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 Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin

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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Sab Mar 17, 2018 11:33 am

Oregan já havia feito o que aqueles Metamorph queriam, aniquilou o seu adversário sem o menor remorso. A luta ainda continuava para os outros, mas o pequeno Saiyajin estava tão entediado que não tinha a menor intenção de interferir. Então ele simplesmente se deita, fazendo uma pedra de travesseiro e olhando as estrelas através do céu do planeta Spartacus. Lá da platéia, ele consegue ver a sua querida Blizard novamente. O pai dela parecia furioso com o fato de os Saiyajin estarem vencendo mais uma batalha, enquanto ela sorri docemente para Oregan.




Blizzard:
 


 
 
Dirac Baldric sentia dor, e a dor gera no Tsufurujin sentimentos selvagens que não condiziam com a sua natureza. Porém, esse sentimento vai crescendo, crescendo, crescendo além do controle. Até que Dirac percebe que algo estava acontecendo com Baldric. Todo contato que tinha com seu hospedeiro Saiyajin se perde. Os pensamentos dele são primitivos, uma tempestade de fúria!
 
Dirac Baldric usa Titânic Monarch: Energia 9 + Rajada 4 (+5) (+3D) x5 (Dif: 6) = 80 sucessos.
Guerreiro Sauróide desvia: Destreza + Esquiva (Dif: 6) = 9 sucessos.
 
Dirac apenas escolheu qual seria o golpe, mas não tinha o menor controle sobre sua execução. Em seu orgulho, Baldric não se permitia perder daquela forma para seres tão baixos, e a fúria fez com que o poder de luta do Saiyajin crescesse de maneira assustadora. O Titânic Mornarch normalmente não passava de uma fina e letal rajada disparada pelo dedo, mas agora tomou proporções gigantescas, tanto que o guerreiro sauróide não tenta apenas se esquivar, mas sim fugir. Porém, é inútil.
 
Na platéia, os medidores de poder dos Metamorph apitam infernalmente, alertando sobre o grande aumento repentino daquele Saiyajin, deixando aqueles seres não assustados, mas receosos quanto a capacidade daqueles guerreiros de aumentar seu poder de uma hora para a outra. O Titânic Monarch causa uma enorme explosão, levantando uma grande nuvem de poeira. Quando se dissipa, todo o cenário da arena mudou. Abaixo de Dirac Baldric havia uma larga e profunda com o Tsufurujin flutuando sobre ela. De seu oponente, restou apenas uma carcaça queimada e irreconhecível.
 
Off: Rajadas não podem ser usadas duas vezes em uma mesma leva de ataques nem mesmo com energia.
 
 
Theri afastava-se do combate, era o dever Saiyajin de seus próprios companheiros resolver suas próprias lutas. De repente, ela percebe que Baldric havia entrado em fúria, e quando ele dispara seu ataque, uma grande explosão ocorre, jogando poeira para todos os lados. Os Metamorph na platéia se mostravam receosos, seus olhos tremendo, os dentes rilhando. Seria aquilo medo? Um pouco do orgulho Saiyajin ainda estava vivo...
 
 
Suzako reconhece que a onda de ataque inimigo foi poderosa, mas não o suficiente para derrubar um guerreiro de seu nível. O Saiyajin sorri, limpando a poeira sobre aquele trapo que ele usava como roupa. Terrível erro do inimigo não tê-lo matado quando podia...
 
Suzako agarra: Destreza 5 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 30 sucessos.
Guerreiro Sauróide 2 desvia: Destreza + Esquiva (Dif: 6) = 7 sucessos.
 
Suzako ataca: Destreza 5 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 17 sucessos.
Guerreiro Sauróide 2 desvia: Sem ação.
Suzako (Dano: Força 4 x5 + 3D) = 45 sucessos.
 
Com uma velocidade absurda, Suzako desaparece dos olhos de seu oponente, surgindo atrás do mesmo e o agarrando com extrema facilidade. O guerreiro sauróide estava surpreso, a nada podia fazer enquanto o Saiyajin o carregava para o alto. A uns vinte metros do chão, Suzako simplesmente larga seu oponente, golpeando suas costas com o punho, dotado de uma força tão grande que não encontra dificuldade em atravessar as escamas daquele infeliz.
 
O corpo do sauróide despenca, morto. Os Metamorph acompanham toda a trajetória do cadáver até atingir o solo pedregoso pesadamente. Em seguida, a platéia olha para o alto, e ficam surpresos quando vêem o coração daquela criatura ainda batendo nas mãos ensangüentadas do Saiyajin.
 
Parte do público vai à loucura, satisfeitos com a chacina que viram e com o bom dinheiro que ganharam apostando nos “guerreiros primatas”, como eles os chamavam. Até mesmo o Rei Cold sorria satisfeito, pois nem ele esperava que os Saiyajin derrotassem os terríveis sauróides. Apenas seus conselheiros se viam insatisfeitos com aquele resultado, visto que o prestígio do maior dos Metamorphs apenas crescia frente ao seu povo.
 
- Vamos, macacos, hora de voltar para a jaula. – Diz Icer, surgindo na entrada do corredor que os levava de volta à masmorra.
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Dom Mar 18, 2018 11:29 am

Aquela luta demorou mais do que devia, eu precisava puxar a orelha desses sayajins, estavam ficando mtu moles. Quando Icer aparece para nos levar pras selas de novo, fico encarando ele com raiva. Queria dizer umas coisas mas por enquanto não era mtu sábio, então só penso.
 
“Hoje ele me chama de macaca, mas um vai ser eu quem vou estar chamando ele de verme enquanto rasteja sob os meus pés.”
 
Iria pra minha sela em silêncio. Chegando lá iria fazer flexões no chão com um dedo e sonhar com a forma com que eu mataria frezar e sua corja.
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art015

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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Seg Mar 19, 2018 10:41 am

Ora ora, parece que a raiva ainda queima com força principalmente nesses momentos, huhuhu aceitável, encerrando ligação 289 e reiniciando a 389, vamos voltar aos trilhos, bom, de qualquer forma, tivemos uma perda de controle inesperada, excelente demonstração de força, sim, nosso trenamento especial já lhe deu mais força que muitos apesar de Baldric ser jovem, mas ainda estamos um pouco longe de causar mais do que um susto nos metamorph, esses vermes que enfrentamos já cairão antes mesmo de terem entrado na arena, acalme-se, nosso dia prometido chegara em breve, mandamos um recado para eles assim, mas duvido que não tenham agora algum tipo de curiosidade, hmpf arrogantes como são vai saber, vamos, nossa parte aqui acabou, e tenho alguns dados para processar, o que alguns descuidos não causam não é.



Retorno ao chão e sigo andando, iria para a cela, o tal icer, como sempre muito "educado" nos chama para a masmorra, iriamos nos recuperar um pouco para voltarmos ao treinamento, enquanto isso eu precisaria analisar alguns dados, estar perto da morte assim irrita muitos sayajins, contra criaturas tão inferiores ainda mais no caso de Baldric, a fúria primitiva que todo sayajin possui, terá isso a ver com a lenda que o velho disse? Hmm duvido disso, mas se tivermos alguma maneira de canalizarmos esse tipo de raiva, colocar em nossas mãos o gatilho para liberar mais poder, mais raiva, mais força, só imagino o que mais poderíamos, pois não poderemos ficar usando esse poder apenas contra criaturas mais fracas, se raiva é o estopim, vamos arrumar um jeito de descobrir como liberar tamanha força contra seres mais fortes, mais raiva, parece fácil, mas não é, raiva pura precisa de certas condições, temos que pensar...



Quanto ao grupo que lutou ao nosso lado, bom, quanto a eles não coletei muito mais do que o necessário, o garoto parece bem forte para a idade dele, mas a falta de pro atividade é uma preocupação, já o rapaz é habilidoso, mas vamos ver como se sai, a garota tem um belo rosto, mas espero que seja tão forte quanto sua personalidade, não espero outras caminhadas no parque como essa, principalmente depois desta demonstração de força, simples sim, mas bem clara.



Off: Retornar para a cela e descansar.
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Tony.Saiyan

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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Seg Mar 19, 2018 9:18 pm

São é complicado retirar o coração do Sauroide... Vejo o mesmo pulsar em minha mão...

Rei Vegeta... Com esse sangue... Prometo erguer a Raça Saiyajin novamente... Irei matar todos...

Desço calmamente... Vejo que Icer novamente nos aguarda... Fecho o meu punho esmagando o coração do Sauroide... Logo mais seria o de Icer e todos os Metamorphs... Seguiria novamente com eles... Aguardaria o momento decisivo... A cada luta me tornaria mais forte... A cada sangue derramado... Minha fúria Saiyajin cresceria... E logo eles sentiriam o temor de me confinar aqui... Seguiria para a cela....

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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Qui Mar 22, 2018 6:33 pm

Acabou, agora poderíamos ir embora rápido e descansar, antes porem faço uma reverencia  direcionada ao rei, mas Blizz sabia que era ela o verdadeiro alvo.

Sorria enquanto pegava dois sauroides pela cauda e ia levando para o local onde ficavamos, hoje teriamos janta..

Caminho tranquilo e animado, vejo Theri se exercitando enquanto tento fazer algo parecido com janta, vamos ver o que vai sair...

