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 Comandante Greymorning - O soldado perfeito

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MensagemAssunto: Comandante Greymorning - O soldado perfeito   Sex Dez 15, 2017 12:47 am

Sinopse: Juggernaut está mais uma vez fora de controle, destruindo tudo por onde passa em Washinton dc. Estava tão furioso que derrotou facilmente os X-Men e também a Falcon X. Parecia que nada poderia pará-lo, até que um dos superiores do Comandante Greymorning liga avisando que talvez pudesse lhe dar a arma necessária para conter o Juggernaut, porém, este meio iria modificá-lo para sempre. Pela necessidade de cumprir com o seu dever, Greymorning aceita, e ao chegar ao laboratório indicado, o mutante conhece o Dr. Zolanski, que alega ter sintetizado o soro do Supersoldado, e que o injetando em alguém como Greymorning, a formula poderia melhorar extraordinariamente as suas habilidades. 
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leesiuloong

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MensagemAssunto: Re: Comandante Greymorning - O soldado perfeito   Seg Maio 21, 2018 5:35 pm

O alarme da base tocou, algum mutante ousou interromper meu sono, olho para o lado e vejo Psylocke deitada como se não se importasse com o barulho, na verdade ali era silencioso, mas minha habilidade me permitia saber quando isso acontecia.  Era noite a e luz do luar sobre o corpo de minha amada, quase fazia com que eu ignorasse o alarme, mas eu tinha que cumprir, beijo a face dela, a cubro e saio.
Em pouco tempo chego à sala de comando, Forge estava apreensivo:
_Juggernaut estava à solta e atacando uma cidade, isso não é nada bom, a polícia já foi ao local, mas é nossa jurisdição então vamos designar uma equipe e...
_Eu vou – digo com firmeza -  tenho que praticar um pouco.
Saio sem ouvir o resto, como era somente Forge e eu tínhamos uma relação camarada como dois soldados que lutavam juntos, mas se fosse com mais alguém ali eu aguardaria as ordens.
Chego até a cidade rapidamente, usava nossa sentinela como meio de transporte, ordenei que ele voltasse para base, iria encarar Cain sozinho. Mas o que eu estava pensando? Meus tiros não o afetavam, minha telepatia era inútil, como papel eu sou arremessado longe, a sorte que minha armadura me protegeu, mas mesmo assim estava tonto. Outro soco veio contra meu peito e sinto-me voando, quando repentinamente tudo fica escuro.
Acordo com um home do governo do meu lado, já tinha visto a ficha dele, era de um grupo secreto, daqueles que nunca existiu, mesmo assim era um cientista brilhante.
_Comandante Grey, que sorte você estar bem, essa armadura sua a tecnologia eu nunca tinha visto antes, desculpe, sei que não devo perguntar sobre isso, é altamente confidencial, mas tenho uma proposta. Recentemente desenvolvi um soro quase igual ao do Capitão América, bom, quase, pois ainda é instável e pode  causar danos mentais irreversíveis.
Eu pensava seriamente no que poderia acontecer, nesse momento consigo ver onde estou, e vejo que estou em um lugar parecido com um hospital, mas de certa forma não conseguia usar minha telepatia. Não era por falta de poder, pois conseguia ler a do doutor que realmente estava sendo sincero, mas não conseguia ir para fora da base.
_Pense um pouco comandante, enquanto se recupera, as pancadas foram fortes e deve descansar.
Ligo uma tv que está ali perto, vejo que ele continua seu caminho, como se quisesse algo. Estava descontrolada e os X-Men desde a proposta feita do cadastro estavam omissos. Via pessoas, o exército lutando e nada poderia para-lo.  Meu telefone então toca, bom na verdade era algo em minha mente, uma rede paralela que Forge e eu tínhamos criado com nossos poderes que burlava qualquer sistema de defesa contra psionismo.
_Grey, onde você está, Psylocke não conseguiu te rastrear, mas sentia que você estava vivo. Ela vai enfrentar o grandão lá atrás de respostas, mas sabemos que é inútil ela sozinha.
_Estou bem, apenas em uma base do governo com o Dr. Zolanski que quer me usar de cobaia. Bom se algo der errado, já sabe o que aconteceu.
Eu tinha pouco a pensar, fui atualizado por Forge sobre o que aconteceria e sabia que Psylocke seria morta por ele, ela não tinha uma defesa sólida como a minha e com raiva era muito vulnerável.
Passasse uma hora até que o Doutor volta.
_Eu aceito, mas depois quero ter uma conversinha com você em particular. – digo calmamente
_Sim sim, sempre, caso consiga me achar. –Ele sorri com ironia.
Com a ajuda dele me levanto e caminho até a sala onde faríamos o procedimento, era um tanque cheio de fios, uma tecnologia que me lembrava da segunda guerra, bom o lado oculto dela que não está nos livros e eu aceito.
Entro no tanque a contragosto, mas já havia analisado o que as máquinas faziam e poderia para-las a qualquer instante. Iniciou, fios ligados ao meu corpo, um soro injetado e eletricidade não doíam para ser sincero, isso que me estranhou um pouco, será que era verdade? Novamente eu apago:
_Droga, agora não vou poder...
Desmaio antes de finalizar meu raciocínio, eu queria mesmo era ligar controlar o processo e descobrir mais sobre ele. Esse laboratório do Dr Frankestein. Ao despertar uma enorme falta de ar e frio, assustado empurro uma das assistentes que é jogada longe.  Consigo acalmar minha mente e corro até ela, estava mais rápido do que antes, não era um velocista, mas mais rápido que antes.  Ela estava ao mesmo tempo assustada e feliz com o resultado.
_Venha – dizia o doutor – tem uma sala preparada para você se acostumar com seu novo corpo.
Pego meus equipamentos e digo:
_Vou me acostumar quando derrubar aquele mutante. Onde fica a saída?
_Eu imaginei que fosse dizer isso, então boa noite.
Sinto uma fisgada na nuca e durmo, quando recobro a consciência estou em um helicóptero a caminho de Juggernaut. Minha vontade era de derrubar o helicóptero, mas sabia que era uma medida de segurança dos meus superiores, só que seguindo o plano de voo e lendo a mente dos soldados aqui, sabia exatamente onde a base ficava. Sobrevoamos a até a área onde estava tento um combate, a cena era de um lugar devastado e Psylocke ferida, carros em chamas, postes derrubados, era um caos. Do alto mesmo salto sobre Juggernaut. Minha armadura absorveria a queda e assim chamaria atenção dele.
Fico entre os dois, estava confiante e com raiva, uma que não sentia antes, como se meu orgulho estivesse ferido.
“Você está bem?” - pergunto mentalmente
“Sim, mas enquanto ele estiver com esse capacete eu não vou conseguir derruba-lo”
A estratégia estava montada, eu tinha que tirar o capacete e ela usaria a adaga psíquica e encerraria. Mas, eu teria um trabalho difícil, a sorte era que agora nosso oponente se virava para mim. Eu corria em direção a ele atirando em seu rosto para dificultar sua visão, eram flashes luminosos, apenas para confundir. Salto em direção a ele mirando claramente a cabeça, ele me prende pela cintura, mas isso era esperado, ele apertando minha cintura era algo com que eu arriscaria, sentia que a minha coluna seria destruída se não fosse a armadura era com ela que contava.
Usava minha nova força para tentar arrancar o elmo, era uma disputa de força grande, por dentro da armadura eu estava suando pelo esforço, se fosse fácil ele não seria um oponente muito desafiador,  consigo retirar uma trava e mais ou menos a outra quando ele notando minha tática me larga e agarra meus braços, sinto o alivio na coluna, mas a força dele concentrada em meu braço esquerdo eu tinha medo que não fosse aguentar, mas ainda assim aquentava, soltando um dos meus braços solto totalmente a segunda trava. Tudo caminhava bem, quando ele arranca a armadura dos meus braços  fica complicado. Ele esmagava com força meu braço, que se não fosse a minha nova habilidade seria arrancado, mas quando ele me gira para tentar arremessar atinjo a terceira e ultima trava do elmo, me agarro nela com força e fica quase um cabo de guerra.  Era uma dor forte, contudo eu tinha que conseguir, era comigo que contavam aqui na luta, eu era a frente enquanto a arma secreta estava se recuperando para agir no momento certo, um som de algo quebrando é ouvido.
Meu braço estava quebrado porém quando fui jogado longe usei a força dele para soltar a ultima trava e levei comigo o escudo. Juggernaut veio furioso em minha direção, ele estava praticamente possuído e quando vinha me dar o ultimo golpe ele grita, Psylocke graciosamente e silenciosamente salta acertando sua nuca com as adagas, usando minha mente ajudo a destruir a mente dele que cai ao meu lado.
Eu ria da cena, mas doía bastante meu braço era apenas parte do que era, em instantes o restante do Falcon X chegam e levam Juggernaut, Psylocke e eu vamos para a ala médica, Forge olhava para nós enquanto pensava na loucura de dois encararem aquele mutante.

