Plano B - A Queda de Metrópolis

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Re: Plano B - A Queda de Metrópolis

Mensagem por Admin em Sex Abr 06, 2018 11:48 pm

Lady Nêmesis, Imperador Dragão e Comandante Greymorning:
 
Ayla não era do tipo que tomava a frente só para defender alguém, muito menos alguém como o doutor Crownford, por quem ela não demonstrava tanto apreço. Mas no calor daquela missão, ela percebe que mesmo não gostando muito, o doutor Crownford era um companheiro, e se coloca entre ele e todas aquelas armas quando os soldados o ameaça. Com sua superaudição, a kryptoniana consegue ouvir os corações daqueles homens acelerando ante a sua ameaça, alguns respirando com mais sofreguidão, outros até tremendo. Porém, eles eram soldados cumprindo ordens, e mantém suas armas apontadas mesmo diante da morte certa.
 
 
As escamas recuam sob a pele de Baran, sua maça muscular diminui, devolvendo-lhe o tamanho e o aspecto normal, semelhante a de um humano incrivelmente forte. Sem suas asas, o deus guerreiro cai entre o doutor Crownford e aqueles soldados, bem ao lado de Lady Nêmesis. Com sua autoridade divina, ele ordena que os soldados abaixem suas armas. O guerreiro consegue sentir o cheiro do medo naqueles homens ante suas palavras, mas algo maior fazia com que eles mantivessem elas de pé. E quando um dos soldados aponta seu fuzil para o deus dragão, eis que surge a jovem menina salva por ele, abrindo seus bracinhos e colocando-se entre o guerreiro e a arma sem hesitar.
 
 
Observando a situação a uma certa distância, Greymorning prefere uma abordagem diferente da de seus dois truculentos companheiros. Ele estabelece um contato mental com Psylocke, sugerindo um plano que soa interessante, mas que estranhamente deixa sua namorada hesitante, temerosa. Dentro da mente dela, Greymorning percebe que nada a assustou naquela invasão, exceto por aquele pedido.
 
“Querido, me desculpe, mas eu sou uma X-Men, e o governo americano não é o maior fã do nosso trabalho. De qualquer forma, as ordens que eu tenho do instituto são para evitar exposição tanto minha quanto dos meus companheiros, e falar diretamente com o presidente vai totalmente contra isso. Me desculpe, Grey, mas eu só vim aqui para ajudar você. Se acha que pode conseguir convencer o presidente a confiar em mutantes, coisa que nem o Professor X conseguiu, eu te apoiarei.”
 
Sem obter uma resposta positiva de sua namorada, Greymorning aproxima-se da confusão. Mas diferente de seus companheiros, ele tenta uma conversa formal com Rick Flagg, de soldado para soldado. Porém, Flagg olha para Greymorning de maneira atravessada, não conhecia a sua posição e nem a sua patente.
 
- Não preciso explicar isso a um civil. Apenas mantenha sua arma baixa, fale para seus companheiros se afastarem e não obstruam mais a justiça. O Dr. Crownford vai para a corte marcial. – Diz o Capitão, mantendo sua arma apontada para o doutor.
 
 
Lady Nêmesis ouve o som de sapatos femininos batendo no chão se aproximando. Imperador Dragão sente o ar se tornar hostil e a animosidade dos soldados da última linha. Comandante Greymorning sentia telepaticamente a aproximação daquela mente tão complexa e cheia de rápidos raciocínios. Os soldados de repente se afastam, abrindo caminho para alguém.
 
- Toda essa hostilidade é desnecessária, capitão Flagg. Você e seus homens podem abaixar as suas armas. – Diz aquela voz que era conhecida por todos, sempre calma e petulante.
 
Era Amanda Waller se aproximando, seu corpo volumoso sempre metido em um terninho feminino impecável. Seu rosto sempre mostrando uma expressão inescrutável, que nunca denunciava nada do que ela estava pensando. Aquela mulher colocou encarcerou durante meses toda a equipe de superpoderosos hoje conhecida como Plano B, mas nem mesmo agora demonstrava qualquer sinal de medo ao parar bem diante dos quatro.
 
