Plano B - A Queda de Metrópolis

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Plano B - A Queda de Metrópolis

Mensagem por Admin em Seg Dez 04, 2017 11:49 pm

Plano B - A Queda de Metrópolis


Imperador Dragão, Lady Nêmesis e Comandante Greymorning:
 
Começou com os sinais de TV sendo cortados de repente. As pessoas estranharam o ocorrido e então pegaram seus telefones, mas logo descobriram que os sinais de rede e a internet também foram cortados. Com todos os meios de comunicação fora do ar, as pessoas decidiram sair para a rua para tentarem entender o que estava acontecendo, e foi quando viram o que pensaram ser estrelas cadentes voando para todos os lados. Alguns mais ingênuos até fizeram seus pedidos, só que aquelas luzes no céu começaram a cair, destruindo casas, amassando carros, esmagando passantes desavisados.
 
Uma chuva de satélites incandescentes caíam pelos céus de todos os pontos do mundo, retrocedendo a civilização humana em dezenas de anos. Até aí, as pessoas estavam apenas confusas, e só começaram a ficar assustadas de verdade quando aquela sombra gigantesca bloqueou completamente o sol, transformando o dia em uma noite eterna. “O que está acontecendo?” as pessoas gritavam umas para as outras, sem saber como agir. E foi aí que a invasão começou... Um enxame com milhares de alienígenas em trajes de combate desceu dos céus como uma nuvem de vespas atacando tudo que viam pela frente. Homens foram desintegrados por suas armas laser, mulheres foram brutalmente atacadas e até as crianças indefesas provaram da violência daqueles seres.
 
“Chamem a Liga da Justiça, chamem o Superman”, muitos diriam, mas num misto de medo e tristeza, as pessoas se deram conta de que seus heróis já não viriam para protegê-los. Quem salvaria a raça humana daquela ameaça? A esperança havia morrido? Talvez não... Pois na praça de Metrópolis, durante o funeral do Superman, quatro indivíduos superpoderosos ainda estavam de pé, prontos a oferecer resistência contra aquela terrível invasão. As pessoas no funeral fugiram desesperadas, deixando os quatro junto do doutor Crownford à própria sorte contra aquele enxame que os cercava. Aqueles seres pareciam uma mistura humanóide de réptil com inseto, pois possuíam uma escamosa pele vermelha com dois grandes olhos amarelos semelhantes aos das moscas. Estavam vestidos em trajes metálicos, com foguetes que lhes permitia voar e pistolas laser cujo tiro era capaz de queimar um humano até os ossos.
 
- Minha nossa, o que faremos agora? Estamos cercados! – Pergunta o doutor, nervoso com a situação.
 
Somente uma das pessoas no funeral não havia fugido, aquele garoto que contemplava a estátua do Superman. Ele parecia congelado em meio àqueles seres, sem saber o que fazer. Atrás dele, o monumento do maior herói da terra observava a cena em sua pose gloriosa. Iria ele ver o mundo protegido por novos defensores ou apenas ver a Terra queimar bem diante de seus olhos de pedra?




Panorama:


 
 
Sagnac:
 
Preso em um mundo primitivo, cercado por um mundo de gelo conhecido como o Ártico. Este parecia o destino de Sagnac, que nem com sua mente extremamente avançada via meios de libertar-se da prisão que a Terra se tornou para ele. Só lhe restava ter paciência, esperar que os anos se passassem o bastante para que a tecnologia humana avançasse ao ponto de construir ao menos um protótipo das peças que ele precisava para a sua nave. Quanto tempo isso levaria? Impossível calcular.
 
Então Sagnac resolveu preservar-se, entrando em um estado de hibernação para que sua preciosa mente não sofresse qualquer tipo de degeneração enquanto esperava pelo passar das décadas. Porém, em algum ponto de seu sono Vetra o desperta com um sinal de alerta, acusando um perigo que poderia colocar a sua integridade junto com a da nave em risco. Leituras do computador central mostram que aquele mundo estava sob um ataque devastador, uma invasão repentina de uma raça alienígena que estava causando destruição por todo o globo terrestre. Então Vetra solta um alarme ainda mais intenso, anunciando um perigo de categoria 10.
 
