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 Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin

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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Seg Maio 21, 2018 11:52 pm

Dirac Baldric para e observa a situação diante de si com estranheza, pois nunca imaginou que uma oração supersticiosa pudesse afetar criaturas mecânicas daquela forma. Será mesmo que eles eram apenas inteligências artificiais? Isso não importava agora, a luta já estava praticamente vencida com os Esqueletos Cibernéticos vulneráveis daquele jeito.
 
Dirac Baldric ataca: Destreza 7 + Briga 5 (Dif: 6) = 5 sucessos.
Esqueleto Cibernético 7: Sem ação.
Dirac Baldric (Dano: Força 10) = 5 sucessos.
 
A criatura estava bem a sua frente, torturada por algo que o Tsufurujin sequer compreendia. O esqueleto soltava um grito robótico e distorcido, mas Dirac Baldric não se importa. Segura o alvo pelos ombros e lhe acerta uma cabeçada que amassa o metal do crânio do esqueleto 7, fazendo o inimigo cambalear tortamente para trás.
 
 
Oregan mostra o tempo inteiro grande simpatia para com as sacerdotisas, ganhando a afeição daquelas moças através de belos sorrisos e incentivo. Já Yubelluna era um pouco mais séria e adulta, apenas assentindo para com o elogio do rapaz e lhe devolvendo o elogio.
 
- Nunca vi um Saiyajin se sacrificar tanto pelos outros como você faz. É dito que apenas um em toda a nossa história era capaz de tal ato, e você é só um menino... Vou ficar de olhos bem abertos em seu desenvolvimento. Há algo de diferente em você. – Diz a sacerdotisa.
 
Oregan ataca: Destreza 6 + Briga 5 (Dif: 6) = 4 sucessos.
Esqueleto Cibernético 8: Sem ação.
Oregan (Dano: Força 7) = 5 sucessos.
 
O jovem Saiyajin aproveita o atordoamento da criatura para lhe segurar pelo braço mecânico e a puxar com força em sua direção. Quando o inimigo está próximo o bastante, Oregan salta e lhe acerta a cabeça com um chute de baixo para cima, fazendo com que o crânio do esqueleto vire comicamente na direção contrária.
 
 
Suzako olhava com orgulho para os feitos de sua raça, quando até mesmo mulheres frágeis como aquelas sacerdotisas demonstravam algum potencial para a batalha. De fato, os Saiyajins eram mesmo uma raça guerreira como o Príncipe Vegeta e Nappa repetiam com tanto orgulho. Isso fazia o sangue do guerreiro fervilhar!
 
Suzako ataca: Destreza 10 + Briga 5 (Dif: 6) = 4 sucessos.
Esqueleto Cibernético 6: Sem ação.
Suzako (Dano: Força 6) = 4 sucessos.
 
O guerreiro olha discretamente para a sua mulher. No campo de batalha não havia espaço para ternura, mas a sombra de um sorriso orgulhoso nasce em sua face rígida. Yubelluna não tinha tais costumes e lhe devolve um sorriso malicioso, como se dissesse “Acabe com eles, meu amor”. E é o que Suzako começa a fazer quando quebra o tórax metálico do esqueleto com o punho, quase destruindo a criatura.
 
 
Theri nota que suas orientações para aquelas garotas fizeram efeito quando elas demonstram grande bravura apesar do pouco poder. Juntas, elas conseguiram destruir um dos inimigos, o que era impressionante por não passarem de simples sacerdotisas. Coraline parecia a mais animada por estar agradando a Theri.
 
- Não se preocupe, senhora. Eu lhe dou cobertura. – Ela diz com a barra de ferro em mãos, mantendo-se costa a costa com Theri como uma verdadeira guerreira.
 
Theri ataca: Destreza 8 + Briga 5 (Dif: 6) = 2 sucessos.
Esqueleto Cibernético 7: Sem ação.
Theri (Dano: Força 8 ) = 5 sucessos.
 
Ao ver que seus companheiros tinham dificuldade em finalizar seus inimigos, Theri espera para ver quantos ficaram de pé. Então ela parte para cima daquele que lutava contra Baldric e salta, caindo contra o inimigo com uma cotovelada tão potente que explode a cabeça da criatura, fazendo com que o corpo caia inerte.
 
 
Lazuli ataca: Destreza + Armas Brancas (Dif: 6) = 1 sucesso.
Esqueleto Cibernético 6: Sem ação.
Lazuli (Dano: Força + 2D) = 2 sucessos.
 
Hematite ataca: Destreza + Armas Brancas (Dif: 6) = 1 sucesso.
Esqueleto Cibernético 6: Sem ação.
Hermatite (Dano: Força + 2D) = 3 sucessos.
 
Quartz atira: Destreza + Armas Brancas (Dif: 6) = Nenhum sucesso.
 
Agate atira: Destreza + Armas Brancas (Dif: 6) = Nenhum sucesso.
 
Sugilita ataca: Destreza + Armas Brancas (Dif: 6) = 2 sucessos.
Esqueleto Cibernético 8: Sem ação.
Quartz (Dano: Força + 2D) = 3 sucessos.
 
Coraline ataca: Destreza + Armas Brancas (Dif: 6) = 3 sucessos.
Esqueleto Cibernético 8: Sem ação.
Coraline (Dano: Força + 2D) = 3 sucessos.
 
 
Com os espíritos inflamados por Theri e Oregan, as garotas continuam avançando contra os inimigos, e dividindo seus esforços, acabam finalizando aqueles que os guerreiros deixaram por um fio. Quando todos os esqueletos caem, as vozes que antes ameaçavam os Saiyajins convertem-se em espíritos translúcidos pairando em agonia pelo ar. Yubelluna então move suas mãos com velocidade, e uma massa de ar entre elas começa a sugar essas almas. Em seguida, com uma pequena oração, a sacerdotisa faz com que esses espíritos se incendeiem em chamas azuis. Fechando suas mãos, ela simplesmente dissipa essas chamas que lhe escapam entre os dedos até desaparecer.
 