- O que o Dr. Crownford fez comprometeu milhões em pesquisa, acredito que ele não pegaria menos de cem anos de prisão. Mas agora isso não é o mais importante... Como podem ver, nós temos uma invasão em grande escala que está se alastrando pelo planeta aos poucos. Tenho comigo soldados capazes de defender Metrópolis com a vida, mas sendo realista, estes homens não são capazes de expulsar os invasores, vocês são. – Ela diz, mantendo um profundo silêncio enquanto olha nos olhos de cada um para não deixar dúvidas sobre sua sinceridade. – Unam-se a mim mais uma vez. Tenho um plano para acabar com essa invasão e vocês tem um grande papel nele. Vamos esquecer o passado e que um dia fomos inimigos. Amanhã pode não haver um mundo para sustentar a nossa raiva um do outro. O que me dizem? – Ela indaga, estendendo sua mão para ser apertada.
 
- Por favor, não. Não façam isso. – O Dr. Crownford implora. – A Liga da Justiça jamais se uniria ao Cadmus, e vocês também não devem. O propósito de vida deles é abater qualquer ser que esteja acima da humanidade, eles podem até estar inclinados a uma união agora, mas é o que farão assim que vocês baixarem a guarda.
 
- Sem o meu apoio e o poder deles, estaremos mortos. Sabe bem disso, doutor. – Amanda alerta.
 
- Não, eu tenho um plano que vai dar certo. Por favor, vamos embora. Não estendam suas mãos a ela. Amanda Waller é como um escorpião. – O doutor alerta todo o grupo.
 
 
Sagnac:
 
- Sim, é possível trazê-lo de volta. A tecnologia do meu mundo permite. – Kara reitera. – Mas o DNA original eu creio que se perdeu para sempre. A explosão que vitimou a Liga da Justiça naquela torre foi tão forte que pode tê-lo matado, e se não o fez, o mais provável é que o tenha jogado para um ponto tão distante da galáxia que o sol amarelo não alcance seu corpo, ferido demais para se recuperar sozinho. Buscas já foram feitas, inclusive por mim. Perdemos o Superman, mas com sua ajuda, quero trazê-lo de volta.
 
Sagnac tinha a resposta finalmente. A ele fora dada a permissão para acessar a tecnologia kryptoniana e realizar aquele milagre. Apesar de não estar tão confiante sobre aquilo, ele dá um passo a frente e os computadores são ativados automaticamente. A criptografia parece um grande desafio no começo, mas logo o coluano encontra um padrão e a desvenda bem o bastante para dominá-la. Todo o conhecimento de um mundo estava na memória daquela máquina, e não é difícil para Sagnac dar entrada para o extraordinário evento de ressurreição biológica.
 
- Eu tentei lutar, mas descobri da pior maneira que força física não é a resposta para resolver a situação. – Kara explica. – Quando uma invasão assim acontece, é preciso que todos os seres se unam em um só organismo e lutem com todas as forças pelo seu mundo. Kryptonianos e outros superpoderosos podem ajudar muito, é claro. Só que a humanidade está com medo. Eles buscam por abrigo e se isolam para salvarem suas vidas enquanto aquelas coisas dominam suas ruas e cidades. Para se unir, humanidade precisa de esperança, Sagnac. E quem melhor para dar esperança a eles do que o Superman?
 
O computador processa todos os dados para realizar o retorno do Superman. Parece que um ser conhecido como Erradicador já havia feito aquilo uma vez e o procedimento estava gravado na memória. Tudo que a máquina exigia era uma grande quantidade do DNA do kryptoniano em sua exata sequência. Kara já havia dito que eles possuíam o DNA, então bastava iniciar as diretrizes iniciais e trazer o portador do DNA para o computador. Porém, quando Sagnac ordena que as diretrizes iniciais entrem em ação, o computador envia um sinal de erro e simplesmente se auto-desliga.
 
A torre mergulha em uma escuridão repentina, como se toda energia dentro dela houvesse morrido por completo. Por mais que se tente, nem mesmo a mais simples luz pode ser ligada em seu interior. Kara se mostra arrasada com essa falha, mas logo um pequeno evento atrai novamente tanto a atenção dela quanto a de Sagnac. O holograma de um homem velho usando um uniforme negro com o símbolo de EL se materializa como a única fonte de luz daquele lugar.
 
-Tio Jor-El? – Kara clama ao holograma.
 
- Kara Zor-El, a ressurreição de um kryptoniano é algo permitido pela lei de krypton desde que em situações especiais. Porém, uma condição nunca deve ser negada para este procedimento. O kryptoniano é ser trazido de volta à vida deve estar MORTO. Este não é o caso de Kal-El. – O homem no holograma explica.
 