Sagnac sabia o que isso significava ataque próximo, e ao dar um comando para que Vetra focasse no perigo e lhe trouxesse imagens, o coluano vê o exterior do Ártico depois de muitos anos, escuro embora ele soubesse que na contagem de tempo daquele mundo não passava de 13h da tarde. Isso era estranho, mas sua atenção era chamada quando Vetra trás imagens do perigo que se aproximava. Um enxame daqueles seres estava se aproximando pelo ar a meio quilômetro de distância, voando através de propulsores a jato. Eram humanóides revestidos por escamas rubras, com grandes olhos amarelos. Vestiam trajes metálicos e reluzentes. Estavam se aproximando em grande velocidade, mas embora ainda estivessem a alguma distância, disparavam intensamente contra alguma coisa que voava próxima ao enxame. Estavam perseguindo alguém, ao mesmo tempo em que se aproximavam da nave.
 
- Senhor, parece que não somos os alvos primários, mas embora eu não tenha sentimentos, temo que se nos descobrirem, demonstrarão um interesse hostil pela tecnologia que portamos. Sugiro um ataque preventivo. – Diz Vetra. 
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Re: Plano B - A Queda de Metrópolis

Mensagem por art016 em Qui Dez 07, 2017 5:49 pm

Existência, o que mais em toda criação precisa ser provada todos os dias para se ter algum valor? Enquanto nossa especie orbitava eras em buracos negros, em sua própria velocidade, o universo em que existíamos caminhava implacável ao seu destino irreversível, construímos mentes mais avançadas, usamos as ultimas estrelas como baterias para nossos equipamentos, o universo era um lugar escuro, estava se rasgando ao esquecimento, nos preservamos para atrasar o mais inevitável até que nem mesmo isso poupou os invisíveis devoradores que fizemos de lar e que eram tudo que restavam no fim das contas, existência essa alheia a nos enquanto moldávamos, planejávamos, construíamos, descobríamos e inventávamos novos materiais, era a busca para salvar o irrecuperável, eramos a ultima centelha de "vida" lutando contra o fim da própria existência, difícil medir em escalas de tempo? Difícil explicar como algo que não precisava existir veio a existir, e deixou de existir com o mesmo furor que se originou, do nada ao nada com toda pompa e ira, existência essa que esta sobre provação neste planeta agora, não apenas aquela do dia a dia, mas uma bem incomum, talvez, mais evitavel do que a nossa, números não parecem promissores, mas faz parte do dia a dia deste lugar provar que não é apenas de números que a existência depende.



Os sinais de alerta provocam o meu despertar, essa nave tinha muita tecnologia, mas muitos dos materiais não existem ainda ou talvez não existiram nesse universo sem intervenção, eu precisava descobrir similares e meios de improviso, mas, isso seria improvável de todas essas formas, mesmo se eu conseguisse, para onde eu iria? Vetra aponta que este lugar está sobre ataque, um grande objeto eclipsa a luz da estrela desse planeta, não pode ser uma ocorrência natural de proporções planetárias, as orbitas não acusavam alterações provocadas por corpos celestes invasores, era uma invasão sim de grandes proporções, está nave voa ainda mas levaria horas se não dias para reaquecer todos os motores, alem do mais é mais viável ajudar na defesa desse lugar agora, não outro planeta viável em anos luz, seria uma viagem arriscada no escuro, para uma nave em estagio de desamparo como essa, quando a prisão se torna seu único lar, no radar, diversos alvos os de características bélicas estavam atirando em um alvo menor não identificado ainda que vinha em nossa direção, era raro algo vir até aqui, os tempos andam estranhos de qualquer forma.



-Vetra bate de alvos com características ofensivas autorizada com o uso dos Thanix, evite o alvo perseguido, D3 existe identificação do alvo e ponto de foco da invasão neste planeta.



Sentimentos são reações interpretadas e experimentadas através da química do cérebro, de fácil programação se conhecer as regras básicas, mas as filosofias e hábitos atreladas podem trazer complicações, nada que algumas formulas não resolvam e o resto venha de aprendizado dinâmico, em resumo, medo é uma reação, coragem é uma escolha.



Era claro que esse planeta era um imã de contendas, mas aquilo não pode ser um planeta natural, num sistema tão ordenado como esse, seria fácil prever colisão com exo-planetas, e se for mesmo o que imagino, esse lugar caminha para uma provar o valor de sua existência.