Depois de alimentar vou dormir, já tava com preguiça...
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Qui Mar 22, 2018 11:36 pm

Quando Icer surge à porta da masmorra, Theri é a primeira a passar e lançar uma encarada para seu carcereiro, recebendo em troca um sorriso irônico e frio, típico dos Metamorph. Dirac passa sem dar muita importância a Icer, ainda se via impressionado com o poder enorme que a fúria Saiyajin de Baldric havia lhe proporcionado. Quando é a vez de Suzako passar, o guerreiro esmaga o coração de seu inimigo na frente no Metamorph, fazendo com que sangue salpique em seu rosto, e Icer rosne de raiva enquanto o Saiyajin se afasta. Oregan fora o último a passar, pois reverenciava sarcasticamente a platéia que o vaiava. Apenas Blizzard ousava aplaudi-lo em meio a multidão, mas para assim que seu pai lhe lança um olhar de reprovação.
 
Assim, os Saiyajin retornam à sua rotina, repousando cada um em sua cela. Os treinamentos eram diários, mas pouco eficazes. A comida era péssima, melhorando apenas quando Oregan dividiu a carne dos Sauróides com o grupo. De vez em quando, um soldado raso aparecia no corredor para provocá-los ou lhes banhar com uma poderosa mangueira com água fria. A prisão no planeta Spartacus era um verdadeiro pesadelo, de modo que fazia o suicídio não parecer uma ideia ruim.
 
Apenas um entre os quatro tinha algum alento naquele lugar. Sempre que possível, Blizzard invadia as masmorras do Coliseu durante a madrugada, aproveitando-se da embriaguez e ociosidade dos soldados para abrir a cela de Oregan enquanto todos dormiam para fazer uma visita ao seu amado. As vezes ela trazia-lhe comida, as vezes um mini-computador para que ele distraísse um pouco sua mente. Mas desta vez, quando a cela se abre, a Metamorph traz consigo uma expressão fria, e sem mais nem menos, agarra Oregan pela garganta e ameaça perfurar seu peito com o braço. O jovem Saiyajin nada entende, e só lhe resta temer que sua amada de repente decidisse mostrar que era tão cruel quanto sua raça. Mas de repente ela afrouxa o aperto e lágrimas caem de seus olhos.
 
- Não consigo. – Diz ela, virando o rosto e enfim o soltando. – Eu queria lhe dar uma morte indolor, mas não consigo fazer com minhas mãos... Oregan, escute-me com atenção. Meu pai, ele vai trazer nos próximos dias desafiantes que você e os outros Saiyajin não podem vencer. São candidatos a entrar para as Forças Especiais Ginyu, a elite dos soldados de Freezar. Por favor, não lute. Desista para que eles não o machuquem.
 
Oregan conhecia as Forças Especiais Ginyu, sabia que seus guerreiros eram dotados de um poder além do que até o Príncipe Vegeta já demonstrou. Mas o sangue Saiyajin correndo em suas veias não deixa que o garoto sinta medo do desafio. Apenas o temor que sua garota demonstrava em relação à sua vida deixava Oregan receoso. Eles eram tão fortes assim?
 
 
No dia seguinte, os Saiyajin têm uma grande surpresa. Sem aviso, Icer surge na frente de suas celas, dispensando os soldados e fazendo com que as barrras se afastem para libertar os guerreiros. Não havia gritos lá fora, impossível que aquela fosse uma noite de evento, mas lá estava o Metamorph, esperando que os guerreiros o acompanhassem.
 
- Saiam logo daí, e não tentem nenhuma gracinha. Vamos dar um passeio... – Icer sorri maliciosamente.
 
Guiados pelo Metamorph, era a primeira vez em meses que os Saiyajin abandonavam o Coliseu. Assim, eles se deparam novamente com aquele árido planeta cuja sociedade era um contraste entre confortáveis apartamentos habitados pelos senhores Metamorph e sujas favelas ocupadas por soldados e escravos. Era por estas favelas que os Saiyajin eram conduzidos, deparando-se com pobres casas de barro em que morava toda sorte de raças alienígena de baixo poder, ganhando sua vida em uma grande feira onde comercializavam alimentos, objetos manufaturados e até mesmo seus filhos para servir como escravos...
 
Em uma parte desta favela, o grupo se depara com um tipo de casa de show, que parecia ser a estrutura mais luxuosa naquele lugar tão miserável. Por que Icer os estava conduzindo para este lugar? Nenhum dos quatro sabia. E quando passam pela porta, deparam-se com mais uma cena deplorável e inesperada. O lugar era um verdadeiro prostíbulo em que soldados do império e senhores de escravos encontravam sua diversão com muita bebida e mulheres cujo cheiro não passa despercebido aos guerreiros.
 
Era inacreditável, mas aquelas eram antigas sacerdotisas Saiyajin que nos tempos áureos serviam ao Kami Sama de seu planeta. Agora estavam entregues à vida de libertinagem, escravas sexuais à mercê daqueles soldados rasos nojentos, que as depreciavam sem piedade, apertando seus traseiros, rasgando suas roupas e arrastando-as para estuprá-las em algum canto. Havia marcas de tortura em suas peles macias, até mesmo as caudas delas foram cortadas...
 
- Senhor Icer, com o devido respeito, por que trouxe esses Saiyajin imundos para cá? – Indaga um dos soldados, mantendo à força uma das mulheres sentada em seu colo.
 
- Por acaso eles também nos servirão como prostitutas? – Indaga um soldado de aparência asquerosa, fazendo com que os outros gargalhassem.
 
- Ordens do Rei Cold. Nosso soberano quer que estes Saiyajin sejam muito bem tratado às vésperas da luta contra Sliter e sua equipe. – Icer responde.
 
- E eles serão! – Diz audaciosamente uma voz feminina poderosa o bastante para calar até mesmo os soldados.
 
Quando os guerreiros erguem suas cabeças, vêem diante de si uma figura que outrora em sua sociedade fora digna de enorme respeito. Era Yubelluna, a antiga assistente do Kami Sama do planeta Vegeta. Era uma mulher experiente, com longas madeixas de tom arroxeado e vestes sacerdotais, rasgadas agora de maneira vulgar para representar a líder daquele prostíbulo.


Senhora Yubelluna:
 


 
- Deixe estes guerreiros aqui e vá, demônio. Você não é bem vindo aqui. Quando voltar, verá os quatro mais bem dispostos, isso eu garanto. – Diz a mulher imponente.
 
Icer sorri com a audácia da Saiyajin, mas tudo que faz é se voltar para os quatro com seu costumeiro sarcasmo.
 
- Aproveitem a estadia, macacos. Alimentem-se bem, tomem um banho e estejam bem dispostos quando eu retornar. Pois irei levá-los para uma morte certa... Isso se ela já não vier agora. – Diz o Metamorph, fazendo menção ao centro do prostíbulo.
 
Os soldados do império não estavam nada contentes com a presença dos guerreiros. Eles empurram as mulheres em seu poder para longe e se levantam, prontos para desafiar os Saiyajin que chegaram.


Soldados do Império:
 

 
- Divirtam-se. – Deseja Icer, desaparecendo pela porta.     
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Sex Mar 23, 2018 1:02 pm

Os dias enclausurados eram dificeis, a sim, mas ainda sentimos a dor, a raiva, o simples desejo de matar, ódio, enquanto sentimos isso significa que por mais problemas que tenhamos agora, ainda temos vontade de reerguer, huhuhu se vida lhe faz colocar um joelho no chão, use a outra perna de apoio para contra atacar com um gancho, ela colocou ambos? Passe uma rasteira! Nossas cicatrizes são nossas medalhas, a água fria não faz nada mal se não calejar o nossos sentidos, eles não nos mataram, cada dia que eles não nos matam são dias a menos nas vidas malditas deles, nossa hora chegara, a vingança reside em nossos punhos, o fogo em nossos olhos e a ira em nossas almas...



Depois de alguns dias presos, e da gentileza do garoto ao dividir a carne, o tal icer surge novamente, não há algazarra ao nosso redor, não deve ser dia de luta, luta contra outros, todos os dias travamos uma luta em nossas almas então, não havia dias sem luta, ele nos chama para dar uma volta com ele, cruzo meus braços e sigo, não creio que seja para nos executar, passamos por lugares de alto e baixo nível, sendo os de baixo o nosso rumo, e no meio das miseráveis janelas tortas das casas de barro batido estava uma construção de nível um pouco mais alto, era algum tipo de casa de show, depois de entrarmos compreendemos logo o que queriam, era uma especie de prostíbulo, hmpf e eu esperando algo realmente importante ou ao menos útil, decepção toma meu olhar, o fedor do maldito lugar logo invade as narinas, mas parece que seja lá o que esses soldados acham de tão divertido em algo tão inútil parece superar o desagradável lugar empesteado de doenças para corpo e mente, qualquer soldado que dependa disso para motivação está condenado, se um bom treinamento não te motiva, nada mais te motivara, serão seus músculos e sua força que te salvaram no campo de batalha, não o que carregam entre as pernas, criaturas patéticas...



Não compreendo por que a vida orgânica se fascina com auto-entoxicação, dano no sistema auditivo e doenças incuráveis sexualmente transmitireis...



Mas creio que tão repulsivo quanto o próprio lugar tenha sido ver que essas eram sacerdotisas sayajin, a decepção no olhar logo se converte em asco, era claro que outrora parte importante da cultura sayajin, elas agora eram apenas objetos, é isso Baldric? Vamos deixar uma raça antes gloriosa cair para criaturas patéticas? Não foi para ficar parado vendo isso quietos que estamos ficando mais fortes...



Logo uma mulher mais experiente toma o caminho, parece ser a "dona" desse lugar, nos registros logo conta como sendo a própria assistente do kami sama, Senhora Yubelluna, ela diz ao tal icer que cuidara e nos deixara motivados, hmpf a unica coisa que nos motivara aqui sera matar esses vermes inúteis, eles nos humilham Baldric, como devemos tratar essas desgraçados? Cólera toma nosso olhar, como se pudêssemos com uma unica encarada estraçalhar as almas desses desgraçados, os soldados se levantam enquanto Icer se despede e desaparece através da porta, eu descruzo meus braços e lentamente estalo meus punhos;




-Quem de vocês quiser morrer, de um passo a frente. - Digo encarando os soldados de maneira séria estalando os dedos.