- Como assim? Kal-El está morto! – Ela alerta revoltada, demonstrando o quanto aquilo afetava seus sentimentos.
 
O homem do holograma movimenta as suas mãos e um mapa do universo se expande como um pequeno Big Bang. Números incontáveis de minúsculas galáxias se forma em volta de Sagnac. Aquele era um mapeamento completo do universo, tesouro do qual nem mesmo Vetra era dotada. A rede de conhecimento dos kryptonianos era incrivelmente vasta.
 
- Aqui. – Diz o homem do holograma de repente, apontando para uma intercessão entre duas galáxias desconhecidas. – Esta fortaleza é capaz de rastrear o DNA de qualquer kryptoniado registrado no códex. É exatamente neste ponto que Kal-El se encontra.
 
Aquilo era impossível. Nada sobrevivia a uma intercessão entre duas galáxias. Não passava de um vácuo incrivelmente escuro e frio, longe demais de qualquer estrela para se tornar um ponto de interesse. Nenhum tipo de organismo que Sagnac conhecesse era capaz de sobreviver em pontos assim. Porém, Kara não tinha tais conhecimentos, e demonstrando fé ela se aproxima do ponto indicado e dá um zoom. Algo parecido com um planeta órfão exalava uma espécie fogo negro em forma de gêiseres gigantes, gerando sua própria energia.
 
- Não pode ser... – Kara exclama assustada. – Apokolips! 
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Re: Plano B - A Queda de Metrópolis

Mensagem por art016 em Sab Abr 07, 2018 1:00 pm

Com a autorização dela eu começo a mexer na maquina, tecnologia complexa para sua época, mas ainda sim, uma maquina, enquanto mexo ela diz sobre suas dificuldades e problemas, sobre como tentou resolver na base da força e viu que não dava os resultados esperados;



-Bom senhorita de fato, isso não é o tipo de problema que se resolva com uma simples braço forte, talvez nem se vocês tivessem um plano preparatório ajudaria, afinal como disse um grande lutador humano "todo mundo tem um plano, até levar um soco na cara", e eles tem números e força o suficiente para nos "socar" na cara a vontade, mesmo se reagissimos a tempo, isso não é uma luta convencional, então vamos dar uma resposta nada convencional...



Ela conta sobre o evento catastrófico que levou a destruição da torre que vitimou a tal liga da justiça, ela diz sobre as possibilidades;



-Hmm improvável senhorita, se essa explosão tivesse força pra lançar ele para fora da galaxia, esse planeta não teria mais vida, talvez nem existisse mais só pela descarga de energia da explosão necessária para isso...



Depois de um tempo finalmente consigo ativar tudo que era necessário, parece que alguém chamado erradicador já havia feito isso antes. erradicador? Nome um pouco intimidador para referencia, espero que esse homem não venha como esse tal erradicador queria, se for o que o nome aparenta... Bom vamos lá, espero que de certo, mas logo as luzes se apagam, o computador desliga e a esperança desaparece do olhar da garota quando ela falava sobre a importância de trazer o Superman de volta, mas do meio da escuridão um holograma de luz avermelhada surge e um homem de negro aparece com o simbolo de "S", ela prontamente o identifica, ele logo diz que não foi uma falha mas uma especie de safe switch, isso impedia que o processo de trazer o kriptoniano continuasse, ele teria que estar morto, isso me deixa um pouco frustrado, pois com esse planeta em risco, onde ele estaria...



Ele então mostra um mapa desta era do universo visível, e em um ponto distante, não referencia exata, ele aponta que o tal Kal-El estava vivo, em planeta imfame, dominado por um déspota e diversos de seus lacaios de poder quase sem paralelos, Darkside, segundo meus registros, com um tom meio consternado digo;



-Desculpe me intrometer mas o que ele estaria fazendo ali? Ou o tal Darkside está morto ou algo muito errado esta acontecendo, pois pelo pouco que percebi e sei sobre este universo, não creio que ambos ficariam vivos no mesmo lugar sem um bom motivo se não um confronto, principalmente neste planeta, mas...



Em direção a ambos;



-Temos uma invasão planetária ocorrendo, a uma distancia dessas nas regiões desconhecidas do seu universo observável, seria impossível de chegar lá por meios convencionais deste universo, mas se ele está lá, duvido muito que o que fez a tal liga da justiça desaparecer seja apenas uma explosão...