Off: Ativar sistema de defesa da nave contra os alvos com escamas, enquanto isso eu me equipo.
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Re: Plano B - A Queda de Metrópolis

Mensagem por Tony.B em Qui Dez 07, 2017 5:50 pm


Contemplava o nascer do sol... Após sair da base, descobrir que minha Princesa havia caido em batalha... De inicio senti a furia em meu peito e rumei para uma montanha perto... Deixei o poder do dragão devastar o terreno a minha volta...

Não pesava em meu peito a tristeza da sua morte... Pois guerreiros morrem... E morrem lutando... Pesava o fato de eu não estar ao seu lado... Cruzando espadas com o inimigo e perecer ao seu lado...

Contemplo a espada cravada no chão... Havia vindo a esse mundo para aprender com Diana a ser um Deus dentre mortais... Mesmo podendo cortar o inimigo a frente, saber quando erguer a arma e quando a abaixa-la... A saber o que proteger...

Sinto o vento passar pelo meu corpo... Me lembro de Tinker... Ela morrera para me mostrar o caminho que eu estava trilhando... E Diana agora morrera protegendo a terra...

Vejo o sol surgindo e iluminando a terra a frente...

Tudo aqui é diferente de Faerun... Os mortais levam vidas estranhas... Colocam suas almas em coisas inuteis...

Seguro no cabo da espada e penso...

Em meu peito ainda arde a chama de me erguer acima desse mundo e controla-lo... Uni-lo sob o fio da minha lamina... E mostrar a esse mortais, assim como demonstrei em Faerun o poder concedido pela Mãe... Mas a Princesa e Thinker me mostraram a verdade...

Ao longe vejo sinais de habitação dos mortais... Florestas e rios repletos de vida... Ninguém mais se ergueria para defende-la... Diana caira em batalha... Mas eu sei que ao perceber que o fim era eminente... Ela sorria, sabendo que o seu legado estaria preservado... Pois o Dragão iria estar aqui, zelando pelo mundo que ela cuidava...

Eu lutarei por aqueles que não podem lutar...

Retiro a espada do chão... Olho a cidade ao longe... Iriam enterrar um dos aliados de Diana hoje, era estranho ver que choravam ao ver um heroi caido... Se ele caira em batalha... Deveriam comemorar e festejar... Mas os mortais eram estranhos...

Acompanho o funeral ao lado do grupo que estava comigo durante o periodo na base... Sem Diana, eles eram o unico elo de conhecimento que eu tinha desse mundo... Mas logo o funeral se converte em uma invasão... Seres voam atirando com estranhas armas nos mortais...

Vejo que o Drº se assusta com isso e nos pergunta o que faremos, agora que a liga da justiça não esta mais aqui...

Por Diana... A minha lamina protegera esse mundo e todos os outros...

Logo as criaturas nos cercam... Um grupo de civis corre, mas um mortal permanece olhando a estatua... Eram muitos mortais para resgatar

Plano B... Temos que proteger os mortais... Nemesis, Grey fecher o perimetro... M'Kai, traga o doutor e o mortal para junto dos outros...

Iria saltar empunhando a espada a frente do grupo de Civis... Ficando entre eles e o grupo de seres invasores...

Criaturas baixas... Este mundo está protegido pelo Imperador Dragão... Não chegaram perto desses mortais...

Iria mover a espada de forma a criar uma zona de ameaça para que eles não se aproximem e caso ataquem irei defender...

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Re: Plano B - A Queda de Metrópolis

Mensagem por leesiuloong em Qui Dez 07, 2017 6:07 pm

Os sinais de radio e tv estavam sendo cortados, isso me alarmou, não era algo normal e minha afinidade com a tecnologia dizia que isso era o inicio de um ataque, primeiro cortem as comunicações para isolar os grupos, depois mandem os cães... era isso que muitos fariam. Então telepaticamente mando uma mensagem para Forge:

"Pegue o Falcon X e leve o presidente e sua familia para um local seguro, faça isso antes de qualquer outro e que nossos superiores também não saibam, é hora de mostrarmos ao presidente que nós somos uma força que ele pode confiar e sem contar que isso seria um golpe lindo contra Cadmus enquanto isso vou defender o que está por vir".

Tinha deixado Psylocke no hotel descansando, ela detestava funerais ainda mais esse, porém sabia que ela poderia me ajudar se necessário.

Então o que temia aconteceu, na verdade pior do que eu temia, já que eram alienigenas invadindo a Terra e sem a liga e o escoteiro para proteger... cabia a nós protegermos esse local.