- Esses não irão mais nos atrapalhar. – Ela diz de maneira séria.
 
 
Dirac Baldric: Percepção 1 + Prontidão 3 (Dif: 6) = 2 sucessos.
 
Oregan: Percepção 2 + Prontidão 4 (Dif: 6) = 1 sucesso.
 
Theri: Percepção 2 + Prontidão 4 (Dif: 6) = 2 sucessos.
 
Suzako: Percepção 2 + Prontidão 3 (Dif: 6) = 1 sucesso.
 
Em meio aos destroços do Esqueleto Cibernético 7, dois brilhos muito leves são emitidos, chamando a atenção apenas de Dirac Baldric e Theri. O Tsufurujin e a Saiyajin olham para baixo ao mesmo tempo, e acabam notando dois chipes com um Z impresso. Esses chipes demonstram ter algum tipo de vida própria, pois eles tremem no chão e voam em direção ao braço dos dois guerreiros.
 
Então estes chipes se fincam na carne de Dirac Baldric e Theri, o que era bastante doloroso, pois o metal começa a penetrar em seus ossos. Mas em meio a essa dor, os dois vêem o punho em que se encontra estes chipes tornarem-se rígidos e as veias de ligamento ganharem uma estranha luminescência azul por debaixo da pele.
 
- Acredito que essa batalha os tenha cansado um pouco. – Diz Yubelluna, sem que ninguém tenha percebido o que acabava de acontecer a Theri e Dirac. – Mas precisamos mesmo seguir em frente. É importante que cheguemos ao porto ainda durante a madrugada.
 
As sacerdotisas concordam com sua senhora e começam a seguir em frente, obrigando com que os guerreiros façam o mesmo. O terreno do cemitério tecnológico era vasto, mas nada mais surgiu para interromper o avanço dos Saiyajins. Eles caminham durante meia hora, até descerem em um pântano soturno e fedorento. De fato, aqueles eram caminhos alternativos que os guerreiros não imaginavam que os Metamorph ou os soldados usariam. Toda uma fauna de abutres e anfíbios os espreitava, os mais estranhos répteis e insetos que o grupo já viu.
 
Mas todos conseguem sair também daquele pântano sem atrair mais predadores em sua direção. O grupo então chega a uma área aberta e pedregosa, podendo ver a uma certa distância o mesmo porto em que chegaram ao planeta meses atrás. O prédio em que soldados e guardas iam e vinham, a pista em que grandes naves eram mantidas... A vontade de voar até lá era enorme, mas o grupo precisava se conter.
 
- Estamos muito perto, meus caros. Mas não podemos entrar de qualquer jeito. Devemos ir pelos esgotos até chegar à pista. Só assim poderemos entrar em alguma das naves sem sermos notados. – Yubelluna explica ao notar a excitação nos olhos de seus guerreiros.
 
A sacerdotisa aponta então para um ponto quinze metros a frente, onde uma grande tubulação escapava por um paredão de rocha abaixo do porto. Enquanto caminham na direção desta tubulação, o grupo percebe um acampamento de alienígenas miseráveis e refugiados, habitando algumas cabanas de madeira e pano velho, sobrevivendo de fogueiras onde assam roedores para se alimentar. Eles não eram ameaça para os Saiyajin nem mesmo enquanto continham seus poderes. Estão apenas curiosos com os forasteiros, e se aproximam para conhecê-los.
 
- O que o povo da cidade faz por estas miseráveis bandas? – Pergunta um homem entre eles.


Refugiados:
 
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Ter Maio 22, 2018 2:25 pm

Finalmente eles haviam caído, poderia ter demorado se não fosse com ajuda de todas, agora nos resta chegar até o lugar e sumir daqui, mas antes que possamos seguir viagem, a tal resolve fazer mais um de seus truques, e parece conseguir extrair as vozes dessas coisas, saem como espectros e são espalhados por ai, huh acho que quebrar eles daria na mesma, mas ao menos agora temos mais um motivo para querer nos livrar dela, e se ela me percebeu aqui assim como percebeu "fantasmas na maquina"? E se... E se ela só está nos usando para nos auxiliar ela até chegarmos lá, huhuhu obvio que isso é só uma suposição, nada pessoal, mas tenho que manter minha existência, só espero que não passe disso, uma suposição...



Antes de sairmos, percebo que algo sai das maquinas, uma especie de chip, essas coisas se jogam em nós, vejo que Thery também "ganhou" um, droga, hardware de terceiros, vejo a alteração visual no local mas creio que na pressa ninguém fora nós percebeu, tenho que descobrir que porcaria é essa logo, mas dada a idade dessas coisas seria melhor um historiador ver, enquanto seguimos em frente eu tento sentir e descobrir o que é isso, e o que está fazendo aqui, em nós, não precisamos de um parasita novo ou de rastreadores, seja lá o que isso faz, não vai ficar ai.



Sem demora nos deslocamos pelos lugares abandonados, possuídos apenas pela solidão e abençoados com a indiferença dos metamorph, depois de uma viajem logo chegamos ao lugar onde as naves estavam, teríamos que entrar pelos esgotos, mas antes somos abordados por estranhos, um grupo de refugiados cuidam da própria desgraça, fico quieto e apenas observo a conversa desenrolar, espero que sejam rápidos, não sou eu apenas que está com pressa ali.



Off: Investigar esse chip e descobrir o que é.
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Qua Maio 23, 2018 9:49 am

Com o sorriso de Yubelluna... Parto para cima do esqueleto... Seu torax se parte... Mas infelizmente não consigo arrancar o seu núcleo...

Ter que restringir a minha força... Inferno...