Cruzo os braços e pensativo digo;



-Com todo respeito Senhorita Kara, senhor Jor-El, e a Kal-El, mas nessa situação devo ser sincero, espero que o consciente coletivo humano não esteja morto a ponto de colocar todas as suas fichas num único homem, por que se essa situação tão incomum for tão grave quanto parece, vamos ter que lutar, de forma como nem mesmos esses funestos esperam, não com força, mas com o inesperado, a questão é quais são nossas opções agora?



Abaixo meu capuz, destravo meu capacete e retiro ele, revelo meu rosto, respiro fundo um pouco o ar de fora...



-Meu nome aqui é Sagnac, minha identificação real é Brainiac 28B, eu vim em paz a esse universo, de fato o universo não é estranho como supomos mas mais estranhos do que podemos supor, coluanos exitem, ou existiam, naquele universo assim como no de vocês, mas eramos diferentes, lá lutávamos para impedir nosso tecido espaço-tempo moribundo de entrar em colapso, tentamos salvar todas as formas de vida que ainda existiam, isso quando dava tempo, chegávamos a construir estações de sobrevivência e até a arrastar buracos negros para fora de rota de sistemas inteiros...



Me aproximo do mapa;



-Podem imaginar um universo observável centenas de milhares de vezes mais largo que este, mas com nem mesmo 1% dessas galaxias? Era uma existência problemática sim, o nosso se expandia a velocidades irreais para seu povo hoje, eu não era o único, e espero que não seja ainda, outros como eu cruzavam universos e iam a todos os lugares para encontrar uma solução, voltar no tempo não era possível lá, no fim muitos fugiam para outras realidades, eu acabei preso nesta realidade quando minha nave teve o sistema de deslocamento dimensional danificado, mesmo se meu universo existisse ainda, não haveria como concertar nessa era para voltar para lá, não ha materiais necessários e muitos são impossíveis aqui nesta era, talvez em nenhuma outra pois apesar de estranhas coincidências, nossos universos são muito diferentes, estou preso aqui, bom estaria se tivesse para onde voltar, a essa altura meu universo já deixou de existir, então adotei essa realidade como meu lar...



Me viro para eles;



-Esse planeta como lar...



Olho para eles nos olhos, digo com um pouco de raiva...



-Vi especies inteiras morrer, vi um universo morrer!!! E não pude fazer nada para impedir, não vim para cá para ver outra especie morrer sem poder fazer nada, tem que ter outra opção!!!



Respiro fundo e fecho os olhos por um instante, digo;



-O que nos resta fazer agora para salvar este lugar.



Olho para eles nos olhos, não sei o que esperar, mas não temos tempo para cautela, depois de ouvir eles eu coloco meu capacete de volta e aguardo.
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Re: Plano B - A Queda de Metrópolis

Mensagem por Nemesis. em Dom Abr 08, 2018 10:15 am

Amanda nos propõe um acordo. Não consigo acreditar na cara de pau dessa mulher. Depois de nos trancafiar naquela base e tentar nos matar ela ainda tem coragem de aparecer na nossa frente e falar em uma aliança. Nem se esse mundo fosse ser dividido ao meio eu apertaria a mão dela.
 
- Precisamos msm de vc? E quando vc não precisar mais de nós vai atirar nas nossas costas e tentar nos controlar? Não obrigada.
 
Seguro o braço de Crowford e forço ele a vir comigo. Queria ver se algum soldado iria atirar. Se atirasse eu iria me colocar na frente pra proteger ele.
 
- Vc tem msm mta coragem pra aparecer assim na minha frente depois do que vc fez. Só não vou te matar agora pq essas pessoas ai dentro precisam de ajuda mas é melhor dormir de olhos abertos Amanda.
 
Olho meu grupo pra saber se eles concordavam comigo ou aceitariam aquela proposta.
 
- Aqueles de vcs que aceitarem o acordo dela é melhor me considerarem uma inimiga daqui pra frente. Vamos doutor.
 
Iria partir com o crowford pra onde ele pretendia levar o grupo.

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Re: Plano B - A Queda de Metrópolis

Mensagem por Tony.B em Seg Abr 09, 2018 11:40 am

Vejo como os soldados tremem diante de mim... Mas eram bravos... Se mantinham firmes, mesmo diante de um Deus...

A pequena garota aparecia a minha frente... Me abaixo colocando a mão em seu ombro e a conduzindo para que fique junto ao Doutor... Caso precisasse lutar, não a queria na linha de frente... Não enquanto não a treinasse para usar o simbolo de Diana com orgulho...