"Psylocke, preciso de você" envio para ela enquanto mostro imagens mentais.

Viro para o Doutor e falo:

_Se não ligamos nem para Weller acha que estamos com medo?

Saio em direção a uma area com menos civis enquanto gasto energia para transformar a munição do meu fuzil, ela seria explosiva, assim um tiro poderia ferir mais de um dos aliens.

Atiro atraindo atenção deles, confiava em minha armadura para proteger, pelo que entendi eles eliminaram os satelites de comunicação, mas não afetavam diretamente tecnologia.

Off: energia para mudar o tipo de munição e 3 para atirar em alvos causando explosão.

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Re: Plano B - A Queda de Metrópolis

Mensagem por Nemesis. em Dom Dez 10, 2017 11:31 am

Depois que a base foi destruída consegui voltar a minha vida normal. Novos trabalhos e novos ensaios surgem aos montes, mas apesar de eu querer seguir em frente acho que as coisas que aconteceram lá ficaram um pouco marcadas em mim.
 
“Um encontro no enterro do Superman... Acho que por mim ta ok. Nada pra fazer msm.”
 
Pensei em vestir uma roupa bonita e mostrar para aqueles bocós quem eu era de verdade, mas pensei bem e não era a ocasião. Visto meu traje, seria lindo ostentar o símbolo de Ul enquanto eles enterravam o último membro da casa de El.
 
“Esses encontros sociais são um saco, mas eu tbm quero saber quem é o Crowford”
 
Quando chego na praça de Metrópolis rapidinho encontro a turma do plano b e logo em seguida o Crowford, mas mal da tempo de saudar td mundo quando vejo algo vindo do céu.
 
- Esse mundo só pode ter um alvo gigante impresso nele. Não é possível. Tomem cuidado, uma invasão está vindo!
 
Seres de outro mundo cercam a praça enquanto uma escuridão toma conta do céu. Crowford diz que é o nosso dever agora proteger esse mundo sem a Liga, mas eu não preciso dos avisos dele pra saber disso. Um pouco longe vejo que um grupo de humanos foi cercado assim como nós. Iria dizer para o grupo protege-los mas nem foi preciso.
 
- Espero que vcs tenham mantido a forma depois que saíram da base. Fora esses humanos inúteis, eu não vou proteger ninguém.
 
Digo isso em forma de humor sorrindo escondida. Pouso perto dos humanos pra que os alienígenas não chegassem perto e com td a minha força eu bato com as palmas da mão pra afastar aqueles seres com o impacto.
 
Off: gasto fv pro teste.

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Re: Plano B - A Queda de Metrópolis

Mensagem por Admin Ontem à(s) 12:36 am

Sagnac:
 
Depois de anos adormecido, o Coluano reassume o seu posto como o capitão da nave. Geralmente, depois de décadas de hibernação era normal despertar um pouco confuso e precisar de alguns minutos para colocar o intelecto para funcionar, mas diante daquela iminente ameaça, Sagnac se vê obrigado a pensar rápido e colocar a nave para abater os inimigos antes que estes chegam.
 
- Entendido, senhor. Canhões Thanix apostos. 3, 2, 1... Fogo. – Responde Vetra.
 
Através das imagens do exterior, Sagnac assiste aos projéteis laser atingirem o enxame que se aproximava, causando várias e várias explosões entre eles, abatendo-os até as cinzas. Restaram poucos, e esses poucos dispersam, tomando uma rota contrária para evitar os canhões. Agora que o enxame havia se desfeito, Sagnac esperava descobrir quem era o alvo que os levou até aquele ponto do Ártico, porém, nada encontra no céu escuro. Apenas sente um pequeno tremor que abala um pouco a nave até cessar.
 
- Senhor, objeto não identificado acaba de aterrissar próximo a nave. Enviando imagens. – Vetra Reporta.
 
A câmera capaz de transitar por toda estrutura da nave mostra imagens do flanco esquerdo, onde uma cratera que não havia antes se formou na neve. Dando o devido zoom, Sagnac espera a nuvem de gelo se dissipar e encontra uma jovem loira de aparência humana caída no interior da cratera. Estava desmaiada, e pelas manchas em sua pele parecia extremamente ferida entre a vida e a morte.