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Tony.Doomsday

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MensagemAssunto: Re: Comandante Greymorning - O soldado perfeito   Dom Jul 22, 2018 11:11 am

Avaliação Novel Grey

Historia: Vc manteve uma linha de historia muito simples no começo, não desenvolvendo o motivo da invasão de Juggernaut, e não explorando um pouco mais sobre o soro, deixando tudo para o final. Novamente vejo vc mais preocupado em estreitar laços com NPCs, do que desenvolvendo o próprio personagem. Seria interessante ter criado uma trama maior envolvendo o soro e Juggernaut, colocando seu personagem em uma caçada pelo mesmo pela cidade. 5/10

Interpretação: Grey é um personagem que possui um dos poderes mais maleáveis, porém você não o utiliza, deixando apenas como secundário, invertendo a mutação que seria mais acessória e a usando a todo instante. Alem da preocupação com os laços com os npcs, acho que falta tesão pelo personagem, em realmente torna-lo um comandante que veio de um futuro fodido e precisa a todo instante se preocupar para não falhar nessa missão. Talvez a desvantagem que receberá seja mais importante que o beneficio do soro. Vejo um potencial imenso nesse personagem, mas como falamos a todo instante, vc deixa ele como apoio apenas, sendo que teria que assumir mais o manto de Comandante. 6/10

Combate: O primeiro combate com Juggernaut poderia ser mais desenvolvido, mesmo que fosse mais rápido, culminando em uma derrota simples, o arsenal de Grey é muito superior, então vc poderia ter trabalhado mais esse confronto com Grey vendo que mesmo sua capacidade bélica não era capaz de "parar" o Juggernaut. O segundo combate, foi melhor desenvolvido, apesar de que preferiria ver Grey entrando em confronto físico direto com Juggernaut e resolvendo sozinho o combate, para que se fosse imposto um status em um soldado ser capaz de parar o personagem que é sempre descrito na Marvel como um dos mais poderosos. 5/10

Nota: 16/3 = 5xp

Premio: Soro Replica Super Soldado + Desvantagem (Mental) aleatória
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Comandante Greymorning - O soldado perfeito
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