Ouvimos os soldados se afastarem e deixarem alguém passar... Logo vejo aquela mortal que nos prendeu na base... Ela caminha como uma verdadeira guerreira entre os soldados... As suas palavras cortam as ordens e ela nos pede por auxilio...

Me aproximo dela e falo...

Me confundes com um dos seus mortais soldados ? Eu sou um Deus... Suas palavras e ordens não valem para mim... A unica razão para eu não separar o seu corpo agora... É que no momento, protege essa terra... Partirei com o doutor e a garota... E rogo a mãe dos Dragões que não tente me impedir... Ou encontrará o seu fim...

Empunho a minha espada e lanço um olhar aos soldados... De forma a desencoraja-los de pensar em fazer algo...

Iria conduzir o doutor e a garota para o veiculo e aguardaria junto o soldado para conduzi-lo... Dessa vez iria junto a eles no fundo...

Seguiremos... Temos um mundo a salvar... E minha espada anseia por combate...

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Re: Plano B - A Queda de Metrópolis

Mensagem por leesiuloong em Dom Abr 15, 2018 12:13 am

Olho para o Capitão Flag:

_Abaixo você a arma, não está me reconhecendo, sou o Comandante Greymorning. - digo serio.

Crio com ajuda de Psylocke um elo mental com o grupo e digo em pensamento:

"Vou dar um serviço pra ela, se preparem para irmos embora, vou manter a comunicação aberta para que vocês saibam o que está acontecendo"

Para Psylocke em particular, "leia a mente dela".

_Amanda Weller, que bom ter lhe encontrado, vamos ter uma conversa longe desse povo;

Afasto-me com ela a uma distancia onde poderiamos conversar em tom baixo sem que ninguem importunasse, claro que verificaria se teria algum bloqueador psiquico antes.

_Então,nós sabemos o que aconteceu e de certa forma admiro sua fibra. O mundo precisa de pessoas como você, mas tenho duas coisas para falar, uma é que você precisa olhar mais ao seu redor, não falo do Rick e o seu esquadrão, mas quem está acima de você, eles não são tão praticos assim, pense fora da caixa. E segundo, considere feito esse trabalho de eliminar a invasão, em troca queria que procurasse um desertor, coronel Striker.

Passo para ela informações que possuo sobre Striker, de esconderijos a nomes falsos.

Após a conversa volto para meu grupo, e digo:

_Vamos temos um planeta para salvar.

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Re: Plano B - A Queda de Metrópolis

Mensagem por Admin em Dom Abr 15, 2018 10:04 pm

Lady Nêmesis, Imperador Dragão e Comandante Greymorning: 


Ayla se mostra indignada com a coragem de Amanda Waller em aparecer propondo uma aliança depois de manter o grupo prisioneiro em uma base subterrânea. A kryptoniana indaga sobre as intenções da humana, e questiona o que será do grupo quando Waller não precisar mais deles. Amanda se mantém em silêncio o tempo inteiro, mesmo frente a ameaça de Lady Nêmesis. Quando Ayla apanha o Dr. Crownford para se afastar, um dos soldados ameaça apontar o fuzil em sua mão com mais veemência e proferir uma ordem, mas Waller o impede com um gesto, permitindo que a kryptoniana se afaste com o doutor.
 
- Não somos amigas, kryptoniana, e nunca seremos. Mas às vezes a vida nos força a engolir o orgulho e nos sentar a mesa com quem detestamos. Pense no assunto. – Amanda pede.
 
 
Baran pousa sua mão rígida sobre o ombro da menina, fazendo com que ela se afaste com alguma relutância. O guerreiro era ameaçador, e logo monopoliza todas as miras daquelas armas. Porém, os humanos recuam não diante da sua vontade, mas sim daquela mulher que os confinou em uma masmorra tecnológica recentemente. O Imperador Dragão se mostra insultado com a postura dela, esbravejando contra Amanda Waller sem no entanto fazer com que ela mude sua expressão.
 
- Deuses vivem para o seu próprio prazer, mas até eles precisam olhar para os humanos de vez em quando. Zeus, Osíris, Quetzálcoatl... Todos perderam seu contato com a humanidade, todos foram esquecidos. Não cometa o mesmo erro, Imperador Dragão. – Amanda sugere.
 