Garota:


 
 
Imperador Dragão, Comandante Greymorning e Lady Nêmesis:
 
Ainda vivenciando o luto pela queda da princesa, Baran decidiu que buscaria por um significado protegendo aquele mundo pelo qual ela se sacrificou, embora ele ainda tivesse dificuldade para entender os motivos. Os humanos eram mesquinhos, gananciosos e tolos. E ele ainda pensava assim naquela praça, revendo seus aliados e presenciando aquela estranha invasão. Porém, ao ver um grupo de pessoas cercadas por aqueles alienígenas, o deus guerreiro não pensa duas vezes em ir ao socorro deles.
 
As pessoas próximas da estátua do Superman se agrupam, cercadas por aqueles seres estranhos a lhes apontar armas com que já haviam abatido vários. Em meio a elas, uma menininha de nove anos com uma camisa vermelha estampada com o símbolo da Mulher-Maravilha chora chamando pelo cadáver de sua mãe. Então a sombra dos alienígenas a encobre. A menina deveria correr, as pessoas do grupo chamam por ela, mas ao invés disso, a pequena humana se coloca diante do corpo da mãe e urra para aqueles assassinos como se ela fosse a própria Diana. Os alienígenas estavam prestes a apanhá-la quando Baran aterrissa entre eles e a menina, fazendo-os recuar. Humanos podiam ser mesquinhos, gananciosos e tolos, mas eles também podiam ser bravos, e valia a pena protegê-los.
 
Imperador Dragão ataca: Destreza 4 x5 + Armas Brancas 4 (+1D por especialização) (Dif: 6) = 8 sucesso.
Warzoon desvia: Destreza + Esquiva (Dif: 6) = Nenhum sucesso.
Imperador Dragão (Dano: Força 4 x5 + 6D) = 15 sucessos.
Warzoon (Absorção: 3D) = 2 sucessos.
 
Ao pousar entre a menina e os alienígenas, Baran executa um corte na horizontal, quase rasgando ao meio um dos Warzoon e afastando um pouco outros que estavam por perto. Isso espanta um pouco a garota e os humanos, mas logo todas aquelas pessoas vibram, comemorando o fato de terem um novo salvador.
 
- É isso aí, grandão, pega eles! – As pessoas gritam.
 
 
O medo na face das pessoas e a gritariam trouxeram a Greymorning terríveis recordações de sua infância. Ele tinha menos de dez anos quando a guerra entre humanos e mutantes estourou em meio as ruas, e sua mãe lutava para proteger tanto ele quanto Hope, ainda bebê nos braços dela. Por mais que seu pai os tenha salvado naquele dia, ele nunca viu tanto medo quanto no rosto da mulher, e nunca fui aquele bebê chorar tanto. Greymorning se sentiu tão impotente naquele dia.
 
Mas agora era diferente. Ele era um soldado. E embora as lembranças surgissem para fazê-lo sentir impotente mais uma vez em meio ao desespero daquelas pessoas, ele não podia se dar a esse luxo. Com seus poderes, ele modifica a sua arma, alargando o cano e colocando nos projéteis propriedades explosivas. Logo ele vê o Imperador Dragão saltando para proteger as pessoas, e incapaz de voar, o soldado corre, se colocando a frente delas e atirando naqueles alienígenas.
 
Comandante Greymorning atira: Destreza 4 + Armas de Fogo 4 (+1D por especialização) (Dif: 6) = 7 sucessos.
Warzoon desvia: Destreza + Esquiva ( Dif: 8 ) = 1 sucesso.
Comandante Greymorning (Dano: 13D + 6D) = 10 sucessos.
Warzoon (Absorção: 3D) = 3 sucessos.
 
Comandante Greymorning atira: Destreza 4 + Armas de Fogo 4 (+1D por especialização) (Dif: 6) = 3 sucessos.
Warzoon desvia: Destreza + Esquiva ( Dif: 8 ) = 2 sucessos.
Comandante Greymorning (Dano: 13D + 1D) = 7 sucessos.
Warzoon (Absorção: 3D) = 2 sucessos.
 
Comandante Greymorning atira: Destreza 4 + Armas de Fogo 4 (+1D por especialização) (Dif: 6) = 7 sucessos.
Warzoon desvia: Destreza + Esquiva ( Dif: 8 ) = 2 sucessos.
Comandante Greymorning (Dano: 13D + 5D) = 16 sucessos.
Warzoon (Absorção: 3D) = 2 sucessos.
 