Mas as sacerdotisas voltam a atacar os esqueletos e logo todos estão destruídos... Logo seguimos caminho e após passar por locais realmente degradantes para se colocar os pés avistamos o porto... Sentia a vontade no peito de voar diretamente até lá e invadir uma das naves... Mas isso arriscaria o plano... Yubelluna nos indica que teriamos que seguir pelos esgotos...

Aperto o punho olhando para o local que deviamos seguir...

Malditos Metamorths... Vc vão pagar por me manterem preso aqui... Irei incendiar esse local... Irei mostrar a vcs o poder da Raça Saiyajin...

Mas respiro fundo... Tinha que manter a mente fria... Tinha que pensar na Raça e não apenas em mim... Seguimos na direção, mas no caminho vejo um acampamento...

Merda... Soldados ?

Mas ao nos aproximarmos vejo que eram apenas seres inúteis... Refugiados... Provavelmente os antigos habitantes do planeta... Eles nos questionam o que fazemos por ali... Mantinha minha cauda e aparência saiyajin oculta...

Apenas procuramos passagem... Nada nos aguarda na cidade ou fora dela...

Analisaria rapidamente seus números e capacidade de alertar a nossa presença... Não queríamos ladrões nos delatando para ganhar miseras moedas...

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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Qua Maio 23, 2018 3:46 pm

Os robôs que sobraram não resistem por mais tempo, foi só combinar as nossas forças com as datas sacerdotisas que derrotamos que eles cairam como as sucatas que são. 


- Mtu bem garotas. Vcs não serem feitas guerreiras não significa que são fracas. 


Quando termino de falar uma coisa estranha acontece. Um chip vem parar no meu braço e se funde com meu corpo. Fico olhando pro meu braço e vendo as veias brilharem. 


"O que é essa coisa?"


Sinto aquilo me fortificar e só por isso eu não arranco. Queria ver no que aquilo me ajudava. Mantenho aquilo escondido do grupo por enquanto e fico olha do pra Baldric pra ver se ele diria alguma coisa. 


Seguimos a sacerdotisa por caminhos asquerosos cheios de bichos e insetos. Era nojento pisar naquela água mas era necessário. Pelo menos não demora mtu sair de lá, só que nem adiantou ficar aliviada. 


- Esgoto? Achava melhor a gente ficar na masmorra msm. 


A gente chega em um acampamento com um monte de elfos pobres comendo ratos. Sinto nojo e viro a cara pro outro lado sem responder.  


Off: Td hora vc me enfia em um esgoto kct  Mad
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Qua Maio 23, 2018 10:39 pm

Acaba finalmente e eu me viro para Yubelluna e as sacerdotisas:

-Que bom que estão bem, agora é hora de irmos embora desse lugar.

Caminhava tranquilo, estava tentando me concentrar e aprender essa técnica de ocultação de forma praticamente automática. Temos a nossa frente um pântano, de longe vejo o hangar e procuro pela nave de Blizz, esperava que ela estivesse menos protegida e vigiada.

Porém, ainda temos que sair escondidos somos fracos e vamos pelos esgotos. A vantagem nossa era saber a fraqueza deles e eles nunca nos procurariam nesse lugar. Claro que pensava que tínhamos que ir mais rápido. O sumiço das sacerdotisas uma hora ou outra iria chamar atenção.

Nos esgotos encontramos pessoas e pelos trajes os esqueletos eram mais fortes que elas, então não me preocupo. 

-Olá, só estamos de passagem, não queremos incomodar vocês. - digo enquanto sigo ignorando-os. Não como deboche, mas demonstrando que não tínhamos nenhuma magoa, ou rancor deles. Apenas queríamos passar e seguir nosso caminho.
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Qui Maio 24, 2018 12:53 pm

Os Saiyajins não se mostram muito dispostos a dialogar com aqueles seres de condição tão absissal. Eles se aproximam de maneira curiosa, nada hostil ou maldosa, sequer atrapalham os guerreiros enquanto seguem em frente. Tudo que querem é saudá-los. As sacerdotisas então param e lhes dão alguma atenção. Suzako demonstra algum receio, mas arrisca-se a trocar algumas palavras com aquelas pessoas.
 
- Não compreendo por que desejam trilhar este caminho subterrâneo, mas sugiro que tomem cuidado aí dentro. Estas tubulações percorrem toda a cidade, são um verdadeiro labirinto. – Avisa o mesmo homem que os abordou.
 
Dirac Baldric prefere se manter calado e deixar a conversa para os outros, sociabilidade não era do seu fetio. Theri detestava a ideia de seguir pelo esgoto, sugerindo que preferia continuar vivendo em sua masmorra do que piser naquele subterrâneo.
 
Oregan não demonstrava preocupação alguma com o caminho ou com as pessoas que o abordavam. O jovem Saiyajin segue o seu caminho, tão ávido por chegar à nave de Blizzard que deixa seus companheiros para trás. A entrada para o esgoto era um tubo gigante de ferro, com pouquíssima iluminação e que liberava um fedor nauseante.
 
- Por favor, menino. Não siga por aí. É perigoso para uma criança. – Pede uma mulher daquele povo.  
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Qui Maio 24, 2018 1:21 pm

Os seres parecem igualmente receosos de se aproximar de nós... E após as sacerdotisas informarem que seguiríamos pelos esgotos, o que parecia uma especie de líder entre eles fala que não seria fácil atravessar o local...

Raios... Cada vez mais parece um grande jogo ir embora desse local... Se eu tivesse poder suficiente... Rasgaria os céus... Mas esse momento chegará... Farei chover sangue Metamorth nesse planeta... Andarei sobre seus cadáveres e me sentarei no trono de Cold com sua cabeça aos meus pés...

Olho na direção dos esgotos e na direção do porto... Oregan seguia a frente... Respiro forte, não era algo que me desse prazer fazer... Mas o futuro da Raça viria em primeiro lugar...