Grama cresce, pássaros voam e eu mato essas escorias, nada fora de minhas diretrizes.



Off: Chute entre as pernas do soldado 1, cruzado de esquerda no 2, bater a cabeça do soldado 3 na parede atras deles com a mão direita.
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Sex Mar 23, 2018 3:28 pm

A comida estava boa, se soubesse tinha trago mais um sauróide, vou descansar, afinal sabia que Blizz me encontraria essa noite, porém sou surpreendido quando ela quase me mata com apenas um dedo, não surpreso pela força, sabia que ela era muito mais forte que eu, mas pelo fato dela me matar, porém sem segundos ela volta a ser minha doce Blizz.

Escuto com atenção o que ela diz, sabia que mesmo sendo orgulhoso um guerreiro, devia entender a hora de se fortalecer antes de um combate, não sairiamos vivos e isso não era orgulho e sim burrice. Agradeço a ajuda enquanto pergunto se eu fosse embora ela iria comigo;

No dia seguinte Icer aparece com sua ironia de sempre, nos leva até um lugar como se fosse nosso ultimo dia e refeição... porém lá eu encontro uma cena que me enfurece, nossas sacerdotisas sagradas presas e usadas como escravas sexuais desses vermes. Aquilo era demais, nós estavamos aqui lutando pelo menos, nos fortalecendo, mas elas... elas não... elas são sagradas para nosso povo e eles iriam pagar muito caro pelo que fizeram.

Quando ficamos a sós olho para a Senhora Yubelluna e dou um sorriso ironico...

_Nós desculpe...

Com uma finta finjo atacar o numero 4 na cabeça, mas na verdade miro no 5, abaixo rapidamente dou um gancho no estomago do 4 e com um chute lateral mando ele pra cima do 6, com eles juntos ataco com uma voadora tentando causar dano neles ao mesmo tempo e movimentando-me rapido acerto novamente o 5 nas costas, com meu cotovelo.
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Dom Mar 25, 2018 11:28 am

Finalmente um dia para sair da masmorra suja daquele coliseu mas ainda não era a liberdade que eu sonhava. Pelo o que eu entendi, iríamos fazer uma nova luta em breve em que eles prometiam que não sairíamos vivos (de novo) e o rei cold queria a gente bem disposto pra esse combate.
 
“O que eles fizeram com as nossas mulheres? As sacerdotisas eram as mais respeitadas entre a nossa classe e agora estão sendo feitas de putas!”
 
Fico olhando pra aquelas cenas com mta raiva e quando o Icer finalmente dá no pé, eu nem digo nada, apenas vôo pra cima daqueles desgraçados.
 
- Vão aprender a respeitar uma mulher sayajin na marra!
 
Eram doze e os rapazes decidiram entrar na luta tbm. Então ataco três daqueles soldados um com um soco na barriga, outro com um gancho e outro com um chute na costela. Em seguida atacaria de novo os msm. Dessa vez com uma cotovelada na cabeça, uma joelhada no saco e uma mordida pra arrancar um pedaço do pescoço.
 
Off: 5 de energia.
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Tony.Saiyan

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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Seg Mar 26, 2018 2:18 pm

Os dias nas masmorras só alimentavam a fúria em meu peito... Treinava todos os dias... Em algum momento haveria a chance de escapar...

Icer surge a nossa cela... Era de estranhar, pois não haviamos ouvido os gritos provenientes da arena... Algo estava diferente... Logo somos conduzidos pelas ruas e logo vejo algo que faz meu punho fechar... Sacerdotisas do Planeta Vegeta colocadas como escravas... Mera meretrizes...

Sentia a fúria crescer em meu peito, havia treinado anos para aprender a suprimir os sentimentos de fraqueza... Mas ve-las assim... Fazia com que lagrimas fossem criadas em meus olhos... Logo Icer se retira... A suprema sacerdotisa nos conduz e ao entrarmos no estabelecimento, soldados de Frezza se erguem... Sorrio... Alguém iria pagar pelo que fazia aquelas mulheres...

Fecho os punhos, fechando os olhos, sentia a lagrima descer pelo meu rosto, queimando a minha pele... Queimava o meu Ki...

Insetos miseráveis... Acham que criaturas patéticas como vocês deveriam ter o direito de olhar para elas... Acham que vermes deveriam se aproximar delas...

Explodo o meu Ki abrindo meus olhos... Expando o meu Ki...

AHHHHHHHHHHHHH...

Grito evocando meu poder alem do capaz de meu corpo aguentar... Vejo Três deles, meus companheiros seguiam para seus alvos... Não iria interferir nas suas lutas e nem eles nas minhas... Iria surgir a frente de um deles... Iria agarra-lo pelo pescoço...

Isso já foi longe demais... Destruir nosso planeta... Erradicar a Raça dos Maiores guerreiros do universo... E ainda ousarem escravizarem nossas sacerdotisas...

Iria usar o corpo do que segurei e iria acertar outro dos soldados com ele duas vezes...

Vou lhes mostrar o que acontece... Ao enfurecer um Saiyajin... Testemunhem o Orgulho Saiyajin, daquele que fora treinado pelo principe...

Ao atingir o outro, iria usar novamente o corpo dele para acertar outro soldado outras duas vezes... Procurando esfacelar o seu corpo... Caso ele já estivesse morto, iria usar mesmo assim... Até que seu corpo explodisse e então acertaria com meus punhos...

Nós nos ergueremos... Ainda mais fortes... Ainda mais fúriosos... E vcs serão aniquilados do universo...

Iria me manter ao centro contemplando seus corpos...

Agarrar - A
Bater com A em B 2x
Bater com A em C 2x

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Suzako - The Mercilles

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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Ter Mar 27, 2018 12:58 am

Dirac, o parasita inorgânico, encarava com um profundo desprezo as cenas de pura lascívia e sodomia que ocorria a sua frente. Não entendia como organismos complexos entregavam-se com tamanha facilidade a impulsos tão básicos. Mas talvez, olhando para os sentimentos de Baldric, o Tsufurujin fosse capaz de entender por que os seres vivos se comportavam daquela forma.
 
Seu hospedeiro Saiyajin sentia-se inevitavelmente excitado por aquelas mulheres de sua raça em trajes tão mínimos, porém, mais do que excitado, ele se sentia furioso pela forma como elas estavam sendo tratadas por aqueles soldados rasos. Lendo as emoções de Baldric como um livro, Dirac percebe que o Saiyajin possui um profundo respeito por elas, quase as beatificando. Talvez partisse mais de Baldric a vontade de atacar do que do próprio Dirac.
 
Dirac Baldric ataca: Destreza 4 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 6 sucessos.
Soldado 1 defende: Destreza + Briga (Dif: 6) = 7 sucessos.
 
Dirac Baldric ataca: Destreza 4 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 18 sucessos.
Soldado 2 defende: Destreza + Briga (Dif: 6) = 12 sucessos.
Dirac Baldric (Dano: Força 11 x5) = 15 sucessos.
 
Dirac Baldric ataca: Destreza 4 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 18 sucessos.
Soldado 3 desvia: Destreza + Briga (Dif: 6) = 4 sucessos.
Dirac Baldric (Dano: Força 11 x5) = 35 sucessos.
 
O primeiro golpe estava repleto da fúria de Baldric, saindo um pouco desajeitado e permitindo ao primeiro soldado bloquear. O segundo golpe tem um pouco mais do controle do parasita, e com um gancho, o soldado é lançado contra o teto, destruindo parte da estrutura e caindo violentamente contra o chão, embora ainda estivesse vivo. O terceiro golpe fora perfeito. Dirac Baldric segura os cabelos de um dos soldados e esmaga sua cabeça contra a parede. O corpo do infeliz apenas escorrega, inerte, morto.
 
 
Oregan vagava pela feira sem que as atrocidades do lugar o afetasse, pois sua mente estava focada nas memórias da noite passada, quando Blizzard aos poucos foi deixando seu medo de lado e aconchegada em seu peito lhe disse que seguiria o Saiyajin até a estrela mais distante do universo se fosse necessário. O beijo que selou mais uma noite agradável para os dois ainda estava impresso em seus lábios.
 
Porém, nem mesmo esta terna lembrança é capaz de acalmar o coração do Saiyajin quando ele vê o estado em que as honoráveis sacerdotisas de seu planeta se encontravam. Seu coração puro e infantil se enche de ódio por aqueles soldados, revelando sua verdadeira natureza, revelando uma faceta de seu futuro como o Deus da Destruição daquele universo.
 
Oregan finta: Manipulação 4 + Briga 5 (Dif: 6) = 6 sucessos.
Soldado 4: Percepção + Prontidão (Dif: 6) = 4 sucessos.
 
Oregan ataca: Destreza 4 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 14 sucessos.
Soldado 5 defende: Destreza + Briga (Dif: 6) = Falha Crítica.
Oregan (Dano: Força 5 x5) = 15 sucessos.
 
Oregan ataca: Destreza 4 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 12 sucessos.
Soldado 4: Sem ação
Oregan (Dano: Força 5 x5) = 15 sucessos.
 
Oregan ataca: Destreza 4 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 18 sucessos.
Soldado 4: Sem ação.
Soldado 6 desvia: Destreza + Esquiva (Dif: 6) = 4 sucessos.
Oregan (Dano: Força 5 x5) = 25 sucessos.
 