Os Warzoon estavam prestes a se aproximarem dos humanos quando Greymorning surge com disparos perfeitos, alvejando três daquelas criaturas, deixando-as feridas com grandes rombos em seus corpos. O mutante para ao lado daquelas pessoas, junto ao Imperador Dragão e entra em contato mental com Psylocke pedindo seu apoio. “Estou chegando, amor”, ela responde de imediato, questionando o que estava acontecendo, quando Greymorning se desconcentra observando em meio as pessoas desesperadas uma mulher segurando a mão de um garotinho assustado e tentando conter o choro de um bebê em seu braço, uma cena extremamente parecida com o que ele viveu em sua infância.
 
 
Aquela invasão se parecia tanto com o momento em que Ayla chegou a Terra junto com os soldados kryptonianos na nave de Zod que por um momento um frio sobe pela sua barriga. Então foi isso que ela e os outros soldados deram aos humanos? Desesperança, medo... Agora que vivia tão próxima aos frágeis humanos, a kryptoniana era perfeitamente capaz de saber o que eles sentiram naquele dia.
 
Mas agora Ayla parecia disposta a lutar por eles, talvez tornar-se um ídolo digno de uma estátua ainda maior do que a que Kal-El mereceu. Ao ver seus companheiros indo na direção daquelas pessoas, ela também voa até lá, impedindo que aqueles alienígenas fizessem mais vítimas com suas armas. Os humanos ainda não a reconheciam, olhavam-na com alguma estranheza.
 
Lady Nêmesis: Força 5x5 + Briga 4 (+3D por FdV) (Dif: 6) = 10 sucessos.
 
Ayla bate com força a palma de suas mãos, gerando um impacto alto como uma explosão, que se propaga a frente, derrubando dez entre aqueles alienígenas e os afastando de perto das pessoas. E logo em seguida, ela vê surgindo ao seu lado o Dr. Crownford junto a M’Kai e aquele garoto que olhava embasbacado para a grande estátua do Superman.
 
M’Kai se torna translúcido, desaparecendo no solo. Teria ele fugido? Não, Ayla sabia que não era do seu feitio fazer tal coisa. Surpreendente mesmo é quando aquele garoto dá um grande salto e atinge um dos inimigos com um soco poderoso demais para um simples humano. Quando Ayla o analisa nota que ele parecia até... kryptoniano.
 
- Superboy, tome cuidado, eu preciso de você inteiro! – Diz Dr. Crownford para o bravo garoto. - Precisamos dar um jeito de tirar essas pessoas daqui. Também não podemos ficar para lutar contra todos eles. Seria suicídio! – Alerta o doutor, misturando-se as pessoas para manter-se seguro.


Superboy:


 
 
Iniciativa:
 
1° Justiceiro Solitário: Raciocínio + Prontidão + 1D  = 24
2° Lady Nêmesis: Raciocínio 3 + Prontidão 3 + 1D (10) = 16
3° Garoto: Raciocínio + Prontidão + 1D = 14
4° Warzoon: Raciocínio + Prontidão + 1D = 11
5° Imperador Dragão: Raciocínio 3 + Prontidão 3 + 1D (4) = 10
6° Comandante Greymorning: Raciocínio 3 + Prontidão 1 + 1D (3) = 7




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Re: Plano B - A Queda de Metrópolis

Mensagem por Tony.B Ontem à(s) 8:46 pm


Vejo o simbolo que Diana usava... Mas era trajado por uma criança mortal... Diante da morte, ela não recuava... Vejo minha princesa refletida na criança, sem recuar diante do perigo... Quando a criatura estava prestes a tocar nela... Minha lamina o retalha... Olho para a garota abaixo e falo...

A Princesa ficaria orgulhosa de vc... Fique firme diante do inimigo...

Vejo meus companheiros entrarem em posição de luta... O garota que usava o traje de Superman aplica um golpe que demonstrava que era capaz de se defender... Sorrio... Estava sentindo falta desde que saimos da base... Com a espada em mãos, e o sangue dos inimigos sendo derramado... Poderia honrar minha princesa...

Diana... Mandarei muitos deles para que possa se divertir onde quer que esteja...

Olho a volta... Eram muitos inimigos... Tinhamos que pensar um plano para sairmos dali...

Soldado... Encontre uma saida... Vou segurar eles...

Pego a espada e faço um risco no chão...

Venham... Enfrentem o Dragão... Não passaram dessa linha...

Iria bloquer todos os ataques, destinados a meus companheiros ou ao grupo de mortais...

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