Olho para Yubelluna, e pergunto...

Sabe guiar com precisão até lá ?

Caso a sua resposta fosse negativa... Me viro para o líder entre eles e falo...

Vejo que foram escravos e fugiram... Sabe o caminho ? Poderia nos guiar ?

As palavras saem de minha garganta como laminas rasgando meu orgulho... Faria cada Metamorth pagar por isso... Arrancaria as suas peles... E teceria um tapete a volta do planeta..

FdV para fazer ele nos guiar

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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Qui Maio 24, 2018 1:30 pm

Olho para a mulher que me chamou e vou até ela ia calmo odiava ser chamado de criança, mas perto de todos ali eu era uma então só poderia encolher os ombros.

-Eu sei que é perigoso, dá pra sentir, mas tenho que chegar a um lugar para ir embora. Meu tempo nesse planeta acabou. E vocês, o que fazem aqui?

Não via mal em conversar com eles, apesar de ter preferido não os encontra-los. Suzako está a ponto de explodir de raiva, me aproximo e falo.

-Calma, guarde essa raiva para o Cold e Freeza. Eles vão implorar perdão antes de se ajoelharem aos nossos pés e morrerem.

Se tiver alguma ração de viagem divido um pouco com eles, caso não fico aguardando perto de Agate.
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Qui Maio 24, 2018 8:02 pm

Esse lugar fede, não sei pq estamos perdendo tempo com essa escória mas se eles acham msm que é necessário eu fico na minha. 


"Por mim eu mataria tds eles pra não ter chance de sermos dedurados"


Mas pelo que percebo eles podem servir a gente como guias dentro desse esgoto. 


"Odiaria ficar perdida ali dentro"


Deixo eles falarem, eram melhor nisso do que eu. No lugar deles eu estaria fazendo essa gente de escravos. Continuo esperando eles terminarem a conversinha. Se eles não nos ajudasse iria agarrar o mais próximo de mim, quebrar seu pescoço e apresentar a eles a assassina sayajin.
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Sex Maio 25, 2018 11:39 am

Esse chip, parece alterar algo, difícil dizer o que é, melhor não fuçar nessa coisa, deve dar para dar overclock nele, mas se bagunçar e corromper a bios dessa coisa vamos ter uma pedra de silício presa no braço, vamos ver como ele se comporta, isso me parece ser... Onde já vi isso? Há sim tecnologia Sarcosiana olha só... Eles usam isso pra dar upgrade em formas orgânicas mas... Se isso estava naquele robô, será que... Seriam eles antes formas vivas? Bom, eles soltaram o que os orgânicos chamam de alma mas, difícil dizer, isso abre mais questões, por que estavam ali e como foram parar ali? De qualquer forma teríamos que fazer uns testes mas não obviamente aqui e não agora, estamos em menor numero e sem poder usar nosso poder não daremos conta de tanta gente, mesmo nossa força física sendo maior, alem do mais, olhe para essas pessoas, nós aqui tentando fugir, e eles aqui encarando como podem por não terem essa opção, cada um com suas próprias guerras, eles querem ajudar e eu ao menos não quero piorar o problema deles, ja que isso também nos prejudicaria...



O lugar parece enredado e arriscado, não sei quanto a parte do labiríntico, mas a parte dos perigos deve ter animado eles, mas vão ficar um bom tempo rodando por esse lugar, se eu tivesse com minha roupa agora...



Não temos muito o que fazer, vamos aguardar e garantir que os ânimos não se exaltem alem do necessário, nós estamos tão ferrados quanto eles aqui, só espero que todos lembrem.



Off: Aguardar eles decidirem, impedir qualquer principio de confronto caso os ânimos se exaltem, temos coisas mais importantes agora para nos preocupar.
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Sex Maio 25, 2018 11:52 pm

Suzako olha na direção do porto, nada além da silhueta de um prédio precedendo uma pista com formas parecidas com naves ao longe. Mais próximo estava a entrada do sistema de esgoto, tubulações grandes e escuras que mais pareciam túneis, sempre exalando um odor de podridão. Sem saber se o caminho lá dentro era seguro, o guerreiro pergunta a sua mulher se ela tinha certeza de que túneis seguir. Yubelluna apenas responde que não com a cabeça.
 
Suzako: Carisma 3 + Expressão 0 (+3D) (Dif: 7) = 2 sucessos.
 
O guerreiro pede o auxílio daquelas pessoas de uma maneira digna, mas é como se um predador estivesse pedindo ajuda à presa. A marca da impiedade estava naturalmente impressa no olhar de Suzako, o que dificultava ele conseguir algo daqueles seres. O guerreiro assiste enquanto o homem mexe no bolso com muito receio e o corpo trêmulo.  
 
- De-desculpe. Entrar aí? Não é um lugar muito acessível para nós. Mas fique com isto. – Ele diz, estendendo aos Saiyajins um pedaço surrado de couro com um desenho em negrito. – Há pouco tempo atrás tínhamos conosco alguns homens fortes, que se arriscavam no interior deste lugar para roubar comida nas dispensas do porto para nós, mas depois de um tempo eles nunca mais retornaram. Não sabemos se fugiram para ter uma vida melhor ou foram mortos pelos soldados.
 
 
Oregan nota que seu grupo ficou para dar alguma atenção aos refugiados, então seu bom coração lhe pede que ele faça o mesmo. O jovem Saiyajin se reaproxima e fala com a mulher gentil que tentou alertá-lo sobre os perigos naquelas tubulações. A mulher demonstra para ele um comportamento um pouco maternal.
 
- Pobre menino. Não há fuga do planeta Spartacus. Os Metamorph são poderosos demais. Nós costumávamos ser numerosos aqui, éramos escravos deles. Mas estes monstros são tão cruéis que preferimos nos arriscar a morrer do que continuar os servindo. Acabamos dizimados, e os que sobreviveram hoje vivem aqui. – A mulher explica pacientemente.
 
