como explosões aos ouvidos próximos. Booom! Mais um esqueleto cibernético explode com a força de seu cruzado de esquerda, o fogo e as fagulhas do corpo da criatura cintilando ao redor guerreiro.
 
 
Esqueleto Cibernético 4 ataca: Destreza + Briga (Dif: 6) = 1 sucesso.
Oregan defende: Destreza 6 + Briga 5 (Dif: 6) = 3 sucessos.
 
Esqueleto Cibernético 6 ataca: Destreza + Briga (Dif: 6) = 3 sucessos.
Oregan defende: Destreza 6 + Briga 5 (Dif: 6) = 3 sucessos.
 
Esqueleto Cibernético 7 ataca: Destreza + Briga (Dif: 6) = 3 sucessos.
Oregan defende: Destreza 6 + Briga 5 (Dif: 6) = 7 sucessos.
 
Esqueleto Cibernético 8 ataca: Destreza + Briga (Dif: 6) = 1 sucesso.
Oregan defende: Destreza 6 + Briga 5 (Dif: 6) = 5 sucessos.
 
Mais adaptado àquela forma tão limitada de lutar, Oregan consegue com relativa facilidade bloquear os ataques dos esqueletos cibernéticos. As criaturas tinham como alvo seus aliados, e até as frágeis sacerdotisas, mas o garoto bloqueia todos os golpes, segurando as armas dos inimigos com as mãos vazias.
 
 
Lazuli atira: Destreza + Armas Brancas (Dif: 6) = 3 sucessos.
Esqueleto Cibernético 4: Sem ação.
Lazuli (Dano: Força + 2D) = 4 sucessos.
 
Hematite atira: Destreza + Armas Brancas (Dif: 6) = 2 sucessos.
Esqueleto Cibernético 4: Sem ação.
Hermatite (Dano: Força + 2D) = 3 sucessos.
 
Quartz atira: Destreza + Armas Brancas (Dif: 6) = Nenhum sucesso.
 
Agate atira: Destreza + Armas Brancas (Dif: 6) = Nenhum sucesso.
 
Sugilita atira: Destreza + Armas Brancas (Dif: 6) = 1 sucesso.
Esqueleto Cibernético 5: Sem ação.
Quartz (Dano: Força + 2D) = 3 sucessos.
 
Coraline atira: Destreza + Armas Brancas (Dif: 6) = 2 sucessos.
Esqueleto Cibernético 5: Sem ação.
Coraline (Dano: Força + 2D) = 3 sucessos.
 
 
Seguindo as ordens de Suzako, as sacerdotisas se voltam para o esqueleto cibernético 4, pegando as barras de ferro das mãos de sua senhora e marchando sem temor na direção das criaturas. Lazuli, Hermatite e Sugilita conseguem juntas espancar o esqueleto até que volte a se fazer em pedaços. Coraline se junta a sua amiga Theri e crava a barra de ferro no olho da criatura com que a assassina lutava, terminando de matá-la também.
 
- Espíritos ímpios, suas tênues presenças nada são ante a onipotência de meu deus. Submetam-te! Pelo nome de Yamoshi, eu lhes ordeno! – Brada Yubelluna, apontando a palma de sua mão para os esqueletos restantes.
 
As criaturas levam suas mãos a cabeça e começam a gemer com uma voz robótica, dando a entender estarem sofrendo algum tipo de tortura. Todos ficam vulneráveis por um momento, incapazes de atacar ou se defender naquele turno, completamente atordoadas. 