Oregan ataca: Destreza 4 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 17 sucessos.
Soldado 6 defende: Destreza + Briga (Dif: 6) = 8 sucessos.
Oregan (Dano: Força 5 x5) = 20 sucessos.
 
Oregan ataca: Destreza 4 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 12 sucessos.
Soldado 5 defende: Sem ação.  
Oregan (Dano: Força 5 x5) = 20 sucessos.
 
O jovem Saiyajin finge avançar na direção do quarto soldado, usando sua velocidade para desaparecer sem que o inimigo perceba. O tolo inimigo ataca com um sorriso arrogante, porém, fica com cara de tolo quando se vê golpeando um mero espectro que desaparece na sua frente. Pois neste momento, Oregan ataca na verdade o quinto soldado, que surpreendido com seu movimento, bloqueia tão mão que acaba deixando a parte mais vulnerável da nuca para o garoto acertar com toda a força.
 
Em seguida, Oregan retorna ao quarto soldado, lhe acertando um poderoso gancho no estômago sem que ele possa se proteger, e logo depois um chute na costela tão potente que lhe esmaga todos os ossos e faz com que o cadáver voe com grande violência na direção do sexto soldado. Mas o sexto soldado desvia com facilidade, pouco se importando com o cadáver de seu companheiro se chocando contra a parede ao seu lado. Oregan então voa em sua direção com uma voadora que lhe acerta em cheio no queixo, quase quebrando o seu pescoço. E por último, o Saiyajin surge bem atrás do quinto soldado, atingindo-o com uma cotovelada tão forte que quebra ao meio a coluna vertebral do inimigo, dobrando seu corpo em dois e o matando.
 
 
Theri não podia acreditar no que seus olhos viram ao entrar naquele prostíbulo. Mulheres como ela, altamente respeitadas em sua sociedade, sendo feitas de prostitutas, sendo tratadas como objeto e violentadas por aqueles soldados tão baixos. Seu coração parece uma bomba em seu peito. Tamanho era o seu ódio que as escleras em seus olhos somem, e a energia que envolve seu corpo faz o lugar tremer.
 
Theri ataca: Destreza 10 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 30 sucessos.
Soldado 7 defende: Destreza + Briga (Dif: 6) = 13 sucessos.
Theri (Força: 10 x5) = 40 sucessos.
 
Theri ataca: Destreza 10 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 23 sucessos.
Soldado 8 defende: Destreza + Briga (Dif: 6) = 2 sucessos.
Theri (Força: 10 x5) = 25 sucessos.
 
Theri ataca: Destreza 10 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 15 sucessos.
Soldado 9 defende: Destreza + Briga (Dif: 6) = 5 sucessos.
Theri (Força: 10 x5) = 30 sucessos.
 
A fúria primitiva faz o poder de Theri quebrar suas barreiras, atingindo temporariamente um nível tão alto que aqueles soldados mal reagiam ao seus movimentos. Com um soco, ela quebra os braços do sétimo soldado, além de atravessar seu peito com o braço, rompendo o coração do inimigo e o matando. Em seguida, ela aplica um gancho no oitavo soldado, arrancando a cabeça do inimigo sem que o corpo dele sequer saia do lugar. E por último ela atinge o novo soldado na costela com tanta força que seu corpo é jogado para fora daquele prostíbulo como um mero saco de ossos quebrados e sem vida.
 
 
Para Suzako, o que aqueles soldados nojentos faziam com as sacerdotisas era um verdadeiro atentado à honra de sua espécie. Suas palavras repletas de ódio demonstram como seu orgulho é ferido, e enquanto ele fala, vai perdendo controle sobre si aos poucos, fazendo sua energia explodir em torno de si e sua massa muscular crescer. Seu poder de luta sobe de forma tão assustadora que surpreende todos em volta.
 
Suzako agarra: Destreza 12 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 49 sucessos.
Soldado 10 desvia: Destreza + Briga (Dif: 6) = 1 sucesso.
 
Suzako ataca: Destreza 12 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 26 sucessos.
Soldado 10: Sem ação.
Soldado 11 desvia: Destreza + Esquiva (Dif: 6) = 11 sucessos.
Suzako (Dano: Força 8 x5) = 15 sucessos.
 
Suzako ataca: Destreza 12 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 26 sucessos.
Soldado 10: Sem ação.
Soldado 11 desvia: Destreza + Esquiva (Dif: 6) = 8 sucessos.
Suzako (Dano: Força 8 x5) = 25 sucessos.
 
Suzako ataca: Destreza 12 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 38 sucessos.
Soldado 10: Sem ação.
Soldado 12 desvia: Destreza + Esquiva (Dif: 6) = 3 sucessos.
Suzako (Dano: Força 8 x5) = 20 sucessos.
 
Suzako ataca: Destreza 12 x5 + Briga 5 (Dif: 6) = 48 sucessos.
Soldado 10: Sem ação.
Soldado 12 desvia: Destreza + Esquiva (Dif: 6) = 14 sucessos.
Suzako (Dano: Força 8 x5) = 30 sucessos.
 
Aqueles soldados iriam se arrepender profundamente de menosprezar o orgulho Saiyajin. Suzako segura o décimo soldado pelo braço, sem a menor chance de o inimigo escapar, e em sua fura avassaladora, começa a usar o corpo do oponente como um tacape para atingir os que sobraram a sua frente. Com dois golpes, o impiedoso Saiyajin esmaga o décimo primeiro soldado contra o piso. E com mais dois golpes lança o décimo segundo soldado contra a parede. Quando Suzako retorna a si, tudo que vê são os corpos mortos de seus oponentes e o cadáver trucidado que ainda agarrava pelo braço com tanta força que lhe quebrou o pulso.
 
 
Os senhores de escravos e soldados sobreviventes não vêem alternativa senão fugir correndo, o poder crescente dos Saiyajin era assustador demais, e o que aconteceu naquele prostíbulo com certeza daria eco aos temores de Freezar nas futuras histórias contadas por aqueles poucos que sobreviveram. O sangue dos guerreiros esfria, assim como o cadáver de seus inimigos pelo chão. Sem o menor espanto, a Senhora Yubelluna caminha entre eles com delicadeza, aproximando-se dos quatro. 
 
- Vocês se tornaram poderosos. Ainda lembro-me do dia que homens como esse massacraram covardemente nossos guerreiros em missão antes de Freezar destruir o nosso planeta. Mas apesar do maior número deles, vocês quatro os destruíram como se não fossem nada... Talvez sirvam ao meu propósito. – Diz a senhora.
 
Atrás da imponente mulher, as jovens sacerdotisas Saiyajin se reúnem. Não tinham mais medo e horror do que aqueles soldados lhe causaram. Pareciam mais esperançosas, lançando olhares curiosos sobre os quatro guerreiros que agiram como seus protetores. A Senhora Yubelluna formalmente as apresenta da esquerda para a direita como: Agate, Lazuli, Hematite, Quartz, Coraline e Sugilita.


Jovens Sacerdotisas:
 


 
- Vejo suas almas alquebradas, seus espíritos feridos pela escravidão. – Diz Yubelluna, afagando o cabelo de Oregan, passando a mão sobre o peito musculoso de Suzako, deslizando os dedos pelo rosto áspero de Dirac Baldric e o dedão sobre os lábios rachados de Theri. – Subam. Minhas meninas cuidarão de vocês, os deixarão dispostos como os Metamorph tanto desejo. Mas eu lhes garanto que amanhã falaremos sobre a nossa liberdade. Descansem meus amados guerreiros, salvadores de nossa espécie. – Ela diz, dando-lhes as costas e caminhando pelo lugar.
 
As jovens sacerdotisas se dividem entre os quatro guerreiros, tomando seus braços com delicadeza e os guiando ao andar superior onde ficava estalagem daquele lugar agora calmo e silencioso. 
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Ter Mar 27, 2018 12:08 pm

Os soldados morrem ante aos meus golpes... Eram meros soldados... Mas a forma com que tratavam aquelas saiyajins... Vejo que os outros matam os soldados tb...

Sinto meu coração desacelerar... Eram apenas cadáveres agora...

A Sacerdotisa se aproxima... Pelo seu olhar, imagino que ela já sabia que aquilo poderia acontecer... Ouço as suas palavras...

Nunca os perdoarei... Pela afronta que fizeram a Raça dos Guerreiros... Se eu fosse mais forte... Poderia ter evitado tudo isso antes...

Ela nos apresenta as suas sacerdotisas... E pedem que cuidem de nós... Mas olho para elas e não me deixo conduzir por elas... Me viro para a Senhora Yubelluna e falo...


Não as salvei para que precisasse ser cuidado e usufruísse de seus corpos sem os soldados importunando, se fosse do meu desejo isso, já as teria independe de suas escolhas... Lhes salvei pois é o que o meu Orgulho Saiyajin me faz fazer, não poderia ter orgulho do sangue que correm em minhas veias, de ter a minha cauda e de encarar o meu Mestre, o Príncipe Vegeta se não aniquilasse esses vermes, vcs são femeas saiyajin... Pertencem apenas a nós...

Vejo meus companheiros e falo...

Descansem... Eles retornaram amanhã... Devemos estar preparados...

Me viro para a Senhora novamente e falo, de forma imponente para ela, deixando meu ki se expandir diante de minhas palavras...

E não acha que o discípulo do Principe, The Mercilles, iria se contentar com meras garotas não é ? O Sangue da Elite Saiyajin corre em minhas veias... Que os soldados fiquem com os restos... Se tem alguém que almejo para me servir... Não seria menos que a Sacerdotiza... 

Iria lhe estender a mão de forma direta, a chamando a me servir...