O garoto queria ajudar aquele povo, queria dar a eles algo melhor do que aqueles roedores nojentos para se alimentar. Mas não havia provisões com o grupo. A fuga seria naquela noite ou nunca mais. Enquanto se dá conta disso, Oregan percebe que Suzako estava um pouco irritado e tenta acalmar o aliado.
 
- Oregan tem razão. – Yubelluna diz a todos. – Creio que este mapa já esteja de bom tamanho.
 
 
Theri continuava impaciente, pensando se não seria melhor matar aqueles seres para evitar testemunhas de sua fuga. Percebendo que seus aliados viam neles possíveis guias, ela se prepara para intimidá-los caso se neguem a ajudar, mas o líder deles oferece um mapa para o grupo, o que não era nada mal.
 
- Theri, não que eu não confie na senhora Yubelluna, mas eu já vi vocês quatro derrotarem vários guardas com facilidade. Tem certeza de que esse esgoto é o melhor caminho? Talvez pudéssemos ir pela cidade com a força de vocês. – A garota sugere falando em particular.
 
 
De longe, Dirac Baldric mantem-se observando toda a ação. Com sua mente avançada talvez ele tivesse sido o primeiro a entender a utilidade daqueles seres e também a periculosidade em provocá-los. Por mais que apreciasse um derramamento de sangue, o Tsufurujin fica apostos para evitar qualquer tipo de confusão, mas parece que o grupo havia se saído bem ao conseguir um mapa daquele subterrâneo.
 
- Vamos seguir com as nossas vidas e deixar que essas pessoas sigam com as delas. – Pede Yubelluna, começando a seguir na direção do gigantesco tubo.
 
 
Off: Vou adiantar a cena a partir daqui. Caso queiram fazer uma ação rápida no acampamento, podem fazer.
 
 
Guiados pelo mapa nas mãos de Yubelluna, os Saiyajins adentram as tubulações dos esgotos dos planeta Spartacus. Um odor nauseabundo preenche o ar, uma escuridão penumbral mantém todos em estado de alerta. O grupo sequer sabia em que estava pisando, o chão era irregular, úmido, as vezes escorregadio.
 
Como era de se presumir, aquelas tubulações eram um verdadeiro labirinto abaixo da cidade, mas usando o caminho certo, poderiam se tornar um valioso atalho. Porém, até mesmo este atalho pode ter suas armadilhas, e a primeira delas chega quando o grupo alcança a uma espécie de câmara sem chão. Um mar de esgoto os cerca ao redor de uma trilha estreita, que encontra seu fim no meio desta mesma câmara. Um abismo de dez metros separa o grupo da continuidade, e entre eles aquela piscina fedorenta de restos.
 
- Aqui no mapa está dizendo que este lugar é próprio para evitar invasões através do esgoto. Estão vendo aquele dispositivo? – Yubelluna pergunta, apontando para um painel na trilha dez metros adiante. – Há um botão que acionará uma ponte para a passagem de todos, mas pelo o que estou vendo aqui, é necessário que alguém salte até o outro lado para apertá-lo.
 
Agate olha com repulsa para aquela piscina de esgoto, tapando nariz e boca ao mesmo tempo com a mão.
 
- Então? Quem vai ser o corajoso? – Ela pergunta enojada com a ideia de cair ali.
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Sab Maio 26, 2018 12:41 am

Aquela situação é ruim, esse povo oprimido e sem vida, espíritos destruídos pelos metamorphs.

_Mesmo que eles tenham tirado sua força de vontade, seu lar, foram vocês que entregaram seus espíritos, não falo para vocês aceitarem ser escravos, não falo para vocês se rebelarem seriam mortos, mas não esquecem sobre suas origens, sua raça deve ter orgulho dela.

Isso me incomodava, também fui escravo e lutei, meu orgulho embora não expressado por palavras como Suzako ou Theri existia e jamais deixaria alguém tirar isso de mim. Inconformado com essa situação sigo com os outros. Caminhamos com ajuda de um mapa, eles pensam que os outros encontraram liberdade, mas conhecendo os metamorphs eles foram mortos antes de mais nada.

Chegamos a um lugar perigoso, era nojento aquele esgoto, usava meu scouter para identificar se ali tinha algo vivo, então ouço as palavras de Agate.

_Ei, Dirac, me faz um favor? Você é o mais forte, me arremesse até o outro lado?

Retiro a armadura e escouter, entregando para Agate.

_Toma conta, daqui a pouco pego...

Eu estava mais leve e era o menor de nós, então ia aproveitar e ir.

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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Sab Maio 26, 2018 12:12 pm

Era uma situação complicada, de qualquer forma nós estávamos tão ruins quanto eles, afinal duvido que vamos conseguir nos esconder como eles, eles não tem o planeta os procurando, ah sim gosto de ver um pouco de sofrimento mas prefiro ver os que buscam a guerra se arrependerem de suas escolhas, estes, estes não tem e não são muito mais que isso, ao menos conseguiram ser ignorados pelos metamorphs, algo que muitos que conhecem essa especie considerariam uma verdadeira benção...



Não ocorre nenhum incidente, o que nos prejudicaria e muito se ocorre-se, conseguimos um mapa até, era hora de seguirmos caminho, provavelmente se algum de nós retornar para este lugar, para enfrentar o rei em sua própria arena, provavelmente todas essas pessoas estarão mortas, mas não há o que ser feito, ainda me lembro daquela Alien azul, ultima da especie a ser sacrificada por nós, ao menos eu não quero que isso tudo seja em vão, se eu pudesse ter salvo ela...