 
Greymorning lança um olhar atravessado para Rick Flag, ordenando que o mesmo abaixe a sua arma. O Capitão sustenta o frio olhar para o mutante, mas abaixa a arma devido ao respeito que todo companheiro da classe militar deve manter um para com o outro. Entre todos aqueles soldados, ninguém menos do que Amanda Waller havia surgido, demonstrando estar no comando daquela base. Diferente de seus colegas que a rejeitaram, Greymorning pede uma conversa a sós. Com um gesto para que a seguisse, ela aceita, embora os soldados se mostrem surpresos e relutantes em ter que deixar a diretora sozinha com um potencial inimigo.
 
- Acredite, comandante, a única pessoa que está acima de mim neste momento é o presidente dos Estados Unidos. Apesar de ele não ser a pessoa mais querida da América e ter um temperamento um pouco forte, ele é um bom homem. Pode acreditar em mim. – Ela diz quanto ao seu primeiro aviso. – Não tenho tempo para procurar desertores agora, comandante, e nem é essa a minha missão. Se você quer aniquilar a ameaça alienígena, tem que ser do meu jeito ou nada feito.
 
“Grey!”, Psylocke o chama mentalmente. “Estou lendo a mente dela, e encontrei algo que parece interessante. Essa mulher foi contatada por alguém que se diz líder dessa invasão. Eu não consigo vê-lo, apenas ouvir a voz trovejante dele. Antes deste encontro, esse ser fez a ela uma proposta: Irá converter a humanidade em seus escravos ao invés de destruir o planeta, desde que ela o entregue algo chamado o monstro Apocalipse... Pelo o que estou vendo, ela ainda não aceitou, mas está com medo e em seu subconsciente está considerando aceitar a proposta”
 
 
Justiceiro Solitário e Superboy unem-se à Lady Nêmesis e Imperador, que seguem até o caminhão agora vazio e de volta ao seu formato original. Um dos soldados quis obrigar a pequena garota a permanecer na base, onde era seguro, mas ela livrou-se do seu domínio e chutou sua canela, correndo na direção de Baran e do grupo. O Dr. Crownford senta-se no banco do motorista, enquanto a menina se senta ao seu lado.
 
- Obrigado por terem rejeitado o convite da diretora Waller e se unido a mim. – Diz o doutor. – Sei que o convite dela é bastante tentador, mas prometo que não irão se arrepender. Só precisamos chegar em segurança até a Sala da Justiça.
 
Após um tempo, o Comandante Greymorning e Psylocke finalmente se unem ao grupo. Todos estavam prontos para partir, é o que fazem quando o Dr. Crownford dá a partida no caminhão. Justiceiro Solitário sobrevoa o veículo, enquanto o Superboy se mantém sobre o compartimento de carga com seus braços cruzados e um olhar sisudo. Parece que a ideia deles era proteger o caminhão da mesma forma que fizeram ao trazê-lo para a base.
 
Com a autorização de Amanda Waller, o caminhão atravessa o cerco de soldados em direção as ruas da cidade. Impressionante como em tão pouco tempo Metrópolis foi destruída pelos Warzoon. Vidros quebrados, carros em chamas ou abandonados, ruas completamente vazias. Uma escuridão jamais vista pairava pela cidade, forçando alguns poucos postes de luz ainda em funcionamento a trabalhar mais cedo do que deveriam. A viagem ameaça ser tranquila enquanto cruzam as três primeiras esquinas. Porém, logo o grupo começa a ouvir o som das turbinas dos Jet pecks dos Warzoon se aproximando. Um grupo de onze daqueles seres começa a sobrevoar a área, apontando suas armas para os heróis.
 
 
Iniciativa:
 
1° Justiceiro Solitário: Raciocínio + Prontidão + 1D = 19
2° Comandante Greymorning: Raciocínio 3 + Prontidão 1 + 1D (10)  = 14
3° Warzoon: Raciocínio + Prontidão + 1D = 12
4° Imperador Dragão: Raciocínio 3 + Prontidão 3 + 1D (5) = 11
5° Psylocke: Raciocínio + Prontidão + 1D = 9
6° Lady Nêmesis: Raciocínio 3 + Prontidão 3 + 1D (2) = 8
7° Superboy: Raciocínio + Prontidão + 1D = 7
 
 

Status:

Comandante Greymorning: 15 pvs/ Energia 5/ FdV 3
 
Imperador Dragão: 98 Pvs/ Energia 2 / FdV 5
 
Lady Nêmesis: 75 Pvs/ Energia 3/ FdV 5
 
Justiceiro Solitário: ?? Pvs/ Energia ?? -1/ FdV ??
 