Status:

Oregan: Pvs 50 -7/ Energia 10/ FdV 5 
 
Suzako: Pvs 30/ Energia 13/ FdV 5
 
Theri: Pvs 30/ Energia 14/ FdV 5 
 
Dirac Baldric: Pvs 25/ Energia 13/ FdV 5
 
 

Esqueletos Cibernéticos: 1 (Destruído)/ 2 (Destruído)/ 3 (Destruído)/ 4 (Destruído)/ 5 (Destruído)/ 6 (Atordoado): Pvs -1/ 7 (Atordoado): Pvs ??/ 8 (Atordoado): Pvs -2
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Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin

Mensagem por art015 em Sab Maio 19, 2018 10:29 am

Mesmo sem usar todo poder, nosso treinamento ainda mostra seus resultados, mas ainda temos muito o que melhorar, huhuhu mais do que qualquer um imagina, não devo me entregar a arrogância, apesar de todo treinamento e disciplina, ainda estamos longe do nosso objetivo, mas estamos no rumo, ou é o que acho, se até minha antiga nave conseguiu errar caminho, nós também podemos se não nos cuidarmos, hora de puxar um pouco mais as coisas...



Logo com a ajuda de todos eles começam a cair um a um, não faltam muitos agora, quando a outra lá começa a recitar algo, hum ao menos funcionou, enquanto isso as outras seguem as ordens de Suzako, Thery derruba um com um lariat e Oregan cobria defendendo, bom ao menos aqui parece que as coisas estão andando, mas isso é um contratempo, temos que evitar essas coisas se tiver mais, maquinas inferiores, as garotas estavam indo bem na ajuda, meio desajeitada mas tudo bem,para civis está de bom tamanho



Vamos logo terminar com, me mantenho serio olhando a luta, eles estavam atordoados, não sei como funcionou ali afinal maquinas não tem alma, mas é melhor aproveitarmos, então olho o que tiver mais intacto, vamos logo terminar logo com isso.



Off: Cabeçada no robo 7.
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Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin

Mensagem por DragonHearth em Sab Maio 19, 2018 11:40 pm

Olho para as sacerdotisas:

_Que bom que vocês não se feriram, mas acabei ficando pra trás na luta. - digo rindo.

Viro pra Yubelluna:

_Uau isso foi muito bom, parabéns Yubelluna sama.

O ultimo que me atacou o esqueleto 8 puxo ele com força em minha direção e dou um chute de baixo pra cima, visando o queixo dele. Queria ver se conseguia arrancar a cabeça dele.

O tempo estava passando e quem sabe o que poderia surgir daqui para frente, metamorphs poderiam ser um entrave, mas eu tinha uma esperança que estava acabando.
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Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin

Mensagem por Theri em Dom Maio 20, 2018 11:05 am

Quando vejo o esqueleto 4 sendo espancado e destruído daquele jeito não consigo não rir. Que bom que meu treinamento surtiu efeito e eu pude tirar aquelas garotas da vida de prostituição e lembrar a elas que somos Saiyajins.
 
- Mtu bem meninas, continuem assim. Esse planeta nos tirou a dignidade, então vamos tirar td deles!
 
Iria esperar os rapazes atacarem. Se algum deles não conseguisse destruir o esqueleto com um golpe eu iria terminar o serviço com uma cotovelada de cima pra baixo na cabeça do que sobrou.
 
“Até que essa lutinha besta não nos custou mtu tempo”
 
Foi um bom aquecimento para o que estava por vir...
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Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin

Mensagem por Tony.Saiyan em Seg Maio 21, 2018 9:15 pm

O chute explode a cabeça da criatura... Vejo que os outros consegue fazer grandes estragos... 

Até mesmo as sacerdotisas destroem eles...

Afinal, mesmo não treinando para serem guerreiras...... Elas tem o sangue Saiyajin em suas veias...

Vejo Yubelluna conjurar uma energia, invocando o poder de um antigo Deus que era cultuado pelos Saiyajins pelas suas historias... Quando vejo que eles se torcem diante de suas palavras... 

Olho pra ela e esboço um meio sorriso, demonstrando em parte um orgulho daquela que tomei para ser minha mulher...

Yubelluna...

Caminho em direção ao esqueleto 6... Iria perfurar o seu peito... Tentando destroçar seu núcleo...

Vcs nos fizeram perder tempo demais... 1 misero segundo desperdiçado com criaturas inúteis como vc é uma ofensa ao meu orgulho...

[color=red]Soco esqueleto 6[/colo]

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Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin

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