Então seguimos caminho pelos intestinos da cidade, não havia muito o que ver fora o que já não devia ver a luz da estrela desse sistema a muito tempo, o cheiro claro que incomoda, tipo de coisa que me faz perguntar por que eu sinto cheiro afinal, o cheiro era forte, provavelmente metano gerado por todo esse material, se for isso, é capaz desse lugar explodir se surjir uma faísca, huhuhu seria engraçado até, um pouco de diversão nessa caminhada, vamos seguindo até um grande foço, havia um botão que poderia nos ajudar a cruzar, mas seria um salto difícil, todos se olham se perguntando quem seria a alma a se sacrificar a cair naquilo, quando o garoto se vira para nós e pede para joga-lo;




-Não, mesmo se eu quisesse, posso ter força mas não tenho certeza de minha precisão, não posso colocar sua vida em risco, MAS, caso ninguém queira saltar e Yubellunna autorize essa maluquice, eu te jogo, mas lembre-se, foi escolha sua. - Digo avaliando as possibilidades.



Estava calmo e esperava que alguém se prontifica-se a fazer isso, não seria um salto fácil e, bom, sabe-se lá quantos parasitas novos existem lá embaixo para rechear de vermes os intestinos de quem cair lá.



Off: Aguardo a decisão de quem for pular, se ninguém for pular e Yubelluna autorizar, eu jogo Oregan lá como ele pediu, gastar um ponto de força de vontade caso aconteça.
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Tony.Saiyan

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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Sab Maio 26, 2018 1:19 pm

Vejo no olhar deles que me temem... Mas de uma forma decide nos ajudar... Era até melhor o mapa do que ter que cuidar de alguém durante o caminho...

Um dia trarei a ruína aos Metamorths...

Entrego o mapa a Yubelluna, e logo seguimos antes de entrar no local, prevendo problemas vestimos as armaduras e Scouters...

Aqui não teremos soldados vendo nossas vestes...

Olho o local... Era degradante... Eu o discípulo do Príncipe dos Saiyajins... Tendo que caminhar por esses locais... Oregan me fala para ter calma.. Mas ele era apenas uma criança... Não entende o que é lutar ao lado do seu príncipe e agora ser fadado a caminhar na merda...

Freeza... Vc ira me pagar... Irei rasgar suas peles... E servirei suas carnes aos escravos...

Mas, engulo meu orgulho e desço... Seguimos pelo esgoto até um local que é como uma piscina de merda... Teríamos que atravessar aquilo para dar passagem aos outros...

Vejo que Oregan se voluntaria... Coloco a mão a sua frente e falo...

Para trás criança... Sou o The Mercilles... Sou a elite suprema dos guerreiros... Não verei uma criança me ajudando a me ver livre desse local...

Pego distância do local... Usaria o Scouter para analisar o ambiente... Corro e salto procurando chegar ao outro lado...

Pegar distância e saltar + FDV

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Theri

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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Sab Maio 26, 2018 6:00 pm

- Não Coraline, por mais que eu odeie temos msm que ir pelo esgoto. É o caminho mais seguro. 


Fula da vida por ter que entrar naquele lugar nojento eu sigo andando e tentando ignorar onde to pizando, o cheiro é o que tem ao redor. Quanto mais rápido a gente fosse mais rápido eu saia dali. 


"Esse lugar é um vaso sanitário em tamanho grande, só espero que ninguém puxe a descarga"


Chegamos em um lago de bosta e agora era preciso que alguém pulasse pra acionar um dispositivo pra tds passarem. Bem que eu queria pular e provar pra esses manés do que uma garota é capaz mas não vou me arriscar a cair nesse esgoto nojento. 


- Isso msm Suzako. Vc é o cara, vai lá. Pula!
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Dom Maio 27, 2018 12:09 pm

Em seu scouter, Oregan nota que não havia qualquer organismo vivo relevante naquele lugar, e esta análise se dava por quilômetros, indicando que dentro daqueles esgotos o grupo não teria nenhum tipo de encontro desagradável. Sendo assim, o único desafio era conseguir passar por aquelas galerias. E ao se deparar com o primeiro obstáculo, o jovem Saiyajin retira o traje e o Scouter, oferecendo-se para se arriscar do outro lado.
 
Dirac Baldric então recebe de Oregan um pedido para que o jogasse até o outro lado, mas se mostra temeroso quanto a esta alternativa. É verdade que o Tsufurujin tinha força o bastante para jogá-lo até o outro lado, mas a precisão poderia não ser perfeita e acabar colocando o garoto em uma situação de perigo. Dirac então olha para Yubelluna inquirindo algum tipo de autorização.
 
- Se não houver outra alternativa, apenas faça. – Ela sugere, sempre altiva e com poucas palavras.  
 
Mas no mesmo instante, Suzako impede que este plano seja levado adiante, colocando-se a frente para fazer ele mesmo aquele salto perigoso. Ele era um guerreiro da elite dos Saiyajins, fruto de uma árvore genealógica respeitável, jamais poderia permitir que um garoto fizesse o trabalho de um homem. As sacerdotisas abrem espaço enquanto Suzako toma distância, e sem poder voar, o Saiyajin recorre unicamente à força dos músculos.
 
Suzako salta: Destreza 10 + Esportes 1 (+3D) (Dif: 6) = 6 sucessos.
 
Theri apenas observa a tomada de decisão de seus companheiros. Em qualquer outra situação ela mesma daria aquele salto para mostrar do que uma mulher Saiyajin era capaz, mas cair naquele esgoto não estava em seus planos, então ela apenas se mantém para trás e dá a Suzako o devido apoio. O impiedoso Saiyajin sempre foi o mais ágil dos quatro. Isso era claro nas batalhas do Coliseu e ficou ainda mais claro agora, quando ele salta dez metros de distância e pousa seguramente do outro lado sem a menor dificuldade.
 