FdV para falar com a Sacerdotisa

_________________
Suzako - The Mercilles

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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Qua Mar 28, 2018 11:20 am

Ter uma personalidade masculina não significa que eu tenha sistema reprodutivo, comportamento ou interesse em reprodução, huhuhu longe disso, nossos criadores se certificaram que fossemos uteis, algo que as formas de vida tem que provar todo dia para justificar sua inútil existência, entendo que Baldric é só um ser vivo, que ele tenha suas necessidades, mas o que essas mulheres passam e o que são nesse lugar, o que deveriam ser supera qualquer coisa, sim raiva, tenha raiva, impulso para lutar, eles usam e abusam delas, se atrair por elas é natural, mas só te coloca no patamar deles, veja eles no chão, mortos, diga o que os salvaria, os minutos de prazer que conseguem ou horas e horas de treino? Hmpf o resultado claro, por que ter as regalias de um rei, quando você pode ter a força de um deus? Sabe do seu potencial, e eu vou fazer você tirar o máximo disso, nem que tenha que quebrar seus ossos e arrumar uns novos...



A luta correu como deveria, logo a senhora "dona" desse lugar se aproxima de nós, passando suas mãos imundas, sabe que ao contrario de 99% dos meus semelhantes eu respeito a cultura sayajin, sei que essa mulher é ninguém menos que a senhora Yubelluna, mas a maneira como ela se apresenta depois do combate, como ela e suas mulheres se apresentam, não foi exatamente por isso que matamos estes paspalhos? E agora da forma como eles queriam elas se jogam em nós? A sim claro elas são sacerdotisas sayajin se sentem felizes em servir seus primorosos guerreiros, mas acredito que uma LEGITIMA iria preferir a morte do que fazer o que eles fizeram aqui com elas por anos, e agora nos oferecem seus serviços como ofereciam para eles, isso te incomoda? Olhe para o chão, ao redor, lembre do que viu no mercado, quantas especies diferentes você viu, 2? 6? 12? Varias, de todos os cantos da galaxia, me diga uma serviçal sayajin não iria querer morrer do que ficar abrindo suas pernas pra esses malditos que só querem usar elas? A sim claro elas podem ter se sacrificado para garantir que a cultura sayajin continua-se e blá-blá-blá, como quiser quem sou eu para julgar se não apenas um parasita de uma raça extinta, mas a especie que me criou está extinta, não teve outra chance se não lutar até a morte, a sayajin esta no fim, e seus sobreviventes torturados, fugitivos, escravizados e prostituídos, é de seus músculos, de sua força, seu espirito de guerra que se sua raça precisa, não do que carregam entre suas pernas, fique tão forte quanto tudo e todos em nosso caminho, só isso garantira sua sobrevivência.



-Senhorita, por favor afaste-se. - Digo de maneira sria ao perceber a garota se aproximando.



Fico no lugar onde a briga ocorreu, encosto as costas na parede e cruzo os braços, não estava cansado e podia muito bem cuidar de meus ferimentos, ao menos que elas quisessem lutar, sua presença diante de min era inútil.



-Senhora Yubelluna, de que proposito fala?- Digo com respeito, mas era claro que não aguardava nenhuma respostas e que cada segundo ali era uma perca de tempo para min.



Sair para esticar as pernas é bom? Chutar os outros até a morte era bem melhor, e basicamente a unica coisa que pensava agora.
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Qui Mar 29, 2018 11:17 am

Já tinha acabado, ajoelho-me perante as sacerdotisas:

_Senhoras, por favor me perdoe por ter demorado a vir, eu não sabia que ainda estavam vivas... - deixo lágrimas caírem de meus olhos - as humilhações que sofremos não foram nada perto das que sofreram... eu juro que vou recuperar a gloria perdida.

Cerro as mãos com força, eu não poderia aceitar aquilo, estava na hora de sairmos desse planeta... antes de seguir até um dos quartos com uma sacerdotisa pego as um "set" de armaduras (incluindo o óculos). No quarto entrego o uniforme a ela:

_Guarde isso para mim, vou tirar todas desse planeta, alias gostaria que se preparassem, é o fim de nossa escravidão. Junte todos os sayajins que encontrar deixe-os avisados...

Olho para cama:

_Eba agora vou dormir em uma cama depois de meses, obrigado por me trazer aqui sacerdotisa-sama , precisava mesmo descansar para amanhã, sei que nosso próximo desafio vão ser candidatos às tropas Ginyu então temos que estar bem. - digo como se fosse natural

Despeço-me dela e fecho a porta do quarto ficando sozinho, iria dormir até minha doce Blizz chegar...
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Sex Mar 30, 2018 3:36 pm

Os soldados são lixos como sempre. Só um bando de mercenarios sem nenhum treinamento. Não podem com a gente. Resolvemos td com um golpe em cada. 


- Pq estão respeitando tanto essas mulheres? Não são mais as nossas sacerdotisas. São apenas vagabundas que venderam seus corpo pra não morrer. 


Fico de braços cruzados e viro minhas costas caso uma delas venha me tocar. 


- Coraline pode vir no meu quarto me servir, as outras podem ficar com vcs. 


Iria até onde ela me levasse pra descansar. Tinha novos inimigos pra espancar, queria ficar bem disposta pra eles. 


"O que essa mulher quer dizer com liberdade, não é possível que ela acha que podemos lutar contra freezar."
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Sab Mar 31, 2018 2:02 am

Yubelluna havia dado ordem às sacerdotisa para que honrassem e servissem os guerreiros Saiyajin, como era o dever delas. Porém, na qualidade de braço direito do príncipe, Suzako não aceitava ser servido por ninguém menos do que a grande sacerdotisa. Quando Yubelluna dá as costas, ele novamente se aproxima, exigindo que a imponente mulher o atenda.
 
Suzako: Carisma 3 + Liderança 4 (+3D) (Dif: 6) = 11 sucessos.
 
As palavras do Saiyajin firmes e rudes na medida certa para atrair a atenção de uma fêmea de sua espécie. Mesmo simples, aquelas mulheres detestavam a fraqueza, eram atraídas pela força de seus guerreiros. E com Yubelluna não foi diferente. A sacerdotisa, meneia o rosto na direção de Suzako com um leve sorriso.
 
- Ousado, mas irresistível. – Ela diz, entregando sua mão delicada à mão calejada do guerreiro. – Fale-me mais sobre o príncipe Vegeta. – Ela pede enquanto o conduz em direção a um dos quartos.
 
 
Dirac despreza o contato e a aproximação daquelas mulheres, talvez por suas memórias de ódio Tsufurujin à raça dos macacos que erradicou sua espécie, talvez por ser uma máquina insensível a sedução. As sacerdotisas que tentavam levá-lo a um aposento se assustam com sua reação e simplesmente se afastam, deixando o guerreiro a sós com seus pensamentos.
 
- Descanse, meu querido. – Yubelluna responde a sua pergunta enquanto se afasta junto a Suzako. – Falaremos sobre planos em um momento mais oportuno. – Ela diz gentilmente.
 
Todos haviam se decidido por se recolher, Dirac Baldric permanece sozinho no salão por algum tempo, até que Quartz, uma sacerdotisa que usava um tapa-olho, move-se de maneira silenciosa para não incomodá-lo enquanto retira os corpos dos soldados mortos.
 
 
Oregan demonstra toda a sua honradez ao ajoelhar-se perante as sacerdotisas, implorando pelo seu perdão. Suas lágrimas comovem a elas mais do que a força que demonstrou em batalha. Agate se aproxima, agacha-se junto ao jovem Saiyajin e segura sua mão, implorando que ele se levante. Com dois leves beijos em seu rosto, ela seca suas lágrimas.
 
- Uma vez o Kami-Sama nos contou que o Deus Saiyajin possuía um coração bondoso. Eu achava isso impossível entre os nossos guerreiros, mas você também é diferente. – Diz Agate. Venha, deixe-me cuidar pessoalmente de você.
 
A sacerdotisa passa seu braço entorno do braço de Oregan, e logo atrás de Yubelluna e Suzako, também o leva para repousar em um dos aposentos daquele prostíbulo. As outras haviam prometido lavar o sangue do uniforme e do scouter para que Oregan pudesse usar mais tarde.
 
 
Theri, ao contrário de seus companheiros, não demonstra qualquer pena daquelas mulheres. Suas palavras são duras. As sacerdotisas esperavam aquilo dos guerreiros, jamais de uma outra mulher. Elas se mostram acuadas, e quando Theri requer que Coraline a sirva, a jovem sacerdotisa se aproxima hesitante.
 
- Tudo que quiser, minha senhora. É o meu dever servi-la. Por favor, me acompanhe. – Pede a sacerdotisa em um fiapo de voz, temendo uma nova represália.
 
Assim, Theri é mais uma a abandonar a bagunça daquele salão e recolher-se em um dos aposentos. A guerreira queria estar pronta para seus futuros inimigos, nada como descanso, boa alimentação e cuidados para recuperar um pouco da velha força...
 
 
Madrugada...
 
No quarto de Suzako, Yubelluna mostrava-se uma amante perfeita, oferecendo seu corpo ao Saiyajin sem o menor pudor, suportando o vigor do guerreiro a subjugando e ainda por cima pedindo por mais. Ela já era tão jovem quanto as outras, mas mostrava-se insaciável, como se bebesse da força de Suzako, que era tão impiedoso com ela quanto com seus inimigos.
 
No auge da madrugada, os dois ainda estavam acordados sobre a cama, ambos nus debaixo dos lençóis. Suzako fitava o teto, pensativo sobre a batalha que estava por vir, enquanto Yubelluna mantinha a cabeça pousada sobre seu peito, passeando os dedos entre os músculos de seu abdômen.
 