Superboy: ?? -9 Pvs/ Energia ?? -7/ FdV ??
 
Psylocke: ?? -9 Pvs/ Energia ?? -7/ FdV ??
 
 
Warzoon: 1: ?? Pvs/ 2: ?? Pvs/ 3: ?? Pvs/ 4: ?? Pvs/ 5: ?? Pvs/ 6: ?? Pvs/ 7: ?? Pvs/ 8: Pvs/ 9: Pvs/ 10: Pvs/ 11: Pvs


 
 
Sagnac:
 
- Me desculpe. Este conhecimento está além da minha programação, eu sou apenas uma consciência artificial para auxiliar os membros da Casa de El nesta fortaleza. – Diz Jor-El a Sagnac. - Porém, asseguro-lhes de que a assinatura está correta. Kal-El se encontra neste setor do nosso universo.
 
- Isso é impossível! Então foi Darkseid quem explodiu a Torre? – Questiona Kara.
 
O diálogo entre os dois é interrompido quando Sagnac dá a sua opinião sobre os fatos, e como que para dar mais força às suas palavras, o coluano decide retirar seu capacete e revelar sua verdadeira identidade. O rosto sempre passivo da consciência artificial se modifica para algo alarmante, e ao mesmo tempo a torre entra em modo de alerta.
 
- Ativar defesas. Ameaça de nível dez presente! – Alerta Jor-El.
 
- Não, tio. Por favor, ele não é uma ameaça. Sagnac me ajudou. – Kara intervém em favor do coluano, colocando-se a sua frente.
 
- Não estou me referindo a Sagnac. Eles estão aqui! – Jor-El alerta de maneira dramática.
 
Ao fim do aviso da consciência artificial, toda a fortaleza começa a tremer, denunciando um ataque esterno. Fragmentos do cristal que compõe a estrutura do lugar começam a chover sobre a cabeça dos presentes. No comunicador de Sagnac, Vetra lança um novo alerta.
 
“Senhor, um pequeno contingente dos seres conhecidos como Warzoon se aproxima em uma ofensiva aérea. Quais as ordens?”
 
- Tio Jor-El, desative as defesas. – Kara ordena.
 
- Mas, Kara, esse é o procedimento padrão para quando inimigos atacam a torre. – Jor-El lembra.
 
- Protocolo 2487056. – A kryptoniana diz com uma frieza surpreendente.
 
- Protocolo ativado. Kara Zor-El no comando. – Jor-El confirma de maneira automática.
 
- Vetra está lá fora. Você vem ou fica, Sagna? – A kryptoniana indaga, caminhando até o lado de fora.
 
Voltando ao lado de fora da Fortaleza da Solidão, Kara e Sagnac, lado a lado, se deparam com um enxame de dez daqueles alienígenas hostis. Com seus jetpecks nas costas e suas pistolas blaster em mãos, eles pousam entre a fortaleza e a nave, constituindo uma ameaça para a dupla. E com movimentos sincronizados, eles avançam...
 
 
Iniciativa:
 
1° Sagnac: Raciocínio 15 + Prontidão 3 + 1D (1) = 19
2° Supergirl: Raciocínio + Prontidão + 1D = 8
3° Warzoon: Raciocínio + Prontidão + 1D = 5  
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Re: Plano B - A Queda de Metrópolis

Mensagem por art016 em Seg Abr 16, 2018 1:06 pm

Como era esperado, suas respostas eram limitadas, não devia ser uma inteligencia artificial muito nova, ou não possuía permissão para raciocínio próprio, era m inteligencia virtual na verdade, eu já imaginava, mas antes de continuarmos, os sistemas de defesa são ativados na base, a senhorita se coloca entre eu e a inteligencia virtual, são coluanos tão perigosos assim? Não, apenas as defesas contra invasores, os tais warzoons chegaram, escuto Vetra chamar;



-Atirem em qualquer um deles que se aproximar de você por favor, eu vou tentar abater os outros que estão aqui, fique de olho e me avise de qualquer coisa- Aviso para ela.