 
Bastou apertar um dos botões no painel para que uma ponte metálica emergisse do esgoto, fazendo a ligação que faltava entre as duas plataformas. Desta forma, todos puderam passar em segurança em segurança, abandonando em fim aquela câmara com seu reservatório de esgoto. Yubelluna ao passar, desliza sensualmente os dedos sobre os músculos do braço de seu guerreiro, demonstrando admiração por sua corajosa atitude.
 
Novamente o caminho se mostra um extenso labirinto facilmente superável pelo mapa que o grupo tinha em mãos. Dobrar a esquerda, dobrar a direita, subir alguns degraus metálicos. Porém, um novo obstáculo surge quando uma outra câmara revela que a única passagem é através de uma tubulação em que quatro potentes exaustores giram suas hélices como verdadeiras lâminas a filtrar o ar do outro lado.
 
- E agora, como iremos passar? É rápido demais. Estas hélices podem nos cortar ao meio. – Agate comenta temerosa.
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Dom Maio 27, 2018 8:58 pm

Os outros recuam diante de minhas palavras... Não poder liberar meus poderes era frustrante... Saber que cruzar aquilo seria um simples passo, e ter que me esforçar...

Salto a plataforma e aterrisso com sucesso, e com isso garanto a passagem segura de todos...

Olho profundamente para Yubelluna... Ao sairmos desse planeta a teria novamente em meus braços... Juntos iríamos trazer a Raça Saiyajin de volta ao universo...

Seguimos pelos corredores... O local parecia não ter fim... Até que chegamos a uma nova câmara... Hélices poderosas giravam...

Maldição... Esse lugar parece não ter fim... Aqueles vermes passavam por aqui... Mesmo com meu poder oculto sou mais poderoso que todos juntos... Existe uma outra forma de cruzar isso... Busquem nas paredes por marcas

Olharia ao redor das hélices e nas paredes... Usaria o Scouter para analisar o ambiente... Caso não achasse nada... Analisaria o movimento das hélices... Existiria um padrão...

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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Seg Maio 28, 2018 10:51 am

Finalmente depois de um empasse temporário, finalmente avançamos graças ao salto de suzako, não era exatamente difícil mas o medo de cair naquilo e passar sabe-se la quantos dias sem limpar com certeza ascendeu uma luz na cabeça de todos, um flash de inteligencia huhuhu, e assim continuamos nos entranhando através desse lugar, o que mais podemos en...



Depois de alguns passos chegamos a um novo obstaculo, dessa vez técnico, grandes hélices estavam a nossa frente, imagino que sejam resistentes, geralmente essas coisas tem grades na frente para proteger elas, pelo visto descarrilar elas não sera viavel agora em nossa condição aqui.



Olho elas rodando enquanto coço o queixo, escuto Suzako pedir para procurarmos uma maneira;



-Hmpf, é mais fácil do que parece, a resposta sempre esta no único lugar onde não olhamos...



Começo a olhar ao redor em buscar de algo reconhecível para abrir ou desligar elas e continuo;



-Até encontrar ela, não tentem passar, mas se desligarmos elas, calem suas bocas, pois esse tubo poderá amplificar nossa voz através do silencio e não sabemos o que nos espera la do outro lado....



Era mais um teste de atenção, passar ali era mais fácil do que parecia, só precisava achar onde, ou como, vamos descobrir, quem sabe esse parasita ainda lembra um pouco de mecânica básica.



Off: Usar meus conhecimentos de maquinas e procurar uma saída lateral de manutenção ou caixas de força ou qualquer coisa que conecte a essas hélices, gastar 1 ponto de força de vontade, seja para desligar ou reduzir a velocidade delas.
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Ter Maio 29, 2018 2:11 pm

Graças a Suzako a gente consegue passar por essa ponte sem se sujar. Serei eternamente grata a ele por isso. Sigo sempre atrás dando cobertura provisória grupo e conversando com Coraline. 


"Esse lugar não acaba nunca. Achei que a gente estivesse perto do porto"


Andamos por mtus corredores e isso tava cansativo mas um novo obstáculo chega. Hélices em um corredor de ventilação. 


- Rápido Coraline me ajuda a encontrar alguma coisa pra travar essas hélices. Pode ser uma barra de ferro ou uma pedra. 


Vou olhando o chão ao redor pra ver se encontro algo do tipo.
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Qua Maio 30, 2018 12:59 am

_Parabéns Suzako - digo feliz.
Visto minha roupa e sigo o caminho, era mais corredores, mais trabalho.

Helices interrompem a passagem, isso era complicado...

"Se eles passaram aqui deve ter um jeito, Dirac está procurando um interruptor, mas isso deve disparar o alarme, força para travar as helices eles não tem... olho para as mesmas, deve ter uma falha ou um padrão a seguir"


off: uso fdv para analisar
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Qua Maio 30, 2018 10:35 am

O novo obstáculo deixa Suzako irritado, cada um deles atrasando mais a sua partida. Yubelluna segura delicadamente seu braço para que se acalme, olhando para que o Saiyajin não perca o foco logo agora. Suzako então usa seu Scouter para analisar aquele maquinário, e o desenho gráfico na tela lhe informa que a tecnologia funcionava à distância, ligado ao Centro de Comando do planeta. As hélices eram pesadas e se moviam a uma velocidade considerável. Considerando o padrão, seria simples para os guerreiros passarem por elas, mas talvez as sacerdotisas não fossem rápidas o bastante.
 
- Essas hélices não são nada para você. Mesmo se atingi-lo, não lhe causaria mal algum. Mas o mesmo não pode ser dito quanto a nós. – Yubelluna comenta.
 
 
Dirac Baldric olha ao redor, procurando por um painel de comando ou algo ligado aos exaustores para prejudicá-los. Porém, não detecta nada acessível pelas paredes. Pelo seu entendimento avançado de tecnologia, era fácil discernir que aqueles exaustores recebiam comando a distância, e que sua fonte de energia provavelmente os alimentava em algum ponto através do concreto. Também não havia nenhum tipo de caminho acessível, pois interpretando o mapa, a sugestão era que não os usasse por risco de topar com a tropa ou disparar algum tipo de alarme de invasão. O tubo de exaustão era o único meio, mas como passar pelas hélices com aquelas mulheres?
 