- Conte-me sobre o príncipe Vegeta. – Ela pede de repente. – Achei que ele tivesse morrido na explosão do planeta junto a seu pai. Na verdade, achei que todos estivessem mortos e as meninas e eu fôssemos as únicas...
 
 
No quarto de Oregan, Agate havia feito o que pode para deixar o guerreiro confortável. Esfregou seu corpo durante o banho para remover o fedor da masmorra e do sangue dos inimigos. Penteou-lhe exaustivamente para deixá-lo apresentável. Mas enquanto o massageava para remover a tensão de seus músculos, a sacerdotisa surpreendeu-se ao ver que o rapaz simplesmente dormiu de pé, fazendo jus a sua fama de preguiçoso.
 
Agate o levou até a cama, o cobriu com um lençol para protegê-lo do frio daquele planeta e depois o deixou para que tivesse um bom descanso em uma cama confortável. Mas em meio a escuridão, uma figura sombria atravessa a janela de maneira silenciosa, enfiando-se debaixo das mesmas cobertas de Oregan e aninhando-se ao seu corpo, sua grossa cauda reptiliana enroscando-se a cauda peluda do Saiyajin.  
 
- Acorde, meu amor. Estas Saiyajins imundas não podem satisfazê-lo. Eu sim. – Diz Blizzard, beijando a face de Oregan com seus lábios frios.
 
 
No quarto de Theri, a sacerdotisa mostrou-se temerosa o tempo inteiro, não queria desagradar a guerreira de forma alguma, sentia que poderia ser exterminada com o menor dos erros. Coraline banhou o corpo de Theri até a assassina Saiyajin relaxar e sentir sua pele tornando-se macia novamente. Seus cabelos foram perfumados e presos em um penteado que só as rainhas usavam.
 
Joias foram colocadas no pescoço e nos dedos de Theri, assim como um leve robe de seda. Ao olhar-se no espelho, a Saiyajin viu seu rosto embelezado por pintura e surpreendeu-se com sua própria aparência. Apesar de ser uma guerreira, Theri não podia negar que ver seu lado feminino tão exaltado lhe era agradável.
 
- Se me permite falar, é impressionante ver uma mulher entre os guerreiros, ainda mais sendo tão ou mais forte do que eles. – Coraline comenta cuidadosamente. – Eu teria trilhado esse caminho se me fosse permitido. Mas nasci com o sangue dos místicos. Minhas únicas escolhas era servir a um guerreiro ou me tornar a mulher de um.
 
 
No salão de festas, Dirac Baldric mantinha-se distante do cenário cheio de futilidades ao seu redor, tão concentrado em seus próprios pensamentos que acaba sendo tragado por eles. O guerreiro via-se no Coliseu ao lado de seus companheiros mais uma vez, com aqueles malditos Metamorph fazendo um verdadeiro escândalo antes da luta começar. Quando Dirac Baldric olha com mais atenção, cinco silhuetas sombrios se materializam a frente do grupo. Gargalhadas arrogantes vinham daqueles seres cujos olhos do Tsufurujin não conseguiam discernir.
 
Dirac Baldric lutava com a bravura de sempre, todos lutavam. Mas era nítido que estavam sendo facilmente derrotados por aquelas sombras. Eram fortes e rápidos demais, seus movimentos eram impossíveis de se acompanhar. Oregan, Suzako e Theri estavam agora mortos entre as pedras, com seu sangue formando poças em torno de Dirac Baldric. O fim do guerreiro era agora!
 
- Senhor, senhor. Acorde. É só um pesadelo. – Quartz suplica preocupada.
 
Dirac Baldric desperta sentindo um grito de terror morrendo em sua garganta, sentindo a testa molhada e o coração esmurrando o peito como se quisesse se libertar. Foi só um sonho, o guerreiro se vê aliviado ao perceber que aquelas mortes não eram reais. Mas seria isso um terrível pesadelo ou sua premonição o alertando para uma morte certa no futuro?
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Dom Abr 01, 2018 10:37 am

Fico olhando pra Coraline. Parecia um ratinho acuado cheia de medo. Td isso só pq ouviu uma bela bronca merecida. Essas mulheres eram cheias de dignidade de um jeito que até eu invejava e agora não passavam de putas desses soldados fracos. Dá raiva só de pensar.
 
“Eu devia matar elas tbm mas acho que minha raça ta tão rara que seria um crime fazer isso”
 
Pelo menos essa garota servia bem. Depois de um tempo na prisão eu tomo um bom banho e penteio meus cabelos. Acho desnecessário me arrumar daquele jeito mas acabo gostando do resultado. Estava linda, quem sabe algum guerreiro não se atraía e me dava a chance de matá-lo.
 
- Não é tarde pra vc Coraline. Seria bom aprender a se defender pq não vou estar aqui pra sempre pra te proteger. Me consiga um pouco de boa comida e posso te ensinar alguns truques.
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Dom Abr 01, 2018 12:30 pm

Todos sobem para seus aposentos acompanhados, mesmo a dona do lugar sem nos responder, aguardando uma hora mais oportuna, huh, não insistirei, afinal ela tem coisas mais "importantes" para atender, não sinto diferença da sujeira desse lugar para a cela, a cela era mais digna, aqui não podemos fazer nada a não ser aguardar, lá tínhamos uma luta de vez em outra, hmpf, que seja, uma semana parados aqui significara o dobro de treino para compensar, estava encostado a parede de braços cruzados, aos poucos meus pensamentos se estendem e me perco neles, finalmente um campo familiar e que realmente me agradava, céus escuros avermelhados e nuvens negras, sangue nos olhos e em nossos punhos, estávamos em luta, os malditos metamorph berram, babam, e bufam a plenos pulmões, a tipica algazarra antes das lutas.



Mas nem de longe era uma luta fácil, não sentia que meus golpes os atingiam como deviam, não importa com o que ou quantas vezes os atingia, não funcionava, e os deles me feriam demais, nada funcionava... Haarrrggh, de repente algo me acerta, giro no ar até cair nas pedras, respirar esta extremamente difícil, meus membros não respondem mais direito, sangue vem a boca a cada vez que expiro, me apoio no chão com as palmas das mãos e ergo minha cabeça para no meio da confusão ver de novo aquelas silhuetas sombrias, elas riam, riam de nós, mas ao contrario de cada um que se colocou em nosso caminho lá, sabia que o riso deles não era em vão, era claro que não eramos páreos para eles, os outros estavam mortos no chão ao meu redor, e logo suas poças de sangue se juntam a que se formava do meu sangue, desgraçados, como perdemos assim? Penso ao ver as silhuetas, abaixo minha cabeça e vejo meu reflexo no sangue, fazia força para me levantar mas não conseguia de maneira nenhuma, droga aahh desgraçados, vou matar todos vocês, grito tentando me erguer, mas cada vez ficava mais difícil me mover, quando um deles parte para cima em velocidade para me finalizar, um par de mãos sai da poça de sangue onde eu estava e me agarra...



Quando me dou conta era a serviçal com um tapa olho me acordando dizendo que era um pesadelo, passo minhas mãos em meu rosto, o breve alivio logo se transforma em ódio, com as minhas palmas em meu rosto retorço meus dedos sobre minha cabeça quase arrancando meus cabelos de raiva;




-GRRRRRR DESGRAÇA DE LUGAR!!!- Digo com raiva.



Começo a andar de um lado para o outro, era claro que estava com raiva e frustrado, fecho meus dedos com força como se quisesse agarrar algo no ar e espancar;




-Desculpe senhorita... Mas não não foi....não esse, coincidência demais, foi, mas se não fizermos nada, não sera apenas um pesadelo... Não mesmo...-Digo com um tom perturbado e olhar raivoso.



Não sei se foi uma falha no desenvolvimento de minha estrutura cerebral ou o excesso de tempo naquele planeta, mas de tempos em tempos tenho essas visões, umas se tornam reais, outras eu consigo evitar, bom, eu acho, droga droga droga drogadroadrogadrogadroga arrrggh deviamos estar nos preparando para essa droga dessa luta, nunca tive uma dessas para combate assim, paro num lugar, encosto minhas costas na parede, cubro meu rosto com minhas mãos e respiro fundo por um tempo, depois abaixo meus braços e fico de cabeça baixa;



-Não se preocupe comigo... não encoste em min, não preciso de conforto, preciso de um ringue e muito treino, preciso esmurrar algo, preciso de força!!! ... mas me faça um favor, por favor sim por favor, pela manhã quando a Senhora Yubelluna despertar, quero falar com ela, me desculpe.



Cruzo os braços e fico parado, passaria a noite acordado, passaria de qualquer forma mesmo depois dessa, não quero conversa nem nada desse lugar, sinto raiva, tenho que ficar mais forte, mais, muito mais...



Off: Caso a Senhora yubelluna venha falar comigo eu digo o que ouve, diria apenas o que vi;



-...Cinco oponentes como na ultima luta, mas nada como eles, a gritaria reverberava pelas rochas e nossos ossos, cinco silhuetas que nos enfrentam sem qualquer dificuldade, sem demora na luta eu estou morto, a garota está morta, ele está morto, até o garoto não escapou, todo mundo morreu nessa luta, esse lugar não é uma pausa na desgraça de nossas vidas, é a calmaria antes da tempestade, sabe o que significa? Pra min cada segundo aqui parados é um passo certo mais perto para esse pesadelo, algo tem que ser feito...



Raiva e preocupação ocupam meu olhar.
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Seg Abr 02, 2018 12:32 am

Sou bem tratado, Agate me auxilia no banho, tirava o cheiro de sangue e desembaraçava meus cabelose massageia meu corpo, isso estava bom... que eu até...

Sou acordado por minha doce Blizz que tem uma leve crise de ciumes...