A senhorita pede para que eu acompanhe ela, ela mesma acha que o tal Darkside pode ter detonado a bomba, enquanto sigo ela eu digo;



-Grato pela sua proteção senhorita, mas para onde vamos agora senhorita? Se minha nave pode chegar lá, eu também posso, mas essa explosão, pode sim ter sido causada por esse Darkside, senhorita isso afastou a atenção do povo deste planeta, não creio que seja isso que tenha acontecido, mas talvez, só talvez, essa explosão não passe de um miss direction, um golpe, a maneria como se refere a esse homem, ao povo dessa liga que disse, demonstra claramente como eram importantes para o povo deste lugar, simplesmente sumir com eles não causaria tanta confusão quanto causar uma explosão para que todos olhassem, para que todos os vissem queimar, enquanto todos se recuperam do trauma de perder essas pessoas de maneira tão violenta, Kal-El esteve esse tempo todo nesse outro planeta com esse déspota sem que ninguém se pergunta-se o porque nenhum resto mortal ainda foi achado, e pela historia infame de Darkside, duvido muito que Kal-El ficaria todo esse tempo lá, isso é só uma suposição, mas creio que a unica vitima fatal dessa explosão foi a confiança do povo deste planeta senhorita, entende o que digo? É cedo para qualquer hipótese, mas sem provas, qualquer coisa deve ser considerada, mesmo a de que ninguém tenha morrido nessa explosão, isso talvez respondesse uma pergunta, mas geraria muitas outras, parece que um pelotão nos aguarda, não temos outra escolha a não ser lutar contra eles, não posso mandar Vetra atirar se não essa construção seira atingida, vamos abate-los, não se preocupe senhorita eu estarei  ao seu lado o tempo todo,,...



Nessa hora ativo o sistema de camuflagem da armadura, logo quando saímos, vemos uma grupo de dez Warzoons;



Eram dez, é seria um pouco apertado, mas teríamos que improvisar.



Off: Ficar invisível antes de sair.


4 Disparos na cabeça dos warzoons, gastar 3 pontos de energia, atingir o primeiro, se ele cair antes, disparar no segundo.


Pedir para vetra atacar com os tentáculos algum deles.


Última edição por art016 em Sab Abr 21, 2018 12:59 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Plano B - A Queda de Metrópolis

Mensagem por Tony.B em Qui Abr 19, 2018 10:13 am

Relutante... A menina se coloca atras de mim... Via nela a força Amazona crescer... Logo ela empunharia uma espada e batalharia ao meu lado...

Os soldados viram suas armas em minha direção... Mas logo a abaixam diante da presença da mortal... Ela não muda sua postura diante de minhas palavras... Apenas me fala sobre como os outros Deuses abandonaram a humanidade...

Ignoro a sua palavras e sigo para o caminhão junto a garota... Vejo que o comandante sai com a mulher... Ouço suas palavras em minha mente... Mas me manteria vigilante... Conhecia como Loki, o deus da trapaça, brincava com seus oponentes falando em suas mentes falsas verdades...

Logo seguimos pelas ruas... Vejo a cidade que Diana protegia destruída pela invasão dessas criaturas... Não demora muito e logo vemos outros surgirem... 

Empunho a espada e falo ao soldado...

Mais dessas criaturas inúteis... Não podemos lutar contra elas o dia inteiro... Precisamos enfrentar seu líder...

Manteria minha lamina pronta a defender os tiros... E então saltaria contra uma das criaturas, desferindo um corte com minha espada de cima a baixo em seu corpo... Ao pousar iria saltar novamente contra outra delas, partindo o seu corpo na cintura...

Morram criaturas... Avise ao seu líder que venha enfrentar o dragão ao invés de enviar vcs para serem mortos sem esforço...

Defletir todos os tiros disparados ao grupo e veiculo e atacar Warzoon 9 e 10 com Voo do Dragão

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Re: Plano B - A Queda de Metrópolis

Mensagem por Nemesis. Ontem à(s) 3:53 pm

Que abuso dessa humana vir me julgar como se eu fosse fraca de carater como ela. Não me uno a quem eu não gosto, nem a morte ou o bem maior me obriga a isso. 


"É importante pra mim salvar esse mundo, é o único que eu tenho pra viver agora, mas isso não quer dizer que eu preciso salvar os humanos"


Quando o caminhão parte eu fico voando ao redor dele pra fazer a segurança e algumas ruas depois aqueles surgem de novo pra uma nova surra. 


- Se eles não se cansam nós tbm não!


Iria voar e socar quatro inimigos.

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Re: Plano B - A Queda de Metrópolis

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