- Acho que se não encontrarmos uma forma de travar essas hélices, nós não passaremos. – Quartz diz.
 
 
Theri se mantinha atrás do grupo para cuidar da retaguarda de todos, sendo sempre seguida pela sua fiel Coraline. A guerreira foi a última a entrar na câmara e se deparar com o problema, mas imediatamente uma ideia lhe passa pela cabeça. Junto com sua parceira, a Saiyajin começa a procurar por objetos resistentes a fim de travar aquelas hélices. Porém, nada neste sentido é encontrado por perto, talvez porque os próprios operários do lugar premeditassem esse tipo de perigo.
 
- Vocês guerreiros podem passar por ai facilmente, mas por favor, não nos abandone aqui. Não temos a sua força, mas também somos Saiyajins como vocês. – Coraline pede.  
 
 
Oregan teme que desligar as hélices possa acabar chamando a atenção do Comando Central do planeta. O jovem Saiyajin entende que os membros do povoado não tinham força para parar as hélices, ao contrário dos Saiyajins, então devia haver algum jeito. Mas olhando o movimento das hélices por algum tempo, ele também nota que seria fácil para os guerreiros passarem entre elas, mas impossível para as sacerdotisas.
 
- Se ao menos houvesse a chance de travar essas hélices por um segundo... – Agate lamenta. 
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Qua Maio 30, 2018 11:35 am

Perdíamos anos de vida ali a cada segundo que ficamos parados enquanto todos nos procuram, precisávamos ser rápidos antes que nossos relógios zerem ao nos encontrar precisamos de uma saída, olho ao redor, esse lugar não deve ser diferente de outros exaustores por ai, mas logo ao olhar da pra ver que quase tudo era remoto ali, dava trabalho para manter tudo sob controle mas convenhamos, eles não parecem ser uma especie preocupada com qualidades de vida huhuhu, gigantes nos ombros de gigantes, também não há nada que possa intervir ou parar essas hélices, se fossem quebradas ainda teríamos um tempinho para fugir mas não vou confiar nessa possibilidade.



Nada aqui, nada ali, acesso apenas via remoto, é, vamos ter que improvisar com algo, a tal quartz diz que não outra maneira se não travar as hélices, de fato eu já havia percebido isso, mas não sei se travar quebraria algo dentro do eixo delas, mas pelo visto vamos ter que arriscar.



Elas pedem para que as não deixemos para traz, nós conseguimos ter agilidade para isso, elas não, analiso as hélices, e depois de ouvir isso digo para as garotas olhando para as hélices;



-Hmpf, se esqueceram de quem somos por acaso? ninguém fica para traz. - Digo com certa raiva ao olhar aquelas hélices, viemos tão longe, não será uma maldita pá giratória que irá nos parar!!!



Nessa hora caminho até a primeira hélice, estalo meus punhos, respiro fundo, encaro elas, e analiso seus movimentos, seria algo simples em outras condições, mas aqui, nestas condições seria um esforço especial, seja o que for, vamos lá.



Off: Segurar essas hélices com as mãos para que todos passem, gastar pontos de força de vontade se necessário.
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Qua Maio 30, 2018 11:55 am

Vejo que a ligação é toda pela central... Levariamos dias quebrando o concreto para alcançar a fiação... Isso despertaria suspeitas devido ao dano na estrutura... E impediria a nossa fuga... Ao analisar a rotação das Helices, não eram rápidas o suficiente para nos prejudicar...

Yubelluna toca em meu braço e me recorda que não posso perder a calma...

Nenhum Saiyajin ficará nesse planeta....

Vejo que Dirac iria tentar segurar a pá... Mas peço aos outros...

Iremos segurar as Helices e vcs passam imediatamente... Não podemos travar muito tempo... Ou podemos quebrar e enviarão guardas... Caso não consigamos segurar as Helices enquanto passam... Devemos usar nosso corpo como escudo para elas...

Iria me colocar junto a Dirac e esperaria que os outros dois Saiyajins se posicionassem e então iriamos travar as Helices...

Nada nesse planeta irá impedir a saida dos Saiyajins... E ao voltarmos... Iremos queimar todos...

Iria travar a Helice, caso ela escapasse no momento em que passam... Usaria meu corpo para proteger elas...

Segura a Helice + FdV

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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Qua Maio 30, 2018 6:26 pm

A gente tava meio perdido não dava pra negar e de novo as garotas nos deram uma baita ajuda. As coisas que elas falam soam como dicas e td o grupo entendeu. 


- Relaxa Coraline, ninguém aqui vai deixar vcs pra trás, eu não vou. 


Vendo o que Baldric e Suzako estavam fazendo eu iria passar e apressar as meninas para andarem de pressa, empurraria elas se fosse preciso. 


- Andem logo suas lesmas senão vamos ser descobertas. 


Assim que tds passassem eu iria na próxima hélice fazer o que os dois fizeram e continuar apressando elas. 


Off: 1 de FV pra segurar a hélice.
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MensagemAssunto: Re: Dragon Ball Z - Um conto Saiyajin   Qua Maio 30, 2018 7:07 pm

Um segundo? Olho pra Agate e dou um sorriso:

_Você pediu sacerdotisa vou fazer.

Chego até o local da ultima helice que faltava, tinha que segurar firme até todos passarem.

_Vamos moças, estamos quase livres e logo vocês vão poder se sentirem novamente como devem.

Claro que eu não falava em esquecer o que aconteceu, mas seguiriamos adiante até o dia que nos quatro, Suzako, Theri, Dirac e eu voltariamos para eliminar esses metamorphs.

off: uso fdv
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