_Não se preocupe, meu coração será apenas seu, confesso que o que fizeram com as sacerdotisas de minha raça me deixaram com raiva, mais raiva de Freeza e o rei Cold, elas eram sagradas para meu povo. Porém não vou deixar essa raiva chegar até você. Eu fui humilhado, colocado em uma arena como um animal selvagem e não me importei, afinal assim pude te conhecer - digo esse final sorrindo - mas, elas não mereciam isso...

Dizia enquanto a abraçava e beijava, era estranho o que acontecia, duas anatomias diferentes, mas era bom era algo que me fazia suportar a perda de meu planeta, a destruição aparente de minha raça.

_Blizz, queria saber se você pode me ajudar a sair desse planeta e levar todos de minha raça, se continuarmos aqui sabe que vamos morrer no próximo desafio, vamos para longe, mas antes de ir vou te encontrar para dizer onde iremos. Assim quando for a hora certa você pode ir me encontrar e tenha certeza que estarei te esperando, queria pedir outra coisa também, treine, aprenda a lutar e controlar seu poder, mas não perca sua essência, foi por ela que eu me apaixonei...

A acariciava e aproveitava esses momentos, era um prazer estar com ela, eu confiava nela e ela em mim...

_Eu vou ficar mais forte, tão forte que até mesmo Freeza vai ter medo de mim - digo confiante- então minha doce Blizz, você me ajudaria?
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Seg Abr 02, 2018 11:13 am

Mesmo após anos sem estar entre os de sua especie... Mesmo privados de contato e estados de carcere... Elas reconhecem o verdadeiro guerreiro de elite Saiyajin...

Prontamente a sacerdotisa me atende... A noite com ela é implacável... Mesmo sob o desejo primal pelo seu corpo, ela se mostra resistente e sedutora... Após horas e horas... Contemplo o teto... Sabia que aquele era um momento antes do que viria...

Sabia que não era forte o suficiente ainda para vingar de Frezza e toda a raça Metamorth... Sou pego de surpresa pela sua questão...

Me mantenho em silencio alguns segundos... E então falo...

Alguns de nós estávamos fora do planeta... Inclusive o Principe... Fomos obrigados a servir Frezza ainda durante alguns anos... Até sermos enviados as arenas de seu pai... Principe Vegeta ainda está servindo ao verme do Freeza... Ele soube recentemente de um planeta distante... Em que um saiyajin fora enviado para dominar... Ele esperar que ao nos estabelecermos lá, possamos erguer uma rebelião... Mas fui afastado do plano ao ser enviado para cá, agora sinto a necessidade de voar até esse planeta e me manter ao lado do Principe e erguer novamente a raça Saiyajin... Vc falou sobre liberdade mais cedo... Conte-me... O que sabe...

Ao ouvir a sua informação, iria novamente tomar o seu corpo para mim, e então repousaria até o nascer do dia...

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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Ter Abr 03, 2018 1:59 am

Coraline se mostra surpresa quando Theri fala em protegê-la para sempre, seus olhos claros chegam a cintilar enquanto observa a guerreira perante o espelho. Então a sacerdotisa apanha a mão de Theri com respeito e beija-lhe o punho em sinal de gratidão. Sem perder mais tempo, Coraline dispara em direção à cozinha, trazendo tanta comida quando podia carregar em uma enorme bandeja. Pela primeira vez em meses, Theri se farta entre carnes e frutas, comendo sem pensar em mais nada.
 
 
Após ser resgatado daquele horrível pesadelo, Dirac Baldric se mostra confuso entre o que era realidade ou não, ofegando como se sua morte houvesse se concretizado. Mas aos poucos o Tsufurujin é abraçado pelo silêncio daquele salão, o olhar de Quartz o ancorando de volta à realidade. Quando Dirac Baldric dispensa a sacerdotisa de maneira um tanto rude, ela não diz nada, apenas deixa uma bandeja de comida para que o guerreiro se alimentasse em paz. Mas será que Dirac Baldric tinha estômago para aquilo depois do que viu?
 
 
Somente Blizzard era capaz de tirar Oregan de seu sono profundo sem causar fúria ao jovem Saiyajin. O sorriso na Metamorph cresce enquanto o guerreiro a acolhe em seus braços, jurando-lhe amor. Porém, Oregan faz a Blizzard um pedido que pega a Metamorph de surpresa, e a deixa um pouco pensativa. Vários minutos se passam até que ela o responda.
 
- Desde o momento em que me apaixonei por você, o meu desejo sempre foi pegá-lo pela mão e voar com você para o mais longe possível. – Ela diz com pesar. – Mas é impossível. Além de vocês serem muito bem vigiados dentro do Coliseu, toda a galáxia é dominada pelo Rei Cold. Não teríamos para onde ir... Mas de qualquer forma, eu vou passar essa semana até a luta pensando em um meio de tirá-lo daqui. Eu tenho uma nave no porto do planeta. Não sei se conseguiremos fugir juntos, mas estou disposta a morrer tentando.
 
Blizzard se mostra simpática a ideia de treinar, dizendo que apesar de morrer de medo quando Oregan se machuca, adora assistir suas lutas na arena. Toda a noite é regrada a beijos apaixonados e abraços sobre aquela cama, até que Blizzard parte quando a manhã ameaça chegar.
 
 
Quando Suzako conta a Yubelluna sobre o Príncipe Vegeta, o semblante da mulher se ilumina. Era como se ela tivesse recebido uma ótima notícia, e isso fica evidente quando um pequeno sorriso nasce em seu belo rosto. O guerreiro então pede que ela lhe fale sobre seu plano de liberdade, porém, Yubelluna o cala com um beijo e sobe sobre Suzako com seu corpo nu para que ele a penetre e a noite volte a ser apenas prazer. Suzako não deixa de notar que a novidade também serviu para deixá-la ainda mais animada para o sexo.
 
 
No dia seguinte...
 
As sacerdotisas faziam faxina em diferentes pontos daquele casebre, tentando remover o fedor da luxúria e dos soldados inimigos e tornando o lugar o mais confortável possível para os guerreiros. Enquanto isso, os quatro estavam reunidos com Yubelluna em uma espécie de escritório, onde a sacerdotisa se mantinha sentada sobre a mesa com suas pernas cruzadas enquanto ouvia Dirac Baldric discorrer sobre a premonição que teve durante o sono.
 
- Isso já era previsto... – Yubelluna responde de maneira pensativa. – O objetivo dos desafiantes é assassinar os guerreiros da casa, mas ninguém esperava que aqueles miseráveis iriam tão longe recrutando membros das Forças Especiais Ginyu para lutar. Geralmente essas lutas são travadas entre escravos e inimigos capturados... Eles realmente querem matar vocês desta vez.
 
Yubelluna fez questão de manter Suzako confortável sobre a poltrona por trás da escrivaninha. Dirac Baldric estava de pé bem de frente enquanto ouvia a sacerdotisa. Theri se encontrava sentada sobre a janela, enquanto Oregan lutava para não dormir encostado na parede. Porém, não era só os cinco que participavam aquela reunião. Agarrada às pernas de Yubelluna como um animal acuado, uma figura encoberta por um pesado capuz se mantinha em silêncio. Era pequena como uma criança, e o detalhe mais interessante é que uma espécie de luz azulada irradiava das bordas de sua veste.
 
- Mas não se preocupem. O destino sorriu para nós, senhores. – A sacerdotisa completa, arrancando à força o manto daquela figura.
 
Uma jovem alienígena é desnudada na frente dos guerreiros, revelando orelhas pontudas, longa cabeleira de prata e uma estranha pele azul cintilante. Ela tenta encobrir seus seios enquanto fica de joelhos, envergonhada. Yubelluna se coloca de pé atrás dela, apoiando suas mãos sobre os ombros desta alienígena.
 
- Quero que conheçam Imbrium, a última membro de uma raça que habitou por tanto tempo a lua de seu mundo destruído que absorveu em seu corpo uma energia que pode dar a vocês uma vitória inesperada, e se tudo correr bem, proporcionar a fuga do Coliseu. – Yubelluna explica.


Imbrium:
 


 
Não contente em expor seu plano com palavras, a sacerdotisa tira das vestes uma lâmina própria para rituais, e sem o menor remorso, faz um corte profundo no ombro de Imbrium, que grita de dor. A princípio, os guerreiros Saiyajin não entendem o motivo de tudo aquilo, mas uma substância que provavelmente era o sangue da alienígena começa a escorrer da ferida, um líquido grosso que brilhava em azul mais do que a própria pele da garota.
 
Então o mundo se cala de maneira súbita para os quatro ao olharem para o brilho daquele líquido. O silêncio era tão grande que todos começam a ouvir seus próprios corações baterem em um ritmo acelerado demais até para o vigor dos quatro guerreiros. Suzako, Oregan e Theri começam a sentir o cérebro regredir a um surto primitivo de violência. Dirac se mantinha psicologicamente seguro, mas sentia que seu contato com Baldric estava se perdendo em um mar de caos e ódio. O Tsufurujin presencia quanto o corpo de Baldric e dos outros três começa a ganhar massa e a manifestar pelos em abundância. Os olhos deles brilham em um tom vermelho sem inteligência. Algo estava acontecendo, os quatro estavam mudando sem o menor controle.
 
Mas antes que aquilo fosse longe demais, Yubelluna usa o manto para enxugar o líquido no corpo de Imbrium e cobrir a ferida para que os guerreiros não vissem mais o seu brilho. Aos poucos o corpo de todos regridem ao normal e os pelos desaparecem, juntos com aqueles olhos diabólicos e selvagens.
 
- Entendem agora, meus queridos? – Yubelluna indaga, orgulhosa da oportunidade que criara. – Vocês vão esmagar aqueles desgraçados. Eles esperam ansiosos pela morte de quatro Saiyajins, mas não contam com poderoso Oozaru.  
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Qua Abr 04, 2018 11:20 am

A noite avança enquanto fico sozinho em pé na madrugada, a caolho deixa uma bandeja de comida;



-Agradeço sua insistência, mas não quero nada, leve embora por favor...- Falo de maneira educada, mas o cansaço era claro em minha voz.



Fico parado em pé a noite inteira pensando sobre o que vi, mas o que é hein!? Ok que não conseguimos mais treinar naquele lugar, mas extraímos o máximo que podíamos, hoje nem essas malditas lutas estão dando trabalho, de fato sempre vai haver alguém mais rápido e mais forte, mas por que raios estamos aqui perdendo tempo aqui ao invés de treinar, aquele maldito, mas essa, essa luta, parece algo útil, sim arriscado, mas algo útil, uma luta até a morte, se sobrevivêssemos seria uma vitoria de tanta gloria... Mas aqui, pffft aqui não tem nada, esse maldito fedor de onde sai desse lugar? Melhor não imaginar, sinto cada golpe que levava, cada que executava, se alguém olha-se meus olhos agora os veria correndo de um lado para o outro em velocidade, como se enxergasse em toda visão de novo, ao menos o que eu conseguia lembrar, mas não da pra tirar nada fora péssimas lembranças, mais algumas para a coleção, desgraça de lugar...



A manhã chega e logo estamos todos reunidos, incluindo Yubelluna, ela diz que já esperava isso, esta não seria uma luta como havíamos tendo, seria realmente para nos matar, huh realmente inteligencia não é o forte dos metamorph, imagino que queiram fazer em grande estilo, huhuhu eu tenho uma ou duas ideias do que fazer com todos eles, mas não são mais do que ideias, e não deixaram de ser por muito tempo, mas Yubelluna tem um plano, logo ela revela uma entidade orgânica externa, uma alien chamada Imbrium, fico interessado em saber mais, mas levemente desapontado ao saber que era a ultima de sua especie, mais uma especie nas garras dos sayajins? Nem nessa situação eles param de exterminar especies apropria vontade? Mas o mais importante é seu sangue, a exposição a ele causa uma reação estranha... Familiar, força e fúria tiram Baldric do controle assim como todos, Ohohhoho ai vamos nós... Penso com sede destruição gratuita ao sentir o acesso de fúria, algo realmente animado nesse lugar, mas antes que a coisa saia do controle, Yubelluna tira o sangue de nosso campo visual, logo nossos olhos voltam ao normal, ela diz o que imaginava, um velho horror familiar, Oozaru, as feras daquela noite, daquela fatídica noite, eu não existia ainda, mas tenho os registros, imagens, descrições, escritas com puro sentimento de ódio daquelas coisas, meu sangue assim como de todos meus semelhantes carrega o sangue do rei Tsufurujin, ainda posso sentir um pouco de seu temor ao ouvir esse nome, sua raiva, mas não importa quanta tenha, mada adiantava contra aquelas coisas, um sentimento de frustração e impotência, imagino que o mais próximo disso que os sayajins tenham sentido tenham sido sentido por aqueles que presenciaram Freeza destruir seu planeta, se é que algum sayajin viu aquilo...



Espero que não tenha que sentir isso Baldric, se seguir o caminho da soberba como seus antepassados fizeram, isso, esse maldito sentimento de impotência e incapacidade, o terror de não conseguir fazer nada perante alguém realmente mais forte é o que te espera, mas nós podemos fazer algo, temos que treinar, treinar muito, lutar contra esse tipo de inimigo realmente poderoso, para que nunca mais tenha que sentir esse medo ou depender desse tipo de sorte;



-Ganhar essa luta com isso não sera difícil, mas e depois? O que será da garota? Não podemos ficar dependendo desse tipo de coisa para ganhar, qual é o seu proposito, seu plano Senhora?- Pergunto a Yubelluna.



Depois da resposta vou dar uma volta, analiso bem a região, e quais rotas levam até o coliseu, vejo de longe o local onde nossas coisas estavam, mas nada de mais, logo voltamos, tomo um banho frio, não quero conforto nem nada desse lugar e como um pouco de carne, mas nada demais, não quero papo com ninguém daquela desgraça de lugar, sei que as garotas de lá não tem culpa, mas Baldric merece algo melhor do que a atenção de um corrimão galático ambulante como elas.



Off: Passo a semana estudando os caminhos do coliseu até o porto das naves e os registros sobre Oozaru em minha memoria, queria saber mais sobre essas criaturas, como funcionavam, quais eram suas capacidade, tudo.
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Qua Abr 04, 2018 12:53 pm

Ao lhe contar que o Príncipe ainda vivia... Yubelluna se mostra ainda mais calorosa... Terminamos a noite em sexo... Ao amanhecer, me visto, procurando dentre as armaduras dos soldados alguma que esteja em bom estado para vestir... ela me acomoda em uma poltrona na sua sala... Vejo que ela retorna com algo em seu colo... Logo todos os outros Saiyajins se juntam a nós...

Após no dar as explicações e nos revelar o que era aquilo em seu colo... Assim que vejo o brilho do sangue da criatura... Meu coração bate acelerado... Sinto todos os meus músculos se enrijecerem... Um grito primitivo surge em minha garganta... Mas logo esse desejo sessa... Vejo que a Sacerdotisa ocultara o brilho do sangue...

A muito não sentia a fúria do Oozaru correndo em meu corpo...

Flexiono os braços... Esse poder era tamanho... Talvez com ele, conseguíssemos alguma chance de escapar daquele inferno...

Ao finalizar a conversa, deixaria que todos saíssem e iria conversar com Yubelluna...

Vc perdeu a sua cauda e com isso seus poderes... Mas o tempo servindo ao kami-sama deveria ter lhe dado conhecimento... Na arena... Um outro Saiyajin nos falou de uma lenda antiga... O que sabe sobre o Super Saiyajin ?

Iria ouvir o que ela sabia... Após iria lhe pedir que me instruísse sobre os Saiyjins antes do planeta explodir... Se queria ficar mais forte, teria que aprender como a raça Saiyjin se tornou a mais poderosa do universo

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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Qui Abr 05, 2018 12:48 am

Estou quase dormindo em pé, a noite com Blizz foi longa e agora era hora de tentar ficar acordado, por sorte dormi um pouco antes dela chegar, mantenho-me de pé para evitar cochilar, mas nem seria preciso, após ela mostrar uma garota sinto meu corpo mudar, meu sangue ferve a ponto de me manter acordado, meu corpo parecia que liberaria uma imensa quantidade de energia.

Entendi o plano dela, mas tenho certeza que não seria o suficiente, após me acalmar chego até ela:

_Yubelluna-sama, eu gostaria de te pedir uma coisa, sei que seu conhecimento é vasto e longo durante esse tempo me ensine o que sabe sobre nossa raça e cultura?

Peço fazendo uma reverencia, sei que é uma sociedade na qual o poder manda, mas entendo que sabedoria também é uma forma de poder e ela poderia me guiar nesse momento.

_Ah - digo em um leve susto - quase me esqueci...- depois da luta vamos embora desse planeta, então se preparem para a viagem - digo sorrindo como uma criança que acabou de ganhar um presente.

Caso Yubelluna não dê as aulas agora vou para o meu quarto e começo a meditar, tinha que entender essa força Oozaru, minha resistência física era a melhor de nós quatro, tinha que melhorar minha mente...

A noite dormia um pouco antes de BLizz chegar, após as caricias que tinhamos cuidado para fazer sem chamar atenção e destruir o quarto voltamos a conversar:

_Eu gostaria que no dia da luta você não fosse até a arena - digo serio enquanto a mantinha em meus braços - a coisa vai ficar feia e não quero que você se machuque, se possível ajude as sacerdotisas na fuga, sei que estou te pedindo demais, mas... não quero você lá.

Sabia que ela se preocuparia então digo:

_ Confie em mim assim como confio a vida delas a você...

Off: repetiria durante esse tempo as aulas e a meditação, assim como Blizz a noite e falaria com Yubelluna em particular sobre a fuga delas, sem mencionar Blizz
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Dom Abr 08, 2018 10:38 am

Até que Coraline não era uma idiota completa talvez ela e aquelas garotas tivessem alguma serventia. No dia seguinte a gente se reúne com a senhora Yubeluna no seu escritório. Baldric fala nós da premonição que teve, ele ficou mtu estranho depois da mudança nos seus cabelos.
 
“Premonição? Isso deve ter sido só um pesadelo bobo”
 
Só que a senhora Yubeluna concorda com ele e diz que já previa a nossa morte naquela arena. Minha vontade era de voar pra cima daquela mulher. Ninguém deveria dizer que eu seria derrotada antes de estar morta de verdade. Mas me aquieto quanto ela vai nos mostrar algo.
 
- O que é isso? É melhor se afastarem. Eu estou perdendo o controle!
 
O sangue daquela garota nos força uma mudança, por pouco não nos torna o great ape. Fico aliviada quando volto ao norma, primeiro pq eu teria destruído td se mudasse naquele lugar, segundo pq eu vou destruir td quando aquele plano for colocado em prática.
 
- Então esse é o nosso bilhete de saída desse mundo? Eu adorei.
 
Aquela semana eu passaria me exercitando e convidaria Coraline e as outras meninas para se juntarem a mim. Elas precisariam aprender a lutar tbm. Se elas aceitassem iria ensinar elas a lutarem pq como eu disse antes, não vou ficar protegendo gente fraca pra sempre.
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